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13 de ago. de 2012

Assembleia Popular para discutir os outros 400 anos de São Luís

CONVITE

O governo do Estado do Maranhão e a prefeitura de São Luís estão fazendo festa pelos 400 anos da nossa cidade! E nós, também queremos comemorar. Mas, com tantos problemas, fica difícil pensar em festa! É preciso dizer que não estamos nem um pouco satisfeitos/as com a situação que vemos nas ruas de São Luís.

Queremos ter direito à cidade! E acreditamos que você também. Por isso, venha construir conosco O GRITO DOS 400 ANOS: Por uma São Luís sem Exclusão!

VENHA! Manifeste-se, para que possamos gritar bem alto, para todos/as, que não estamos satisfeitos/as com o descaso dos poderosos com a nossa cidade e sua população.

VENHA! Ajude a construir um ambiente para que São Luís esteja realmente digna de festa.
A cidade só pode celebrar quando todos os seus filhos e suas filhas estiverem incluídos/as, bem vestidos/as, alimentados/as, com dignidade, trabalhando, morando bem, com água potável, transporte público de qualidade, mobilidade urbana, saneamento básico, tendo acesso à saúde e educação. Isso é vida digna!

enha! Contribua! Para você, o que falta nesta festa?

QUANDO: DIA 15 DE AGOSTO – QUARTA FEIRA.
ONDE: NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS – nº 413/417, RUA DO SOL - CENTRO.
HORÁRIO: ÀS 18 HORAS!
PARA QUEM: QUEM QUISER VIR E CONSTRUIR ESTE GRITO.
VENHA! NÃO DEIXE DE DAR SEU PITACO NESTE GRITO DOS 400ANOS POR UMA SÃO LUÍS SEM EXCLUSÃO. NOSSA CIDADE E Sua POPUALÇAO MERECEM!
 

Assinam e convocam: Comitê Padre Josimo, Jornal Vias de Fato, MST, União Por Moradia Popular, Central de Movimentos Populares, Conlutas, Sintrajuf, Irmãs de Notre Dame de Namur, Associação de Moradores da Vila Cristalina, RECID, Comitê das Assembleias Populares.
Contatos:
Rejane: 8862-4789/Elias: 8717-2192/Sandra8733-6008/Eunice Chê: 8859-2071

Elias Filho
militante do PT da base
central de movimentos populares-CMP/MA
"As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!" Bob Marley

30 de mai. de 2011

Bancários do Maranhão decidem pela desfiliação da CUT

 

A CUT no Maranhãoo precisa redefinir seus rumos, sob pena de se transformar naquilo que sempre combateu: um sindicalismo pelego e sem e sem bandeiras de lutas e criatividade alguma


Apurado o Plebiscito, o SIM pela desfiliação da CUT alcançou vitória em todas as urnas. De um total de 3844 bancários aptos a votar, 2689 (69,98%) compareceram às urnas. Destes, 1855 (69,58%) votaram no SIM, isto é, pela desfiliação, contra 811 (30,42%), que votaram pelo não.

Com essa vitória, os bancários maranhenses demonstram forte descontentamento com os rumos que a CUT tomou, e autorizam a diretoria do SEEB/MA a ultimar o processo de desfiliação dessa Central. Para Eloy Natan, diretor de políticas sindicais, “este é um momento histórico, onde os bancários do Maranhão decidem se somar aos esforços da construção de uma alternativa para os trabalhadores”.

Para David Sá Barros, presidente do SEEB-MA, “com essa esmagadora votação (cerca de 70% dos votos válidos) no SIM, os bancários do Maranhão deram uma resposta contundente à degeneração da CUT. Espero que este exemplo se multiplique pelos outros sindicatos de bancários do país afora. Infelizmente essa Central hoje representa um projeto de poder que relega os interesses dos trabalhadores ao plano secundário. Vamos ajudar a construir uma alternativa de organização que realmente represente os trabalhadores”.

Do sítio do SEEB-MA.
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de mar. de 2011

Nota oficial do PSTU sobre o protesto contra Obama e a repressão policial, na sexta, no Rio

PSTU - Diante do protesto desta sexta-feira, contra a visita de Obama e a violenta repressão policial, o PSTU vem a público declarar que:

1 – O ato pacífico foi organizado pela CSP-Conlutas, pelo Associação Nacional dos Estudantes-Livre e por diversos sindicatos.
2 – O protesto faz parte de uma jornada nacional, que inclui atos em outras cidades e tem como objetivo denunciar a visita de Obama, a entrega do petróleo, os acordos de livre comércio. Também pretende apoiar a revolução árabe e denunciar os ataques do imperialismo aos povos do mundo, como no Iraque, e que agora se repete na Líbia.
3- O PSTU apoiou o protesto e participou ativamente de sua organização. Durante a semana, o partido tem realizado várias ações contra a visita de Obama, com milhares de cartazes e até faixas em um avião que circula pelos céus do Rio de Janeiro.
4 – Desde as 16h, horário marcado para a concentração, os policiais demonstravam que não tolerariam o protesto. Chegaram a impedir a entrada de um carro de som na Candelária e não queriam deixar que a caminhada seguisse pela Av. Rio Branco.
5 – Apenas depois de uma longa negociação, de quase duas horas, a passeata pôde deixar a Candelária. No momento, já somavam 400 pessoas, inclusive muitas crianças. A passeata foi aplaudida ao longo da Av. Rio Branco, demonstrando que o apoio à visita não é unâmime.
6 – O acordo com o comando policial previa que a passeata seguiria até o Consulado dos EUA, onde seria feito apenas um ato simbólico, seguindo até a Cinelândia. O objetivo era ocupar a praça, símbolo de resistência à ditadura militar, e que Obama tentou usar agora como palco para seu discurso.
7 – Em frente ao Consulado, o ato iniciou com discursos, palavras de ordem. Simbolicamente, sapatos foram atirados contra uma bandeira dos Estados Unidos, repetindo um gesto comum nas revoltas árabes.
8 – No momento em que estavam reunidos em um grande círculo, os manifestantes e os jornalistas escutaram uma explosão ao fundo e foram surpreendidos com o avanço da polícia, que atacou com cassetetes, atirou com balas de borracha e lançou bombas de gás e depois perseguiu os manifestantes pelas ruas vizinhas. As cenas desse momento foram gravadas por manifestantes e estão em nosso site.
9 – Dezenas de pessoas ficaram feridas e entre 12 e 15 manifestantes foram presos. Entre eles, um estudante, menor de idade. Até as 22h, ninguém havia sido solto.
10 – A polícia declarou que coqueteis molotov foram jogados contra os policiais, atingindo um segurança do Consulado. Sobre isso, declaramos que nem o PSTU e tampouco qualquer uma das entidades que organizaram o ato concordam ou apoiam atitudes como essa no ato, convocado como uma manifestação totalmente pacífica.
11 – Este espírito pacífico era compartilhado pelos manifestantes. Entendemos que transformar a passeata em uma batalha apenas favoreceria o imperialismo, evitando que se discuta as verdadeiras intenções da visita. Neste sentido, desconhecemos os autores do ataque e queremos vir a público declarar nossa desconfiança de que provocadores tenham se infiltrado no ato, com esse objetivo.
12 – Os artefatos lançados não justificam a reação completamente desproporcional da polícia do governador Sérgio Cabral, que agiu atacando e prendendo a esmo. A selvageria se seguiu por várias horas, com policiais perseguindo manifestantes pelas ruas próximas a Cinelândia, revistando e prendendo sem provas.
13 – A ação policial derruba por terra qualquer respeito à liberdade e os direitos humanos e indica uma criminalização dos protestos, ao melhor estilo dos Estados Unidos. Um exemplo foi dado na delegacia, quando policiais exibiram suas “apreensões”: uma garrafa de cerveja que teria sido usada como parte de um coquetel molotov e um soco inglês. Para que a imprensa fotografasse, foi colocada uma bandeira e um cartaz do PSTU, atribuindo responsabilidade sobre os ataques. Desde quando uma bandeira, um símbolo de um partido político pode ser apresentado como algo criminoso?
14 – Exigimos uma investigação e uma resposta do governador Sergio Cabral e de seus secretários de Segurança e de Direitos Humanos sobre os fatos desta sexta-feira. Imediatamente, exigimos a libertação de todos os presos, principalmente o menor de idade, que, pela lei, não poderia estar em uma delegacia policial.
15 – Por último, o PSTU afirma que não deixará de protestar contra os Estados Unidos por conta dos ataques da polícia de Sergio Cabral. Continuaremos nas ruas, e nosso próximo ato será no domingo, às 10h, no Largo do Machado. Convocamos todos a participarem deste ato, e transformar esse dia em um grande repúdio à violência de hoje e a criminalização dos que lutam.
Rio de Janeiro, 18 de março de 2011
PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO
www.pstu.org.br

Veja o vídeo do PSTU sobre a repressão:
Enviado por Eri Santos Castro. 
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