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27 de jul. de 2015

Série sobre as belezas do Maranhão será exibida na Rede Record

Profissionais da Record trabalhando nos Lençóis Maranhenses

Terras das Águas é o nome da série sobre o Maranhão que vai ao ar, a partir desta segunda-feira (27), às 21h30, durante o Jornal da Record. Serão cinco episódios com duração de 15 minutos cada, exibidos em todo o Brasil e em 150 países, por meio da Record Internacional.

O roteiro contemplou os polos São Luís, Lençóis Maranhenses e Delta das Américas, e Chapada das Mesas. A equipe visitou os municípios de São Luís, Raposa e Alcântara, seguindo para Tutóia, Santo Amaro e Carolina. A ação também contou com o apoio das secretarias municipais de turismo e empresários do setor das cidades visitadas.

As imagens foram captadas em junho, durante o período dos festejos juninos. “Além dos destinos turísticos, a equipe da Rede Record pôde vivenciar a diversidade cultural encontrada no Maranhão. Nossa expectativa é que as reportagens apresentem parte das inúmeras experiências que o turista poderá vivenciar em nosso estado", explicou a secretaria de Turismo do Maranhão, Delma Andrade.

Por Antônio Maciel.
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de mai. de 2011

O primeiro beijo lésbico da TV brasileira

Vitor Angelo: beijo gay do SBT foi tapa na Globo e na Record


Às 22h59 da última quinta, o SBT deu um tapa de luva militar na católica Globo e na evangélica Record ao colocar no ar um capítulo da história da teledramaturgia no país. O dono do baú da felicidade promoveu a alegria do tão esperado primeiro beijo gay em uma novela brasileira.

Houve boatos de que, em 1963, no teleteatro chamado Calúnia, teria acontecido o que seria o beijo lésbico entre as atrizes Geórgia Gomide e Vida Alves, mas não existe registro da cena.

São as cenas gravadas por Marcela (Luciana Vendramini) e Marina (Giselle Tigre), personagens da novela Amor e Revolução, de Tiago Santiago, que mostram a primeira manifestação de afeto íntimo homossexual da televisão do Brasil.

O beijo entre elas foi quente, sexy, com pegada. Cenas insinuantes de pernas se esfregando deram um tom mais ousado à cena. Marcela, mais resolvida com a sua bissexualidade, sabe bem o que quer. Para Marina, tudo isso é uma grande novidade.

Depois do beijo, elas questionam o papel da mulher e da liberdade e independência que o sexo feminino pode conquistar em relação aos homens. A cena sozinha é uma síntese do título da trama. Há amor e revolução.

E tudo isso num dia em que houve um bate-boca entre a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que perturbou a entrevista da senadora Marta Suplicy (PT-SP) mostrando seus panfletos antigay no Congresso.

E quando, em Uganda, está quase aprovada a lei que prevê pena de morte aos homossexuais, a ficção revolucionou e poetizou a realidade com um belo e longo beijo.

Por Vitor Angelo, na Folha de S.Paulo.

Enviado por Eri Santos Castro.

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