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10 de ago. de 2012

Não há verdade que se esconda para sempre

No dia 11 de junho de 2012, uns meninos que brincavam num terreno do subúrbio de San Fernando, vizinho a Buenos Aires, acharam três tonéis. Estavam cheios de cimento. Os meninos viram ossos misturados ao cimento. Ossos humanos. A polícia descobriu que nos outros dois tonéis também havia cimento e ossadas humanas. Depois das análises dos médicos legistas, confirmou-se que uma das ossadas pertencia a um cubano sequestrado e morto 36 anos antes, durante a ditadura encabeçada pelo general Jorge Videla. O artigo é de Eric Nepomuceno.


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7 de dez. de 2011

Quando a memória encaixotada sai das trevas

Chefe do Exército uruguaio: 'Quem nega o passado é covarde"
O general Pedro Aguerre, comandante do Exército uruguaio mandou suspender qualquer pacto de silêncio em torno de crimes praticados na ditadura. Aguerre disse que o Exército que comanda não encobrirá delinqüentes e homicidas em suas fileiras, e ordenou que seja posta à disposição da Justiça toda informação possível para esclarecer os crimes de terrorismo de Estado. Quer que a Justiça estabeleça a responsabilidade material do Exército em casos de assassinato, seqüestro e tortura de presos políticos. O artigo é de Eric Nepomuceno, na Carta Maior.

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9 de out. de 2011

Che Guevara e os mortos que nunca morrem


 Diz Eduardo Galeano, que conheceu o Che Guevara: ele foi um homem que disse exatamente o que pensava, e que viveu exatamente o que dizia. Assim seria ele hoje. Já não há tantos homens talhados nessa madeira. Aliás, já não há tanto dessa madeira no mundo. Mas há os mortos que nunca morrem. Como o Che. E, dos mortos que nunca morrem, é preciso honrar a memória, merecer seu legado, saber entendê-lo. Não nas camisetas: nos sonhos, nas esperanças, nas certezas. Para que eles não morram jamais. O artigo é de Eric Nepomuceno.

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Da Carta Maior.
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28 de jan. de 2011

Darcy Ribeiro e as perguntas que nunca fiz

Faço link do artigo que emocionou as 200 pessoas que participaram do lançamento da coleção Darcy  de Bolso. Foi lido por seu autor, Eric Nepomuceno, jornalista, escritor e grande amigo de Darcy
Eric Nepomuceno -
 
Nunca perguntei a Darcy Ribeiro se ele costumava cochilar, mas posso assegurar que não. Mesmo breves, seus sonhos seriam profundos. Porque profundos e infinitos em sua ousadia foram seus sonhos. E não se sonha grande com cochilos leves...

Sugestão de postagem: Cândido Lima.
Artigo completo aqui.
Enviado por Eri Santos Castro