O
caso da recente divulgação pelo site de documentos sigilosos WikiLeaks
de que o jornalista Wiliam Waack atuava como uma espécie de consultor
informal do Departamento de Estado norte-americano coloca de imediato a
seguinte indagação: como um jornalista chega ao ponto de colocar-se em
contato com autoridades internacionais ou círculos de poder que estariam
muito aquém da possibilidade de um profissional comum?
Em princípio, para os mais desavisados, o
acesso a grupos socialmente influentes por parte de jornalistas poderia
ser interpretado como refletindo a competência profissional ou talento
de quem o alcança. Algo como o caso do ex-presidente do Bradesco, Amador
Aguiar, que havendo ingressado num banco como Office-boy chegou à
presidência da instituição.
Por Luiz Cesar*, em seu blog Brasil que vai!
Enviado por Eri Santos Castro.
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