Mostrando postagens com marcador ditador Hosni Mubarak. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ditador Hosni Mubarak. Mostrar todas as postagens

3 de jun. de 2012

Ex-ditador do Egito, Mubarak é condenado à prisão perpétua

Ex-ditador do Egito, Mubarak é condenado à prisão perpétua
Hosni Mubarak, 84, ex-ditador egípcio, foi condenado à prisão perpétua pelo Tribunal Penal do Cairo. Ele foi considerado culpado pela morte de manifestantes nos protestos que levaram à sua renúncia, em 2011.

23 de nov. de 2011

2ª revolução apressa plano de saída de militares

Junta antecipa eleição presidencial e propõe referendo; multidão exige renúncia

Uma segunda revolução - desta vez para pedir a saída dos militares - assombra o Egito, nove meses após a queda do ditador Hosni Mubarak. Acuado por milhares de manifestantes, o marechal Mohamed Tantawi, líder da junta militar que comanda o país, foi à TV para anunciar que vai acelerar as eleições presidenciais, que devem ocorrer até meados de 2012. Sem detalhes, propôs ainda deixar o cargo se a população assim decidir num referendo. E manteve as eleições legislativas de segunda-feira. Na Praça Tahrir, num clima de déjà vu, a multidão rejeitou a oferta, exigindo o fim do regime militar. 


Saiu em O Globo.
Editado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

22 de nov. de 2011

Egito em convulsão



  • A onda de protestos nas ruas do país provocou ontem a queda do primeiro-ministro, Essam Sharaf, e de todo o seu gabinete. Ele renunciou após mais um de confronto entre manifestantes e forças de segurança. O número de mortos chega a 35 e há mais de 1,8 mil feridos. Palco da revolução que derrubou o ditador Hosni Mubarak no início do ano, a Praça Tahir virou um campo de batalha.
    Saiu no Correio Braziliense.
    Editado por Eri Santos Castro.
    Compartilhe.
     

3 de jul. de 2011

Egito rejeita condições do FMI

Egito rejeita condições do FMI
 
O Egito recusou as condições impostas pelo FMI para conceder um empréstimo de mais de 3 bilhões de euros, por entender que violam a soberania nacional. A decisão foi anunciada pelos governantes militares que assumiram o poder após a queda de Mubarak. Algumas das condições impostas pelo FMI e pelo Banco Mundial incluíam a privatização de bancos e uma maciça redução dos subsídios para energia e alimentos e já tinham desagradado a população.

> LEIA MAIS | NA CARTA MAIOR.
Enviado por Eri Ssantos Castro.
Compartilhe.

14 de abr. de 2011

No Egito ditador é preso. Já no Maranhã, ditador manda e desmanda

Ex-ditador egípcio é preso em hospital
Destino e punição de Mubarak, o segundo déspota detido esta semana, são incertos

A detenção, ontem, do ex-ditador do Egito Hosni Mubarak foi a segunda de um déspota anunciada esta semana - após a retirada do poder de Laurent Gbagbo, da Costa do Marfim. Mubarak recebeu voz de prisão enquanto estava internado num hospital do balneário de Sharm el-Sheikh. O novo governo marfinense prometeu levar Gbagbo ao banco dos réus. O destino e a punição dos dois, no entanto, são incertos.


Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

17 de fev. de 2011

Por que comento tanto sobre o Egito?



Os próximos tempos no Egito serão turbulentos, mas a turbulência é preferível à falsa estabilidade da autocracia, escreve Condoleezza Rice.
Comento sempre sobre o Egito, por que aqui nós temos também um faraó. O que você acha disso?

16 de fev. de 2011

Nobel da Paz egípcio se diz apreensivo com militares


O Nobel da paz Mohamed ElBaradei, um dos pais dos protestos egípcios, esta apreensivo. "Queríamos o Exército para evitar uma guerra civil, não como ponte para a democracia."
Compartilhe.

15 de fev. de 2011

Meras Coincidências

edson vidigal

Edson Vidigal
 Outro dia em São Paulo numa conversa sobre essas coisas do Maranhão um editor me disse não entender como é que eles, os Sarney e os do seu grupo, sempre ganham as eleições.

Foi aí que eu lembrei o caso mais recente que está atraindo as atenções do mundo, o do Egito. Lá também o Mubarak sempre ganha eleições.

No Egito também ha partidos de oposição, candidatos de oposição, mas quem faz maioria no Parlamento é o Mubarak. E o Presidente há 30 anos, eleito pelo voto direto, é ele.

Agora, vendo o que vemos, quase 2 milhões de pessoas numa praça do Cairo exigindo a renúncia de Mubarak, num movimento sem lideres, acima dos partidos, vem ao caso lembrar o que de exato se passa com os que mesmo sem o apoio da maioria do Povo conseguem vencer eleições.

Os cenários são quase sempre muito parecidos.

O déspota de agora é alguém que num passado remoto se inscreveu e atuou em alguma batalha de libertação defendendo valores e princípios logo esquecidos no poder que açambarcou.

O Mubarak, por exemplo, esteve entre os que lutaram contra a opressão do império britânico no seu País.

No Maranhão houve uma luta de 20 anos contra a opressão do caciquismo político que só atrasava o Estado piorando as condições de vida do Povo.

Depois da vitória, o que se vê ainda hoje, 50 anos depois?

O que se vê no Maranhão ainda hoje é o mesmo caciquismo político em edição ampliada consolidando o poder de uma oligarquia decadente, pobre apenas em espírito público, odiosa e de métodos gerenciais muito anacrônicos segurando a pobreza sobre um Povo porque um Povo pobre e dependente, ainda mais descrente nas opções oferecidas, demora muito a se levantar.

Os princípios republicanos da alternância do poder entre a pluralidade de programas e de ideias e da igualdade de todos perante a mesma lei foram atirados para escanteio.

No dever de casa a primeira providência é produzir a apatia da população, disseminando a pobreza, o analfabetismo, o entretenimento vulgar, o controle dos meios de comunicação, o suborno por meio de todo tipo de vantagem ilícita e também dos empregos públicos, das despesas públicas, de todas as verbas públicas.

Salvo as exceções que a prudência e a boa educação mandam sempre que se faça, no Maranhão hoje todos, do analfabeto ao professor, do braçal ao intelectual, quem não depende do poder público, leia-se do poder político da oligarquia, para sobreviver?

Daí que para eles, da família, fica menos difícil vencer eleições. Vencer, não. Tomar. Quando não há condições de igualdade na disputa não se vence, se toma.

Mas aqui, como no Egito de Mubarak, não conta só o poder. Não conta só a violência e a cooptação do poder e a corrupção do dinheiro.

Conta, sobretudo, a opressão do poder e a força do dinheiro mandado pelo aliado de fora.

No Egito, contou o apoio até ha pouco incondicional dos Estados Unidos. No Maranhão, conta o apoio ainda hoje incondicional do Governo Federal.

Os Estados Unidos, agora sob nova direção, vendo mais de 2 milhões de pessoas numa praça do Cairo reclamando contra o atraso de 30 anos no Egito, cuidou logo de retirar seu apoio a Mubarak.

Aqui ainda vamos ter que tocar o coração de cada maranhense, do analfabeto ao intelectual, do vendedor ambulante ao empresário, animando a todos contra essa dolorosa apatia.

Para que, enfim, todos despertados sensibilizem como agora no Cairo o Governo Federal? Qual nada.

Primeiro vamos ter que ganhar deles o Governo do Estado e as cadeiras do Maranhão no Congresso Nacional. Tarefa difícil, mas nunca impossível.

Do jeito que está é que não dá. Não dá mais.

Acesse o blogue - www.EdsonVidigal.com
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

13 de fev. de 2011

Egípcios recusam-se a sair da praça Tahrir e reivindicam prazos para reformas

Após a renúncia de Hosni Mubarak, na sexta-feira (11/02), centenas de manifestantes permanecem concentrados na praça Tahrir até que as Forças Armadas anunciem um prazo concreto para cumprir as exigências populares, sendo a primeira delas a anulação da Lei de Emergência, vigente desde 1981.

"Nossa primeira reivindicação já foi cumprida, que é a retirada de Mubarak. Mas agora, para que saiamos da praça, queremos o compromisso das Forças Armadas de que responderão a nossos pedidos em um prazo de tempo determinado", disse à Agência Efe o jovem manifestante Ahmed Shair.

Shair tentava explicar a situação a alguns jovens manifestantes, que portavam cartazes com os dizeres "O Exército está acima de nossas cabeças, mas onde estão nossos direitos?", "O Exército e o povo são a mesma mão" e "Só Alá derruba o regime".

Outra manifestação em massa foi convocada para a próxima sexta-feira para insistir no rápido cumprimento das promessas de transição e uma agenda concreta para responder às demandas dos manifestantes. Entre as reivindicações, Shair citou a dissolução do Parlamento, a reforma da Constituição e a formação de um novo governo.

Enquanto alguns jovens gritavam frases para lembrar os manifestantes que morreram nos incidentes, outros faziam a limpeza da praça e desmontavam as barracas onde dormiram.

Saiu no Opera Mundi.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

12 de fev. de 2011

Revoltas assustam oligarquias

O risco do efeito dominó
Esses ventos chegarão ao Maranhão
De Bagdá à Cidade de Gaza, as revoltas populares que derrubaram os ditadores do Egito e da Tunísia dão esperança a populações oprimidas sob regimes autoritários no mundo árabe. Mas também causam apreensão de que o ímpeto revolucionário desestabilize outros atores de peso na região. A pobreza extrema do Iêmen preocupa, assim como a insatisfação dos jovens da Argélia, onde o presidente Abdelaziz Bouteflika proibiu uma megamanifestação prevista para hoje.

Enviado por Eri Santos Castro. 
Compartilhe.

Cai o último faraó. E agora?

Mubarak renuncia, entrega poder a militares e egípcios tomam ruas em explosão de alegria

Um mês após a fuga do presidente da Tunísia e no mesmo 11 de fevereiro em que, há 32 anos, uma revolução expulsou o xá do Irã, os egípcios conseguiram, ao fim de 18 dias de protestos ininterruptos, derrubar o ditador Hosni Mubarak, coronel que ocupava o poder há 30 anos. Sua resistência a renunciar, na véspera, redobrou a fúria da população, que ontem foi para as ruas em número ainda maior. Coube ao vice-presidente, Omar Suleiman, encerrar o impasse, anunciando que Mubarak entregara o poder a um conselho de militares. A multidão explodiu em comemorações pelo país, conquistando, assim, o primeiro objetivo de uma revolta que, sem líderes fortes, deixa no ar incertezas sobre a transição. O presidente dos EUA, Barack Obama, previu tempos difíceis para o Egito. 


Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.

10 de fev. de 2011

Egípcios fazem greve e cercam o Parlamento

Milhares de manifestantes estenderam ontem sua revolta protestando na frente do Parlamento egípcio. Sindicalistas paralisaram vários setores, após vice dizer que país não está preparado para a democracia.

Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Cstro.
Compartilhe.

8 de fev. de 2011

No Egito, oposição intensifica protestos no 15º dia de manifestações contra Mubarak

A oposição decidiu intensificar a partir desta terça-feira (08/02) as manifestações em protesto ao governo do presidente do Egito, Hosni Mubarak. No 15º dia de protestos no país, milhares de pessoas ocuparam nesta manhã a Praça Tahrir – local de concentração das manifestações no Cairo. Os manifestantes dormiram em tendas e cobertores, alguns se abrigaram perto dos tanques do Exército, estacionados nos arredores da praça.

Uma grande faixa com a inscrição "O povo exige a saída do regime" está estendida sobre o conjunto de tendas e lonas. Os protestos começaram no último dia 25. A ocupação da praça se tornou o símbolo da revolta anti-Mubarak. Pelas Nações Unidas, cerca de 300 pessoas morreram e 3 mil ficaram feridas.

Com Agências de Notícias Internacionas, via Opera Mundi.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

7 de fev. de 2011

Protestos no Egito seguem pelo 14º dia

Milhares de manifestantes mantiveram nesse domingo (06/02) e segunda-feira (07/02) a vigília na Praça Tahrir, no Cairo, mesmo depois de iniciado o processo de negociação entre o governo do presidente egípcio, Hosni Mubarak, e a oposição. Nas negociações, que começaram no 13º dia de protestos pela renúncia de Mubarak, o vice-presidente egípcio, Omar Suleiman, ofereceu a criação de um comitê para estudar reformas constitucionais.
Os grupos opositores, no entanto, incluindo a Irmandade Muçulmana, reagiram com cautela à oferta. Alguns líderes oposicionistas afirmaram que estão céticos sobre as boas intenções do governo e que pediram uma série de medidas para restaurar a confiança entre os dois lados. Foi a primeira vez que representantes do governo e da Irmandade Muçulmana – uma organização que é declarada ilegal no país – conversaram.

A TV estatal informou ter sido definida a criação de um comitê, formado por juristas e figuras políticas, incumbido de sugerir mudanças constitucionais. Os participantes também teriam condenado a interferência externa na resolução da crise no Egito e teriam dito que irão trabalhar por uma transição de poder pacífica.

As exigências, porém, são mais amplas, como o fim imediato das leis de emergência, que vigoram no país há 29 anos, dando poderes de repressão ao Estado, e o fim do que a oposição chama de “incentivo à intimidação” na televisão estatal.
Depois de quase duas semanas de protestos, Mubarak – no poder desde 1981 – insiste em permanecer no governo. No entanto, em rede nacional, o presidente informou que não irá se candidatar à reeleição em setembro. Ele fica, porém, no poder até dezembro, quando há a transmissão de cargo para o sucessor.
Ontem, os bancos no Egito reabriram, depois de uma semana fechados, e longas filas se formaram. Em decorrência de temores de que a população tente sacar o dinheiro depositado em contas, o Banco Central decidiu liberar parte de suas reservas de US$ 36 bilhões para cobrir as possíveis retiradas.

A direção do Banco Central do Egito assegurou que todas as transações serão honradas. O governo tenta reanimar a economia do país, que, segundo estimativas, está perdendo pelo menos US$ 310 milhões por dia devido à crise. No sábado (05/02), Mubarak convocou uma reunião de emergência com a equipe econômica em busca de medidas para evitar o agravamento da crise política que se estendeu para a economia.

*Matéria publicada originalmente no Opera Mundi
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

6 de fev. de 2011

Decretada fim da olgarquia Mubarak

Opositores, aliados e intelectuais propõe que presidente do Egito abra mão do poder e continue formalmente com o título até setembro, quando estão previstas eleições no país. A ideia é que o vice-presidente Omar Suleiman fique à frente do governo de transição. O clima segue tenso nas ruas, com rumores de atentado contra Suleiman e explosão de gasoduto no Sinai.

Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

3 de fev. de 2011

Depois do Egito, ditadores estão temerosos


Depois do Egito, ditadores estão temerosos
Ganha um doce quem advinhar quem é esse de bigode.

Charge do Nani.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.
Ao vivo do centro do Cairo. http://on.msnbc.com/hI9FxY
on.msnbc.com

EUA e Europa aumentam o tom pela saída de Mubarak, enquanto que o Brasil silencia. Por que?

Os EUA pediram antecipação das eleições e exigiram a saída de Mubarak para 'ontem'. Nessa mesma linha Europeus endureceram o tom e já falam em fim da Era Mubarak. 

Enquanto que Brasil silencia, mas avaliação é que Mubarak tem de sair.

O governo declarou que a transição não começará "imediatamente", como querem os EUA, e denunciou intervenção externa.  

Agentes do governo proibiram fotografias e filmagens do centro do Cairo.

EUA e Europa manifestaram preocupação com a segurança do canal de Suez, rota do petróleo.
 

Com Folha e Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

O ditador contra-ataca

 Egito: Mubarak contrata três mil mercionários

A cavalo ou camelo, aproximadamente três mil mercionários contratados pelo ditador Hosni Mubarak atacaram manifestantes com porretes e chicotes.

Os rebeldes reagiram quebrando calçadas e lançando as pedras. À noite, os dois lados passaram a atirar coquetéis molotov, e prédios pegaram fogo em torno da praça. O confronto deixou pelo menos três mortos e mais de 1.500 feridos.

Jornalistas estrangeiros foram agredidos pelas forças leais a Mubarak e tiveram seus quartos em hotéis invadidos - inclusive brasileiros.


Com Agências internacionais e a Folha.
Enviado por Eri Santos Castro. 
Compartilhe.