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3 de fev. de 2015

Pela primeira vez a tendência de aumento da criminalidade cai no Maranhão

Secretário Jeferson Portela mostrou os números reais sobre a redução da criminalidade em janeiro
Secretário Jeferson Portela mostrou os números reais sobre a redução da criminalidade em janeiro
Pela primeira vez, nos últimos quatro anos, houve uma redução do número de homicídios registrados nos primeiros 30 dias do ano no Maranhão. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado de Segurança Pública (SSP), Jefferson Portela.
Em comparação ao mês de janeiro de 2014, houve uma redução de 7,56% nos crimes de homicídios na capital e no interior. No ano passado, foram registrados 185 casos e em 2015 foram 171. Segundo o secretário Jefferson Portela, a ruptura com a tendência de aumento do número nos últimos quatro anos é importante no processo de combate à criminalidade.
Na Grande São Luís, 84 homicídios foram registrados em janeiro de 2015, três a menos do que em 2014, quando ocorreram 87 mortes. No interior, foram 98 homicídios no ano passado, enquanto este ano foram 87 registros. No primeiro mês da gestão também houve uma redução de 8,5%, nos casos de roubo. Em janeiro de 2014 foram registrados 757 e este ano foram 693.
“Essa redução denota uma mudança de postura efetiva no governo Flávio Dino. O policial vem se sentindo valorizado e apoiado, refletindo, de forma direta, nos resultados alcançados”, ressaltou o secretário Jefferson Portela.
O delegado-geral da Polícia Civil, Augusto Barros, frisou que os dados são resultados das ações conjuntas que vem sendo desencadeada pelas Policias Civil e Militar, as quais já resultaram na prisão de várias pessoas, como o assaltante de banco Carlos Alberto Mesquita, conhecido como ‘Sharon’, e apreensão de entorpecentes, como 600 pedras de crack durante a Operação Folia Sem Drogas, desencadeada no município de Itapecuru, onde nove pessoas foram presas.
“Estamos aqui para fazer uma espécie de prestação de contas, sem incremento de recursos artificiais, tendo como escopo, apenas, as ações policiais planejadas por todos nós que hoje estamos à frente deste sistema. E, como parâmetro, além dos crimes dolosos contra vida, houve uma redução de 8,5%, nos casos de roubo”, ressaltou Augusto Barros.
Já o comandante geral da Polícia Militar, coronel Marcos Antônio Alves, a redução dos índices é reflexo do incremento no número de policiais no patrulhamento, a partir da transferência de parte do efetivo da esfera administrativa. “Saneando a área administrativa conseguimos dobrar o nosso efetivo nas ruas e, consequentemente, diminuir as ocorrências policiais”, acrescentou o coronel.

6 de jan. de 2014

Daqui a pouco entrevista exclusiva com a ex-secretária de Segurança Cidadã Euridice Nobrega Vidigal, do governo do saudoso Jackson Lago


Daqui a pouco entrevista exclusiva com a ex-secretária de Segurança Cidadã Euridice Nobrega Vidigal, do governo do saudoso Jackson Lago .
Ela tinha uma política clara de segurança, com a criação de presídios (ela chegou a fazer um), a aplicação do conceito cidadã e muitas outras ações que foram destruídas depois do golpe judicial.

E foi vítima de uma campanha terrível da mídia, por conta de casos isolados de violência. És a voz mais autorizada para explicar o que está se
passando. Não entendo essa imprensa que não investiga nada...

Clarividência de Daniel Mendes.

29 de out. de 2013

Babilônia em chamas:Polícia faz marcha de protesto contra a insegurança


De acordo com decisão tomada pela tropa na ultima quinta feira, policiais militares voltam a reunir hoje, dia 29 de outubro, às 15h, na Praça da Bíblia, para fazer uma caminhada de protesto contra a morte de policiais e pessoas da comunidade, que acontecem cotidianamente, e são ignoradas pelo governo do estado.

Segundo nota enviada a imprensa pelo cabo Campos, a marchar seguirá até o palácio dos leões onde os líderes do movimento pretendem entregar uma lista de reivindicações à governadora, como armas para os policiais, coletes, seguro de vida, agilidade no atendimento as famílias vitimas, etc.

Os organizadores da marcha de protesto contra a violência carregarão faixas com as fotos das vitimas e uma cruz simbolizando seu calvário. 

O protesto dos militares chama atenção pelo fato da própria corporação se sentir insegura e sem condições de oferecer segurança as comunidades. E olha que a governadora prometeu que a população poderia dormir de portas aberta naquilo que seria o melhor governo da vida dela. Imagine se fosse o pior.

Com Blogue do Jorge Vieira, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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26 de jul. de 2013

QUAL É A ADMINISTRAÇÃO MAIS INCOMPETENTE ? SEGURANÇA PÚBLICA OU ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA

Hoje se constituiu em um dos inúmeros dias em que mais uma vez fui questionado sobre as constantes abordagens relacionadas aos Sistemas de Segurança Pública e Administração Penitenciária. Infelizmente, são os que mais produzem informações negativas, que refletem perante a sociedade, afirmei a elas sem ainda ter conhecimento da existência de novos fatos.  

Na última terça-feira, os secretários das duas pastas ocuparam emissoras de televisão e rádios e em questão de poucos minutos com retóricas viciadas destacaram que os problemas relacionados  a segurança pública e administração penitenciária estão plenamente resolvidos e que tomaram várias providências em consonância com a governadora Roseana Sarney, que inclusive já teria aprovado planejamento de ação e expressaram tanto sofismas, que felizmente a  população não leva a sério, muito pelo contrário a maioria considera desrespeito dos dois e muito mais da dirigente do executivo estadual, a responsável maior por toda a violência instalada no Estado com a inclusão das um unidades prisionais.

No dia seguinte, um preso foi executa dono Sistema Carcerário de São Luís e hoje 8 presos,após cavarem um túnel  de 5 metros, fugiram do presídio do município de Divinópolis, elevando para 72 o número de presos que conseguiram escapar das grades na atual administração, iniciada em março, sem falarmos nos assassinatos  que já se aproximam de 20, sendo que só este mês já foram mais de 5. 

Importantes observações foram feitas pelo Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário do Maranhão ao Ministério Público, sobre os sérios riscos um grande morticínio no complexo de Pedrinhas,  em razão da superlotação,  falta de recuperação de instalações internas  e de concessões que vêm sendo feitas a grupos de bandidos desde a última greve de fome.

Com a série de problemas em todas as unidades prisionais da capital e do interior,a informação produzida dentro do sistema, e que se tenta repassar para a sociedade é que está sendo executado um trabalho de ressocialização e que a dignidade e os direitos humanos dos presos estão sendo respeitados de acordo com a Lei de Execuções Penais. Como se pode ressocializar com superlotação, com a falta de uma mínima assistência médica, de uma alimentação que custa caro, mas é entregue até com alimentos estragados e uma infinidade de direitos negados.  

O mais sério em tudo isso é que as pessoas que vão exercer o trabalho de ressocializar, devem ser previamente preparadas e tenham acima de tudo, sensibilidade e discernimento para merecer a confiança do apenado. É um trabalho sério e o seu desenvolvimento tem que ser executado, a partir da garantia de  direitos e deveres dos presos,  assegurados por  lei. Diante da realidade de todo o Sistema Carcerário, nada dos princípios básicos para a ressocialização  existem,  a não ser engodo e a mentira como meio de sustentação. 

Quanto a questão da Segurança Pública, ela é a cara de um governo de desmandos administrado por guetos.

Por Aldir Dantas.
Sugestão de pauta: César Bombeiro.
Enviado por Eri Santos Castro.
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14 de out. de 2011

Câmaras de vereadores tem de aprender política social

Cidade Criativa
Legislativos são essenciais para implantação de políticas de combate
à pobreza, mas em geral têm pouco preparo, afirma especialista

UN Photo/Eskinder Debebe









A implantação eficiente das políticas de segurança social — como os programas de transferência de renda — exige vereadores bem preparados, para que possam monitorar, defender e até capitanear a agenda nacional e estadual para a redução da pobreza. O problema é que são raros os parlamentares com esse tipo de capacitação, afirma um artigo que se baseia na situação dos países do sul da África. É preciso, portanto, treinar os legisladores e seus assessores, defende o texto, publicado na mais recente edição da Poverty in Focus, revista do CIP-CI (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), um órgão do PNUD em parceria com o governo brasileiro.

Com a PrimeiraPágina.
Editado por Eri Santos Castro.
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