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10 de nov. de 2015

O maior benfeitor de Pinheiro, Pe Risso, pede socorro urgente!

Vários políticos já prometeram ajuda ao Padre Risso, e a exceção do governador Dr. Jackson Lago, não houve ajuda significativa para a continuação do funcionamento de suas escolas, são mais de 3 mil alunos beneficiados só pelas escolas do ensino infantil!
Eu gostaria de saber quem de fato vai resolver o problema, um verdadeiro boicote ao trabalho desse homem, feito sabemos por quem; talvez o governador Flavio Dino (PC do B) se sensibilize, para isso contamos com o nosso vizinho arariense secretario de esporte do estado Marcio Jardim, ja que os políticos de mandato de Pinheiro ate agora nada fizeram.
Ah, o colégio Pinheirense esta para fechar, estão esperando o que?

3 de mai. de 2015

Discurso proferido por Drº Leo, representando o então governador Jackson Lago, em ocasião ao 151º aniversário de Pinheiro, em 2007

DISCURSO PROFERIDO, EM 03.09.2007, por Leonaldson Castro, ESTANDO NA PLATÉIA O PREFEITO FILUCA MENDES, EM OCASIÃO DO 151º. ANIVERSÁRIO DE PINHEIRO E DA FORMATURA DA PRIMEIRA TURMA DE LICENCIATURA SUPERIOR DE PROFESSORES DO CONVÊNIO PREFEITURA/UFMA

O maranhense de Pinheiro Drº Leo Castro
  #          (Saudaçoes): Representando o Sr Governador de Estado, Jackson Lago,  e enaltecendo sua condição de arauto da esperança de um novo tempo - Evocações aos presentes

#          (Discurso): Vou-lhes contar uma história: a jornada de um menino em busca de saber exila-se, e muito tempo depois, já homem feito, retorna para acabar de nascer perante à sua Terra. Não encontrei outra senão esta história para celebrar e aclamar este momento único em vossas vidas que, tenho certeza, qualifica-vos, formandos, ao profundo desenvolvimento  servil à Humanidade, a mais nobre das missões humanas – EDUCAR PARA LIBERTAR!
            
 Há 30 anos, rumava eu, menino de 14 aniversários, em direção a um longo exílio. Impiedoso e incondicional exílio, mas necessário. Impiedoso porque ceifava a minha inacabada e telúrica meninice de Pinheiro, minha Terra, a de meus pais e de meus avós, tanto também a de meu avô português, José Santos. Não se resumiu em simples transferência geográfica: nos tempos por vir embutia-se a inexorável mutação daquele ser inarredavelmente inocente e apegado às coisas da sua terra, em um homem premeditadamente municiado para a luta da vida... para continuar existindo ante a morte que morrer um Pinheirense não quer antes que justifique a vida. 

Decerto, adviram sofreguidões, negações, enganos e quase desistências... enfim a dor d’alma, mas a  final o homem existindo por suas próprias escolhas e convicções, eu denodamente vaticinava alcançá-las. E assim o menino deu lugar ao homem precoce e pretenso, sem esperar que o coração amolecesse e não chorar os campos e a Faveira, a casa, a farmácia e o Colégio Pinheirense, os amigos e os professores que me exortaram a saudade, mas sobretudo apontaram essa difícil viagem. Impossível não nominá-los: Dona Vivi e Dona Maricota, me botaram letras à fala e escritas ao papel; Dona Maria Costa e Dona Dilu me receberam maternalmente no Colégio Pinheirense e cuidaram de pingar limao nos meus olhos para o ácido dom de ver´ que me espreitava; Dona Lurdinha Dias, Dona Elvira, Dona Maria de Jesus e Dona Maria Fausta me ensinaram meu primeiro português e minhas primeiras contas, a receber e também a pagar; Dona Maria do Carmo, Dona Regina, Dona Valdete, Dona Cici, esta o horizonte deu-mo; Seu Afonso Guimarães, Frei José, Dr. Raimundo, Professor Antônio Carlos Guterres compensaram a paternidade ausente; e o Pe. Rizzo, materialização do entreguismo incondicional aos de pouca posse, incutiu-me a verdade suprema d´um mundo de todos. Não foram meus orientadores de Mestrado ou PhD, nem mesmo os das Universidades mundo-a-fora, os mais importantes professores para mim, mas vocês todos de Pinheiro, alguns que, infelizmente, minha lembrança já desbotada injustamente nao me permitiu citar, é a quem devo o que sou! Aonde estiverem, saibam da minha mais profunda gratitude e do orgulho por ter sido um de seus alunos. Permitam-me , ainda uma vez mais, pedir-lhes serem eles o exemplo para esta Turma de Formandos. Se vós, Formandos, os seguirdes o exemplo de entreguismo, altivez e superação no divino ofício de ensinar, estais todos fadados ao sucesso e vereis justificadas vossas existências!
            
De volta aos périblos do exílio. Enquanto quase todos experimentam uma única vez apenas a ruptura do elo umbilical, em alguns esse cordão vital é decepado outras segundas vezes. Ocorreram-me múltiplas ruturas. Estes outros cortes  necessários e defenestrados pela lâmina fria da sobrevivência, levaram-me a ser médico, formado pela mesma Universidade que vos graduais agora. No exílio, segui em frente e estou no Rio de Janeiro. Foram 9 anos de pós-graduação sensu latus: Cirurgia Geral, Coloproctologia e Cirurgia Oncológica. Em seqüência vieram o Mestrado e o Doutorado, pela UFRJ. O sofrimento desproporcional e imerecido dos portadores de câncer atingia-me repugnantemente. Eram meu mister e desafio. Precisava saber mais, mas humildemente. Fui para New York, no Memorial Sloan Katering Cancer Center. Sirvo à maior instituição latino-americana dedicada à pesquisa, ensino e tratamento de câncer, o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Publicamos artigos, livros, capítulos; proferimos conferências e aulas mundo afora ... todos devotados ao combate ao câncer. Apresentamos ao mundo científico, no Colégio Americano de Cirurgiões (ACS), técnica cirúrgica inovadora. Houve o reconhecimento das Medicinas americana e européia à cirurgia brasileira.
            
Valeu a pena as dores do exílio. E eis que invoco este humilde exemplo para me solidarizar com cada um de vós no reconhecimento da superação hercúlea requerida para estais aonde estais. Qão dignificante o ofício o de vós. Não haverá Justiça e Democracia sem educação. Educar para libertar: eis a maior de todas as construções políticas. De fato, se os políticos se ativessem às observância e realização deste princípio e não precisaríamos reprová-los, negá-los ou puni-los. Antes, seríamos apacentados ao invés de traídos e extorquidos pelos dissimulados em bem-feitores. É mais que chegada a hora do Povo Brasileiro unirmos-nos para o impedimento das práticas criminosas que oprimem e desesperam a cada um de nós, e em mais abissal desproporção, os mais humildes e despossuídos.
            
Vós, vitoriosos Formandos, por sabeis hoje mais que ontem, estais mais libertos que fostes. E ao dividirem seus saberes nas classes de aula, que é os seus misteres, acredito, estais operando o desígnio de Deus: Libertar, e estais igualmente traduzindo-vos em instrumento político, aquele que Bobbio chama de concepção ética da política e que quer dizer que a política antes de ser ação, deve ser educação e, tanto esta quanto aquela, ambas, devem ser dirigidas por princípios éticos e originados de um esforço consciente e desprendido. O oposto é a política pragmática baseada em interesses pessoais ou de grupo, em critérios de conveniência e de oportunidades, neste caso, obter poder e riqueza torna-se a medida do êxito.
            
Vades aonde precisem de vós, às salas de aula, e vereis cumprido os vossos deveres e vocações: vossas parcelas de contribuição por um mundo mais justo, por um mundo melhor e humano! E assim, valeu ter vivido! Deixai rastros!
             
Sei que não sou o mais capaz de ser vosso paraninfo, mas imerecida convocação honrou-me profundamente e encoraja-me a voltar à nossa Terra para acabar de nascer!
           
Que Deus nos guie!


Dr Leonaldson dos Santos Castro, maranhense de Pinheiro, é oncologista do INCA-Instituto Nacional do Carcer, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia, mestre e doutor pela UFRJ, titulação-Phd com teses defendidas em :University Harvard (EUA), University California (EUA),University Oxford (Inglaterra), University Cambridge (Inglaterra), University Toronto (Canadá), University Zurich ( Suiça), University Munich (Alemanha) e Kyoto University (Japão). Autor de vários livros  e um dos três médicos brasileiros titulares do Colégio Americano de Cirurgiões.

5 de abr. de 2015

PELOS 80 ANOS DE JACKSON LAGO

Por Raimundo Palhano.
Jackson Lago presta homenagem ao Pe.Risso da nossa querida cidade de Pinheiro, com a atenção do Pastor Porto.

Entre os dias 6 a 19 de abril, o Centro de Criatividade Odyllo Costa, filho, abrigará a exposição fotográfica comemorativa dos 80 anos do governador Jackson Lago, que aconteceria em 1º de novembro do ano passado. Mais uma oportuna iniciativa do Instituto que leva o seu nome, dirigido pela delicadeza da grande dama Clay, e de um vasto número de parentes e admiradores do saudoso patrono.

A memória maranhense é inelástica. Não costuma homenagear a quem merece. Aqui só é quem pode e quem tem. Placas e pergaminhos em geral, só servem para quem os concede e para quem os recebe.

O passado e os seus feitos são desprezados ou esquecidos tranquilamente, indo para a vala comum de sangues e honras derramadas, soterrando-se uma das culturas mais genuínas deste país.

É visível o predomínio de uma incapacidade crescente de entendimento, discernimento e senciência a respeito do passado, presente e futuro do Maranhão.

Digo isso com muita dor no peito, ao render esta pequena homenagem a um dos maiores líderes políticos de todos os tempos no Maranhão, o governador Jackson Lago, a propósito do significado do que foram seus 80 anos, não concretizados em vida.

Não podemos nos calar e omitir diante do destino trapaceiro que nos impõe esse fado.

Embora afirmasse sempre que o povo é maior e que em seu governo haveria de chegar a vez do povo, Jackson foi um dos melhores da raça timbira e o maior dos nossos homens públicos na contemporaneidade, justamente porque, diferentemente daqueles que o antecederam, reunia pelo menos três grandes virtudes capitais: capacidades de entender, de discernir e de se sensibilizar.

A ofensiva contra o seu governo começou pela ação infame dos adversários históricos que, desde o primeiro momento, partiram para destruir a sua reputação pessoal e, via de consequência, apagar da memória a nova pedagogia de governar o Maranhão que estava nascendo e as conquistas que certamente viriam muito cedo.

Impressiona o “esquecimento voluntário” a respeito do legado de seu governo que, em pouco mais de dois anos de atividades, conseguiu gestar dezenas de iniciativas que ajudariam a mudar radicalmente a realidade estadual, tanto em termos políticos e econômicos, como no modo de organizar e estruturar o poder governamental, na direção de uma nova promissão.

O “nada fez” que se ouve de tantos extraviados, ofende não só a luta renhida de um bravo, como o suor de tantos que se doaram.

Há um silêncio “respeitoso” demais para com uma obra 
inacabada que muito poderia inspirar as novas gerações que querem ser governantes deste Estado. Uma obra que clama por respeito, certamente, mas que precisa ser colocada do avesso, como continua sendo o desejo profundo dos tantos que colaboraram para sua construção.

Jackson foi o maior não ter sido um prefeito notável para São Luís ou um governador visceralmente disposto a ousar e, com o poder popular, construir as bases da libertação da sociedade maranhense.

Foi o maior sobretudo pelo seu passado de lutas, de ideário e por seus imperativos éticos. Foi por sua força moral, por sua capacidade de entender o Maranhão e seus desafios, de discernir sobre o que é mais relevante na existência humana e na construção política e, principalmente, por sua inigualável sensibilidade como ser humano e como sujeito histórico consciente.

Jackson, por mais que tenham tentado e mesmo conseguido sepultá-lo vivo, não passou por essa vida como um carreirista da política, ou como um equivocado colecionador de ossos: ele ajudou a escrever a história política recente do Maranhão com um atributo raríssimo: o compromisso com princípios humanitários no modo de fazer política profissional.

A virtude do entendimento esteve presente o tempo todo em seu governo e na sua maneira de governar. Desde cedo sabia que para ascender ao cargo de governador teria que compor um governo pentecostal, ou seja, que falasse por várias línguas.

Conhecia muito bem a arquitetura do poder político do Maranhão, seus apetites e interesses não declarados. A engenharia política que teceu precisava atender às exigências dos que controlavam o trono, mas foi capaz também de promover o ecumenismo de vontades, abrindo as portas dos Leões para segmentos do poder popular que, em tempo algum, imaginariam transpor aquelas sólidas paredes e assumir posições de comando e de liderança.

A capacidade de discernir lhe era transbordante. Decorria de um traço pessoal como militante e como dirigente, que era o fato de ter atingido um estágio de entendimento próprio sobre o Maranhão e os seus dilemas e desafios, obtidos pelos anos a fio de exercício de uma cidadania política ativa, por força de vínculos orgânicos sólidos com uma plêiade de líderes políticos libertários nacionais e do terceiro mundo.

Guardo com muito orgulho a imagem despojada do governador, segurando cuidadosamente sua prancheta de anotações, deslizando como um pássaro de primeiro voo, entre grupos de trabalho no Baixo Parnaíba e em tantos outros territórios, captando os sentimentos do povo esquecido do interior do Maranhão, recolhendo com todo o zelo a matéria prima que iria servir aos seus projetos para tirar o torrão maranhense do descaminho e da escuridão centenária.

A privilegiada capacidade de discernir fez com que Jackson ficasse imune à maldição do poder, aquela que acometeu Juanito, pobre coitado, que perdeu o prumo e o rumo com um simples carguinho.

Como poucos, tinha total clareza que o poder pelo poder é a maior das ilusões. O cargo não passava de uma chance única de continuar servindo aos seus compromissos pessoais e coletivos e uma oportunidade de ouro para tornar possível um sonho.

Soube discernir, como bem poucos, e sentiu intensamente na pele e na alma, que ser o chefe dos Leões também impunha limites. Além de perceber que o lugar do poder estava acima das estruturas governamentais, aqui e em qualquer lugar, sabia de sobra que apenas o poder do trono não garante tudo que se quer.

Tinha claro que mudar as coisas fazendo do mesmo jeito que outros fizeram era impossível de acontecer, ou, no máximo, uma enorme ingenuidade política; e, de outro, por mais que houvesse coerência entre o que se queria e o que se fazia, a mudança sempre dependeria das cabeças e dos costumes que predominassem na sociedade.

A capacidade de senciência foi talvez o maior dos seus trunfos. Os problemas recorrentes, a refrega política e a racionalidade administrativa levam o governante à frieza dos números e dos cálculos estratégicos, retirando-lhe a sensibilidade, o que Lago tinha muito, a despeito do ar sempre solene. A educação esmerada, a polidez dos gestos e atitudes, a atenção com os outros, sempre iguais, davam-lhe um carisma invejável.

Graças a esse dom incomum, o seu governo criou uma mística mobilizadora, que se espalhou em várias áreas da administração, atraindo o que de melhor existia na cultura, na arte e na inteligência local e de muitas partes do interior do Estado.

Houve um fervilhar de ideias. Poder planejador, regionalização do desenvolvimento, descentralização do orçamento e finanças, cultura popular, cooperação internacional, turismo sustentável, bacias hidrográficas, infovias, desprovincianização e tantos outros projetos inovadores nascem ao mesmo tempo.

O mais notável de tudo isso todavia foi a possibilidade única que o governo de Jackson abriu para que gerações se encontrassem para construir com ele, e sob sua inspiração, um ministério para traçar os sonhos do futuro explodindo de paixão.

Vida longa, Governador.

17 de jun. de 2014

Cidade de Pinheiro: Por que Pe. Risso viajou pra Itália e só volta depois das eleições?

Pinheiro - Maranhão - Brasil.

A personalidade viva mais humana existente na cidade de Pinheiro: Pe. Luis Risso.

"O segredo da felicidade é encontrar a nossa alegria na alegria dos outros", Risso sentenciava.

26 de mai. de 2014

Pe. Risso está para Pinheiro assim como São Pedro está para Roma. Já Filuca, ele poderá sair da história da cidade literalmente pelas portas dos fundos

Não queria acreditar, mas chegou às minhas mãos o áudio com os ataques desorientados e desonestos do prefeito de Pinheiro Filuca Mendes ao maior benfeitor da cidade: o Pe.Risso.
 

O que levaria Filuca a fazer tal indelicadeza e injustiça?
A história de Pinheiro não o perdoará! Pe.Risso está para Pinheiro assim como São Pedro para Roma. Já Filuca, ele poderá sair da história da cidade literalmente pelas portas dos fundos.
 

Pára com isso Filuca! Tudo tem limite!

Pe. Risso está para Pinheiro assim como São Pedro está para Roma. Já Filuca, ele poderá sair da história da cidade literalmente pelas portas dos fundos.

20 de mar. de 2013

Os 60 anos do Colégio Pinheirense

PARABÉNS CP PELOS SEUS 60 ANOS. GRATIDÃO AOS PADRES MISSIONÁRIOS DO SAGRADO CORAÇÃO! CITEMOS DOIS: DOM AFONSO MARIA UNGARELLI ,MSC E FREI JOSÉ. PILARES DA CONSTRUÇÃO DO CP E TANTOS OUTROS DIRETORES, PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS: DONA CICI,DONA NENEM,PE ALMIR,PE JOÃO, PE RISSO...
PARABÉNS AO COLÉGIO PINHEIRENSE PELOS SEUS 60 ANOS. GRATIDÃO AOS PADRES MISSIONÁRIOS DO SAGRADO CORAÇÃO! CITEMOS DOIS: DOM AFONSO MARIA UNGARELLI ,MSC E FREI JOSÉ. PILARES DA CONSTRUÇÃO DO CP E TANTOS OUTROS DIRETORES, PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS: DONA CICI,DONA NENEM,PE ALMIR,PE JOÃO, PE RISSO...
Nota: Eu- Publicitário e Jornalista e meus 4 irmãos (Donaldson-Advogado, Ronaldson-Comerciante e Administrador, Vuvuca-Funcionário Público e Leo- Cientista e Médico Oncologista) estudamos o ensino fudamental no CP, em épocas diferentes.O CP em muito moldou-nos a ser o que somos, nossa eterna gratidão.