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24 de mar. de 2013

Um passeio pelas ‘ruínas’ do Orkut, uma cidade fantasma. Depois da 'morte do Orkut', o Facebook seria a bola da vez?

Economia

Um passeio pelas ‘ruínas’ do Orkut, uma cidade fantasma

Que fim levou aquela que já foi a maior rede social do país e por onde andam alguns dos seus membros mais ativos; Hoje esvaziado, site vive onda nostálgica que reverencia suas hilárias comunidades em outros fóruns na internet

Uma das última vezes que escrevi uma frase no Orkut foi em abril de 2010. Eu tinha 28 anos, morava em São Paulo e acabara de aparecer, por acaso, no programa de Ana Maria Braga. Uma parente, que me vira na TV, escrevera na minha página da comunidade social: “Ninguém aparece na Ana Maria Braga para responder ‘pegadinhas’ impunemente!” Retruquei com uma piada (“Flagrado pela própria família!”), e fechei a página. Era 19 de abril de 2010. Desde então, meu perfil no Orkut tornou-se um moribundo virtual.


Criado em janeiro de 2004 pelo engenheiro turco Orkut Büyükkökten, de quem herdou o nome, o Orkut foi, por seis anos, a maior rede social da internet no Brasil — de onde vinha metade dos 70 milhões de usuários que chegou a ter.
Em 2008, o Google — empresa que opera o Orkut — transferiu o controle do site da Califórnia para Belo Horizonte. A iniciativa, que visava fortalecer o site ainda mais no país, teve efeito limitado: dali a dois anos, o Orkut seria ultrapassado pelo Facebook (a rede social de Marck Zuckerberg, que congrega mais de um bilhão de usuários mundo afora).
Em fevereiro deste ano, de acordo com estimativa feita a partir de cem mil computadores pela ComScore, consultoria que mede a audiência da internet, o Orkut teve 17 milhões de visitantes no Brasil. O número foi quatro vezes menor do que o registrado para o Facebook no mesmo período.

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Leia também: Depois da 'morte do Orkut', o Facebook seria a bola da vez?  


Por Roberto Kaz, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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5 de abr. de 2011

Segregação socioeconômica nos sites de relacionamento

O perfil dos milhões de brasileiros usuários das principais redes sociais retrata um fenômeno curioso: a divisão socioeconômica que se criou em torno dos dois sites de relacionamento mais populares do país. Primeira rede social a desembarcar no Brasil, o Orkut é a porta de entrada para novos internautas - e, por isso mesmo, atrai usuários da emergente classe C. Com recursos mais sofisticados e alcance mundial, o Facebook está se consolidando como a rede favorita das classes A e B. Muitos deixaram de usar suas páginas no Orkut, do Google, para focar no site criado por Mark Zuckerberg.
Sondagem feita pela empresa de pesquisas QualiBest, a pedido do Valor, revela que 91% dos brasileiros nas redes sociais mantêm perfil no Orkut, mas a adesão ao Facebook é maior entre os mais ricos (78%). O Orkut é o preferido por 66% da classe C.


Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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