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3 de set. de 2015

Ministro da presidenta Dilma vem ao Maranhão dialogar sobre às eleições do ano que vem

Pauta: Eleições no Maranhão.
Pepe Vargas atualmente é ministro dos Direitos Humanos.
Reunião e depois jantar com o ministro Pepe Vargas. 
Agoraaa
Ele era ministro da Articulação Política. ....o PMDB com Temer assumiu e caiu.

29 de mar. de 2015

A novidade da ocupação das ruas pela direita e a necessidade do PT revolucionar nossa cultura política


O PT realizará em junho o seu 4º Congresso Nacional. Eis a tese da corrente de opinião Mensagem ao Partido, liderada por ex-governador do RS Tarso Genro, pelos ministros Miguel Rosseto, Pepe Vargas, Edurdo Cardoso, ex-governadora do Pará Ana Júlia, ex-prefeita de Fortaleza Eliziane Lins e centenas de parlamentares e prefeitos. No Maranhão, eu, Balbina, Augusto Lobato, Cesar Bombeiro, Vicente, Ribamar, Moacir, Dimas, Neil, Luis, Eduardo, Robson, Joubert, Alcidinho, Jr Esperança, Montanha, Darlúcia, ...compomos a mensagem.

Mudar mais: por um novo ciclo de mudanças democráticas no país
Esta tese apresenta a opinião de companheiras e companheiros de diversos estados, identidades internas, formas de militância, que, compreendendo a relevância e complexidade do momento histórico do PT e do Brasil, se somam nessa iniciativa coletiva e plural de defender o socialismo e a democracia, apontando para um novo ciclo de mudanças democráticas no país.

I. Mundo
A situação política internacional
Sete anos depois da eclosão da crise econômica do capitalismo desenvolvido, ainda persistem dúvidas sobre a superação dessa fase. Os resultados da crise do neoliberalismo têm sido desiguais nos países centrais. A recuperação da atividade econômica nos EUA não é suficiente para repor a globalização neoliberal em seus antigos patamares. Além disso, essa recuperação ainda limitada se faz sem recuperar o nível dos salários, ou seja, consolidando a desigualdade e uma nova zona de pobreza nos países centrais, incluídos os EUA.

A hegemonia neoliberal retrocedeu, abrindo novos espaços políticos de alternativas tanto no plano nacional como internacional. Ao mesmo tempo, novos debates vêm se colocando com relativa força: a questão do desenvolvimento e do Estado, da democracia, das classes sociais e da própria crítica ao capitalismo. É importante lembrar que essas discussões estavam soterradas no tempo do pensamento único. Quiçá, possamos em breve ter o socialismo como tema atual. É para isso que lutamos.
A vitória da coalizão de esquerda Syriza nas eleições gregas e a busca de uma negociação por fora da agenda da Troika europeia é o primeiro sinal de ruptura da ordem no Norte desenvolvido. É verdade que aconteceu num dos elos fracos, em um país periférico da economia da UE. Mas o rápido crescimento da plataforma eleitoral de oposição à esquerda Podemos na Espanha parece apontar que a Grécia não é exceção, mas um novo capítulo da disputa de rumos nesse continente. É a primeira vez, desde que na França o governo Miterrand abandonou seu programa econômico progressista para aderir ao outro neoliberal em meados da década de 1980, que um país europeu ensaia sair do consenso econômico conservador.

Este é um momento em que os principais países latino-americanos – pelo seu tamanho, economia, população, etc. – sob governos progressistas enfrentam dificuldades macroeconômicas, duras pressões do mercado financeiro internacional e a ingerência do governo dos EUA, como podemos ver no caso da Venezuela, pioneira política do ciclo e a que mais se atreveu no caminho da agenda pós-neoliberal.

O mundo encontra-se em um processo de reacomodação da geometria do poder depois de passado o momento mais duro da crise do capitalismo desenvolvido em 2007-9, que tem várias dimensões. Uma econômica, em que os EUA lutam contra a perda de sua hegemonia. Uma política, com a busca de consolidar novos polos de poder que sejam capazes de contrabalançar a tentativa norte-americana de impor um mundo unipolar. Uma militar, em que o imperialismo norte-americano e seus aliados da OTAN continuam tentando definir o mapa mundi de acordo a seus interesses sem se importar com os custos humanos nem com os desequilíbrios regionais agudos provocados (como o surgimento do “Estado Islâmico” em territórios de Iraque e Síria).

O Brasil é um ator importante nas dimensões política e econômica dessa disputa (já no terreno militar, apenas pode aspirar a criar melhores condições para sua defesa e tentar retirar a América do Sul da esfera de influência dos EUA). Iniciativas como a ampliação do Mercosul, a constituição da CELAC, a consolidação da UNASUL e a atuação do Brasil junto a outras economias e potências emergentes (China, Rússia, Índia, África do Sul, etc.) em diversos “tabuleiros” tem um potencial expressivo na disputa por redesenhar a geometria do poder mundial para além do “mundo unipolar” ideado pelo EUA no cenário do fim da URSS no começo dos anos 1990.

O projeto econômico-social da revolução democrática brasileira não será possível sem um cenário regional amigável – com fortes e decididas tendências à integração dos países da América do Sul – e sem um marco internacional de contenção dos apetites do imperialismo norte-americano.
Dez anos atrás, em 2005, na cidade de Mar del Plata, Argentina, os governos progressistas, com destacada atuação do governo brasileiro, e os movimentos sociais e sindicais combativos da região derrotaram a principal estratégia dos EUA na região, a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), iniciativa lançada pelo governo norte-americano em 1994 para manter sua hegemonia hemisférica. Durante os mandatos do presidente Lula o Brasil mostrou uma capacidade de liderança regional e internacional inéditas e que foi saudada por todas as forças democráticas, progressistas e de esquerda do mundo. Já no final do primeiro mandato da presidenta Dilma, a reunião dos BRICS e destes com UNASUL e Mercosul, no Brasil, puseram em evidência que há uma agenda potente no plano regional e internacional e muito importante para a própria estratégia do governo no Brasil:  Uma nova arquitetura financeira internacional assomou dessas deliberações e uma aproximação de nossa região aos polos geopolíticos alternativos aos da hegemonia norte-americana.
O Mercosul de hoje, não estabelece apenas acordos comerciais, cria espaços institucionais para uma agenda social, de acordo e cooperação entre os países. A UNASUL foi repensada de acordo com esses mesmos parâmetros: respeito, pluralidade e cooperação. É preciso aprofundar essas conquistas. Implementar o estatuto de cidadania do Mercosul, regulamentar a unidade de participação social do Mercosul, fortalecer e ressignificar o Programa Mercosul Social e Participativo, fortalecer e construir o Fórum de Participação Social da UNASUL e elaborar uma estratégia articulada de intervenção na UNASUL e no Mercosul são importantes desafios para o próximo período.
Um mundo multipolar está em curso. Será resultado de uma árdua luta dos povos para consolidar essa perspectiva histórica. O Brasil tem um papel insubstituível a jogar nessa disputa. Somente um governo liderado pelo PT com as demais forças da esquerda brasileira poderá cumprir essa tarefa.
A atualidade do socialismo petista

....Clique abaixo em mais informações e veja a tese completa.

7 de mar. de 2015

Coletivo "Mensagem ao PT" apoia radicalmente Dilma, mas a presidenta tem que ficar de frente para os trabalhadores e o povo humilde do país


O deputado federal e ex-candidato a presidente nacional do PT Paulo Teixeira afirmou que o coletivo 'Mensagem' apoia radicalmente Dilma, mas a presidenta tem que ficar de frente para os trabalhadores e o povo humilde do país.

Nenhum passo atrás, continuaremos caminhando rumo à REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA, avante!

A construção da Mensagem ao Partido como espaço de debate político-programático interno ao PT e de iniciativas nos fóruns partidários, no parlamento e nos movimentos sociais, data de dez anos. Foi o primeiro sinal coletivo de busca de uma resposta orgânica à crise gestada ao longo dos anos noventa. Tal crise se  expressa no esvaziamento das instâncias partidárias como espaços efetivos de condução da tática, na disputa política que se travava. Amadureceu nos anos que precederam a conquista do governo central e explodiu de forma bombástica em 2005. Dois anos depois da posse do Presidente Lula.

A inciativa de criação da Mensagem mobilizou diferentes setores do Partido para fazer frente a uma ofensiva da direita cujo objetivo era inviabilizar uma experiência, inédita na História do Brasil: um Governo Popular liderado pelo Partido dos Trabalhadores, que mal começava, depois de 22 anos de lutas contados desde sua fundação. Os setores sociais conservadores se deram conta de que o governo Lula não seria apenas um acidente, um breve intervalo no secular domínio social e político que sempre exerceram. E reagiram. Vêm reagindo com todas as forças e por todos meios ao seu alcance.

Sem se afastar da tradição histórica da direita, aqui, como em outros lugares do mundo, o ataque se nutriu da retórica do combate à corrupção. Há um aspecto que não pode ser ignorado para a adequada compreensão do processo: a virulência do ataque e sua extensão no tempo. O Partido dos Trabalhadores havia vencido as eleições e conquistado a Presidência da República dentro das regras estabelecidas por seus adversários. O que para eles era, sob todos os títulos, inaceitável. Ainda que para isso tivesse lançado a “Carta aos Brasileiros” como uma espécie de salvo-conduto pela ousadia de ocupar os espaços até então privativos das elites políticas tradicionais. Tratava-se, portanto, aos olhos delas de uma usurpação. E impunha-se a necessidade de criminaliza-lo e construir as condições para extermina-lo como expressão política das classes que se encontram na base da pirâmide social. Ainda que para isso o caminho a percorrer fosse a judicialização e posteriormente a conversão da Política numa atividade criminosa. Destruir o Partido dos Trabalhadores, mesmo com ele seja destruído o sistema político do país assentado sobre a Constituição de 1988. Assim os setores conservadores expressam hoje seu“ódio à Democracia”.

Aquela vitória histórica, porém, trouxe consigo um componente sobre o qual devíamos oferecer – em 2005, como agora – uma resposta, a partir de uma constatação prática: ao forçar sua presença na cena política do país, o PT modificou a cultura política anterior dominante, mas com o tempo foi por ela modificado. Ou seja adotou elementos da prática política que combatia. Absorveu aspectos da cultura política conservadora, oligárquica, estreitamente vinculada ao poder econômico, que imprime seu caráter sobre os costumes políticos do país. Foi se tornando igual aos demais partidos.

A construção da Mensagem ao Partido responde nacionalmente à busca por responder a esse desafio. Os militantes que convergiram em torno da proposta vieram, ao longo do tempo, defendendo a bandeira da Reforma Política como forma de modernização e democratização do sistema político eleitoral. A introdução do financiamento público exclusivo das campanhas, portanto, a proibição do financiamento empresarial, a defesa do voto em lista fechada, com alternância de gênero na composição da nominata e da proibição das coligações proporcionais que fraudam o caráter programático que devem manter os partidos políticos numa democracia madura.

A ineficácia de todas as tentativas de Reforma Política a partir do próprio Parlamento apresentadas ao longo dos últimos anos evidencia a funcionalidade do Sistema Eleitoral vigente para a lógica dos partidos conservadores que, embora pulverizados, compõem uma consistente maioria ideológica. Ou fisiológica, se quiserem. Com reflexos dentro do PT.

Registre-se que o Partido dos Trabalhadores, mesmo tendo conquistado por quatro vezes consecutivas a Presidência da República, nunca alcançou 20% das Cadeiras da Câmara Federal. Embora seja evidente que o sistema político brasileiro vive uma crise de representação, não podemos esperar modificações substantivas baseadas apenas na iniciativa parlamentar, afinal os deputados e senadores foram eleitos dentro dos critérios vigentes. Devem, portanto, a esses critérios os mandatos que conquistaram. Em suma, sem uma forte mobilização popular, sem um decisivo envolvimento da sociedade, não ocorrerá a Reforma Política que o avanço democrático reclama.

Um partido que não aprende com seus próprios erros e não altera sua prática, não sobrevive, como de resto, qualquer instituição. A oportunidade da realização da segunda etapa do V Congresso constitui-se numa oportunidade histórica de reencontro do PT com o impulso original que nutriu sua emergência na cena política do Brasil há trinta e cinco anos. Ela põe diante de nós, a partir da complexa realidade do país, que modificamos depois de 12 anos à frente do governo federal, o desafio de atualizar o Manifesto Programa de  fundação, restabelecer os laços com a base social que conosco se identifica e projetar nossa ação para os avanços que o projeto da Revolução Democrática reclama.

Os dirigentes e militantes que se identificam, a partir de suas correntes internas, com a Mensagem ao Partido devem oferecer de forma organizada sua contribuição para esse processo. Não apenas com a produção dos textos indispensáveis à discussão política e programática, mas com a mobilização dos espaços de debate e instrumentos de formação – Escola Nacional, Fundação Perseu Abramo, Secretarias Estaduais, Setoriais Temáticos, particularmente aqueles que envolvem a juventude, Mandatos Parlamentares … – para arrancar o PT da injustificável defensiva política em que se encontra e devolvê-lo à iniciativa frente às forças conservadoras.

A Mensagem ao Partido vai estabelecer uma plataforma comum para atuar unificada  no calendário de mobilização proposto pelo Diretório com vistas à participação no V Congresso. Mas vamos além. Esse processo deve envolver a militância do PT em todas as cidades do país, em torno dos problemas mais sentidos pela sociedade, no imediato, a médio e longo prazo, na perspectiva de atualização do Projeto da Revolução Democrática que projetamos para o Século XXI.

Brasília, março de 2015.

8 de fev. de 2015

Escolhas de Dilma evidenciam estratégia de enfrentar Lula

Presidente do Uruguai, Pepe Mujica, Dilma Rousseff e o ex- presidente Lula participam da comemoração aos 35 anos do PT em Belo Horizonte (MG)
Presidente do Uruguai, Pepe Mujica, Dilma Rousseff e o ex- presidente Lula  participam da comemoração aos 35 anos do PT em Belo Horizonte (MG) 


No alto escalão petista, consolida-se a tese de que a presidente age da forma oposta à esperada para demonstrar poder diante do partido e de seu mentor
Na quinta-feira, véspera do anúncio de que Aldemir Bendinefoi escolhido como novo presidente da Petrobras, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva queixava-se a aliados dafalta de diposição de Dilma Rousseff em dialogar e ouvir seusconselhos. A troca de comando na estatal era o exemplo mais recente: Lula sugeriu os nomes do ex-presidente do Banco Central Henrique Meireles, do executivo Antonio Maciel Neto e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Dilma não aceitou e, no dia seguinte ao desabafo de Lula, confirmou a tese ao nomear um nome que desagradou o corpo de funcionários da companhia e não fora aventado em momento algum. 
No alto escalão petista, consolida-se a tese de que a presidente às vezes age da forma oposta à esperada justamente para demonstrar poder diante do partido e de seu mentor.
A tensão entre o partido e o governo, entre as propostas do ex-presidente e as decisões de Dilma, sempre existiu. Mas agora, com a crise no governo, tornou-se mais evidente. Atingido em cheio pela operação Lava Jato, que investiga os desvios da Petrobras, o partido sofre com o esvaziamento da base aliada no Congresso e, apesar de comandar o governo, não se vê representado nas decisões de Dilma. 
A queixa principal é a de que a chefe do Executivo não ouve ninguém além do seu restrito círculo de conselheiros. Atualmente, o nome mais influente do governo é o do ministro da Casa Civil, Aloísio Mercadante. Lula credita a ele parte das decisões desastradas do atual governo, como a escolha de nomes controversos para o ministério e a desastrada sucessão na Petrobras, que derrubou as ações da empresa.
A postura do ex-presidente reflete o clima dentro do PT. Parlamentares da sigla já dizem abertamente que a bancada precisa se descolar do governo neste mandato, dada a crônica falta de diálogo do Planalto com os aliados no Congresso. "Não seremos linha auxiliar da oposição, mas também não vamos baixar a cabeça para o governo", diz o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). A formação da equipe ministerial e as medidas econômicas recentes também desagradaram boa parte da militância. E a postura débil da presidente da República diante da crise política causa o temor de que o Planalto seja engolido de vez pelos acontecimentos.
Diferentemente de Lula em 2005, quando explodiu o mensal o, Dilma não tem apoio massivo nas ruas e nem possui grande poder de articulação política. Seu isolamento é visto como um sinal perigoso por correligionários. 

O ex-presidente também acredita que Pepe Vargas não está preparado para comandar as Relações Institucionais. Tampouco confia no poder do ministro Miguel Rossetto, a quem vê como incapaz de instigar os movimentos sociais  a defender o governo. No segundo mandato, o governo Dilma é mais dela e menos de Lula. E, para boa parte do PT, é esse o problema.
Lula está numa encruzilhada, como ele mesmo reconheceu a um interlocutor. O ex-presidente contou ter perguntado ao ditador cubano Raul Castro como ele tratava as desavenças com o irmão Fidel. Ouviu a seguinte resposta: "Tudo o que meu irmão fez de bom e ruim eu estava junto. Não posso me desvencilhar". Lula, então, emendou: "Comigo e a Dilma, é a mesma coisa". O ex-presidente, que pretende se lançar candidato novamente em 2018, sabe que o agravamento da crise do atual governo pode prejudicar seus planos para a próxima eleição. Mas não quer forçar um rompimento que pode ser prejudicial ao partido.
É por isso que o conselho dado pelo ex-presidente no ato que marcou os 35 anos do PT, nesta sexta-feira, traz uma admoestação embutida: "(Se houver) um erro desastroso nosso, quem vai sofrer não somos nós, é o povo humilde desse país. E você em obrigação não de governar para o Lula e o Rui Falcão. É governar cuidando do povo brasileiro".
Da Veja.
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de jan. de 2015

Frei Beto: "O PT errou em buscar apoio do Congresso, retrógrado e direitista, com Sarney, Renan, Collor, Maluf...e não no movimentos sociais"

A revista entrevista Frei Betto. Título: “O governo é um coral desafinado”. Ele diz que no governo só há harmonia para cortar o benefício dos mais pobres. E que o PT errou ao buscar apoio do Congresso, retrógrado e elitista, e não dos movimentos sociais, como fez Evo Morales.

14 de fev. de 2014

Confirmado: 'Mensagem ao Partido' mantém espaço no Ministério do Desenvolvimento Agrário

Pepe Vargas faz o seu sucessor no MDA. O Novo ministro será Miguel Rosseto da tendência interna do PT 'Mensagem ao Partido', do Rio Grande do Sul


A presidente Dilma Rousseff já decidiu que Miguel Rossetto (foto abaixo) irá para o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no lugar de Pepe Vargas, que se desligará do governo ainda este mês para concorrer à Câmara. Ambos são do PT gaúcho.

— Saio no fim do mês, a data exata, eu não sei. Já conversei com a presidente — disse Pepe, após a reunião com os sem-terra, no Palácio do Planalto.
A presidente mais uma vez só mexeu em ministérios do PT. Nesta quinta-feira, foi oficializada a substituição do ministro de Desenvolvimento, o petista Fernando Pimentel, pelo presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Mauro Borges, que assumirá interinamente o cargo. Pimentel vai se candidatar ao governo de Minas.

Com Luiza Damé e Catarina Alencastro, O Globo.
Enviado por Eri Santos castro.
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O novo ministro Miguel Rossetto da 'Mensagem ao Partido' do PT

12 de fev. de 2014

Bomba, bomba,bomba: Ministro do Desenvolvimento Agrário defende que o PT-MA apoie a candidatura de Flávio Dino


Eri Castro e o ministro do Desenvolvimento Agrário Pepe Vargas em recente encontro, em Brasília. O ministro é a favor que o do PT-MA se afaste do atraso, representado pela oligarquia Sarney. Ele vai além ao reconhecer que a pré-candidatura de Flávio Dino-PCdoB reúne as condições para encerrar um ciclo danoso e inaugurar outro, com prosperidade para todas as famílias maranhenses. 
Em tempo: Haverá mudanças no Incra e na representação do Ministério no Maranhão, logo no início de Abril.

21 de out. de 2013

Pressionada, Dilma apressa a reforma agrária

Após dez meses sem fazer uma desapropriação de terras, a presidente Dilma Rousseff decidiu apressar a reforma agrária. A presidente cobrou o ministro Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário) a apresentar 100 decretos até o fim do ano, que acrescentariam cerca de 200 mil hectares às áreas de assentamentos rurais. Os decretos podem ajudar a conter as críticas de movimentos de sem-terra.

Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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26 de fev. de 2013

Flávio Dino articula projeto com Ministro do Desenvolvimento Agrário e Incra


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O presidente da Embratur, Flávio Dino, foi recebido ontem pelo ministro Pepe Vargas, do Desenvolvimento Agrário. A audiência foi motivada pelos projetos da Embratur na área da produção associada ao turismo. O extrativismo oriundo sobretudo da Amazônia, do Cerrado e da Caatinga tem forte apelo internacional, por sua articulação com a visão de sustentabilidade. A Embratur tem buscado posicionar o Brasil como um destino turístico completo, apto a atender diferentes interesses, entre os quais está o dos turistas que buscam contato com a natureza e com produtos orgânicos. Mercados como Japão, China, Estados Unidos e Alemanha têm forte interesse pelo segmento.

Com série de eventos globais que o Brasil está sediando desde a Rio+20, no ano passado, o Ministério do Desenvolvimento Agrário está enxergando uma grande oportunidade para que a agricultura familiar e o extrativismo sejam reconhecidos internacionalmente, daí a busca de parceria com a Embratur. O Ministério também apresentou a Flávio Dino o programa Talentos do Brasil, pelo qual famílias de assentados têm produzido peças de artesanato e confecção, que podem ser colocados no mercado internacional.

"A Embratur tem tido diálogo constante com todas as áreas de governo e agora surgiram essas parcerias com o MDA, que são muito bem-vindas", garantiu Flávio Dino. O presidente da Embratur destacou ainda o perfeito casamento entre a agricultura familiar e o extrativismo e as estratégias que o órgão usa para promoção da marca Brasil. "Somos cada vez mais um destino importante no ecoturismo e no turismo rural, o que se relaciona muito fortemente com a cooperação sugerida pelo Ministro Pepe Vargas", destacou Dino.

Maranhão

Na mesma audiência, o presidente da Embratur colheu informações sobre os programas do Ministério do Desenvolvimento Agrário voltados para o Maranhão.  Flávio Dino recebeu a informação de que nas próximas semanas mais municípios maranhenses receberão máquinas para apoiar os agricultores, a exemplo de Bela Vista, Mirador, Feira Nova, Governador Archer e outros. “Muito bom saber que mais de 100 municípios do Maranhão já foram beneficiados e que todos serão até o fim do mandato da presidenta Dilma”, finalizou Flávio Dino.

Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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10 de mar. de 2012

Dilma demite ministro do MDA por baixo desempenho

Conforme o jornal O Globo, insatisfeita com o baixo desempenho no setor, a presidenta Dilma Rousseff demitiu ontem o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, do PT baiano, que voltará à Câmara para exercer seu mandato de deputado federal. Em seu lugar, foi escolhido outro deputado petista, o gaúcho Pepe Vargas, que a presidenta conhece desde a época em que passou a viver no Rio Grande do Sul. 

Saiu no G1.
Enviado por Eri Santos Castro.
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