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18 de out. de 2013

Washington Post destaca ação de Flávio Dino para conter preço das passagens

A ação do presidente da Embratur, Flávio Dino, para conter a alta dos preços praticados no turismo durante a Copa do Mundo reverberou em todo o mundo. Diversos jornais internacionais destacaram a ação pela cobrança de preços mais baratos durante a Copa de 2014.

A exemplo, o jornal Washington Post (Estados Unidos), entrevistou Flávio Dino e destacou as ações do Governo Federal para resolver o problema da alta tarifária e da qualidade de serviços prestados no Brasil durante os megaeventos.

Na matéria chamada “Brasil vai monitorar aumentos de preços de hotéis e passagens de avião durante a Copa de 2014”, o Washington Post falou sobre a decisão do governo brasileiro de criar um Comitê para acompanhar alta de preços.

VEJA PARTE DA REPORTAGEM:

“O órgão de administração do turismo no Brasil, a Embratur, no início deste ano disse oficialmente à FIFA e operadores de hotéis que irá negociar redução dos preços durante a Copa do Mundo. Ele também notificou o Ministério da Justiça, responsável por lidar com as questões dos direitos do consumidor,” diz a matéria, que continua com a entrevista de Flávio Dino:

"Esta medida editada pela presidenta Dilma e pela ministra Gleisi é essencial para salvaguardar a imagem do turismo brasileiro no exterior", disse o presidente da Embratur, Flávio Dino. "As nossas pesquisas na mídia internacional mostram que não podemos permitir que o governo brasileiro não haja contra abusos,” completou.

Da assessoria. 
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de dez. de 2010

Dilma diz que apoio ao Irã na ONU foi um erro

Declaração foi feita ao jornal Washington Post, logo depois de confirmada a saída de Celso Amorim

O Brasil errou ao não votar contra as violações dos direitos humanos no Irã. A declaração foi feita pela presidente eleita, Dilma Rousseff,em entrevista publicada ontem no jornal Washington Post. Ela criticou a posição do País que, no mês passado, se absteve de apoiar uma resolução da ONU contra o apedrejamento de mulheres. A entrevista foi dada na quinta-feira e seu teor foi divulgado pouco depois da confirmação de que o atual chanceler, Celso Amorim, deve mesmo deixar o Ministério das Relações Exteriores, dando lugar a Antônio Patriota. “Não concordo com a modo como o Brasil vetou", disse Dilma. “Não sou a presidente do Brasil, mas ficaria desconfortável, como uma mulher eleita presidente do Brasil, mas ficaria desconfortável, como uma mulher eleita presidente, em não me manifestar contra o apedrejamento." Dilma criticou ainda a política de desvalorização do dólar adotada pelos Estados Unidos, mas defendeu a melhoria das relações entre Brasília e Washington. Na conversa, a presidente eleita enfatizou que seu governo buscará estreitar os laços com a administração de Barack Obama, e que tem grande admiração por sua vitória. 


Do Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.