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5 de ago. de 2011

Pesquisas influenciaram na demissão de Jobim


Eri Santos Castro

Link's para a crise na defesa

 
Por Reinaldo Azevedo
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4 de ago. de 2011

Nelosn Jobim: da irrelevância à vulgaridade, rumo ao anonimato.

Jobim ostentava o voto  em Serra, desdenhava de colegas do ministério e usava o governo  com a deselegância de um açougueiro vendendo a própria carcaça para a feijoada oposicionista. Jobim foi recolhido para ser o porta-recados de Lula à oposição. Perdeu sentido à  medida em que a oposição perdeu espaço e o PMDB redefiniu a aliança com o PT. Em resumo, Jobim tornou-se um miolo de pote: nada.  Não demonstrou virtude para ir além disso. Jobim não recebia mais missões, nem bom dia de Dilma. Decidiu oferecer-se à orfandade da mídia conservadora como a derradeira xepa do fim de feira demotucano. O preço era baratinho e correspondia à qualidade do produto.  Agora acabou. Quem quer um iogurte que perdeu prazo de validade? Talvez ainda se preste a uma semanal, cumprindo o roteiro das manequins e modelos profissionais: da irrelevância à vulgaridade, rumo ao anonimato.

 
Da Carta Maior.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Confirmado: ministro da defesa é demitido


Eri Santos Castro

Ministro da defesa deve cair a qualquer momento

Como afirma o sítio Carta Maior, “Jobim ostenta que votou em Serra, desdenha de colegas do ministério e usa o governo Dilma desesperadamente como balcão para o convite a uma candidatura oposicionista. Jobim foi recolhido para ser o porta-recado de Lula à oposição. Perdeu sentido à medida que a oposição perdeu espaço e o PMDB redefiniu a aliança com o PT. Em resumo, Jobim tornou-se irrelevante”.

Enviado por Eri Santos Castro.
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'Ideli é muito fraquinha', diz Jobim a revista

Jobin há um passo de ser substituido por Genoíno
O ministro Nelson Jobim (Defesa) solta o verbo mais uma vez, agora na revista "Piauí" que chega às bancas na sexta-feira (5), informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta quinta-feira da Folha.
Ao se referir às negociações sobre o sigilo eterno de documentos, ele atira no núcleo do governo de Dilma Rousseff. "É muita trapalhada", afirma.
Jobim ataca o núcleo do governo Dilma ao criticar Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil)
"A [ministra] Ideli [Salvatti, das Relações Institucionais] é muito fraquinha". Já Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, "nem sequer conhece Brasília".

Com a revista 'Piauí' e Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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3 de ago. de 2011

Genuíno pode ser o novo ministro da defesa

Johnbim respira por aparelhos


O passarinho pousou na janela lá de casa e, com lágrimas nos olhos, comunicou que Nelson Johnbim está agonizante.

Respira por aparelhos.

A conjuntura não o favorece.

Só um milagre o salva, disse o passarinho com esperança.

Em tempo: Crescem as articulações para que o ex-deputado José Genuíno seja o novo ministro.


Com Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada.
Enviado por Eri Santos Castro.
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30 de jul. de 2011

Dilma quer demitir Jobim, mas Lula tenta segurá-lo

A presidente Dilma não gostou da confissão do ministro da Defesa, Nelson Jobim, de que votou no tucano José Serra, e planeja demiti-lo, informa Jorge Bastos Moreno. Mas o ex-presidente Lula, que ontem elogiou Jobim tenta demovê-la. 

Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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29 de jul. de 2011

Ministros visitam Centro de Lançamento de Alcântara

Os ministros da Defesa, Nelson Jobim; das Comunicações, Paulo Bernardo, e de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, visitaram, ontem (28), as instalações do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) para conhecer os sistemas de modernização que estão sendo feitos no CLA com o objetivo de aperfeiçoar as atividades de lançamentos espaciais. Os ministros estavam acompanhados pelo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Marco Antônio Raupp, e pelo diretor do Centro Técnico Aeroespacial (CTA), tenente-brigadeiro do Ar, Ailton dos Santos Pohlmann.
Da Assessoria da Presidência e com o EMA.
Enviado por Patrícia Aguiar.
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27 de jul. de 2011

E daí cara-pálida?

Eri Santos Castro

18 de jan. de 2011

Rosário começa a enfrentar Johnbim

Vamos lembrar: qual foi mesmo a posição política do senador Sarney e de sua filha Roseana durante a ditadura militar? Será se eles são a favor da Comissão da Verdade?


“Polícia Federal diz não ser sua função participar desse tipo de investigação.”

“A Ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, criticou duramente a iniciativa do Ministério da Defesa (Johnbim) de recorrer à Justiça Federal e pedir uma investigação para tentar localizar cinco desaparecidos políticos que supostamente podem estar vivos.”

A Polícia Federal também se negou a participar da operação.

Disse Maria do Rosário:

“Informações ajudam, especulações, não. É preciso respeitar as famílias … na Secretaria trabalhamos com a convicção de que 136 desaparecidos (incluídos os cinco da lista do Johnbim – PHA) foram executados e tiveram seus corpos subtraídos.”

Saiu em O Globo e no blogue de Paulo Henrique Amorim.
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de jan. de 2011

A determinação da presidenta para a criação da Comissão da Verdade

  Qual deve ser a opinião do senador José Sarney e de sua filha Roseana sobre a ditadura militar do Brasil e consequentemente a Comissão da Verdade?

Comentário meu: O fato de nossa Presidenta Dilma ter mantido Nelson Jobim já foi intrigante, agora, o convite a Genuino feito pelo próprio Jobim é um daqueles mistérios que só a nossa República consegue explicar.
Ou será que depois dos vasamentos do wikileaks sobre as íntimas relações do nosso “ministro da defesa” e o governo americano, resolveram tomar alguma medida?

A ex-guerrilheira já ensaia uma linha-dura

Comissão da Verdade. Maria do Rosário empenha-se por ela
Uma ex-guerrilheira na Presidência e um ex-guerrilheiro como braço direito do ministro da Defesa. O convite feito por Nelson Jobim para José Genoino não deixa de surpreender, mas parece inovar que o governo Dilma Rousseff poderá ser de fato o primeiro da história a avançar nas investigações sobre os crimes da ditadura. A presidenta pretende destacar sua administração pela “defesa intransigente dos direitos humanos”, como declarou na posse. O que inclui rapidez na instalação da Comissão da Verdade, que vai apurar informações sobre mortos e desaparecidos durante a ditadura.

O projeto de lei que cria a Comissão está parado no Congresso desde que foi enviado pelo governo, em maio de 2010. Embora desconverse sobre os  motivos que levaram Jobim a convidá-lo, parece óbvio que, na Defesa, e com o conhecimento que tem da vida parlamentar, a principal tarefa de Genoino será conseguir acelerar a tramitação e aprovação do texto. Dilma sabe que instalar a comissão será positivo para sua imagem internacional, sobretudo depois que o Brasil foi condenado pela Corte da OEA (Organização dos Estados Americanos), em dezembro, por crimes cometidos durante a ditadura. A condenação obriga o País, no prazo de um ano, a investigar e até a punir os responsáveis, o que é vetado pela Lei da Anistia de 1979.
Organizações internacionais e entidades de direitos humanos questionam a validade de uma lei imposta pelos próprios autores do golpe de 1964. Na Argentina, a anistia foi revogada em 2003 pelo Congresso e no ano seguinte  pela Corte Suprema. Defendida pelo ex-ministro dos Direitos Humanos Paulo Vannuchi, a revisão da lei não é aceita por Jobim, que se apoia na decisão do Supremo Tribunal Federal, de abril do ano passado, de que a anistia representou o perdão também para os torturadores. No discurso de posse, a nova ministra dos Direito Humanos, Maria do Rosário, garantiu que instalar a Comissão da Verdade não significa “revanche”, mas o “reconhecimento da responsabilidade do Estado pelas graves violações de direitos humanos” durante a ditadura.
*Confira este conteúdo na íntegra na Carta Capital.

1 de dez. de 2010

As relações perigosas de Nelson Jobim

Blog do Miro
Nelson Jobim, ex-ministro de FHC, atual ministro de Lula e possível ministro de Dilma, mais parece ministro dos EUA.

Uma informação incrível, revelada graças às inconfidências do Wikileaks, circula ainda impunemente pela equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff: o ministro da Defesa, Nelson Jobim, costumava almoçar com o ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil Clifford Sobel para falar mal da diplomacia brasileira e passar informes variados. Para agradar o interlocutor e se mostrar como aliado preferencial dentro do governo Lula, Jobim, ministro de Estado, menosprezava o Itamaraty, apresentado como cidadela antiamericana, e denunciava um colega de governo, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, como militante antiyankee. Segundo o relato produzido por Clifford Sobel, divulgado pelo Wikileaks, Jobim disse que Guimarães “odeia os EUA” e trabalha para “criar problemas” na relação entre os dois países.

Veja artigo completa de Leandro Fortes, no blogue 'Brasília eu vi' aqui.
Enviado por Eri Santos Castro.

Jobim, o X9? Nada disso. Ele é a ponte de confiança do governo petista com Washington

Conversei ainda há pouco com Pergolaro, assessor de Eduardo Cardozo, um dos três coordenadores da equipe de transição da Dilma, sobre a situação de Nelson Jobim. Ele confidenciou-me que a presença dele no próximo governo, em nada mudará a política internacional de independência do Itamaraty. Ademais, o Brasil não é inimigo dos EUA e de nenhuma nação do mundo. Com essas declarações acho que Jobim não só permanece, como acredito que ele é a ponte de confiança do governo petista com o império americano. Veja o que O Globo diz hoje:

WikiLeaks: aos EUA, Jobim diz temer Chávez
Em documentos vazados, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, teria admitido, em 2008, em conversa com o embaixador dos EUA, Clifford Sobel, o risco de a Venezuela de Chávez "exportar instabilidade". 

Enviado por Eri Santos Castro.