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28 de mai. de 2014

Poder de fogo, por Ilimar Franco


A oposição esbanja otimismo e vende sua viabilidade diante das dificuldades que o governo enfrenta. Mas entre os estrategistas da reeleição não há desespero. Alegam que tudo vai ser diferente com a TV.

Dilma terá o dobro do tempo de Aécio Neves e Eduardo Campos juntos, para mostrar seu governo. E mais: em 45 dias, ela terá cerca de 1.400 inserções de 30 segundos (30 ao dia). Aécio, 450 (10 ao dia) e Eduardo, 180 (4 ao dia).

Ilimar Franco, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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29 de nov. de 2013

Divisão no PT, por Ilimar Franco

Os petistas estão divididos sobre a reação às prisões dos condenados pelo mensalão. O alarido na defesa dos presos incomoda uma parcela da tendência que comanda o partido.

Um dos integrantes da Executiva avalia que essa mobilização pode gerar movimento idêntico dos adversários. A linha da defesa também não unifica. Um ministro traduz: “Ocorreram irregularidades. Não tenho coragem de dizer que são presos políticos”.


Esses quadros petistas da tendência majoritária, a CNB, consideram que a raiz do escândalo está no equívoco do PT ao centralizar o financiamento da campanha eleitoral de 2002. E que a relutância de assumir o crime eleitoral, desde o começo, levou-o à derrota na guerra de comunicação. Novos erros estariam sendo cometidos agora.
Um deles foi José Dirceu informar que trabalharia num hotel, que levou ao vazamento do salário (R$ 20 mil). Além disso, para alguns, o tom da reação parece desmesurado. Um petista comenta: “Tem gente muito solidária e que quer que todo mundo fique”. O centro desse debate interno é sobre qual a melhor maneira de proteger a imagem do PT.

Por Ilimar Fanco, O Globo.

Enviado por Eri Santos Castro.
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13 de mai. de 2013

O gargalo da aliança PT-PMDB não é o Maranhão, veja o porque com Ilimar Franco.

Os rifados, por Ilimar Franco


Não há lugar na chapa do PT na Bahia para o vice da CEF, Geddel Vieira Lima. Nem há para o líder no Senado, Eunício Oliveira, na chapa do PT do Ceará e na do governador Cid Gomes (PSB).

No Rio, o PT rejeita a liderança do governador Sérgio Cabral. Por isso, eles se sentem excluídos do projeto de poder do PT. E advertem que não é fácil aprovar numa convenção do PMDB, sem seus votos, a manutenção da aliança.


Lembram que em 1998, a despeito do poder do PSDB, não foi aprovado o apoio à reeleição do ex-presidente FH. E querem que o PMDB fale duro, como em 2010, diante de um presidente Lula que queria o senador Hélio Costa na vice da presidente Dilma.

Por Ilimar Franco, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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