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24 de mai. de 2016

PV decide pela independência do governo e o líder do partido no Senado Álvaro Dias exige que o ministro Sarney Filho, do Meio Ambiente, saia do governo

Cobrando a demissão do ministro do Planejamento Romero Jucá, o líder do PV no Senado, Álvaro Dias (PR), anunciou da tribuna do Senado, na tarde desta segunda-feira, que seu partido decidiu, em reunião da direção na manhã desta segunda-feira, pela independência do governo. Dias explicou que a ida do deputado Sarney Filho (PV-MA), do Meio Ambiente, foi escolha pessoal do presidente interino Michel Temer e não passou pelo crivo do partido. O líder defendeu também o licenciamento de Sarney Filho, se decidir continuar no governo provisório.
Alvaro Dias (Foto: Pedro França/Agência Senado)Alvaro Dias (Foto: Pedro França/Agência Senado)
O PV integra o bloco dos novos aliados, a antiga oposição, com PSDB, DEM e PPS. Na posição de independência, Álvaro Dias disse que o PV torce para que o governo dê certo, apoiando as medidas boas, mas vai exercer sua atribuição de fiscalização.
— Nessas circunstâncias o mais importante que ocupar um cargo no governo, é exercer a fiscalização — discursou Álvaro Dias, recebendo apoio do vice-presidente da Casa, Jorge Viana (PT-AC).
Por Maria Lima, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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28 de mar. de 2015

Aécio, Álvaro Dias e todos os senadores do PSDB não assinam CPI do HSBC

Por que será que os paladinos da moral 

do congresso 

contra corrupção da oposição, Aécio Neves, Antônio 

Anastasia, Aloysio Nunes, Álvaro Dias e todos os 

senadores do PSDB não assinaram CPI do caso

 HSBC?

Nenhum senador do PSDB assinou a CPI para investigar o escândalo do banco britânico HSBC, mas o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) anunciou no Plenário, nesta quinta-feira (26), ter protocolado o pedido de criação da comissão parlamentar de inquérito do HSBC. Combatentes contra a corrupção os senadores do PSDB, Aécio Neves, Aloysio Nunes Ferreira e Álvaro Dias não assinaram o pedido de CPI.

Ele informou ter conseguido 33 assinaturas, 6 a mais que o mínimo necessário para a criação de uma CPI. Pelo requerimento, a comissão terá 11 membros titulares e 6 suplentes. De acordo com Randolfe, o requerimento para a CPI tem interesse suprapartidário e não se dirige a “fomentar disputas desta natureza”. A intenção, disse o senador, é “desmantelar pela raiz” um grande esquema criminoso.

— Esse escândalo é de dimensão mundial. De acordo com o Financial Times, trata-se do maior caso de evasão fiscal do mundo. É necessário que o Parlamento brasileiro também se manifeste e instaure um procedimento de investigação — afirmou Randolfe.

O líder do PSB, senador João Capiberibe (AP), disse entender como prudente o fato de os senadores assinarem o pedido. Para ele, os escândalos da Petrobras já estão sendo investigados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, motivo pelo qual o partido resolveu esperar a conclusão das investigações.

— A do HSBC não tem processo judicial em curso, não tem investigação em curso, não tem nada. Eu acho que talvez seja o caso de o Senado pensar numa CPI — ponderou Capiberibe.

O senador José Pimentel (PT-CE), líder do governo no Congresso, informou ter assinado o requerimento. Segundo o senador, o Brasil está em um momento de combater a sonegação e de aumentar a formalização nos vários setores da economia, motivo pelo qual a CPI é importante. Para ele, a legislação do sistema financeiro já é muito avançada, mas pode passar por aperfeiçoamentos.

— É exatamente por isso que eu assinei essa CPI. Além de identificar aqueles que cometeram erros, o que eu quero, principalmente, é construir uma legislação para superar essas falhas — afirmou o senador.

Sobre a habitual polarização entre governo e período eleitoral nas CPIs, Pimentel disse esperar que a investigação não se limite a isso. O período, diz o senador, favorece o trabalho da CPI, já que é início de legislatura e as próximas eleições só serão realizadas no ano que vem.

R$ 7 bilhões

Conforme noticiado pela imprensa internacional, o banco HSBC na Suíça atuou de forma fraudulenta para acobertar recursos de clientes, blindando-os das obrigações fiscais e da comprovação da origem dos recursos — práticas que poderiam indicar atividades criminosas.

O escândalo, conhecido como Swissleaks, tem como fonte original um especialista em informática do HSBC, o franco-italiano Hervé Falciani. Segundo ele, entre os correntistas, estão 8.667 brasileiros, responsáveis por 6.606 contas que movimentam, entre 2006 e 2007, cerca de US$ 7 bilhões, que em grande parte podem ter sido ocultados do fisco brasileiro.

Na justificativa do pedido de CPI, Randolfe diz se tratar de “um arrojado esquema de acobertamento da instituição financeira, operacionalizado na Suíça, que beneficiou mais de 106 mil correntistas”, de mais de 100 nacionalidades. O total de recursos manejados dentro do esquema, segundo Randolfe, pode superar US$ 100 bilhões, no período de 1998 a 2007.

Para Randolfe, a lista dos titulares das contas certamente guarda estreita relação com outras redes de escândalos do crime organizado do país e do mundo. O senador lamentou que “o escândalo do Suiçalão” venha sendo sistematicamente ignorado pelos grandes veículos de comunicação no Brasil. Segundo Randolfe, essa seletividade denuncia o envolvimento de personagens poderosos, que podem sempre se servir da benevolência de setores da imprensa.


Enviado por Eri Santos Castro.
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31 de mai. de 2011

O estilo Sarney de governar

Senado apaga impeachment de Collor
Exposição sobre os principais fatos da História do Senado suprimiu o impeachment de Collor. O presidente da Casa, José Sarney, classificou o impeachment de “um acidente”. 

A declaração foi criticada. “Gostemos ou não, é um fato histórico”, disse Álvaro Dias (PSDB-PR).

Eliane Cantanhêde afirmou que: "Episódio indica que os novos Collor podem ficar tranqüilos".
Saiu em O Globo e Folha.
Enviado por Patrícia Aguiar.
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19 de out. de 2010

Serra virá ao Maranhão no próximo sábado

O candidato a presidente José Serra (PSDB) confirmou visita ao Maranhão para o próximo sábado (23). A informação foi passada pelo tucano ao ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) durante reunião na manhã desta segunda-feira, 18, em São Paulo. Serra participará de ato político em Imperatriz, município administrado pelo correligionário Sebastião Madeira, na manhã de sábado. 

Será a segunda visita do candidato do PSDB à Presidência da República nesta campanha. Antes, ele visitou São Luís em julho, quando recebeu o título de Cidadão Ludovicense e participou de atividade de campanha ao lado do ex-governador Jackson Lago (PDT).

Na conversa com Zé Reinaldo, que teve a participação do deputado federal Carlos Brandão (PSDB), Serra antecipou que vai assinar e publicar uma carta compromisso com o povo do Maranhão, na qual constarão suas prioridades de governo para o estado. “Há um ambiente de muito otimismo e confiança na vitória do José Serra e isto será muito bom para o desenvolvimento do Maranhão e para o equilíbrio político no estado”, avaliou Zé Reinaldo.
Em São Paulo, o ex-governador do estado, que teve a terceira maior votação para o Senado com mais de 727 mil votos, também manteve conversas políticas com líderes tucanos, como Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais e senador eleito; senador Álvaro Dias (PR) e Aloísio Nunes, senador eleito por São Paulo com a maior votação registrada para o Senado no pleito de 3 de outubro em todo país.
 
Do Blogue do Manuel Santos.
Enviado por Eri Santos Castro.