22 de dez de 2013

Cândido Lima com as 'barbas de molho'



MUDANÇAS IMPREVISTAS:
Muito sintomáticas as mudanças ocorridas no âmbito do TJ/TRE-MA. 

O que levaria um Presidente do TJ a renunciar seu mandato para assumir o comando da Justiça Eleitoral? As dúvidas aumentam quando se aproximam as eleições de 2014 e o cenário apontam para uma derrota da Oligarquia. Lembro aqui que esta Oligarquia apodrecida desde 1994 vem se mantendo no poder com o apoio do judiciário. 

Há muito ja não tem mais maioria no sufrágio universal das eleições democráticas. Todos sabemos do ocorrido em 1994 na primeira eleição da Roseana Sarnei. O pior que eles mesmos debocham falando de seus feitos criminosos. Em 1998 enganaram a população do Maranhão com a doença da Senhora Roseana Sarnei. Em 2002 foi o cambalacho protagonizado pelo Senhor Ricardo Murad com aval do Dr. José Antonio Almeida. 

Em 2006, em que peses todas as tentativas de fraude, inclusive comprovada pelos técnicos da nossa coligação, o Dr. Jackson ganhou a eleição. Análise feita nas urnas em amostra sorteada no TRE comprovou a existência de fraude. Uma grande dúvida ocorreu nos componentes da nossa coligação. Deixa ou não rolar e eleição. Visitas ao TRE aconteceram durante a madrugada. Discussões acaloradas. O Dr. Jackson só venceu porque tinha uma margem superior a 10% (dez por cento) nas intenções de voto. 

E o que aconteceu depois? Inventaram um processo e caçaram o mandado do Dr. Jackson Lago. Naquela época questionamos a constitucionalidade do processo. Digo questionamos porque eu era parte no processo como listeconsorte. Mas a justiça negou. A mesma ajustiça que agora considerou o processo de cassação da Senhora Roseana Sarnei inconstitucional. Com uma diferença. O processos contra a Senhora Roseana é robusto de provas. Se julgasse não teria como não cassar seu mandato. 

O processo do Dr. Jackson foi montado em cima de provas forjadas ou sem sentido. Se o Maranhão vive sob domínio da justiça dos Sarneis tudo leva a desconfiar. Principalmente quando se quebra a ordem estabelecida. E desta vez na Justiça Eleitoral. É bom ficarmos de olho.

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