22 de mai de 2014

O Maranhão está fora do mapa do Brasil, Dutra fala no congresso Nacional

Em discurso proferido hoje (20/5), na Câmara dos Deputados, o deputado Domingos Dutra (SD/MA), mostrou mais uma vez a sua indignação com a oligarquia Sarney. Para ele, mesmo com fim da ditadura militar em 1988, o Maranhão continua vivendo em um verdadeiro regime familiar.
“O Maranhão é o único Estado em que não teve alternância. Está fora do mapa do País: terminou a ditadura militar em 1985, com a Constituinte, mas continuou uma ditadura familiar”, afirmou o deputado.
Segundo Dutra, o estado está perdido e sem governo, os policiais estão fazendo passeata para pedir segurança para eles mesmos, uma escrivã foi assassinada dentro da própria delegacia, sem falar no acidente do começo do mês em que matou oito crianças por serem transportadas de forma errada em pau de arara.
“Na semana passada a escrivã de polícia Loane, foi assassinada dentro da delegacia de polícia. Há 3 meses, os policiais militares, fizeram uma passeata em São Luís pedindo segurança para si. Ou seja, quando policiais militares vão para as ruas pedir segurança para si é porque estamos no fundo do poço”, lamentou o deputado.
O deputado aproveitou a ocasião para lembrar os setenta ônibus que foram encontrados na última semana. Ônibus que foram mandados ao Maranhão pelo governo federal e estavam estocados para serem distribuídos durante a campanha eleitoral, para serem trocados por votos.  Dutra afirma que a oligarquia Sarney precisa acabar.
“Essa oligarquia que domina o Maranhão, há 48 anos, tem que ser mandada para o Afeganistão, porque nós já cansamos de tanta humilhação, de tanta gente que morre de morte matada ou de morte morrida, como aconteceu com a escrivã Loane, que foi assassinada dentro de uma Delegacia, ou com os 8 adolescentes que morreram num acidente quando carregados em pau de arara, enquanto o Governo do Estado da Sra. Roseana Mubarak guardava dentro da garagem 70 ônibus do Governo Federal”, se indignou Domingos Dutra durante seu discurso feito, na Câmara dos Deputados, em Brasília.
 Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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