Mostrando postagens com marcador Celso Amorim. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Celso Amorim. Mostrar todas as postagens

5 de set. de 2011

Governo negocia para aprovar Comissão da Verdade

O governo federal está mobilizando suas forças para conseguir aprovar, até o fim deste mês, o projeto de lei que cria a Comissão Nacional da Verdade. O esforço é capitaneado pelo ministro da Defesa, Celso Amorim. 
 
Nos últimos dias ele fez várias ligações para os líderes dos partidos de oposição na Câmara pedindo apoio à proposta.
 
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também está em campo. Ex-deputado, com trânsito fácil no meio parlamentar, ele já se reuniu com os líderes do PSDB, DEM, PPS e PV. A presidente Dilma Rousseff, que na sexta-feira, na abertura do Congresso do PT, prometeu à militância que a comissão será instalada, também mobilizou a ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, para o trabalho de vencer resistências à proposta.
 
O objetivo é aprovar o projeto por meio de um acordo entre líderes partidários, em caráter de urgência. A votação ocorreria numa sessão extraordinária, convocada especialmente para isso. Na conversa com a oposição, a maior preocupação dos três ministros é deixar claro que a comissão não terá caráter revanchista, nem abrirá debates sobre uma possível revisão da Lei da Anistia.
 
O governo diz entender que o assunto se encerrou no ano passado, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) negou à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) o pedido para que policiais e militares acusados de violações de direitos humanos nos anos da ditadura fossem excluídos da anistia. Na avaliação da corte, eles também foram beneficiados pela lei de 1979.
 
"A comissão terá apenas preocupações históricas, de esclarecimento de fatos ocorridos naquele período", afirma José Genoino, assessor especial do ministro da Defesa. "Não existem preocupações revanchistas nem punitivas."
 
Com Agência Estado, via blogue da Dilma.
Editado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

9 de ago. de 2011

Cardozo fica com 'Comissão da Verdade'

A presidente Dilma Rousseff aproveitou a troca de comando no Ministério da Defesa e passou para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a negociação sobre a criação da Comissão Nacional da Verdade para investigar a prática de crimes contra os direitos humanos na ditadura. A expectativa é de que o trânsito do ministro no Congresso facilite a negociação do projeto.

Uma das primeiras iniciativas de Cardozo será a discussão da proposta com os ministros Celso Amorim, empossado ontem na Defesa, e Maria do Rosário Nunes, da Secretaria de Direitos Humanos.


Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

6 de dez. de 2010

Dilma diz que apoio ao Irã na ONU foi um erro

Declaração foi feita ao jornal Washington Post, logo depois de confirmada a saída de Celso Amorim

O Brasil errou ao não votar contra as violações dos direitos humanos no Irã. A declaração foi feita pela presidente eleita, Dilma Rousseff,em entrevista publicada ontem no jornal Washington Post. Ela criticou a posição do País que, no mês passado, se absteve de apoiar uma resolução da ONU contra o apedrejamento de mulheres. A entrevista foi dada na quinta-feira e seu teor foi divulgado pouco depois da confirmação de que o atual chanceler, Celso Amorim, deve mesmo deixar o Ministério das Relações Exteriores, dando lugar a Antônio Patriota. “Não concordo com a modo como o Brasil vetou", disse Dilma. “Não sou a presidente do Brasil, mas ficaria desconfortável, como uma mulher eleita presidente do Brasil, mas ficaria desconfortável, como uma mulher eleita presidente, em não me manifestar contra o apedrejamento." Dilma criticou ainda a política de desvalorização do dólar adotada pelos Estados Unidos, mas defendeu a melhoria das relações entre Brasília e Washington. Na conversa, a presidente eleita enfatizou que seu governo buscará estreitar os laços com a administração de Barack Obama, e que tem grande admiração por sua vitória. 


Do Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.

3 de dez. de 2010

Amorim confirma: Brasil rejeitou receber presos de Guantánamo

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou nesta sexta-feira que houve uma sondagem para o Brasil receber presos de Guantánamo, conforme relatam os telegramas produzidos pela diplomacia norte-americana tratando do tema e que foram divulgados pelo WikiLeaks. Amorim justificou a decisão brasileira explicando que não havia razão para o Brasil importar "um problema que não tem nada a ver conosco".

Da Folha Online
Enviado por Eri Santos Castro.