Há oito anos a população do Brasil se dedica a construção de estádios para a
realização da Copa. Não se pode esperar diferente em um país que já foi
chamado de uma “pátria de chuteiras”.
A população do Distrito Federal, por exemplo, ainda não tem times que
atraiam torcedores, mas está deslumbrada com um monumental estádio para
71 mil espectadores a custo superior a R$1,6 bilhão. Poucos, porém, fizeram
as contas do que significa este custo.
A obra custou R$ 800 para cada um dos brasilienses. Considerando apenas os
adultos, o custo subiria para cerca de R$ 3 mil por cada pessoa. Se considerar
dinheiro que deixou de ir para os 208 mil moradores mais necessitados, com rendimentos de até um salário mínimo mensal, o custo foi de cerca de R$ 8 mil, mais ou menos um ano de trabalho de cada um deles.
Com os recursos gastos com o estádio seria possível financiar a formação de 6.800 engenheiros de excelência, desde a primeira série do ensino fundamental em superescolas de qualidade internacional, ao custo anual de R$ 9 mil por aluno ao ano, pagando R$ 9.500 por mês para cada professor, até o final do curso de Engenharia, em cursos universitários de excelência iguais aos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).
realização da Copa. Não se pode esperar diferente em um país que já foi
chamado de uma “pátria de chuteiras”.
A população do Distrito Federal, por exemplo, ainda não tem times que
atraiam torcedores, mas está deslumbrada com um monumental estádio para
71 mil espectadores a custo superior a R$1,6 bilhão. Poucos, porém, fizeram
as contas do que significa este custo.
A obra custou R$ 800 para cada um dos brasilienses. Considerando apenas os
adultos, o custo subiria para cerca de R$ 3 mil por cada pessoa. Se considerar
dinheiro que deixou de ir para os 208 mil moradores mais necessitados, com rendimentos de até um salário mínimo mensal, o custo foi de cerca de R$ 8 mil, mais ou menos um ano de trabalho de cada um deles.
Com os recursos gastos com o estádio seria possível financiar a formação de 6.800 engenheiros de excelência, desde a primeira série do ensino fundamental em superescolas de qualidade internacional, ao custo anual de R$ 9 mil por aluno ao ano, pagando R$ 9.500 por mês para cada professor, até o final do curso de Engenharia, em cursos universitários de excelência iguais aos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).
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