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13 de out. de 2011

Neste exato minuto

*Warren Buffet, a 3ª maior fortuna do planeta, abre sua declaração de renda: ganhou US$ 63 milhões em 2010 ; pagou US$ 6,9 mi de imposto, cerca de 10%: um professor nos EUA paga em média 27,5%** CORRUPÇÃO:presidente da Siemens do Brasil é afastado do cargo acusado de desviar 6,5 milhões de euros para suas contas particulares**principal executivo do grupo Murdoch na Europa é afastado do cargo: Andrew Langhoff é acusado de inflar vendas do Wall Street Journal com operações 'casadas': publicava matérias favoráveis a quem adquirisse lotes do jornal** estudantes de 90 universidades  aderem hoje ao 'Ocupe Wall Street' 

Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de jan. de 2011

Para China, sistema baseado no dólar é 'coisa do passado'


Entrevista : Presidente Hu Jintao critica EUA e mostra o 
aumento da confiança chinesa em seu próprio poderio


O presidente da China, Hu Jintao, enfatizou a necessidade de cooperação com os EUA em áreas que vão de novas fontes de energia à exploração espacial, em preparação de sua visita a Washington esta semana, mas chamou "de produto do passado" o atual sistema monetário mundial dominado pelo dólar e citou medidas recentes para fazer do yuan uma moeda global.
"Nós dois temos a ganhar com as boas relações entre a China e os EUA, e também a perder com confrontos", disse Hu em resposta por escrito a perguntas do "Wall Street Journal" e do "Washington Post".

Andrew Browne em The Wall Street Journal, via Portal do Economista, aqui.
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24 de nov. de 2010

China usa tecnologia externa para abalar mundo dos trens - in Wall Street Journal


 A saída para o trem-bala brasileiro é copiar o modelo Chinês

Quando as empresas japonesas e europeias pioneiras em trens-balas aceitaram fabricar trens para a China, pensavam que iam obter acesso a um mercado novo e crescente, bilhões de dólares em contratos e o prestígio de criar a rede de trens-balas mais ambiciosa da história.
O que elas não imaginavam é que, apenas alguns anos depois, teriam de concorrer com empresas chinesas que adaptaram sua tecnologia e a voltaram contra elas.
Hoje, empresas chinesas de trens que já foram sócias menores de gigantes como a Kawasaki Heavy Industries Ltd., a Siemens AG, a Alstom SA e a Bombardier Inc. concorrem com elas no crescente mercado mundial de sistemas de trens de alta velocidade. Dos Estados Unidos ao Brasil, passando pela Arábia Saudita e a própria China, as empresas chinesas estão vendendo trens que na maioria dos casos são mais velozes do que os oferecidos por suas concorrentes estrangeiras. Em setembro, numa visita à China, o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, disse que está interessado na ajuda dos chineses para construir uma linha de alta velocidade em seu Estado.
O avanço da indústria chinesa de trens de alta velocidade reflete uma estratégia econômica nacional de incentivar estatais e obter tecnologia avançada mesmo que às custas de sócios estrangeiros. É uma estratégia que desafia potências como os EUA e alimenta uma revolta entre as multinacionais que operam na China.
Empresas de setores que vão do automobilístico ao aeroespacial há muito procuram explorar o enorme mercado chinês, entrando em sociedades que resultaram em enormes recompensas. Mas, ao transferir sua tecnologia, algumas empresas também abriram a porta para concorrentes chinesas que estão cada vez mais aptas a competir não apenas dentro da China, mas internacionalmente. A participação de mercado da China na manufatura de maquinário avançado pode chegar a 30% das exportações mundiais na próxima década, em comparação com 8% hoje, disse Min Zhu, assessor especial do Fundo Monetário Internacional e ex-vice-presidente do Banco Popular da China, o banco central, numa recente conferência do Wall Street Journal.

Do Wall Street Journal.
Enviado por Eri Santos Castro.