Chefe do Exército uruguaio: 'Quem nega o passado é covarde"
O
general Pedro Aguerre, comandante do Exército uruguaio mandou suspender
qualquer pacto de silêncio em torno de crimes praticados na ditadura.
Aguerre disse que o Exército que comanda não encobrirá delinqüentes e
homicidas em suas fileiras, e ordenou que seja posta à disposição da
Justiça toda informação possível para esclarecer os crimes de terrorismo
de Estado. Quer que a Justiça estabeleça a responsabilidade material do
Exército em casos de assassinato, seqüestro e tortura de presos
políticos. O artigo é de Eric Nepomuceno, na Carta Maior.
Enviado por Eri Santos Castro.
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