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11 de jul. de 2011

O "Boy" de Mogi, do malufismo ao petismo

 Esse tipo de personagem é comum nos governos do PT
 
Foi na década de 1960, numa Mogi das Cruzes de 40 mil habitantes, que o deputado federal Valdemar Costa Neto, secretário-geral do PR, ganhou o apelido de "Boy", pelo hábito de andar a bordo de carros e motocicletas, inacessíveis, à época, à maioria dos jovens da cidade. O pai, Valdemar Costa Filho, foi prefeito quatro vezes. Andava armado e orgulhava-se da amizade com o então governador Paulo Maluf, a quem atribuía a viabilidade de obras como a rodovia Mogi-Bertioga.

No sexto mandato consecutivo como deputado federal, Valdemar hoje tem mais prestígio entre as lideranças políticas da cidade do que entre os eleitores. Costuma ciceronear caravanas de vereadores da cidade em suas incursões pelos ministérios. Em maio, levou o então diretor do Dnit, Luiz Antônio Pagot, à cidade para assinar contratos. A atuação, no entanto, ainda não foi capaz de lhe devolver o capital eleitoral de antes do mensalão. No ano passado, Mogi lhe deu apenas 18,6 mil votos, 40% do que havia conseguido lá antes do mensalão.


Saiu no Valor.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de jul. de 2011

Alfredo já era, mas quem pega Valdemar?

Dilma está diante de um quebra-cabeça. Demitir o ministro foi fácil, difícil vai ser livrar os transportes da influência de Valdemar Costa Neto. Um dos 40 acusados no caso do mensalão, o cacique do PR seria o verdadeiro mentor dos esquemas de corrupção em obras viárias. O problema é que o governo não pode abrir mão do apoio do PR no Congresso. E Paulo Sérgio Passos, um técnico nomeado ministro interino, e o senador Blairo Maggi (PR-MT), ambos ligados a Valdemar, são os dois nomes mais cotados para assumir a pasta. 

Do Correio Braziliense.
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de jul. de 2011

O nome dele é Valdemar

Fustigado por denúncias, o ministro Alfredo Nascimento disse a aliados que os contratos sob suspeita eram comandados por Valdemar Costa Neto, cacique do PR.

Saiu no Correio Braziliense.
Enviado por Patrícia Aguiar.
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O recardo firme de Dilma

A atitude firme de Dilma mandando demitir quatro altos dirigentes do Ministério dos Transportes/ DNIT é um recado bem dado. Há 19 partidos na base. Muitos por serem de um ou dois deputados se juntam em blocos parlamentares. Todos têm participação no governo no primeiro e segundo escalão. Por supuesto, como dizem los hermanos, a presidenta acredita que todos que servem ao país se comportarão com ética e correção.

Muitos atribuem a denúncia que resultou no afastamento dos quatro às disputas internas no PR. Pouco importa. Ela os afastou e mandou investigar.

Enviado por Eri Santos Castro.
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