14 de mai de 2015

Sem chave do cofre, o PMDB maranhense encontra-se consigo mesmo: na lama do fim. E pode levar alguns 'petistas' consigo.

Guerra: Roberto Costa e João Alberto duelam contra Ricardo Murad e Andrea Murad.
Sem a chave do cofre, o PMDB entrou em profunda guerra interna.

Quando estavam montados no governo, os peemedebistas eram todos irmãos e dividiam o mesmo bolo.

Longe das tetas do Palácio dos Leões, eles começam a se matar.

O fenômeno é típico dos impérios em decadência, quando as traições vêm à tona e todos se agridem mutuamente.

Esse é o cenário do PMDB na Assembleia Legislativa, onde Andrea Murad acusa Roberto Costa, que atira em Ricardo Murad, que devolve os insultos aos correligionários.

Munidos de uma verborragia deplorável, atiram uns nos outros os adjetivos de ladrão, safado, bandido, corrupto, agiota, objeto de extensa folha corrida etc

A carnificina entre os peemedebistas revela um estágio de decadência profunda. Em suma, vivem a barbárie!

O PMDB protagoniza a política no seu pior estágio: o pré-político, a ausência total de sociabilidade, a guerra de todos contra todos, a carnificina, a briga de foice no escuro.

Mas, é sempre bom lembrar. A briga pode acabar em um acordo interno ou adesão humilhada para acomodarem-se no governo Flávio Dino (PCdoB). Tudo isso é possível e normal.

Por enquanto, apenas por enquanto, eles estão morrendo envenenados na própria perfídia.

É o final perfeito. Estão pagando pela desgraça do Maranhão.


Que sejam enterrados como indigentes políticos, sem direito a funeral.

Do blogue de Ed Wilson, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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