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7 de dez. de 2011
15 de abr. de 2011
Brics querem reformar ONU, FMI e Bird
Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul pedem mais
representatividade no Conselho de Segurança
No comunicado de encerramento do seu terceiro encontro, em Sanya, na China, os líderes dos cinco países dos Brics (Brasil, Rússia, índia, China e África do Sul) pediram explicitamente, pela primeira vez, mudanças no Conselho de Segurança da ONU. Sem citar as pretensões de Brasil e Índia de integrar o Conselho, o texto defende reformas na ONU para aumentar a representatividade. Além disso, os Brics pediram reforma do FMI e do Banco Mundial (Bird).
Com G1.
Enviado por Eri Santos Castro.
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14 de abr. de 2011
BRICs afinam o discurso
Líderes dos países que compõem o bloco ensaiam temas de consenso para o encontro de hoje, na China. Dilma Rousseff voltará a condenar a violência na Líbia, revela a enviada especial Denise Rothenburg.
Saiu no Correio Braziliense.
Enviado por Eri Santos Castro.
Saiu no Correio Braziliense.
Enviado por Eri Santos Castro.
11 de abr. de 2011
O que esperar de Dilma na China?
Ás vésperas do encontro da presidente com o dirigente chinês, diplomatas tentam chegar a acordo em temas da agenda internacional que constarão no comunicado conjunto a ser assinado amanhã pelos dois países. Na quarta, Dilma participa de reunião de cúpula dos Brics.Ás vésperas do encontro da presidente com o dirigente chinês, diplomatas tentam chegar a acordo em temas da agenda internacional que constarão no comunicado conjunto a ser assinado amanhã pelos dois países. Na quarta, Dilma participa de reunião de cúpula dos Brics.
Com Carta Capital.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Com Carta Capital.
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18 de mar. de 2011
16 de dez. de 2010
Bric passa a ter poder de veto no FMI
A reforma que redistribui o poder de decisão no Fundo Monetário Internacional (FMI) foi aprovada ontem pelo conselho de governadores da entidade, com mais de 85% de votos. Mas há o risco de sua execução só ocorrer em outubro de 2014, por causa de uma série de vinculações, dificuldades e resistências. A reforma confirma o Brasil entre os dez maiores em quotas e poder de voto. As cadeiras dos Bric - Brasil, Rússia, Índia e China - juntas representarão 15,47% e passarão a deter direito de veto nas principais decisões, se continuarem atuando de forma coordenada. A principal dificuldade para que a reforma seja aplicada é a vinculação entre aumento das quotas e mudança no Convênio Consultivo, que exigirá que todos os diretores-executivos passem a ser eleitos, acabando com o privilegio de nomeações pelos cinco grandes.
Do Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
Do Valor Econômico.
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