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19 de jul. de 2013

Vladimir Herzog está vivo. Onde estava o senador Sarney durante a ditadura militar?

  • Carbono 14 compartilhou a foto de Binho Baderna Miranda.














     Na altura da ponte Octávio Frias de Oliveira,
     conhecida como ponte estaiada, um grupo colou um adesivo
     sobre a placa que leva o nome do jornalista, publisher do jornal
     Folha de S.Paulo (morto em 2007), substituindo-o pelo nome do
     jornalista Vladimir Herzog, assassinado em 1975 pela ditadura
     militar.
     Onde estava o senador Sarney na época da ditadura militar?

    Foto: Ricardo Matsukawa Terra. Via Katia Gavranich Camargo.

30 de abr. de 2013

José Maria Marin foi porta-voz de críticas a Herzog


Proferidos entre 1975 e 1976, dois discursos do então deputado estadual pela Arena José Maria Marin (foto abaixo), hoje presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), acirram a polêmica em torno da postura dele durante o regime militar. Os áudios foram descobertos nos arquivos da Assembleia Legislativa de São Paulo em pesquisa da Comissão da Verdade de São Paulo.

Em 9 de outubro de 1975, em um aparte ao discurso do deputado Wadih Helu, hoje falecido, Marin cobra providências para a apuração de denúncias de que a TV Cultura sofria um processo de “comunização”. O diretor de Jornalismo da emissora pública, na época, era Vladimir Herzog, torturado e morto 16 dias depois no prédio do DOI-Codi. Nessa época, o delegado Sergio Paranhos Fleury trabalhava no DOI-Codi. O delegado é o tema de outro discurso de Marin, em 1976, desta vez para elogiar sua atuação.

 Por Tatiana Farah, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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2 de abr. de 2013

Romário e filho de jornalista assassinado pela ditadura militar pedem saída de Marin da presidência da CBF

O filho do jornalista Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura em 1975, Ivo Herzog, entregou nesta segunda-feira, 1, uma cópia do abaixo-assinado com quase 55 mil assinaturas que pede a saída do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin (foto abaixo).
Acompanhado pelos deputados federais Romário (PSB-RJ), presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, e Jandira Feghali (PCdoB-RJ), presidente da Comissão de Cultura, Ivo Herzog protocolou a cópia do abaixo-assinado e teve de deixá-la na recepção da sede da CBF, já que, segundo lhe foi dito, Marin não estava no prédio, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Por Tiago Rogero, Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de mar. de 2013

Fora, Marin!, por Ivo Herzog

Recentemente descobrimos documentos da Assembleia Legislativa de São Paulo que mostram o envolvimento do Sr. José Maria Marin, ex-deputado, atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na morte do jornalista Vladimir Herzog. No início de outubro de 1975, Marin fez um pronunciamento pedindo providências do Estado contra a TV Cultura, que estava “trazendo intranquilidade para os lares paulistanos”. Ali trabalhava Vlado, duas semanas depois preso e assassinado.

Se não bastasse, um ano após o crime, Marin usou novamente a tribuna da Assembléia para agradecer ao famigerado delegado Sérgio Fleury pelos valorosos serviços prestados, pela sua bravura. Do que ele estava falando? Do trabalho executado por Fleury, prendendo opositores da ditadura, torturando-os e assassinando-os.


A lei torta de Anistia do Brasil impede que seja feita justiça contra os protagonistas desse período terrível da nossa história recente. Se não podemos punir Marin, que ele não seja recompensado com as chaves do Brasil no seu maior evento esportivo.

É ultrajante imaginar essa pessoa como anfitrião da Copa de 2014, recebendo centenas de autoridades internacionais em nome do nosso país.
Por conta disto, iniciei uma petição na internet pedindo a saída de Marin da CBF. Quando atingirmos 50.000 assinaturas farei 28 cópias deste documento: uma para cada federação estadual de futebol e uma para a CBF.

Até a semana passada a CBF se recusava a comentar o assunto, dizendo que se tratava de algo ligado à vida pessoal de Marin.

Leia mais em Fora, Marin!

21 de fev. de 2011

A terceira morte de Vlado Herzog

A terceira morte de Vlado Herzog  Pense num absurdo, em algo totalmente inverossímel, num completo desrespeito aos que querem contar a nossa história e à memória de quem tombou na luta pela redemocratização do país.Pois foi isso que sentiu na pele esta semana o jornalista Audálio Dantas ao procurar o Arquivo Nacional, em Brasília, para poder finalizar o livro que está escrevendo sobre o seu colega Vladimir Herzog, o Vlado, torturado e morto nos porões do DOI-CODI durante a ditadura militar (1964-1985).
 
Por Ricardo Kotscho.
Enviado por Eri Santos Castro.

27 de out. de 2010

Do micro-blogue do Flávio Dino

Flávio Dino
RT @luisnassif: OS 30 anos da morte de Vlado: A correria de ontem impediu que se desse o destaque a uma data histórica
 
Enviado por Eri Santos Castro.