Mostrando postagens com marcador Reforma Agrária. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reforma Agrária. Mostrar todas as postagens

2 de mar. de 2014

Cinco fazendas são ocupadas pelo MST na ação 'Carnaval Vermelho'

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizou na madrugada e na manhã deste sábado (1º), cinco ocupações em fazendas da região, a ação denominada pelos manifestantes como “Carnaval Vermelho” ocorreram nas fazendas: Figueira, São Luiz e das Irmãs, em Marabá Paulista, por volta da 1h. Já em Presidente Bernardes, a ocupação foi por volta das 7h, nas fazendas Vista Alegre e Guarani.


Segundo uma das integrantes do movimento, Edna Torriani, em Marabá Paulista a ocupação foi pacífica sem a necessidade de violência. “Entramos na área sem precisar arrombar cadeados ou porteiras. Ao todo, 170 famílias estão acampadas no local”, aponta.

Por Carolina Mescoloti, G1.

Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.



9 de fev. de 2014

"NOVO PT' E 'DEMOCRACIA SOCIALISTA' DEBATEM COM SECRETARIO NACIONAL AGRÁRIO DO PT

EM REUNIÃO COM O SECRETÁRIO NACIONAL AGRÁRIO DO PT,DEP.FEDERAL ELVINO BOHN GASS (PT-RS). AS CORRENTES INTERNAS DO "NOVO PT' E 'DEMOCRACIA SOCIALISTA' DEBATEM AÇÕES DO GOVERNO FEDERAL, NO SETOR AGRÁRIO, NO MARANHÃO.

21 de out. de 2013

Pressionada, Dilma apressa a reforma agrária

Após dez meses sem fazer uma desapropriação de terras, a presidente Dilma Rousseff decidiu apressar a reforma agrária. A presidente cobrou o ministro Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário) a apresentar 100 decretos até o fim do ano, que acrescentariam cerca de 200 mil hectares às áreas de assentamentos rurais. Os decretos podem ajudar a conter as críticas de movimentos de sem-terra.

Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

9 de out. de 2013

2013 tem ‘desapropriação zero’ no campo até agora

Dilma Rousseff ainda não assinou nenhum decreto para distribuir terras; ano deve ser o pior da reforma agrária. O PT precisa avançar...


Do ponto de vista da redistribuição de terras, 2013 caminha para ser o pior ano da reforma agrária desde o início do período da redemocratização, em 1985. Faltando menos de três meses para o fechamento das atividades do ano, a presidente Dilma Rousseff ainda não assinou nenhum decreto de desapropriação de imóvel rural, por interesse social, destinando-o para a criação de assentamentos rurais.
Se mantiver a caneta imobilizada, ela vai ficar atrás de Fernando Collor de Mello - o presidente que menos se interessou pela reforma nos 28 anos da redemocratização. Em 1992, ele assinou apenas quatro decretos declarando imóveis rurais de interesse social para a reforma - o menor índice de todos (o maior coube a Fernando Henrique Cardoso, com 845 decretos assinados em 1998).
Por Roldão Arruda - O Estado de S.Paulo.
Veja matéria completa, aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

24 de dez. de 2012

China prepara reforma rural para estimular aumento de renda e consumo

Reforma agrária no Brasil Já

O governo da China vai melhorar a proteção à terra dos agricultores do país, elevar sua renda e melhorar os serviços públicos rurais para ajudar a reduzir a desigualdade existente entre o campo e as áreas urbanas e a distância de renda entre ricos e pobres.

O governo vai garantir que os agricultores recebam uma “renda razoável” por suas produções e elevar os subsídios agrícolas, revelou a agência oficial de notícias Xinhua, citando a conferência anual de trabalho rural, que define a política anual de Pequim para a força de trabalho no campo.

Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo O Globo.
Compartilhe.

19 de nov. de 2012

O pior ano para a reforma agrária desde 1995



A reforma agrária está patinando no governo da presidente Dilma Rousseff. O sinal mais evidente está nos números acumulados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Segundo o último dado sobre assentamentos disponível no órgão, com data de 16 de novembro, o governo assentou 10.815 famílias neste ano. É a taxa mais baixa registrada neste mesmo período em dez anos e representa apenas 36% da meta estabelecida para 2012, de 30 mil famílias.

A menos que haja uma dramática alteração no ritmo de assentamentos nos próximos dias, a marca de assentamentos deste ano corre o risco de ficar atrás da registrada em 2011 - a pior dos últimos 16 anos, com 21.933 famílias beneficiadas pela reforma agrária.

Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

22 de ago. de 2012

PERGUNTAS QUE CRUZAM OS ARES DO BRASIL



Nação mais urbanizada entre os gigantes do planeta, com 85% da população nas cidades, o Brasil ainda preserva quase uma Argentina no campo, mais de 30 milhões de pessoas. Esse pedaço importante do país está reunido em Brasília neste momento para debater o seu destino. No Encontro Unitário dos Trabalhadores, Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas e no horário político eleitoral, iniciado nesta 3ª feira, entrelaçam-se as duas principais perguntas de uma transição que tem pressa para começar: qual a política urbana capaz de construir o pós-neoliberalismo nas cidades? Qual a reforma agrária capaz de devolver pertinência a essa bandeira no século XXI? E, sobretudo, que forças reúnem desassombro e competência para agregar  as respostas num projeto crível de futuro que conquiste corações e mentes da sociedade em nosso tempo?


Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.


6 de fev. de 2012

Estrangeiros são donos de um Rio de Janeiro inteiro no Brasil

Estrangeiros são donos de 4,5 milhões de hectares de terras no Brasil
Segundo a rádio CBN, os estrangeiros são donos de pelo menos 4,5 milhões de hectares de terra brasileira, seria quase um Rio de Janeiro inteiro. São americanos, italianos, argentinos, chineses e japoneses que encontraram no país facilidade de adquirir uma terra produtiva em condições mais acessíveis.

Com Clipping do Ministério do Planejamento.
Enviado por Eri Santos Castro. 
Compartilhe.

27 de ago. de 2011

Dilma anuncia retomada da reforma agrária

O superitendente do Incra-MA José Inácio confirma que a União disponibilizará recursos, nos próximos meses,  superiores ao que já foi investido, no Maranhão , nos últimos dez anos. Isso deve-se , em grande medida, ao prestígio do vice-governador Washington Luiz, junto ao Governo Federal.


Pressionado durante toda a semana por milhares de trabalhadores rurais acampados em Brasília e em manifestações pelo país, o governo aceitou retomar a reforma agrária. Vai preparar um programa de assentamentos com metas para os próximos três anos. E liberar, de imediato, R$ 400 milhões para compra de terras pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

As medidas foram anunciadas na noite desta sexta-feira (26/08) pelo ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, após horas de negociações com lideranças da Via Campesina, que promoveu a mobilização.

Principal interlocutor do Palácio do Planalto junto aos movimentos sociais, o ministro foi até o acampamento central improvisado por cerca de 4 mil camponeses para fazer o anúncio. “Vocês conseguiram recolocar a reforma agrária no centro da pauta de discussão do governo Dilma”, disse Carvalho aos sem-terra.

Durante a semana, as principais entidades que lutam por terra no país promoveram mobilizações na capital federal e em diversos estados. Em Brasília, ocuparam o Ministério da Fazenda, participaram de passeatas e se reuniram com representantes de 11 ministérios.

“Esta semana foi um marco na história recente da luta pela terra. Combinamos a pressão da luta com negociação efetiva”, disse Valdir Misnerovicz, da coordenação do Movimento Nacional dos Sem-Terra (MST).

Segundo ele, o crédito suplementar de R$ 400 milhões para o Incra vai beneficiar, pelo menos, 20 mil famílias. O MST diz que existem hoje cerca de 200 mil famílias acampadas no país à espera de assentamento. Estas devem ser contempladas pelo Plano Nacional de Reforma Agrária, a ser lançado até o fim do ano.

“A presidenta Dilma determinou que sua equipe apresente, ainda no início de setembro, uma proposta para assentar, de forma qualificada e definitiva, todas as famílias acampadas, entre 2012 e 2014”, esclareceu o ministro.

O governo também anunciou a concessão imediata de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a fundo perdido, para projetos de agroindústria. Serão R$ 200 milhões para projetos de até R$ 50 mil e R$ 250 milhões para projetos de até R$ 250 mil.

No início de setembro, o governo deve anunciar as primeiras concessões da recém-lançada Bolsa Verde, um pagamento periódico a pequenos agricultures que preservarem a vegetação de suas propriedades. Ainda em caráter experimental, o projeto vai beneficiar 15 mil famílias sem-terra e extrativistas, com a concessão de benefícios similares aos da bolsa-família.

De acordo com o ministro, o governo autorizou, ainda, a liberação dos R$ 15 milhões do Programa Nacional de Educação para Reforma Agrária (Pronera), que haviam sido contingenciados, e se comprometeu a implementar um amplo programa para erradicar o analfabetismo no campo.

Sem acordo

Gilberto Carvalho afirmou também que o governo aprovou um projeto de refinanciamento das dívidas de até R$ 20 mil dos pequenos agricultores, em sete anos, a juros de 2% ao ano.

Os trabalhadores rurais, entretanto, não ficaram satisfeitos. “Para fechar acordo com o governo, reivindicamos que seja incluído, pelo menos, um bônus de adimplência, como forma de evitar novos endividamentos”, justifica Plínio Silva, do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA).

Segundo a Via Campesina, 520 mil famílias estão com problemas para pagar dívidas com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A dívida total é de R$ 30 bilhões, dos quais R$ 12 bilhões precisariam ser roladas já.

Governo e trabalhadores rurais permanecem discutindo também uma série de outras reivindicações dos movimentos camponeses, como a implementação de um programa de habitação rural, a homologação de terras indígenas e quilombolas, a regulamentação do uso de agrotóxicos e a questão do desterramento das populações atingidas pelas grandes obras no campo.

Por Najla Passos, no sítio Carta Maior.
Editado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

30 de jul. de 2011

Reforma agrária, descanse em paz

Edição 657
Nos governos do PT, o programa refluiu. A concentração no campo continua a mesma da ditadura. Ainda faz sentido econômico distribuir terra? Também nesta edição: EUA: Até que ponto Obama cederá para evitar o calote? Nova política industrial: A falta de consenso ameaça o plano.

Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.