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20 de dez. de 2014
29 de jan. de 2014
Alto comando do PT reconhece que o sinal vermelho foi aceso. Gilberto de Carvalho fala por Lula.

É a primeira vez que um dirigente do PT, ocupando cargo no governo, compartilha com o distinto público suas críticas ao partido e também ao governo.
A arrogância tem sido a marca forte do PT desde que chegou com Lula ao poder federal em 2002.
O escândalo do mensalão abalou, sim, a blindagem do partido. A proximidade de eleições gerais e as incertezas da economia aconselham que ele banque o humilde.
Na última sexta-feira, em Porto Alegre, durante palestra no Fórum Social Temático, o secretário-geral da presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, disse que o modelo responsável por levar o PT ao poder exibe sinais preocupantes de desgaste.
É necessário, segundo ele, debater as características de um novo projeto de governo capaz de ir além de temas “como inclusão social e distribuição de renda”.
“A corrida veloz para o consumo não foi acompanhada de um grande debate em torno de outros valores”, observou a propósito das manifestações de rua de junho último. “Satisfeita a demanda, a exigência passou a ser por serviços de qualidade.
Mais de 60% dos brasileiros querem mudanças, apontou o Datafolha.
Fica a pergunta que vale milhões de dólares: Mudanças com Dilma e o PT ou sem eles? Com Lula ou sem ele?
Por Noblat.
A arrogância tem sido a marca forte do PT desde que chegou com Lula ao poder federal em 2002.
O escândalo do mensalão abalou, sim, a blindagem do partido. A proximidade de eleições gerais e as incertezas da economia aconselham que ele banque o humilde.
Na última sexta-feira, em Porto Alegre, durante palestra no Fórum Social Temático, o secretário-geral da presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, disse que o modelo responsável por levar o PT ao poder exibe sinais preocupantes de desgaste.
É necessário, segundo ele, debater as características de um novo projeto de governo capaz de ir além de temas “como inclusão social e distribuição de renda”.
“A corrida veloz para o consumo não foi acompanhada de um grande debate em torno de outros valores”, observou a propósito das manifestações de rua de junho último. “Satisfeita a demanda, a exigência passou a ser por serviços de qualidade.
Mais de 60% dos brasileiros querem mudanças, apontou o Datafolha.
Fica a pergunta que vale milhões de dólares: Mudanças com Dilma e o PT ou sem eles? Com Lula ou sem ele?
Por Noblat.
24 de dez. de 2012
Gilberto Carvalho: 'o PT precisa se renovar'
Há dez anos no primeiro
escalão do governo federal, o ministro Gilberto Carvalho, que hoje
comanda a Secretaria Geral da Presidência da República, acredita que "o
PT precisa se renovar". Segundo ele, do ponto de vista "da ética e da
relação com a coisa pública".
Numa entrevista à repórter Juliana
Braga, do jornal Correio Braziliense, o homem que já foi braço direito
do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirma que este foi o "ano de
maior sofrimento da história do partido". No entanto, lembra que também
foi, ao mesmo tempo, "um ano de grande vitória", já que realizou
conquistas mesmo diante de "rajadas" e "saraivadas".
Na conversa
com o jornal da capital federal, Gilberto Carvalho menciona que há agora
de se fazer uma "reparação dos excessos" sofridos durante o julgamento
da Ação Penal 470, o 'mensalão', segundo ele "um exagero que a história
vai colocar no seu devido lugar".
Questionado sobre o vídeo
direcionado à militância petista em defesa de Lula, que gravou depois da
publicação do depoimento do empresário Marcos Valério no jornal O
Estado de S.Paulo, ele afirma ter "aproveitado o momento" para mandar
uma mensagem a seus "companheiros", mas que não vê "motivo para
preocupação com isso".
Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo Brasil 247.
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24 de mar. de 2011
Greves de 80 mil param principais obras do PAC
As principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo paralisadas não pela austeridade fiscal, mas por algo surpreendente em um terceiro governo do PT: greves de trabalhadores. O Planalto está preocupado e quer agir antes que o movimento se alastre. Estima-se que 80 mil trabalhadores estejam parados. Aos empregados que atuam nas usinas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, somam-se pelo menos 34 mil de braços cruzados em Suape (PE) - 20 mil na Refinaria Abreu e Lima e 14 mil na Petroquímica Suape, ambas controladas pela Petrobras - e 5 mil em Pecém (CE). Em assembleia, ontem, os operários do consórcio Conest, formado por Odebrecht e OAS, decidiram manter a paralisação das obras da refinaria, que já dura 15 dias.
A presidente Dilma Rousseff pediu ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que se reúna na terça-feira com as centrais sindicais, empresas concessionárias e Ministério Público do Trabalho para tentar chegar a um acordo e impedir a interrupção do principal programa de investimentos do governo.
Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compatilhe.
sAIU NO vALOR eCONÔMI
A presidente Dilma Rousseff pediu ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que se reúna na terça-feira com as centrais sindicais, empresas concessionárias e Ministério Público do Trabalho para tentar chegar a um acordo e impedir a interrupção do principal programa de investimentos do governo.
Saiu no Valor Econômico.
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