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28 de jan. de 2015
28 de out. de 2014
Por que Aécio foi derrotado em Minas Gerais 3 eleições, em menos de um mês?
- O Senador Aecio Neves perdeu tres eleições em sua base em menos de um mês. Não precisamos de análises técnicas profundas para dizer, no mínimo, que seu modelo de gestão foi severamente questionado pelos seus supostos beneficiários, o povo mineiro. Poderia-se alegar que os mineiros "não entenderam" as intenções do Senador, argumento que não se sustenta após uma rápida olhada nos recursos públicos utilizados em publicidade e propaganda durante o governo tucano. O fato é importante pois uma das estratégias do PSDB era se colar à consigna da "boa gestão", daqueles que "prometem e fazem", enfim, de um estilo gerencial diferenciado do PT. Não deu certo, pelo menos dessa vez. Por isso eu acho que a manchete está exata e rigorosamente ao contrário, invertida, não?
21 de mai. de 2014
O discurso demofóbico de uma intelectualidade que usa a má fé ou a ignorância como lança
Tem
gente que fez curso superior, mestrado e doutorado por conta do Estado
brasileiro, muitas vezes com bolsa da Capes ou do CNPq e hoje faz um
discurso demofóbico barato, vociferando contra o tamanho do Estado e os
recursos públicos investidos em proteção social. É só má fé ou
ignorância ?
21 de mar. de 2014
Não devia, mas fico sempre impressionado com a capacidade do governo federal dar tiros no próprio pé...
18 de fev. de 2014
O tempo e as Jaboticabas

Jackson De Toni compartilhou a foto de Rubem Alves_Oficial.
Mais ou menos assim quando se aproxima o cinquentenário...
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para
viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo.
Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.'
O essencial faz a vida valer a pena.
Rubem Alves
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo.
Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.'
O essencial faz a vida valer a pena.
Rubem Alves
8 de jan. de 2014
Nero tocava lira enquanto Roma incendiava. A aristocracia é imune à história. E no Maranhão, em meio a crise, Roseana licita 80 kg de lagosta e 1500kg de camarão, saiu na Folha de São Paulo

Jackson De Toni ( Foi diretor da UNE na minha época, Eri) compartilhou a foto de Folha de S.Paulo.
Nero tocava lira enquanto Roma incendiava. A aristocracia é imune à história.
Em meio a caos nos presídios, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, licita 80 kg de lagosta fresca e 1.500 kg de camarão, entre outros itens, para abastecer suas residências oficiais: http://folha.com/no1394673 (via Folha Poder) Foto: Sérgio Lima/Folhapress
26 de nov. de 2013
Os contorcionismos conceituais entre privações e concessões. O PT pode está caindo nos mesmos erros do PSDB

Sobre privatizações e concessões há um diálogo de surdos. Tucanos e assemelhados com a fina ironia que lhes é quase natural proclamam a derradeira prostração ideológica da esquerda diante da máxima liberal: menos Estado (no que tem razão em parte). Já petistas históricos e governistas de ocasião batem no peito: conceder é uma coisa, vender, outra! (no que tem razão, também, em parte). Afora contorcionismos conceituais e motivações mais rasteiras eu acho que conceder é uma forma de privatizar, sim, no mínimo conceitualmente. A diferença é que aeroportos, estradas e portos - ativos estratégicos para todo país - nas concessões ficam vigiados e controlados por Agências Reguladoras (oxalá, com controle público e eficiência) e não por Bolsas de Valores. Essa talvez seja a única, grande e decisiva diferença.
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