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24 de jan. de 2016

Os 20 livros mais influentes de todos os tempos

'A origem das espécies', de Charles Darwin, é eleito livro acadêmico mais influente da história. No top 20 estão 'O segundo sexo', de Simone de Beauvoir, 'A riqueza das nações', de Adam Smith, 'A República', de Platão e 'Manifesto Comunista', de Marx e Engels.
livros mais influentes mundo
Lista dos 20 livros mais influentes do mundo foi feita por profissionais especializados. Obra vencedora, no entanto, foi eleita por votação do público (Pragmatismo Político)
O livro “A origem das espécies”, do naturalista inglês Charles Darwin, foi eleito o livro acadêmico mais influente de todos os tempos. O resultado foi divulgado nesta terça-feira (10/11) pela organização da Academic Book Week, evento que acontece nesta semana em vários lugares do Reino Unido. “A origem das espécies” (“On the origin of species”, no original) já foi descrito por estudiosos como “um livro que mudou a forma como pensamos sobre tudo”.
A votação foi aberta ao público após profissionais de renome na área estipularem uma lista de 20 finalistas(ver lista completa abaixo), incluindo “O segundo sexo”, de Simone de Beauvoir, e “A riqueza das nações”, de Adam Smith.
Uma lista prévia com 200 títulos havia sido levantada por editores britânicos e depois foi reduzida por livreiros, bibliotecários e editores até chegar a 20. Entre estes, quatro escritos por mulheres: além de “O segundo sexo”, de Beauvoir, há “Primavera silenciosa”, de Rachel Carson, obra fundadora do movimento ambientalista; “Reivindicação dos direitos da mulher”, de Mary Wollstonecraft, um dos marcos do pensamento feminista; e “The female eunuch” (A mulher eunuco, em tradução livre), de Germaine Greer, também um texto importante para o movimento feminista.
“A origem das espécies” introduziu à comunidade científica a ideia da evolução, segundo a qual a diversidade biológica é o resultado de um processo de modificações dos descendentes através de gerações. Os seres que desenvolvessem capacidades mais eficientes para as suas necessidades resistiriam à seleção natural. O livro foi resultado de anos de estudo de Darwin, o que incluiu uma expedição a bordo do barco Beagle pelo mundo, passando por cidades brasileiras como Salvador e Rio de Janeiro.
Além de ‘A Origem das Espécies’, confira os outros 19 livros que integram a lista dos mais influentes (relação em ordem alfabética):
“1984”, de George Orwell
“A formação da classe operária inglesa”, de Edward Palmer Thompson
“A República”, de Platão
“A riqueza das nações”, de Adam Smith
As obras completas de William Shakespeare
“As utilizações da cultura”, de Richard Hoggart
“Crítica da razão pura”, de Immanuel Kant
“Manifesto comunista”, de Karl Marx e Friedrich Engels
“Modos de ver”, de John Berger
“O macaco nu”, de Desmond Morris
“O príncipe”, de Nicolau Maquiavel
“Orientalismo”, de Edward Said
“Os direitos do homem”, de Thomas Paine
“O segundo sexo”, de Simone de Beauvoir
“O significado da relatividade”, de Albert Einstein
“Primavera silenciosa”, de Rachel Carson
“Reivindicação dos direitos da mulher”, de Mary Wollstonecraft
“The female eunuch” (A mulher eunuco, em tradução livre), de Germaine Greer
“Uma breve história do tempo: do Big Bang aos buracos negros”, de Stephen Hawking
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de set. de 2015

A História da Filosofia em um gráfico


O blogueiro britânico Simon Raper, do blog Drunks & Lampposts, criou este mapa incrivelmente informativo. Ele usou um algoritmo para processar dados extraídos da Wikipédia e montar o gráfico, onde cada filósofo é representado por um nó na rede e as linhas entre eles representa as respectivas influências. O algoritmo que produziu o gráfico foi programado para colocar os nós mais conectados no centro do diagrama, assim vemos os nomes dos filósofos mais influentes em tamanho maior e agrupados no centro. As cores representam as diferentes escolas e tradições filosóficas.
Clique na imagem para ver no tamanho original:
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Simon Raper publicou sua fantástica contribuição no ano passado em seu blog. Na ocasião, ele disse ainda que, no futuro, pretende “adicionar também a direção de influência com uma ponta de seta nas linhas”. Como se não bastasse o magnífico trabalho, Raper, por seu espírito perfeccionista, parece não estar completamente satisfeito com sua criação, sobre a qual ainda aponta algumas falhas. “A deficiência, porém, é que essa avaliação só leva em conta as linhas diretas de influência. Influência indireta através de outra pessoa na rede não entrará nele. Isso provavelmente explica por que Descartes está menor do que você pensa. Também seria melhor se os nódulos fossem dimensionados apenas pelo número de conexões externas, embora eu acho que, em geral, as diferenças seriam pequenas”, diz Raper.
Publicação direta do Charlezine, por Charles Andrade Santana.
Sugestão de pauta: Valdério Jr.
Enviado por Eri Santos Castro.
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5 de nov. de 2011

A Hipótese dos Antigos Astronautas


Recentemente li um post no Momentum Saga intitulado “Astronautas do Passado” e retomei algumas antigas lembranças dos meus saborosos devaneios ufológicos juvenis ao ler, pela primeira vez, “Eram os Deuses Astronautas?” de Erik von Daniken. E digo “saborosos devaneios ufológicos juvenis” por ainda não ter estabelecido uma noção maior de criticidade e mesmo de base científica para analisar todas aquelas informações históricas enviesadas pela Ufologia de von Daniken. Mas ainda que esse senso maior de criticidade e criação de base científica tenha se formado, toda a ideia em torno do contato entre terrestres e alienígenas ainda é muito estimulante para se pensar a (s) realidade (s). Sim, contando com o plural pra definir a realidade porque, afinal de contas, não há uma única cultura, não há uma única forma de se experenciar a história (o tempo), então porque apenas a ideia de uma “realidade”?
Ilustração de Atlântida segundo a descrição de Platão

Acho que uma boa parte da questão sobre os antigos astronautas se resume à História. E no caso, a História nos chega em pedaços para que aqueles e aquelas que se dedicam ao estudo da História possam nos dizer, de certa forma, como foi o passado (não resgatar, porque quem resgata é bombeiro). E parte dessa história que chega aos pedaços me faz ficar muito alerta quanto a forma como as elites pensantes conduziram a informação e a distribuiram.

Veja-se o caso dos Manuscritos do Mar Morto ou de Nag Hammadi, acho muito dificil que a Igreja Católica não soubessse e mesmo tivesse em sua famosa biblioteca exemplares de textos apócrifos tidos como “desaparecidos”. A informação existe, mas não era compartilhada. A própria “segurança científica” só começou a imperar há pouco tempo. E a ciência nasceu do questionamento e não do dogma. Dogma é religião. Ciência é ceticismo, mas não ceticismo que impede a pessoa de avaliar possibilidades que se transformam em hipóteses, até mesmo porque se o cientista se pautar em limitar sua imaginação não fará boa ciência. 

E ciência é desafiar os limites daquilo que é visível. Dai chego a questao dos antigos astronautas. Negar sem provar é o mesmo que afirmar sem provar. A diferença é a capacidade de analisar e falsear suas hipóteses. Relatos de antigas civilizações anteriores a atual humanidade pipocam (Mahabaratta, Epopeia de Gilgamesh, etc) e o “contato” com os deuses era comum e por eles não terem nossa ciência significa que o que afirmam é inteiramente fantasioso? como provar isso? serve o “argumento pela ignorancia” neste caso? Boa parte desse conhecimento técnico antigo se perdeu (veja-se o relato sobre os carros voadores no Mahabaratta), assim como os relatos de como eram as civilizações pré-última Era Glacial ou, no caso do Oriente Médio e Proximo, pré-Dilúvio. Tenho a forte desconfiança de que os mitos nascem de verdades, descobrir a gênese de tudo isso é que se constitui o maior desafio.

Por exemplo, as pirâmides do Egito, foram construídas pelos alienígenas? Eu duvido muito, concordo com a Sybilla do Momentum Saga que seria limitar de verdade as capacidades humanas. E seriam os humanos “fantoches” dos alienígenas, em algum momento? É uma visao, que pode estar errada (e acredito nisto), mas não inviabiliza a possibilidade de que possam ter existido contatos entre especies de mundos diversos. Não precisam ser humanoides e nem mesmo reptlianos. Mas podemos pensar em possibilidades. Como chegaram até a Terra? A possibilidade de contato com alienígenas é viável, mas tem de ser debatida de forma razoável e racional e não com paus e pedras de lado a lado.

Editado por Eri Santos Castro.
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20 de mar. de 2011

Cientistas descobrem destroços de Atlântida

UM BELO ACHADO PASSEANDO PELO MUNDO DA INTERNET
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Ciência Hoje - Metrópole pode ter sido destruída por um tsunami.

Uma equipa de geólogos e arqueólogos americanos diz ter encontrado as ruínas de um memorial da cidade perdida de Atlântida na zona de Cádiz, sul da Andaluzia. De acordo com o documentário "Finding Atlantis", no qual a descoberta foi apresentada, esta metrópole pode ter desaparecido graças a um tsunami que a destruiu há nove mil anos.
"É difícil perceber como um tsunami foi capaz de 'varrer' cem quilómetros de terra, mas foi isso que aconteceu", frisou Richard Freund, da Universidade de Hartford, nos Estados Unidos, que liderou a investigação.

Freund localizou a metrópole a 96 quilómetros da costa, nos pântanos do Parque Nacional de Doñana. Contudo, esta descoberta parece não corresponder à Atlântida original, mas a uma cidade feita à sua imagem por sobreviventes da primeira.

Através de imagens de satélite, a equipa suspeitou de uma cidade submersa naquela localização. Para solucionar este mistério, os investigadores recorreram, entre 2009 e 2010, a radares, cartografias subaquáticas e outras tecnologias e constataram que a cidade que encontraram era feita à semelhança da Atlântida.

Os especialistas querem agora fazer novas escavações neste local para estudar mais a fundo as formações geológicas e os artefactos que lá existem.

De Platão à actualidade
Os primeiros relatos da mítica Atlântida datam de há 2400 anos, quando Platão descreveu-a como "uma ilha situada em frente ao estreito chamado de Pilares de Hércules", denominação do Estreito de Gibraltar na antiguidade.

Apesar dos relatos do filósofo grego dizerem que esta "desapareceu de um dia para o outro nas profundezas do oceano", a dúvida sobre a existência desta metrópole persiste há milhares de anos. Já em 2004 e em 2009 outros investigadores disseram tê-la encontrado no Chipre e perto das Canárias, respectivamente.

Do site Diário liberdade, aqui.
Enviado por Eri Santos Castro.
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