4 de set de 2014

Babilônia em Chamas: Em comício na Bahia, ontem (4), Lula diz combater os coronéis. E no Maranhão?

O PT-MA reforçando projetos políticos dos coronéis Sarney-Lobão
 Num comício em favor de Rui Costa, candidato do PT ao governo do Estado, e de Otto Alencar (PSD), candidato ao Senado, e da presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva exortou, na quarta-feira, 3, os petistas a fazerem corpo a corpo nas ruas. Disse que o objetivo é evitar que, na sua visão, o País e a Bahia retrocedam politicamente com a eleição de candidaturas conservadoras, que representariam as "elites".
Centrando fogo no grupo político da Bahia comandado pela família do falecido senador Antonio Carlos Magalhães, Lula disse que a eleição de outubro "é a oportunidade que a gente tem de não permitir que a Bahia volte a ser o que era, governada por coronéis". E comparou: "Antigamente o coronel tinha uma fazenda, hoje ele tem um canal de televisão; antigamente o coronel tinha um chicote, hoje no fundo, no fundo ele tem um jornal e com isso tenta fazer a cabeça das pessoas e nós não podemos permitir", disse no comício que atraiu milhares de pessoas, (a maioria militantes) na noite de ontem na Praça da Revolução em Periperi, subúrbio ferroviário de Salvador

Quando chegou ao palco, por volta das 20h30, Lula caiu no momento que cumprimentava os militantes que se posicionaram bem na frente da estrutura. Ele explicou que o afoito militante que o puxou era o pai de um aluno que conseguiu entrar na universidade graças aos programas sociais que implantou nos seus dois governos.
 
 Lula usou o episódio para lembrar dos compromissos dos governos petistas para com o povo e repetiu que as elites nunca o perdoaram pelo seu sucesso. "Eles conhecem todas as letras, mas não conhecem a alma e o sentimento do povo brasileiro", afirmou, achando que por essa razão, "o ódio foi disseminando contra nós". Esse ódio Lula disse ter pensado que acabaria quando Dilma Rousseff, que tem curso universitário, foi eleita presidente. "Mas isso não ocorreu, porque o preconceito não é pessoal é ideológico", disse.

Saiu no site do Jornal A Tarde, confira aqui! 
Sugestão de pauta: Márcio Jardim.
Enviado por Eri Santos Castro.
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