Mostrando postagens com marcador Valter Pomar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Valter Pomar. Mostrar todas as postagens
15 de mar. de 2014
22 de nov. de 2013
Lição para o PT: Antes tarde, do que tarde demais
Valter Pomar afirma que “setores do PT concentram sua energia em denunciar a ilegalidade das prisões e da AP 470, prestando solidariedade aos presos e buscando inclusive maneiras de anular o julgamento. Sem prejuízo de tudo o que se pode e deve fazer neste sentido, temos que entender que a prisão de dois ex-presidentes do Partido é, na melhor das hipóteses, uma metáfora do que nos aguarda, a todos e a todas nós, se o PT não mudar seu “método” de fazer política. Mais precisamente, precisamos mudar de estratégia”.
5 de ago. de 2013
Lula: "O Foro de São Paulo foi crucial para a chegada da esquerda ao poder"
Lula: O Foro de São Paulo foi crucial para a chegada da esquerda ao poder
“Precisamos também de uma nova forma de organização”, afirmou Lula lembrando as recentes manifestações
Leia a matéria completa: http://migre.me/fFPam
Declaração Final dos Encontros do Foro de São Paulo (1990-2012)
Este livro contém a “Declaração final” de dezoito encontros do Foro de São Paulo, organização criada nos anos 1990 a partir de um seminário internacional convocado pelo Partido dos Trabalhadores do Brasil.
Mais informações sobre o Foro de São Paulo podem ser obtidas no livro Foro de São Paulo: construindo a integração latinoamericana e caribenha, de Valter Pomar e Roberto Regalado (Editora Fundação Perseu Abramo, 2013).
O debate sobre a organização e a estratégia da esquerda na América Latina e Caribe acontece em uma conjuntura histórica marcada pela crise global, pelo declínio da hegemonia dos Estados Unidos, pela emergência de novos pólos de poder mundial, pela instabilidade e por conflitos políticos, sociais e militares cada vez mais intensos e perigosos.

América Latina e Caribe sofrem os efeitos desta situação mundial, mas ao mesmo tempo constituem uma região marcada pela presença de movimentos sociais, partidos políticos e governos que não apenas têm conseguido reduzir os impactos da crise, como também têm conseguido implementar políticas públicas e colher resultados práticos que constituem inspiração e esperança para amplos setores da humanidade.
Texto completo aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.
7 de mar. de 2013
26 de jul. de 2012
15 de fev. de 2012
Artigo - Kassab: a soma que diminui, por Valter Pomar
Os defensores da aliança com Kassab desconsideram ou minimizam programa, pesquisas e o impacto que esta aliança teria sobre a unidade partidária.
Dizem que a quantidade se transforma em qualidade. Assim passou no ato comemorativo do aniversário de 32 anos do Partido dos Trabalhadores, quando o presidente do PSD foi recebido com uma sonora vaia. Vaia, é bom dizer, que em boa medida saiu da boca de gente graúda do Partido: prefeitos, deputados e lideranças nacionais. Não de uma minoria de esquerda, não das bases, mas de dirigentes de diferentes talantes.Registre-se algo óbvio: a vaia era para Kassab, mas também para os que desejam aliar-se com Kassab. As pesquisas de opinião registram: trata-se de um prefeito mal avaliado. Muito mal avaliado. O mais importante, contudo, é o motivo da má avaliação: seu governo piorou a vida do povo da capital paulista.
Os defensores da aliança com Kassab desconsideram ou minimizam programa, pesquisas e o impacto que esta aliança teria sobre a unidade partidária. Concentram-se apenas numa aritmética: é preciso retomar São Paulo, para isto precisamos de aliados, Kassab tem a nos oferecer de vice o senhor Meireles (aquele, dos juros altos) etc e tal.
Mesmo desconsiderando coisas menores como ideologia e coerência, trata-se de uma aposta de risco. Lançar dois ex-ministros de Lula, ambos debutantes numa eleição paulistana-nacional, desagradando de saída parte dos apoiadores e acreditando que a aliança com Kassab coloca mais do que tira.
Em certo sentido, estamos diante de um remake de 2003-2004, quando se tentou transformar a política de alianças do governo federal em política de alianças do Partido. Com um agravante: a derrota de 2004 e a crise de 2005 se deram num contexto nacional e internacional ainda favoráveis.
Hoje vivemos uma situação muito distinta. As fórmulas políticas e econômicas que foram suficientes durante o governo Lula, estão se demonstrando insuficientes neste início de governo Dilma. É por isto que o país cresce, mas cresce menos; o emprego cresce, mas cresce menos; a renda cresce, mas cresce menos; a desigualdade cai, mas cai menos.
Noutras palavras: a situação ainda está boa, mas o horizonte de curto prazo é muito complicado, exigindo uma nova estratégia e a adoção imediata de medidas mais audaciosas, especialmente no terreno dos juros e do câmbio.
A complicação tem um componente político: embora a direita partidária esteja com dificuldades, a direita midiática está a todo vapor, cumprindo o roteiro apontado pelo tucano-mor, a saber, disputar a “nova classe média” com o PT.
Da nossa parte, a disputa começa por afirmar que não é média, não é classe, nem é nova. O que está em disputa é um setor da classe trabalhadora, que graças às políticas do governo Lula e do governo Dilma experimentaram um crescimento na sua capacidade de consumo. A grande disputa reside exatamente em fazer este setor compreender, pensar e agir como parte da classe trabalhadora. O que nos leva a perguntar por que cargas d´água nossa presidenta insiste em falar de um “país de classe média”....
Neste contexto, a aliança com Kassab é uma dupla âncora. Para além de uma opção eleitoralmente equivocada, revela uma opção conservadora na disputa ideológica. Uma opção por aliados privatistas, violentos contra os pobres, ideologicamente reacionários. Que não nos permitirão marcar a diferença e, portanto, deixarão a porta aberta para que candidaturas da direita apelem para um voto coerente.
Um filme que já vimos.
Valter Pomar é membro do Diretório Nacional do PT.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.
2 de set. de 2011
Esquerda mundial se reúne na sede nacional do PT
Marco Aurélio Garcia e Valter Pomar participaram do Seminário Internacional. (Foto Cristiano Silva / PT)
Evento debateu eleições na Argentina, México, Nicaraguá, Venezuela, Colombia, El Salvador entre outros.
O diretório nacional do Partido dos Trabalhadores reuniu representantes da esquerda mundial na véspera da etapa extraordinária do 4° Congresso do PT. O encontro intitulado “Seminário Internacional: a conjuntura mundial e as próximas eleições presidenciais na América Latina” contou com representantes dos principais governos e partidos da esquerda mundial.Membro do diretório nacional e secretário executivo do Foro de São Paulo, Valter Pomar, fez um apanhado geral sobre o seminário: “Acredito, pelo que eu senti dos participantes, que houve satisfação, primeiro por estarem aqui, por serem partidos que acompanham o PT há muitos anos, e em segundo lugar por temos feito um intercâmbio de opiniões”, definiu.
O evento foi iniciado logo cedo pela secretária de Relações Internacionais do PT, Iole Ilíada, seguido de painel sobre a crise e seus impactos no mundo. Depois do debate, os temas foram sobre as eleições em 2011 e 2012: Falou sobre a Argentina (Oscar Laborde), México (Julio César Tinoco), Nicarágua (Padre Miguel D’Escoto), Venezuela (Rodrigo Cabezas), Colômbia (Jaime Dussan) e El Salvador (Nidia Díaz). Por fim foi discutida a situação latino-americana, com exposição realizada por Marco Aurélio Garcia, da direção nacional do PT e assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais.
Valter Pomar encerrou a sessão: “Para nós que somos de esquerda, anti-capitalistas, que temos uma proposta de um modelo alternativo, essa crise também é uma situação que nos permite confirmar e reafirmar a nossa adesão ao socialismo”, disse.
Da Assessoria do PT.
Editado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.
Assinar:
Postagens (Atom)








