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11 de fev. de 2014

Os filhos e sucessores das maiores oligarquias do Norte

GENÉTICA Hélder Barbalho  (na foto maior) e seu pai, Jader (acima).  O filho herdou do pai o patrimônio político e as sobrancelhas de taturana (Foto: Alan Marques/Folhapress)

GENÉTICA Hélder Barbalho  (na foto maior) e seu pai, Jader (acima).  O filho herdou do pai o patrimônio político e as sobrancelhas de taturana (Foto: Divulgação)

O bimotor King Air prefixo PT-OZP pousou no aeroporto de Paragominas, região nordeste do Pará, num domingo. Seu passageiro mais ilustre, o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, chegava para participar de uma feira agropecuária. Produtores, criadores, prefeitos, deputados e até o governador do Estado, Simão Jatene (PSDB), esperavam Andrade para a solenidade em que ele anunciaria oficialmente que a região fora considerada zona livre da febre aftosa. Notícia alvissareira. Caía um obstáculo para os criadores da região venderem sua carne. Andrade fez a viagem de Belém a Paragominas no avião das empresas do senador Jader Barbalho, seu colega de PMDB. Mas Jader não estava. Quem acertou a viagem do ministro e o levou até Paragominas foi Hélder Barbalho, filho de Jader e pré-candidato a governador do Pará na eleição deste ano.

Na política, ele é apenas Hélder – o sobrenome Barbalho não é muito citado. Mas a associação é inescapável. As sobrancelhas de taturana que quase formam um vértice no meio, a voz e o jeito de falar são herança de Jader Barbalho. Hélder, de 34 anos, tem o estilo de discursar do pai. “Se você fechar os olhos, acha que está ouvindo o Jader”, diz o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).  Aos 10, 12 anos, ou “desde criança pequenina”, como diz, Hélder acompanhava o pai e a mãe, a deputada Elcione Barbalho, a reuniões políticas, encontros partidários e ouvia discursos. Hélder é o escolhido para manter a família Barbalho no exercício do poder pela terceira geração.
EM FAMÍLIA Rodrigo Jucá  (na foto maior)  e seu pai, Romero (acima). Rodrigo  é secretário de Educação da prefeita Tereza Surita, ex-mulher de Romero Jucá (Foto: Sergio Lima/Folhapress e divulgação)
Como ele, outros herdeiros disputarão cargos neste ano. Em Roraima, a continuidade dos Jucás está encaminhada. Rodrigo Jucá, de 32 anos, filho do senador Romero Jucá (PMDB), será o vice na chapa do candidato ao governo Chico Rodrigues (PSB). Hélder e Rodrigo dispõem de todos os instrumentos que a política brasileira contemporânea exige para serem eleitos. Seus pais acumularam patrimônio econômico, empresas na área de comunicação e o controle do poder regional de seu partido. Assim, eles têm dinheiro, acesso privilegiado a doadores de campanha, exposição garantida e tapete vermelho na estrutura partidária. Basta aproveitar.

Todos os dias, às 9 horas da manhã, milhares de paraenses ouvem a voz de Hélder pela rádio Clube, a emissora AM de maior audiência do Pará – uma das oito rádios dos Barbalhos, que ainda têm quatro retransmissoras de televisão e um jornal. “Participe, ligue pra gente, converse com todo o Estado do Pará, fale aquilo que você deseja. Que o Pará lhe escute, que o Brasil lhe ouça!”, diz Hélder na abertura do Programa do Hélder, retransmitido por emissoras de todo o Estado. Hélder começou a carreira de radialista em março do ano passado, dois meses depois de deixar o cargo de prefeito de Ananindeua. A estreia foi precedida por uma campanha publicitária feita pela rádio e pela RBA, um dos canais de televisão da família Barbalho. Durante uma hora, Hélder apresenta um programa de utilidade pública, com repórteres que trazem notícias de todo o Pará. “Quando deixei a prefeitura, tomei a decisão de fazer um programa informativo para ter oportunidade de conversar com o Pará”, diz Hélder. No programa de 6 de janeiro, durante 13 minutos, um repórter relatou como uma erosão derrubou casas e deixou 30 famílias desabrigadas em Abaetetuba. Outro assunto foi a remoção de famílias de um bairro de Belém, por causa das obras de duplicação de uma avenida. Sobre essa notícia, Hélder fez o seguinte comentário: “A obra foi paralisada pelo atual governo. Com a paralisação, a população, sem saber o que iria acontecer, acabou invadindo o residencial Liberdade. O que me parece que está se passando com o governo é que está chegando a eleição e aí bate o desespero de quem está no mandato e não tem o que mostrar, e aí começa a fazer as coisas de afogadilho”. Hélder se manterá no rádio até o início da campanha eleitoral. “Se isso vai me dar retorno eleitoral, só no futuro vamos ver. Espero que dê”, afirma Hélder.

Além da uma hora diária no ar, o programa promove o evento “Programa do Hélder no meu bairro”, que oferece serviços de exames médicos simples, dentistas, atendimento jurídico e emissão de documentos, como carteira de trabalho, certidão de nascimento, e até cortes de cabelo. Como vice-presidente do PMDB, Hélder ainda visitou 18 cidades com o evento “O que o Pará quer”. Nessas visitas, Hélder ouve prefeitos, faz um discurso e abre espaço para perguntas. Os prefeitos costumam alugar ônibus para levar cidadãos e formar uma claque. Em novembro, o Ministério Público Federal do Pará apresentou uma ação em que pede que o PMDB paraense perca 47 minutos de tempo de propaganda partidária. De acordo com a representação, o partido fez campanha antecipada a favor de Hélder em seu programa de novembro. 

Por LEANDRO LOYOLA, da revita Época.
Enviado por Eri Santos Castro.
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3 de fev. de 2014

Sobrinho do governador do Pará confirma que o senador Flexa Ribeiro será o candidato ao governo, que enfrentará os Sarney's de lá: os Barbalhos


Recebi na minha residência Simão Tomáz Jatene, sobrinho do governador do Pará Simão Jatene e assessor do senador Flexa Ribeiro. 

Jatene informou que o seu tio não será candidato à reeleição, devido a problemas de saúde e que o seu candidato a governador será o senador com quem trabalha. A disputa será com a família Sarney de lá. O filho do ex-governador Jader Barbalho será candidato
Na foto abaixo Simão Jatene entre Eri Castro e Luís Domingos.

24 de mar. de 2011

SUJOU

Ficha Limpa só vale a partir de 2012Decisão do Supremo permite que candidatos barrados que tiveram 
votos suficientes para se eleger em 2010 assumam o mandato

O Supremo Tribunal Federal concluiu ontem que a Lei da Ficha Limpa não valeu para as eleições do ano passado. Recém-empossado no tribunal, o ministro Luiz Fux deu o voto decisivo para liberar os candidatos fichas-sujas que disputaram cargos em outubro do ano passado. Pela decisão de ontem, todos os candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa que tiveram votos suficientes para se eleger devem tomar posse nas próximas semanas, entre eles Jader Barbalho (PMDB-PA), João Capiberibe (PSB-AP) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). Para precisar quantos deputados terão de deixar os mandatos para dar lugar a fichas-sujas, será necessário recalcular a quociente eleitoral. A decisão é uma derrota para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que sempre defendeu a aplicação imediata da lei. O TSE informou ontem que não dispõe da relação de políticos que deverão assumir vagas no Congresso. 


Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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30 de nov. de 2010

Diga-me com quem andas, que te direi quem tu és: esse é o PMDB que o PT anda. Quem mudou o PT ou o PMDB?

Jader Barbalho (PMDB/PA), impugnado ao Senado pela lei Ficha Limpa, renuncia ao mandato de deputado federal para protestar. Veja o comentário abaixo do deputado federal Chico Alencar (PSol-RJ):

Chico Alencar
V. acha que vida pública brasileira perde muito com a renúncia do dep. federal Jader Barbalho, do PMDB/PA?
 
Enviado por Eri Santos Castro.

28 de out. de 2010

STF confirma a Lei da Ficha Limpa e veta Jader Barbalho

Em nova sessão marcada por bate-bocas de ministros, Supremo mostra sua divisão
O Supremo Tribunal Federal decidiu ontem, com base na Lei da Ficha Limpa, que o deputado Jader Barbalho (PMDB), eleito senador pelo Pará com 1,8 milhão de votos, não será diplomado nem assumirá a vaga. A decisão vale para todos os candidatos que renunciaram a cargos anteriores para evitar cassações - inclusive o outro senador eleito pelo Pará; Paulo Rocha (PT). O efeito sobre casos que não são de renúncia depende de novos julgamentos. Foram necessárias três votações. O resultado mostrou a divisão entre os ministros, numa sessão marcada por bate-bocas. 

De O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.

19 de out. de 2010

A direita sem pudor está perfeitamente confortável. Comanda os dois lados

É realmente de direita um grupo que tem entre seus componentes os Srs. Armínio Fraga, Tasso Jereissati, David Zilberstajn, Demóstenes Torres, Kátia Abreu, FHC, Ronaldo Caiado, os Bornhausen, Marco Maciel  e muitos outros que apoiam o Serra.
Mas, não são de direita também, o Henrique Meireles, o José Sarney, o Renan Calheiros, o Fernando Collor, Francisco Dornelles, Romero Jucá, Romeu Tuma, Jader Barbalho, e muitos outros, que apoiam a Dilma?
Vê-se que quem está bastante confortável é a Direita. Comanda os dois lados. 

Do Ronaldo Santos Barata.