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21 de jun. de 2013

A melhor reflexão sobre os protestos, por Aldo Fornazieri- ex-dirigente do PRC e da Nova Esquerda do PT


Os protestos e a natureza da crise
Por Aldo Fornazieri, especial para o Blog
A amplitude e a magnitude dos protestos indicam que há uma crise. Esta crise é menos de superfície e mais de profundidade, menos institucional e mais de governança, menos social e mais moral e de perspectiva. É também uma crise da alma, de necessidades, desejos e frustrações. O seu pano de fundo é a própria mudança social que ocorreu no Brasil nos últimos anos.
A Crise de Governança
A crise atual não é uma crise institucional clássica, de confronto entre poderes ou de risco de ruptura da ordem democrática e de golpe militar. Ao menos, até agora, esta questão não está posta. A fúria dos manifestantes se dirige contra os governos, todos os governos, mas não necessariamente contra o Estado. Pelo contrário: querem que o Estado resolva seus problemas. É exatamente aí que está o problema. O Brasil vem se caracterizando por ter governos, de todos os partidos, que não são capazes de resolver os problemas sociais – nomeadamente os do transporte público, os da saúde, os da educação e os problemas ambientais  e de cultura e lazer das grandes cidades. A lista é longa. Depois das políticas de inclusão e de renda houve uma espécie de falência da capacidade de inovação em políticas sociais. O Estado vem se revelando uma máquina pesada e ineficiente, que custa caro ao contribuinte e sem capacidade operacional.
Os governos não são capazes de produzir uma sociedade equilibrada, com uma distribuição adequada dos recursos públicos, de renda e riqueza. As classes médias baixas e a classe média percebem que tem dinheiro para os estádios da Copa, para as empreiteiras que superfaturam obras, para a isenção do IPI dos carros, para a isenção de taxação das grandes fortunas e dos bancos, para a farra do BNDES que financia empresas que nunca pagarão os empréstimos etc. Só não tem dinheiro para garantir os direitos básicos de milhões de pessoas, que vivem o inferno do trânsito e do transporte público das grandes cidades e a tragédia da saúde pública. Essas classes percebem aquilo que muitos estrangeiros já perceberam: “O Brasil é um país fantástico. É um dos poucos países do mundo que tira dos pobres para dar aos ricos”. O sistema tributário e a destinação dos recursos públicos são provas disso.
Os Representados e os Não Representados
As mudanças sociais ocorridas no final do século XX e no início deste século XXI criaram uma nova morfologia da sociedade. Com a ascensão dos serviços e com a revolução tecnológica a formação social da era industrial, com a tradicional divisão de classes, existe apenas residualmente. O que surgiu foi uma sociedade muito mais complexa, com uma variedade de subdivisões sociais relacionadas às tipologias do trabalho e renda.
Se somarmos os processos de luta pela redemocratização do Brasil, com conquistas sociais, de renda e de inclusão social após o período de redemocratização com a complexificação da sociedade, percebemos que, na sua forma empírica, a sociedade brasileira foi se dividindo em duas: 1) a sociedade representada pelos partidos, pelas corporações, pelos sindicatos, pelo Estado e pelos programas sociais e, 2) a sociedade não representada por essas instituições. A sociedade não representada também teve ganhos nos últimos anos, mas agora parece ter chegado ao limite. A sociedade não representada é composta pelas inúmeras subdivisões das classes médias baixas e classes médias médias. Foram os que ganharam menos. São os que têm uma seguridade social pública precária e aqueles que têm que comprar uma seguridade social cara no mercado. São os filhos dessas classes que estão engrossando as fileiras dos protestos nas ruas.
A sociedade representada teve nos partidos, nas políticas governamentais, nos sindicatos, a organização de suas necessidades, de suas demandas e de suas conquistas. A sociedade representada está relativamente satisfeita. De modo geral apoia o governo e olha os acontecimentos atuais com uma certa perplexidade. A existência dessas duas sociedades mostra que a Pax Petista e ambígua: em parte ela é real e em parte é enganosa.
O PT Perdeu o Rumo da História
O PT é responsável pelas principais conquistas sociais das últimas décadas, seja na sua virtuosa luta na oposição, seja com as políticas sociais no governo. Mas o PT caiu na mais elementar armadilha dos partidos e Estados (e até indivíduos) que conquistam o poder e adquirem nele uma certa estabilidade: perdeu a virtude da luta, assumiu várias práticas corruptas, perdeu a perspectiva da diferença etc. Ninguém, impunemente, aperta a mão de Maluf, apoia Renan Calheiros e aceita Marcos Feliciano. A lista seria longa.
O que ocorreu foi o seguinte: ao conquistar sindicatos, entidades, prefeituras, mandatos legislativos, governos estaduais e o governo federal, a militância ascendeu socialmente, melhorando a renda e o status social. Na medida em que a velha ideologia marxista faliu, o PT ascendeu sem uma ideologia republicana e estoica, da preeminência do bem público, da virtude da luta etc. Quanto isto acontece, normamente, aquilo que era virtude ontem, torna-se corrupção hoje. O PT não tinha em sua liderança um Péricles, um Cipião, um Cincinato, um Camilo ou mesmo um Washinton, um Thomas Jefferson ou um Lincoln – lideres que souberam temperar as vitórias e conquistas com as virtudes republicanas.
Os líderes do PT deixaram de tomar Conhaque de Alcatrão de São João da Barra no boteco da esquina e passaram a bebericar os melhores Whiskys, vinhos franceses e a frequentar restaurantes finos e hotéis luxuosos. Os convivas dos jantares das lideranças petistas são banqueiros, empreiteiros, grandes industriais, financiadores de campanhas etc. Líderes e partidos que corrompem seus princípios e seu modo frugal de vida, mudam de lado e perdem a perspectiva da história. O debate político e estratégico minguou e o governo está sem rumo. Dilma não consegue dar um rumo programático e moral ao país. É um governo sem um discurso coesionador, condutor e dirigente. A oposição está moribunda. O PT poderá se regenerar? Eis a dúvida! Não existe a luz da esperança na política brasileira.
Os Jovens e a Crise da Alma
Vivemos num mundo marcado pela falta de sentido e significação pessoais. A vida parece fútil e muitos se sentem desnecessários. Se cada um se perguntar “quem precisa de mim”, a reposta será difícil, pois as relações são marcadas pela indiferença, pela impermanência e pela volatilidade. O hedonismo efêmero tomou conta das pessoas, seja nas relações interpessoais ou no consumo. A presente revolta dos jovens é também uma revolta contra esta angústia de uma existência inútil, da indiferença humana. Por isto decidiram, através da Internet, trocar a frieza e a solidão angustiante da própria Internet pelo calor e barulho das ruas e praças. Ali há contanto humano, solidariedade, coragem, luta e orgulho.
Sentir-se útil e reconhecido, eis uma das principais motivações dos protestos dos jovens! “Orgulho de ter participado desse momento histórico para o Brasil !! Orgulho de ter lutado junto ao povo contra esse sistema de opressão da policia e da mídia manipuladora !! Orgulho de ter sido atingido por bombas de gás com os parceiros de luta!!! Orgulho de ver o povo na rua!!! Hoje me deu orgulho de ser Brasileiro !!”. Estas palavras, escritas pelo meu filho Federico no Facebook, são a expressão do sentimento de milhares de jovens que querem ser reconhecidos. Reconhecimento que lhes é negado pelos governos, pelos partidos, pelos sindicatos, pelas entidades estudantis, pelas ONGs, pela mídia manipuladora e pelo modo de vida hostil das grandes cidades.
Os Rumos do Movimento
Até agora o movimento tem um sentido altamente progressista, é um acontecimento histórico e marcará o futuro próximo. Embora existam reivindicações definidas, é também uma espécie de movimento de todos contra tudo. É uma fúria desesperada pela esperança. É um movimento multissocial e multitemático. Para ser um movimento pelo Brasil precisa ser um movimento por mais justiça e igualdade. É uma luta pelo reconhecimento dos não reconhecidos e de representação dos não representados.
Mas se o movimento não definir sua fisionomia, seu programa, seus objetivos, poderá se tornar um movimento do nada contra o nada. O que preocupa é que existem grupos neofascistas violentos no seu interior. Existem também grupos conservadores que querem viabilizar uma pauta de direita e de retrocessos sociais. Se a luta é por liberdade, direitos, contra a corrupção e por um Brasil melhor e mais justo, essas perspectivas conservadoras e neofascistas precisam ser barradas.
Todos têm direito de se manifestar. Quando só alguns querem esta exclusividade, a situação fica perigosa. Esta é uma advertência que paira sobre o próprio movimento. Ele terá que decidir se quer tirar um saldo político e organizativo dessa energia toda ou ser quer auto-exaurir-se em desperdício e frustração. Nos nossos corações e nos nossos conselhos devemos querer que ele seja partícipe da construção de um país mais justo e humano.
Aldo Fornazieri – Diretor Acadêmico da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), ex-dirigente do PRC- Partido Revolucionário Comunista e da Nova Esquerda do PT.

26 de mai. de 2013

Quando Brizola chorou


Brizola chora ao perder a sigla PTB e Drummond escreve "Eu vi"



Depois do Encontro de Lisboa, recém chegado de 15 anos no exílio, Brizola começou imediatamente a "refundar" o PTB, o partido criado por Vargas em 45 que reunia os trabalhadores. Mas a ditadura, com a ajuda do TSE, tira a sigla PTB de Brizola. E ele, publicamente, chora ao tomar conhecimento da decisão. 

Isto não o impede de continuar na luta. O seu gesto inspira o poeta Carlos Drummond de Andrade a escrever "Eu vi", poema publicado originalmente no Jornal do Brasil, que transcrevemos a seguir.

Eu vi
Carlos Drummond de Andrade

Vi um homem chorar porque lhe negram o direito de usar três letras do alfabeto para fins políticos. Vi uma mulher beber champanha(*) porque lhe deram esse dirteito negado ao outro.

Vi um homem rasgar o papel em que estavam escritas as três letras, que ele tanto mava. Como já vi amantes rasgarem retratos de suas amadas, na impossibilidade de rasgarem as próprias amadas.

Vi homicídios que não se praticaram mas que foram autênticos homicídios: o gesto no ar, sem conseqüência, testemunhava a intenção. Vi o poder dos dedos. Mesmo sem puxar o gatilho, mesmo sem gatilho a puxar, eles consumaram a morte em pensamento.
 

Vi a paixão em todas as suas cores. Envolta em diferentes vestes, adornada de complementos distintos, era o mesmo núcleo desesperado, a carne viva;

E vi danças festejando a derrota do adversário, e cantos e fogos. Vi o sentido ambíguo de toda festa. Há sempre uma antifesta ao lado, que não se faz sentir, e dói para dentro.
A política, vi as impurezas da política recobrindo sua pureza teórica. Ou o contrário.. Se ela é jogo, como pode ser pura... Se ela visa o bem geral, por que se nutre de combinações e até de fraudes.
Vi os discursos...

(Publicado no Jornal do Brasil, 15/05/80 - Caderno B - Pg. 1)
___________
 

(*) N. R. O projeto de reorganizar o PTB, empreendido por Brizola ainda no exílio, preocupou a ditadura militar. Em maio de 1980,, o general Golbery do Couto e Silva, o bruxo do regime, articulando manobra no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tira a sigla das mãos de Brizola e a entrega a Yvete Vargas, uma sobrinha distante de Getúlio, recém cooptada pelos militares. Ao ser informado da decisão, Brizola, em lágrimas, rasga uma folha de papel onde estavam as letras PTB e funda o Partido Democrático Trabalhista (PDT). Ivete comemorou sua "vitória"abrindo uma garrafa de champagne. 

Saiu no Nassif.
Enviado por Eri Santos Castro.
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23 de mai. de 2013

A interferência do poder econômico e político na ética jornalística e o interesse público




A interferência do poder econômico e político na ética jornalística e o interesse público. A credibilidade do A Tarde, Correio*, Tribuna da Bahia e demais veículos no país. A distribuição gratuita dos jornais impressos, o fim do jornal impresso no Brasil com o advento do jornalismo online, o jornalismo de mercado, as posturas mais antiéticas cometidas pelas grandes empresas de comunicação brasileira com relação ao profissional de mídia e a veiculação da informação, a participação cidadã na qualidade informativa, a morte do Estadão e outros assuntos num diálogo com o jornalista, mestre em História Social, pesquisador de História da mídia e no cibermundo com o blog

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17 de jan. de 2013

O lichamento da atriz da Globo e a exploração da cartarse

Autor:
Luis Nassif

Confesso não ter muita paciência para o chamado efeito-manada nas redes sociais. Por isso não tinha lido muita coisa sobre o episódio da atriz Zezé Polessa com o motorista que trabalhava para a Globo.

Li, agora, uma reportagem de O Dia sobre o tema. Entrevistaram a filha do motorista. Ele era cardiopata, sentira-se mal no dia fatídico, a ponto da filha pedir que não fosse para o trabalho.

Foi, pegou a atriz – que tinha compromisso de gravação – e levou-a a um endereço errado. Teria levado uma bronca. Deixou a atriz, piorou (pois já estava mal quando saiu de casa, a ponto de sua situação chamar a atenção da filha), foi para um hospital onde morreu.

“Luciana Lopes, de 30 anos, filha de Nelson, conversou ontem com a coluna. Segundo Luciana, Nelson saiu para trabalhar na segunda-feira de manhã contra a vontade dela. “Ele não estava se sentindo muito bem e eu pedi que ele ficasse em casa. Mas meu pai teimou. Disse que ia buscar a Zezé Polessa rapidinho e que por volta do meio-dia já estaria em casa. Só que ele não voltou”, revelou. Luciana contou ainda que o pai ligou pra ela avisando que estava passando mal”.

Criou-se o linchamento. A atriz foi acusada de assassina pelo mero fato de ter-se irritado com um motorista que errou o endereço.

Começa o jogo de exploração da catarse.

28 de mar. de 2012

Nassif: Veja, Demóstenes e o caso Chiquinho Escórcio


No momento em que o senador Demóstenes Torres pede aos seus pares para não ser julgado politicamente, um dos capítulos de sua parceria com a Veja - o caso Francisco Escórcio - revela bem os métodos utilizados, posteriormente, no caso do grampo sem áudio. A encenação de Demóstenes na sessão do Senado, tratando como escândalo uma mentira, denota o mesmo modus operandi do caso do grampo. Na ponta midiática, impreterivelmente, a Veja. O artigo é de Luis Nassif.

Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de set. de 2011

500 internautas em Foz do Iguaçu

Mais de 100 pessoas de vários países – entre elas o porta-voz do Wikileaks, Kristinn Hrafnsson – já confirmaram participação no 1º Encontro Mundial de Blogueiros, programado para os dias 27 a 29 de outubro, no Cine Barrageiro, no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu. A expectativa é que este número cresça e atinja o patamar de 500 inscritos até o dia 20 de outubro – último dia para aderir ao evento, que discutirá “O papel das novas mídias na construção da democracia”.

O encontro é organizado pela Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom), em parceria com o Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé, com o apoio da Itaipu Binacional. São esperados pelo menos 20 internautas dos Estados Unidos, Europa, Ásia e África e outros 50 da América Latina. O restante do público deve ser composto por ativistas digitais, jornalistas e estudantes brasileiros.

“As novas mídias, com seus sítios, blogs e redes sociais, adquirem um papel cada vez mais relevante no mundo contemporâneo”, afirma Altamiro Borges, do Centro Barão de Itararé. “As informações circulam on-line, contribuindo para democratizar a comunicação – seja nas revoltas do mundo árabe, na 'revolução dos indignados' da Espanha, nos vazamentos do Wikileaks ou nas eleições que agitam vários países”, completa.

Segundo o jornalista Gilmar Piolla, superintendente de Comunicação Social de Itaipu e presidente do Fundo Iguaçu, "os blogs, hoje, rivalizam com os jornais e outros veículos de comunicação. Eles conquistam influência e prestígio. E são fundamentais na formação da opinião pública. Por isso, o evento vem fortalecer o nosso relacionamento com esses novos formadores da opinião pública mundial".

Autoridades

O criador e diretor do jornal francês Le Monde Diplomatique, Ignácio Ramonet, está entre os nomes já confirmados para o evento. O premiado jornalista, que contribui para o jornal espanhol El País e é consultor da rede de televisão latino-americana Telesur, falará sobre “A Internet e o Novo Jornalismo”. O jornalista e ensaísta espanhol Pascual Serrano fará parte da mesa de debate “Experiências nos EUA e Europa” que acontecerá na sexta-feira (28).

No dia 29, é esperado o ministro das Comunicações do Brasil, Paulo Bernardo. Na mesma data, participarão dos debates o jornalista Luis Nassif e o blogueiro e articulista do sítio Carta Maior, Emir Sader, ambos já confirmados. O evento receberá ainda o professor e escritor Dênis de Moraes, autoridade acadêmica da área, entre outros (veja programação abaixo).

Serviço

Data: 27, 28 e 29 de outubro
Horário: 9h às 18h (exceto dia 27, início às 17h)
Local: Cine Barrageiro
Endereço: Av. Tancredo Neves, 6731 – PTI – Parque Tecnológico Itaipu, Foz do Iguaçu (PR)
Organizador: Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom) e Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé
Inscrição: R$ 100
Inscrições e mais informações estão disponíveis no site do Encontro.

27 de outubro – quinta-feira:
17 horas – Início do credenciamento;
19 horas – abertura oficial com a presença de autoridades e promotores do evento;

28 de outubro – sexta-feira:
9 horas – Debate: “O papel das novas mídias”
- Ignácio Ramonet – criador do Le Monde Diplomatique e autor do livro “A explosão do jornalismo”;
- Kristinn Hrafnsson – porta-voz do WikiLeaks [*];
- Dênis de Moraes – organizador do livro “Mutações do visível: da comunicação de massa à comunicação em rede”;
* Mesa dirigida por Natalia Vianna (Agência Pública) e Tatiane Pires (blogueira do RS);

14 horas – Painel: “Experiências nos EUA e Europa”
- Pascual Serrano (Espanha) – blogueiro e fundador do sítio Rebelion;
- Richard Barbrooke – jornalista da Rússia [*];
* Mesa dirigida por Renata Mielli e Maria Inês Nassif.

16 horas – Painel: “Experiências na Ásia e África”.
- Ahmed Bahgat – blogueiro do Egito;
- Nadine Mo’wwad – blogueira do Líbano [*];
- Pepe Escobar – jornalista e colunista do sítio Ásia Times Online;
* Mesa dirigida por Sérgio Telles (blogueiro RJ) e Leandro Fortes (CartaCapital);

Dia 29 de outubro – sábado:
9 horas – Painel: “Experiências na América Latina”.
- Iroel Sanchez – blogueiro cubano da página La Pupila Insomne:
- Blanca Josales – secretária de redes sociais do governo do Peru;
- Martin Becerra – blogueiro da Argentina;
* Mesa dirigida por Sérgio Bertoni (blogueiro PR) e Cido Araújo (blogueiro SP);

14 horas – Painel: “As experiências no Brasil”
- Emir Sader – blogueiro e articulista do sítio Carta Maior;
- Luis Nassif – criador do blog do Nassif;
- Esmael Moraes – criador do blog do Esmael.
- Conceição Oliveira – criadora do blog Maria Frô e tuiteira.
* Mesa dirigida por Daniel Bezerra (blogueiro CE) e Altino Machado (blogueiro AC).

16 horas – Debate: A luta pela liberdade de expressão e pela democratização da comunicação.
– Paulo Bernardo – ministro das Comunicações do Brasil [*];
- Jesse Chacón – ex-ministro das Comunicações da Venezuela;
- Damian Loreti – integrante da comissão que elaborou a Ley de Medios na Argentina;
* Mesa dirigida por Joaquim Palhares e Altamiro Borges.

18 horas – Ato de encerramento.
- Aprovação da Carta de Foz do Iguaçu (propostas e organização).

[*] Os nomes com asterisco ainda não foram confirmados.

Inscrições e estrutura do evento

As inscrições e acertos de viagem e hospedagem devem ser feitos no site do Encontro Mundial de Blogueiros. As vagas são limitadas e o prazo de inscrição se encerra em 20 de outubro.

http://blogueirosdomundo.com.br/

Do sítio da CTB.
Esditado por Eri Santos Castro.
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12 de jul. de 2011

Leitura obrigatória

Luis Nassif
O PSDB e o fim do modelo político da Nova República: Ontem houve bela discussão no Blog sobre os rumos do PSDB. ...

27 de out. de 2010

Do micro-blogue do Flávio Dino

Flávio Dino
RT @luisnassif: OS 30 anos da morte de Vlado: A correria de ontem impediu que se desse o destaque a uma data histórica
 
Enviado por Eri Santos Castro.

22 de ago. de 2010

Os bruxos nas campanhas

Olha aí um bom motivo para uma daquelas pesquisas que dão água na boca: os bruxos na história política do país.
Nos anos 30, havia os irmãos Kan - Sana Kan e um outro, que lia as mãos de políticos. Nas eleições de 1989, ganhou expressão a vidente que previu a vitória de Fernando Collor.
Aliás, uma pessoa que participou estreitamente da equipe de Zélia explica por aí a loucura que tomou conta de Collor, de tentar fazer tudo em um ano. A tal vidente disse que ele seria presidente e que sairia um ano ou dois depois. Ele supôs que iria morrer e saiu fazendo tudo de uma vez. E dançou por conta disso.
Jânio tinha suas videntes, assim como Jango e Getúlio e até o "ateu" Fernando Henrique.
Vamos lembrar esses tempos e personagens?

Do Blogue do Nassif.
Enviado por Eri Santos Castro.