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1 de nov. de 2013

Em Beverly Hills, as mulheres são o segredo da legalização da maconha

socialite maconha
Um grupo de socialites se reúne semanalmente. Em Beverly Hills. Pra conversar, discutir, almoçar. Pra se imporem. E o que sai disso tudo? (Ai..) O Clube da Maconha de Beverly Hills. Pois é, pra impressionar até os mais céticos, é verdade. As mulheres da alta sociedade querem mudar a imagem do consumidor moderno de maconha. Muitas chegaram lá pelo uso medicinal da cannabis, “A maconha ajudou mais que amorfina”, uma delas relata.
Atualmente rolam um clube de leitura, reunião da Herbalife e experimentação de várias possibilidades diferentes de maconha, desde cigarro eletrônico com óleo de cannabis, até azeite de oliva também de cannabis, criado por elas mesmas, que vai na salada do almoço.
Com tudo isso, elas querem provar que a maconha é mais segura que o álcool, o tabaco e tantos outros medicamentos. ” As mulheres são o segredo da legalização”, acreditam. Tomara.

21 de mai. de 2013

24 de fev. de 2013

Os maconheiros mais famosos da história mundial

Os maconheiros mais famosos da história mundial

Personalidades da Política, Arte, Ciência e Literatura admitiram, ou foram flagradas “com a mão na seda”. Há relatos do uso desde 200 anos antes de Cristo

Os adeptos costumam chamar de “mundo verde”. A maconha é apreciada por figuras famosas mundialmente, que se destacaram por suas histórias de vida. Governantes, artistas, cientistas, poetas, pensadores e filósofos, de diferentes tempos da história até os dias atuais, consumiram a substância, segundo o escritor americano Lester Grinspoon, em seu livro, A Medicina Esquecida.

Pesquisas de arqueólogos britânicos da revista National Geographic concluíram que os faraós egípcios eram grandes apreciadores de suas propriedades. Pesquisadores concluíram o fato ao estudarem escritos antigos e vestígios da planta achados em inúmeras tumbas.

O antropólogo britânico Charles Dolphin concluiu e publicou em sua obra A História da Cannabis, que os Imperadores Liu Chi-nu e Shen-Nung, dos primeiros séculos da China, foram consumidores da erva. Fatos são relatados por historiadores chineses, onde falavam de sua mágica em forma de fumaça. 

A própria história de seu povo traz um fato interessante sobre a criação do papel, antes feito do cânhamo.

Charles Dolphin também descreve que a Rainha Vitória, da Inglaterra, assim como a nobre sociedade inglesa que fazia parte de seu ciclo de amizades, foram adoradores dos efeitos da “diamba” – como era chamada a maconha pelos escravos africanos. Os fatos são contados em diários e agendas, guardadas no Palácio de Buckingham. Nos dias de hoje, os príncipes Harry e William continuam a tradição, segundo o polêmico jornal inglês The Mirror, que publicou imagens dos filhos da realeza. 

Os quatro garotos de Liverpool, Beatles, enfumaçaram o palácio, certa vez, no auge de seu sucesso, em visita à Rainha Elizabeth. Os próprios artistas relatam o fato em pelo menos 60 livros sobre Paul McCartney, e a história da banda.

A artista plástica Yoko Ono, viúva de Jonh Lennon fez uma série de fotos na cidade de Nova Iorque. As imagens retrataram o líder dos Beatles consumindo a erva,  e hoje fazem parte de suas exposições pelo mundo.  
Jack Herer, escritor e sociólogo americano, afirma que Abraham Lincoln, o primeiro presidente dos Estados Unidos, foi consumidor da erva, além de incentivar massivamente a sua plantação. Mais tarde, o presidente dos EUA George Washington foi um dos maiores plantadores da cannabis em terras norte-americanas. O contemporâneo ex-presidente Bill Clinton, deixou para a humanidade uma das frases mais cômicas relacionadas ao assunto, onde afirmou “Fumei, mas não traguei”. O atual presidente Barack Obama já admitiu que fumou “algumas vezes”.

Segundo o professor de Filosofia da Universidade de Oxford Fritz Allhoff, o poeta, dramaturgo e ativista francês Victor Hugo admitiu em escritos particulares e para os amigos parisienses que seus efeitos ajudavam suas criações, transmitidas do coração ao papel. William Shakespeare, escritor e poeta inglês, também a utilizava para mesmo fim. Oscar Wilde também a idolatrou.

Carl Segan, renomado cientista e escritor, foi um grande defensor do seu uso em inúmeras campanhas ao redor do mundo. O pai da psiquiatria, Sigmun Freud, admitiu que era seu “calmante preferido”, tema esse abordado pelo psicólogo inglês John Gray, no livro Freud, meu Herói . 
Os escritores de obras de suspense e terror clássicos Edgar Allan Poe e Stephen King apreciaram a embriaguez da cannabis, assim como o filósofo Fredreich Nietzshe. Além dele, o novelista e crítico social Henry Charles Bukowski foi um dos maiores maconheiros da história, afirma o pesquisador Brian Preston, em sua publicação, Planeta Maconha.

Considerado um dos maiores atletas de todos os tempos, o americano Michael Phelps, foi flagrado por um paparazzi fumando maconha. O fato teve grande repercussão na mídia mundial, após publicação.

CINEMA

Entrando no universo da sétima arte, o jornalista californiano Jeff Henne pesquisou e encontrou nomes de famosos que fazem uso da cannabis. Henne conviveu décadas nos cenários e escritórios de Hollywood e observou o mundo paralelo. A pesquisa do repórter relata renomados diretores, como Francis Ford Coppolla, Hitchcock, Martin Scorsese, Oliver Stone, Quentin Tarantino. Além desses, a pesquisa inclui nomes como Ridley Scott, David Lynch, David Cronemberg, Stanley Kubrick , George Lucas e Steven Spilberg – que tragaram a fumaça “da verdinha”.

Os atores Julia Roberts, John Belushi, John Wayne, Luke Perry,  Arnold Schwarzenegger, Peter Fonda, Richard Pryor, Jack Black, Steve Martin, Macaulay Culkin, Wesley Snipes, Burt Reynolds, Harrison Ford, Cameron Diaz e Johnny Depp são exemplos do quanto a cannabis está inserida em Hollywood.

MÚSICA
Jeff Henne também cita nomes da música, inclusive existem nomes brasileiros. O mesmo jornalista esteve no Rio de Janeiro onde passou as férias de 2006. Ele admite que a lista de maconheiros é tão extensa de famosos, que poderia ilustrar uma centena de páginas. Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Rita Lee são citados na pesquisa.

Ainda no Brasil, a banda Planet Hemp defende seu uso e mudanças na lei, através das letras de Marcelo D2 e outros  membros.

HISTÓRIA
Os efeitos relaxantes e medicinais da curiosa e milenar planta cannabis sativa ainda causam polêmica e discussão na sociedade médica mundial sobre seus benefícios e malefícios. Os derivados da matéria-prima do cânhamo, facilmente se misturam com a história da humanidade. Há relatos chineses do seu uso recreativo e medicinal há mais de 2000 anos antes de Cristo, assim como das antigas sociedades dos Sumérios, Babilônicos e Egípcios. E tem, entre seus defensores, personalidades famosas na sua odisséia. 

Uso da erva como ingrediente na produção de materiais náuticos se destacou ainda no Velho Mundo. Há antropólogos e historiadores que afirmam: as cordas que se misturavam entre mastros e velas de navios ingleses, portugueses, espanhóis e holandeses, eram feitos do cânhamo, na época da conquista oceânica. O fato é relatado no Tratado Sobre o Canamo, publicado em Portugal no século XVIII. Na publicação, são citados fatos como: portugueses chegaram ao Brasil através da força do cânhamo – ou melhor, a força de suas cordas navais.
 
Diário da Manhã
Frederico Crispim
Sugestão de pauta: Zé Maria Medeiros.
Enviado por Eri Santos Castro.
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15 de jun. de 2011

STF deve liberar Marcha da Maconha nesta quarta-feira

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve liberar a Marcha da Maconha, alegando defesa da liberdade de expressão. A votação começa às 14 horas desta quarta-feira (15) e a maioria dos ministros que comparecerão ao plenário nesta tarde tende a negar que a manifestação seja apologia às drogas. No entanto, considera-se a possibilidade de o presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, pedir vistas da matéria, adiando o processo.

Enviado por patrícia Aguiar.
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18 de abr. de 2011

Crianças também são vítimas de oxi e crack

Drogas que se espalha pelo país e tem efeito mais letal do que o crack, o oxi já tem entre suas vítimas crianças que nem chegaram aos 10 anos. No Acre, por onde a droga entrou no Brasil, menores fumam a pedra de oxi nas ruas sem ser importunados. O crack também ameaça crianças no Nordeste, no Sudeste e no Sul. 

Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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28 de jan. de 2011

Refrigerante de maconha será vendido nos EUA no próximo mês

Um refrigerante de maconha, o "Canna Cola", estará nas lojas do Estado americano de Colorado em fevereiro. Cada garrafa custará entre US$ 10 e US$ 15 e terá entre 35 e 65 miligramas de THC (tetrahidrocanabinol), o principal ingrediente psicoativo do cannabis, o gênero botânico utilizado para produzir haxixe e maconha.
As informações foram publicadas na revista americana "Time".


Drinkcannacola/Divulgação
Garrafas do refrigerante de maconha que serão vendidas a partir de fevereiro nos EUA
Garrafas do refrigerante de maconha
O criador do "Canna Cola" é o empresário Clay Butler, que assegura que nunca fumou maconha e que elaborou a bebida por "acreditar que os adultos têm o direito de pensar, comer, fumar, ingerir ou vestir o que quiserem", disse em entrevista à publicação "Santa Cruz Sentinel".
Além do sabor de cola, serão lançados, ao mesmo tempo, o de limão chamado "Sour Diesel", o de uva de nome "Grape Ape", o de laranja "Orange Kush" e, por fim, o inspirado na popular bebida Dr. Pepper, o "Doc Weed".
De acordo com Scott Riddell, criador da empresa que comercializará a bebida, os níveis de THC em "Canna Cola" serão menores que os de outras bebidas do mesmo tipo que já estão no mercado. O efeito no organismo é similar ao de uma "cerveja suave".

Saiu na Time.
Enviado por Eri Santos Castro.
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23 de jan. de 2011

Não sou anônimo, não estou armado, este debate tem que ser legalizado

Vamos debater. Por que não?

Eles bem que tentaram. Uma liminar emitida na sexta a tarde proíbia a livre expressão que a Constituição garante, sob a acusação de apologia ao crime e argumentos como “balbúrdia social”. Mesmo assim, centenas de pessoas se reuniram no Ibirapuera, e deram um grito alto demais para não ser escutado: “não sou anônimo, não estou armado, este debate tem que ser legalizado”. Mesmo sem poder pronunciar a palavra “maconha” – sob risco de destruirmos as balizas que mantém a ordem e o progresso – o ato seguiu em marcha pelo Parque, até terminar, pontualmente às 16:20. Confira abaixo um relato fotográfico do que foi a Marcha em SP. Amanhã vai ser maior!



Começou como quem não quer nada. Até a polícia chegou meio atrasada, nos dando a esperança de que teriam esquecido de colar.
Pessoal foi colando meio tímido no começo, mas mostrando que o debate de alternativas está cada vez mais maduro.
O problema é que eles também chegaram, esbanjando simpatia. Constituição? Não, não, só cumprimos ordens. O acordo: vocês podem marchar, mas não podem falar “maconha”, sob risco de prisão por apologia ao crime. Gilberto Dimenstein escreve na Folha de hoje sobre os possíveis usos terapêuticos da maconha, mas no caso dele tudo bem, ninguém disse que a lei valia pra todos.
 

Chegava cada vez mais gente, com disposição de não aceitar tão fácil que nossas camisetas se convertessem em mordaças. A Marcha seria feita, nem que em nome da liberdade de expressão.
Né, não, bonitão?
Ah sim, camisetas também tivemos que tirar. Vai que algúem vê uma delas e sai cometendo crimes?
 

Artigo 5º da Constituição, XVI : “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.
 

A Marcha sai, em defesa da liberdade de expressão, e toma conta do Parque. É a festa da quase-democracia.
 

Que polícia não gosta muito de debate todo mundo sabe, mas precisava ficar pegando cartaz de manifestante? Na foto vemos uma das importantes intervenções do Deputado Federal Paulo Teixeira (PT), defensor da causa. Soninha Francine também participou.
 
“Onha, onha, onha – eu quero debater!”
 

Faixa do DAR lembrava a proibição das drogas como instrumento de criminalização da pobreza. Talvez no jornal de amanhã estará a Marcha como um movimento só de doidões, mas a causa é muito mais ampla do que o legítimo direito dos usuários.
“Quem não pula é careta!”
 
Growroom e Hempadão, presentes!
 
Renato Cinco veio do Rio pra dar uma força, junto com André de Barros, advogado de presença.
 

Ao final, já eram quase 500 perigosos criminosos protestando contra a moral e os bons costumes. Imagina se a moda pega e todo mundo decide pensar por si próprio, desembargador Sérgio Ribas [autor da liminar]?
 
Reparem no cartaz desse brother. Apologia ao crime?

Pois é, pode parecer inacreditável, mas ele foi o único detido, sob essa acusação. Ele foi liberado no começo da noite, mas vai responder inquérito.
Amanhã vai ser maior, amigo. E esperamos que sem censura…


Saiu noDAR- Desopertecendo a razão, veja aqui.
Fotos de Gabriela Moncau.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de dez. de 2010

Governador do Rio defede legalização só das 'drogas leves'

 O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou que vai levar à presidente eleita, Dilma Rousseff, a ideia de defender em fóruns internacionais “uma discussão” sobre a legalização planetária das drogas leves.
Em entrevista à Folha e à RedeTV!, ele disse que “a repressão pura e simples não tem sido inteligente” e que “a proibição leva a mais prejuízo do que uma ação inteligente do poder público”.
A íntegra da entrevista foi exibida no “É Notícia”, de hoje de madrugada.
Enviado por Eri Santos Castro.

27 de nov. de 2010

Relatos de uma usuária de maconha medicinal

“Me contem, me contem aonde eles se escondem?
atrás de leis que não favorecem vocês
então por que não resolvem de uma vez:
ponham as cartas na mesa e discutam essas leis” Planet Hemp
A seção Cartas na mesa é composta por opiniões de leitores e membros do DAR acerca das drogas, de seus efeitos político-sociais e de sua proibição, e também de suas experiências pessoais e relatos sobre a forma com que se relacionam com elas. Vale tudo, em qualquer formato e tamanho, desde que você não esteja aqui para reforçar o proibicionismo! Caso queira ter seu desabafo desentorpecido publicado, envie seu texto para coletivodar@gmail.com  e ponha as cartas na mesa para falar sobre drogas com o enfoque que quiser.

Nesta edição o Coletivo DAR tem a grande honra de dividir com o mundo a história da Isabela, uma companheira do movimento antiproibicionista, que teve uma experiência de uso de maconha medicinal que indubitavelmente é um incentivo para todos que seguem na luta pela legalização não só da maconha, mas de todas as drogas que poderiam ter seus usos terapêuticos desenvolvidos mas são nubladas pela razão entorpecida.

Me chamo Isabela Bentes, tenho 21 anos de idade, sou de Natal/RN, e atualmente resido em Campinas/SP. Sou membro-fundador do Coletivo Antiproibicionista Cannabis Ativa, que pauta a discussão acerca da legalização da maconha em Natal.
O que me traz aqui, porém, é uma experiência pessoal e que não tem qualquer vínculo com o fato de eu pertencer a esta organização política.
Aos 17 anos, ingressei na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no curso de Ciências Sociais, e no segundo semestre do curso vivi um problema de ordem psicológica muito difícil de saber lidar, tanto para mim como para quem convivia comigo. Me vi, já aos 18 anos, vítima de transtorno depressivo. Me foi indicado o acompanhamento de um psicólogo quando atingi níveis desesperadores da minha desordem mental. Minhas idas à psicóloga do SEPA, da UFRN, fez com que eu fosse encaminhada para atendimento psiquiátrico devido a duas tentativas frustradas de suicídio.
Aliado a tudo isso, meu rendimento acadêmico declinou, minha relação com meus amigos tornou-se algo desestimulante e, do ponto de vista deles, era insuportável ter que conviver com uma pessoa depressiva.
Durante o tratamento com psiquiatra me foi recomendado, dentre tantos outros, o uso de fluoxetina, um antidepressivo, cujas reações em meu organismo eram demasiadamente desconfortáveis, devido às náuseas e à sonolência que me causavam.
Fui alvo do mito de que remédio bom é remédio químico, manipulado, fabricado, adulterado. É isso que vende, é isso que dá credibilidade para crença na cura.
Este período coincide com a época em que meu consumo de maconha aumentou consideravelmente, e fui percebendo que era uma coisa que me fazia bem, tanto fisicamente quanto mentalmente. A convivência com os outros era mais aprazível, as horas de riso e de conversas me deixavam em um estado de equilíbrio que nenhum remédio havia me proporcionado. O prazer inexplicável ao comer sem enjoar, o interesse em coisas do mundo que em mim já não despertava há tempos, dessa vez começam a reaparecer de forma completamente extasiante.
Fato é que parei com o uso de remédios controlados, não frequentei mais nenhum psiquiatra, assumindo até mesmo um risco – uma vez que quem faz uso dessas substâncias tarja preta precisa fazer o desmame, ou seja, a diminuição das dosagens dos remédios quando o organismo vai apresentando alguma melhora – e voltei algumas vezes na psicóloga para contar como eu vinha me sentindo. Troquei as terapias químicas por terapias naturais, como o uso de cannabis e musicoterapia.
Depois de 3 anos, me encontro perfeitamente equilibrada mentalmente, não mais tive recaídas de transtorno depressivo, e desenvolvo minhas atividades acadêmicas de forma plena. Optei por militar na Marcha da Maconha para lutar pelos direitos daqueles que sofrem de dores, sejam físicas ou  mentais, poderem utilizar remédios que não lhes causem efeitos adversos em seus organismos. Remédio que não causem seqüelas permanentes e danosas e que tenham maior efetividade. Luto pela causa daqueles que querem usar a maconha para uso lúdico-recreativo, para que não adoeçam da mente como eu adoeci, para que seja garantido o direito de plantar em casa, na rua, em qualquer lugar. Luto para acabar com a estrutura de tráfico e da guerra às drogas que chacina inúmeras pessoas em diversas sociedades. Maconha não mata, não fere, não violenta. Quem provoca isso é a sua proibição e todo o preconceito construído em cima da sabedoria milenar do uso de plantas para cura.

Publicado primeiramente no coletivodar, clique aqui.
Enviado por Eri Santos Castro.

4 de nov. de 2010

Retrocesso nos estados

A onda conservadora marcou também a votação de referendos. Os californianos rejeitaram o cultivo, a venda e o consumo da maconha, enquanto Oregon e Dakota do Sul não aceitaram sequer o seu uso medicinal.

De O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.

15 de set. de 2010

Maconha e as eleições




Ex-ministro do Meio Ambiente do governo Lula (2008 a 2010) e candidato a deputado estadual pelo PT no
 Rio, Carlos Minc distribui na campanha ao menos 30 mil adesivos com alusão à maconha e aos "aviõezinhos" do tráfico, ou seja, a adolescentes e crianças que levam droga de um lado para outro até que elas cheguem aos usuários.

Em um dos adesivos, o que traz imagem semelhante a uma muda de maconha, Minc destaca que "usuário não é criminoso".

Noutro diz que "com UPP [Unidade de Polícia Pacificadora], saúde e educação, criança não vira avião".
Minc já defendeu publicamente a legalização da maconha.

Com a Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.