O maior problema do país está no Banco Central. Eis o centro da nossa crise.
Os juros que o governo paga da dívida interna está na taxa Selic de 13,75%, mais de 7% da real. Isso é algo inacreditável no mundo inteiro.
Como é possível numa crise como a que se aprofunda continuar a pagar R$ 150 bilhões de serviço da dívida interna? Como pagar juros de 7% quando eles são praticamente negativos em todo o mundo? Até quando?É hora, portanto, de decisões, de aumentar os investimentos públicos, reduzir os juros e o superávit, e exigir dos bancos privados que emprestem, sob pena de sanções. E de peitar de frente a crise que se amplia, fazendo as reformas e mudanças que o país exige, seja na política monetária no BC, seja na estrutura tributária, mantendo os investimentos do PAC, da Petrobrás e, particularmente, nos programas sociais.
Nossa saída é, portanto, o mercado interno e a distribuição de renda. Fora daí não há. Só a espera da crise, de sua ampliação.
No Maranhão eu me questiono: o que leva economizar, nos cofres públicos, mais de 2 bilhões de reais, no estado precisando de investimento para superar sua pobreza secular?
Vamos tirar o Maranhão do atraso Drº Jackson, transformando o estado num canteiro de oportunidades e crescimentos.
Particularmente o Maranhão enfrenta a sua própria crise. Aqui falta tudo, principalmente ousadia e criatividade. Vamos todos trabalhar, inclusive os que tentam impedir com a inércia ou com a ação de impedimento!