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3 de out. de 2015

Diálogos pertinentes: Ex-prefeito de Belém e a pré-candidata a prefeita de São Luís debatem sobre soluções para os problemas das metrópoles brasileiras

O ex-prefeito de Belém e atual dep Federal pelo PSOL Edmilson Rodrigues com Elisiane Gama debatendo soluções para os problemas das metrópoles brasileiras. Agora na Câmara Municipal. Avante São Luís!

Diálogos pertinentes continuam: os próximos convidados serão o senador e educador Cristovam Buarque e o arquiteto Jaime Lener.

9 de fev. de 2014

A revolução é o meio, por Cristovam Buarque

Não faz muito, os fins justificavam os meios usados para realizar as revoluções e a construção da igualdade justificava o sacrifício da liberdade. Mais recentemente, os propósitos sociais foram sacrificados em nome da plena liberdade comercial.
Para surpresa, as populações foram às ruas manifestar radical descontentamento com o estado das coisas. Mas esses movimentos têm carecido de objetivos transformadores e utópicos claros. Passam a impressão de que seus diversos objetivos parciais não carregam propósitos de transformação social. É como se a revolução estivesse no meio e não nos fins.
Uma revolução sem classe social vanguardista, sem líder condutor, sem partido, realizada pela desilusão, descontentamento e desespero com a realidade atual, sem proposta de outra realidade a ser colocada no lugar. Por isso, os movimentos não se enquadram nos modelos conhecidos.
É por desconhecer o que acontece que surge a tentação de negar a existência da revolução em marcha que se caracteriza, sobretudo, pela mobilização de pessoas pela internet. Com os instrumentos tradicionais de análise, é impossível entender este processo e nada indica que novos instrumentos lógicos estejam surgindo entre os intelectuais ou os políticos.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / ABr

A perspectiva é de um longo tempo de instabilidade social, decorrente não apenas de raras marchas de 100 mil, mas por cinco mil marchas de 200 pessoas. Número incapaz de derrubar governos, mas suficiente para desorganizar a estrutura social sem ameaçar a estrutura política.

16 de set. de 2013

PDT perdeu relevância e respaldo ético desde que assumiu Trabalho, diz Cristovam Buarque

Senador que disputou presidência da República pelo partido faz desabafo no Twitter após denúncias de desvios em ministério comandado pela legenda

Em tom de desabafo, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), comentou as denúncias de irregularidades no Ministério do Trabalho, liderado pelo também pedetista Manoel Dias, e defendeu as investigações na pasta. "É triste reconhecer, mas desde que assumiu ministério o PDT ficou irrelevante politicamente e suspeito eticamente", afirmou em seu perfil no Twitter na manhã desta segunda-feira, 16.
O ministério é alvo de investigações em duas operações da Polícia Federal, a Pronto Emprego e a Esopo, ambas apuram fraudes em convênios firmados com entidades para execução de programas federais. Após as denúncias, dois secretários da pasta já deixaram os cargos.
Com o Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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28 de ago. de 2013

Médicos cubanos: com a palavra o profº Cristovam Buarque


80% dos equipamentos que usamos são importados. Por que a gente pode importar um equipamento de ressonância magnética e não pode importar um médico?
Senador Cristovam Buarque (PDT-DF)

6 de ago. de 2013

A verdade por Cristovam Buarque

FRASE DO DIA
De repente, vem a ideia de uma agenda positiva para enganar o povo. Vamos falar com franqueza. O povo quer mudanças. O povo não quer ajustes. O povo quer uma nova história, não quer pontos e vírgulas nos documentos oficiais. Essa agenda positiva é uma ilusão que estamos criando na população ou mesmo um engano. Mas é isso o que estamos fazendo.
Senador Cristovam Buarque (PDT-DF)

20 de jun. de 2013

"Fazer contas". Por Cristovam Buarque

Há oito anos a população do Brasil se dedica a construção de estádios para a
realização da Copa. Não se pode esperar diferente em um país que já foi
chamado de uma “pátria de chuteiras”.

A população do Distrito Federal, por exemplo, ainda não tem times que

atraiam torcedores, mas está deslumbrada com um monumental estádio para 
71 mil espectadores a custo superior a R$1,6 bilhão. Poucos, porém, fizeram
as contas do que significa este custo.

A obra custou R$ 800 para cada um dos brasilienses. Considerando apenas os

adultos, o custo subiria para cerca de R$ 3 mil por cada pessoa. Se considerar 
dinheiro que deixou de ir para os 208 mil moradores mais necessitados, com rendimentos de até um salário mínimo mensal, o custo foi de cerca de R$ 8 mil, mais ou menos um ano de trabalho de cada um deles.

Com os recursos gastos com o estádio seria possível financiar a formação de 6.800 engenheiros de excelência, desde a primeira série do ensino fundamental em superescolas de qualidade internacional, ao custo anual de R$ 9 mil por aluno ao ano, pagando R$ 9.500 por mês para cada professor, até o final do curso de Engenharia, em cursos universitários de excelência iguais aos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).

27 de mar. de 2013

Crítica e Utopia: um livro de Nelson Levy, por Cristovam Buarque


Se não fosse por qualquer outra razão, este pequeno, profundo e instigante livro teria cumprido seu papel ao dedicar espaço para mostrar a diferença entre a “eu-topos”, a região da felicidade e da perfeição e o “ou-topos”, a região nenhum lugar; e o debate entre os impossibilitas que veem a utopia como definição do mundo impossível, e os “possibilistas” que a veem como o sonho a ser realizado.
Segundo ele, More teria chamado utopia a seu mundo ideal, não para dizê-lo como um mundo em lugar algum, mas um mundo possível de ser atingido em algum lugar. A diferença entre possibilistas e impossibilistas é também a diferença entre os que veem a utopia localizada em algum lugar ou em algum futuro.

Na Renascença que acabava de descobrir a América, é possível que Morus visse a utopia como fenômeno geográfico, mas logo depois ela passou a ser vista como um fenômeno histórico para o futuro. A partir da revolução industrial, a arrogância humana passou a ver utopia como a evolução temporal e, ainda mais, como um tempo natural, que os homens estariam “condenados” a atingir. Alguns até marcavam a data: o ano 2000.

A realidade mostrou que estamos adiando a realização do paraíso e passamos a dividir o mundo entre os portadores de utopias erradas, os socialistas, e os demais, todos incrédulos de utopias; ou ainda pior, aqueles que pensando que a tragédia humana já é o coroamento da utopia, o fim da história.


Em 188 páginas, o livro de Nelson Levy nos dá uma visão completa e escrita de forma muito agradável deste debate, aprofundando as diversas visões de autores importantes sobre a utopia. É um livro necessário no mundo de hoje, onde os impossibilistas, os incrédulos e os arrogantes, uns poucos que ainda acreditam na possibilidade de um mundo melhor e lutam por isso.

Cristovam Buarque, senador pelo PDT do Distrito Federal e ex-reitor da Universidade de Brasília, resenhará aqui um livro publicado no exterior ou um filme.
Enviado por Eri Santos Castro.
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29 de jan. de 2013

Desafios do futuro e um Senado que só pensa nas artimanhas, que Sarney se viciou

O Senado do Chile tem uma comissão permanente para pensar os Desafios do Futuro. Nela reúnem-se senadores e público para imaginar as alternativas adiante e orientar o país na sintonia com os rumos do mundo.

Nos dias 17, 18 e 19 deste mês, essa comissão organizou o II Congresso do Futuro, com 52 pensadores e políticos, além de um público de cerca de 300 pessoas, para discutirem os cenários em áreas tão distintas quanto à nanobiotecnologia, que vai revolucionar especialmente o próprio conceito de medicina; a política, como será feita a participação política no futuro; a saúde dos oceanos e dos rios; o mundo pós-energia fóssil; as novas fronteiras da vida, inclusive com a inteligência artificial e o potencial genético; as novas fronteiras do universo, inclusive o potencial de viagens espaciais e a exploração espacial; os desafios da alimentação, tanto para eliminar a fome, como para evitar a obesidade e o envenenamento por comidas prejudiciais à saúde; e a evolução da moral e da conduta humana.

O evento permitiu aos senadores situarem suas atividades e responsabilidades em defesa do Chile, levando em conta o que vai mudar no mundo nos próximos anos.

Para um brasileiro, ficou o sentimento de frustração porque ficaremos de fora da produção para mercados de trilhões de dólares nas áreas da biotecnologia; da exploração espacial, do domínio das novas fontes de energia; da criação no ramo da inteligência artificial; e até perder o que já temos como exportadores de alimentos e minerais, diante das novas formas de alimentação e da engenharia metalúrgica.

Depois de três dias de debates, os senadores chilenos presentes, ou os que tomarão conhecimento dos debates pela televisão, ficarão com a sensação do esforço que devem fazer para que o país deles tente se sintonizar com a realidade mutante do mundo em direção ao futuro.
Inclusive como fazer política, em um tempo no qual a comunicação entre eleitor e eleito já não é mais feita a cada quatro anos via comícios, mas instantaneamente, por meio das modernas ferramentas; e em um momento da história no qual o presente já é parte do futuro e o político deveria levar em conta não apenas o local e a próxima geração, mas também o longo prazo e o mundo inteiro.

Mas se os senadores chilenos ficam angustiados, imagine o senador brasileiro que, depois de sua palestra sobre o futuro, volta para participar de uma eleição, a fim de eleger uma nova direção do Senado, sem saber o que ela propõe para o futuro da própria Casa.

Um Senado sem consciência de sua plena responsabilidade para com o futuro, como se a política permitisse apenas acordos capazes de manter o funcionamento do país, no presente.

Enquanto todo mundo está mudando ao redor, o Senado parte para uma eleição destinada a manter o costume do velho ritmo de pensar somente nas artimanhas, que o passado nos viciou.

Cristovam Buarque é professor da UnB e senador pelo PDT-DF.

26 de set. de 2011

Por Cândido Lima-' Vale a pena ler de novo '

Um novo olhar sobre a política




Participei, nesta terça-feira, 13, de uma reunião, em Brasília, do Movimento pela Nova Política, idealizado pela ex-senadora Marina da Silva. Participaram da reunião os Senadores Cristóvão Buarque (PDT-DF), Pedro Taques (PDT-MT), Eduardo Suplicy (PT-SP) Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). Também presentes os Deputados Federais Alfredo Sirkis (PV-RJ), Antonio Reguffe (PDT-DF) e Jean Wyllys (PSOL-RJ), do ex-tucano Walter Feldman, além de Deputados Distritais, de lideranças da outros Estados, do Distrito Federal e da própria Marina.

Do Maranhão, apenas eu participei. O objetivo da reunião foi o de discutir e definir os princípios básicos que nortearão o Movimento. Após os debates, aprovou-se que o Movimento será livre, aberto, autônomo, democrático, suprapartidário e sem vínculo religioso. Busca a construção da sustentabilidade ambiental, social, econômica, ética, política, cultural e estética.

O Movimento acolhe as diferenças e a diversidade, buscando o consenso progressivo pela via do diálogo, do espírito de agregação e da postura colaborativa de valorização das idéias e do conhecimento, respeitando o direito a divergência. O Movimento é vivo, baseado em livres fluxos de informação, comunicação e decisões e será o resultado da interação entre seus integrantes.

É uma experiência de um novo modo de fazer política: horizontal, participativo, dialógico, democrático, em rede. É descentralizado, com múltiplos pólos, discutindo múltiplos temas organizados a partir de coletivos e de plenárias territoriais e temáticas. Balizado nestes princípios, o Movimento quer despertar a sociedade brasileira para a falência do nosso modelo político estruturado em partidos hierarquizados de forma vertical e dirigidos de forma antidemocrática.

Pretende despertar a sociedade brasileira para a falta de transparência na gestão pública o que facilita o desvio de conduta de muitos gestores e ainda mostrar a sociedade brasileira um novo modo de fazer política baseado no exercício democracia, debates de idéias e na transparência na aplicação dos recursos públicos. Objetiva mostrar à sociedade brasileira que política não é uma relação de troca como hoje ocorre. Mas, para que o Movimento alcance seus objetivos, depende da participação de cada um de nós no fortalecimento desta idéia e ajudar a torná-la realidade.
 
Candido Lima-Economista e integrante do Movimento Pela Nova Política.
Editado por Eri Santos Castro.
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16 de ago. de 2011

Senadores defendem Dilma contra 'chantagem' de aliados

Durante seis horas, um grupo de senadores alternou-se na tribuna para defender "faxina" da presidenta Dilma Rousseff contra corrupção e classificar reação de aliados como "chantagem" contra a chefe do Executivo. Debates relembraram momentos históricos em que moralismo domimou agenda nacional e causou prejuízos ao país, como o lacerdismo contra Getúlio Vargas, "vassoura" de Jânio contra JK e udenismo que levou ao golpe militar contra João Goulart.

Da Carta Maior.
Editado por Eri Santos Castro.
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15 de ago. de 2011

Cristovam Buarque: 'Se falta apoio porque a presidente faz a faxina, é a desmoralização'

Não vamos nos iludir, o que está em jogo nessa "faxina" é a questão política e não os interesses do nosso país. 

No entanto, vejo excelentes oportunidades para a Dilma fazer um governo  com mais gestão pública e menos política (difícil, mas não impossível).

E penso que ela deveria aproveitar essa oportunidade que setores da mídia e oposição (sem interesses republicanos) para fortalecer as instituições públicas. 
Cristovam Buarque lança campanha para respaldar Dilma no combate à corrupção

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), dizendo estar preocupado com a possibilidade de a presidente Dilma Rousseff perder apoio político por causa da faxina ética em seus ministérios, está promovendo junto com outros senadores uma ação para dar respaldo à iniciativa do Planalto contra a corrupção. Segundo ele, o movimento conta com o apoio de pelo menos 15 senadores, entre eles o gaúcho Pedro Simon (PMDB), que ocuparão a tribuna do Senado na segunda-feira para se solidarizar com Dilma e as ações do governo contra os desvios na administração pública. Segundo ele, se Dilma voltar atrás na faxina, para tentar recuperar o apoio dos partidos, perderá o apoio das ruas.


Por que um movimento para apoiar a presidente Dilma na faxina nos ministérios?

CRISTOVAM: Primeiro porque ela está fazendo o certo. E, segundo, porque estamos tão desmoralizados que, se de repente, falta apoio no Congresso porque a presidente faz a faxina, aí é a desmoralização completa. Somos um grupo disposto a dar suporte à faxina que ela fez, está fazendo e que achamos que ela precisa fazer mais.


Como avalia a reação dos partidos da base aliada?

CRISTOVAM: Base é quando os partidos se juntam em torno de bandeiras em comum. O que temos é uma aglutinação de políticos, sem uma bandeira que unifique. Se a faxina da presidente afetar interesses, a aglutinação que lhe dá apoio político pode desaparecer, e isso é preocupante. Se a presidente voltar atrás agora para acomodar os interesses feridos pela faxina, ela vai perder o apoio das ruas.

No Congresso, os aliados criticam a maneira como Dilma está recebendo apoio da sociedade à faxina, prejudicando a imagem dos parlamentares. O senhor concorda?

CRISTOVAM: No Congresso ela está adquirindo novos suportes. Vejo pessoas como (os senadores) Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Simon (PMDB-RS), Pedro Taques (PDT-MT) e outros a favor da faxina que ela está fazendo. Ela está fazendo o certo, o que tira o apoio de muitas pessoas. A pergunta é: as pessoas feridas controlam o Congresso ou não? Se elas controlam o Congresso, aí corremos o risco de governabilidade. A habilidade dela seria dosar não a faxina, que ela tem de fazer toda. Mas dosar os apoios que ela perde e os que ela ganha. Se perder, tem de ganhar outros, ou vai ter problemas de governabilidade.

O senhor vai apoiar a CPI da Corrupção?

CRISTOVAM: A investigação é correta, mas o instrumento está partidarizado para infernizar o governo. A Dilma deveria tomar a iniciativa de fazer uma comissão de inquérito, chamando até parlamentares, juízes, colocando a polícia, a CGU (Controladoria Geral da União). Teria que dar ideia de independência e com credibilidade de que irá até o fim. Eu assinarei uma CPI para investigar a Polícia Federal se daqui a seis meses não se descobrir nada. Aí estão escondendo, a presidente fez simples jogo de cena. Seria uma Comissão Republicana de Inquérito. Sem partidarizar. Respaldar a apuração, cobrando mais apuração.

O senhor apoia o pedido de Dilma de não aprovar projetos que aumentem gastos por causa da crise mundial?

CRISTOVAM: Devemos reduzir ou parar essa questão das emendas nesse momento. E temos de impedir coisas que nos são caras. Por exemplo: luto pela federalização da educação de base. Não dá para exigir que se faça isso hoje na velocidade que desejo. Sou defensor da PEC 300, que iguala os salários dos policiais no Brasil, mas não vai dar para fazer este ano, no próximo ano. Sou a favor da Emenda 29, que põe mais dinheiro na Saúde. Neste ano não será mais possível. É uma questão de emergência.

Isabel Braga, em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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10 de ago. de 2011

Igor Lago intensifica agenda nacional rumo a reorganização da esquerda no MA


O presidente do PDT-MA Igor Lago estreita interlocuções com Cristovam Buarque, Alceu Colares, Brizola Neto e Manuel Dias, todos do PDT.Também tem agenda com Ciro Gomes, Roberto Freire (PPS-SP) e os governadores Eduardo Campos (PSB-PE) e Tarso Genro (PT-RS).
Igor já se encontrou diversas vezes com o presidente do PDT, Ministro Carlos Lupi. Em outubro, depois do processo de reorganizção do partido, Igor fará um encontro com o ministro para relatar as possibilidades de vitórias em 2012.

8 de ago. de 2011

Cristovam Buarque: a tolerância com a corrupção e os partidos de esquerda

DE CRISTOVAM BUARQUE, senador do PDT-DF e professor da UnB: “Não se pode dizer que a chegada de um partido de esquerda ao governo aumentou o número de corruptos no poder, mas pode-se afirmar que diminuiu, quase eliminou, o número de pessoas indignadas; e aumentou a tolerância, mesmo entre os que antes eram radicalmente contrários à corrupção [...] Não se sabe se os partidos de esquerda perderam as bandeiras porque chegaram ao poder ou se chegaram ao poder porque ficaram sem bandeiras”.

Enviado por Eri Santos Castro.
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Cristovam Buarque: As cidades são bombas programadas para explodir


De acordo com o senador Cristovam Buarque, a maior parte da população vive hoje em cidades, em concentrações de pobreza, submetida à violência, sem habitação, água,saneamento, educação, saúde, transporte, com trânsito engarrafado. “As cidades do mundo são bombas programadas para explodir. É preciso desativar estas bombas”, alerta o senador.

5 de ago. de 2011

Segundo lista de consultoria americana, o Senador Cristovm Buarque é a 6º pessoa mais influente no TWITTER

The Most Influential People in Twitter
  1.@funnyordie   Thought Leader









  2.@techland   Thought Leader









  3.@revrunwisdom   Thought Leader









  4.@fastcompany   Thought Leader









  5.@omgfacts   Thought Leader









  6.@sen_cristovam   Thought Leader









  7.@peston   Thought Leader









  8.@kswiss   Thought Leader









  9.@googleplustweet   Thought Leader









  10.@ap   Thought Leader


3 de ago. de 2011

A PEC da felicidade do sen. Cristovam Buarque