13 de mai de 2014

Juliano Corbellini: "Na tripolaridade presidencial, não basta escolher o adversário e atacar. O problema é ocupar um espaço na mente do eleitor...."

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     O grande desafio de Campos é como "triangular" num ambiente de três candidaturas. Ele é o único candidato que pode disputar bandeiras de seus dois adversários -social com o Dilma, mudança e gestão com Aécio- e provavelmente tem "swing zones" eleitorais com ambos, o que é uma vantagem e um risco ao mesmo tempo. Só que isso exige a coragem de uma estratégia não convencional, que pode passar inclusive por reconhecer méritos. Campanhas eleitorais não são boxe, não basta escolher o adversário e atacar. O problema é ocupar um espaço na mente do eleitor.

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