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3 de ago. de 2011

'O PR não é lixo'

Nem o PP, PMDB, ...E quem será o lixo?
Ao reassumir o mandato no Senado após ser forçado a se demitir do Ministério dos Transportes diante de denúncias de corrupção, Alfredo Nascimento (PR-AM) disse ontem não ter tido apoio da presidente Dilma e reagiu à faxina na área: "Eu não sou lixo, o PR não é lixo para ser varrido da administração." 

Com G1.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de jul. de 2011

Alfredo já era, mas quem pega Valdemar?

Dilma está diante de um quebra-cabeça. Demitir o ministro foi fácil, difícil vai ser livrar os transportes da influência de Valdemar Costa Neto. Um dos 40 acusados no caso do mensalão, o cacique do PR seria o verdadeiro mentor dos esquemas de corrupção em obras viárias. O problema é que o governo não pode abrir mão do apoio do PR no Congresso. E Paulo Sérgio Passos, um técnico nomeado ministro interino, e o senador Blairo Maggi (PR-MT), ambos ligados a Valdemar, são os dois nomes mais cotados para assumir a pasta. 

Do Correio Braziliense.
Enviado por Eri Santos Castro.
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O que faltou em Lula não pode faltar em Dilma: a intolerância com a corrupção

O segundo a cair sob acusações
Em seis meses de governo Dilma, Alfredo Nascimento é o segundo ministro a cair por suspeita de envolvimento com corrupção. O primeiro foi Antonio Palocci. Dois ministros, Aloizio Mercadante e Ideli Salvatti, foram citados no caso dos aloprados, mas sobreviveram. No segundo escalão, 3 caíram porque falaram demais.

Com G1.
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de jul. de 2011

Sarney, Alfredo Nascimento e a falta que faz um vilão

Brasília precisa urgentemente de um vilão. Um vilão desses de novela, com os olhos a rutilar chispas de maldade.
Um vilão assim –caricato, pés sobre a mesa, charuto entre os dedos— ordenaria desvios e superfaturamentos sem pudores e ambiguidades.
Não há vilões assim em Brasilia. Ali, a eventual apropriação de verbas não é vista como coisa amoral. É parte do modelo, consequência do apoio de partidos a governos.
Nesta terça (5), o tetrapresidente pemedebê do Senado, José Sarney, saiu em defesa do ministro pêérre dos Transportes, Alfredo Nascimento.
Sarney enxergou acerto na decisão de Dilma Rousseff de manter Nascimento no cargo. Disse que não se pode exonerar o ministro “apenas por uma acusação publicada”.
Antes da publicação da denúncia, Dilma reunira-se com a cúpula dos Transportes. Queixara-se do descalabro das obras inflada$.
Nesse encontro, Dilma disse que o ministério, por descontrolado, precisava de babá. Teria três: ela própria e as ministras Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti.
A despeito disso, Nascimento permanece na cadeira de ministro, sob aplausos de Sarney.
Retorne-se ao início: Brasília precisa urgentemente de um vilão. Um vilão que trouxesse a maldade estampada na cara, sem ambiguidades.

- Em tempo: Foto de Fábio Pozzebom, da Agência Brasil.
Do blogue de Josias de Souza. 
Enviado por Eri Santos Castro.
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Bomba, bomba, bomba

Eri Santos Castro

O nome dele é Valdemar

Fustigado por denúncias, o ministro Alfredo Nascimento disse a aliados que os contratos sob suspeita eram comandados por Valdemar Costa Neto, cacique do PR.

Saiu no Correio Braziliense.
Enviado por Patrícia Aguiar.
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Capital de empresa de filho de ministro cresce 86.500%

Dilma manda Nascimento suspender licitações por 30 dias

O Ministério Público Federal no Amazonas investiga suposto enriquecimento ilícito de Gustavo Morais Pereira, de 27 anos, filho do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Criada em 2005 com capital de R$ 60 mil, uma das empresas de Pereira tem agora patrimônio de R$ 52 milhões - crescimento de 86.500%. As investigações incluem a ligação entre Pereira e a SC Carvalho Transportes e Construções, que recebeu verba do ministério de Nascimento. O caso pode complicar a situação do ministro, diante de denúncias de corrupção no ministério. Pressionado, Nascimento suspendeu por 30 dias licitações no Dnit e na Valec. Ele irá ao Congresso se explicar, mas sua situação é frágil. 


Saiu em O Globo.
Enviado por Patrícia Aguiar.
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3 de jul. de 2011

Esse PMDB...

Dilma determina afastamento da cúpula do ministério dos Transportes


O governo federal determinou, neste sábado (2), o afastamento da cúpula do Ministério dos Transportes. A decisão ocorre depois de denúncias de superfaturamento em obras públicas apontadas em reportagem da revista “Veja” desta semana.

Em nota, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, comunicou o afastamento temporário dos servidores Mauro Barbosa da Silva, chefe de Gabinete do ministro; Luís Tito Bonvini, assessor do Gabinete do ministro; Luís Antônio Pagot, Diretor-Geral do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit); e José Francisco das Neves, Diretor-Presidente da Valec. O ministro permanece no cargo. Os afastamentos foram comunicados pelo próprio ministro a presidente Dilma Rousseff, por meio de um telefonema, ainda na manhã deste sábado.

Por meio da nota, Alfredo Nascimento negou que tenha sido "conivente" com supostas irregularidades ocorridas no ministério. "O Ministro de Estado dos Transportes, Alfredo Nascimento, rechaça, com veemência, qualquer ilação ou relato de que tenha autorizado, endossado ou sido conivente com a prática de quaisquer ato político-partidário envolvendo ações e projetos do Ministério dos Transportes", diz o texto.

A reportagem de "Veja" relata que representantes do PR, partido ao qual pertence o ministro e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por meio de empreiteiras.
Segundo a revista, em reunião com o ministro na semana passada, a presidente Dilma Rousseff teria classificado como "abusivo" a elevação do orçamento de obras em ferrovias federais. Ainda de acordo com a reportagem, o orçamento passou de R$ 11,9 bilhões, em março de 2010, para R$ 16,4 bilhões em junho deste ano. O aumento no orçamento de obras da pasta teria sido de 38% em pouco mais de um ano.

Alfredo Nascimento determinou ainda a instauração de uma sindicância interna para apurar as supostas irregularidades envolvendo os funcionários da pasta. O ministro também solicitou para a Controladoria-Geral da União (CGU) apoio nas investigações. Os procedimentos administrativos que darão início à investigação devem ser iniciados já nesta segunda-feira (4). Os funcionários supostamente envolvidos na fraude serão afastados temporariamente, em "caráter preventivo e até a conclusão das investigações".
 
Leia a íntegra da nota
"ESCLARECIMENTO


Sobre a reportagem “O mensalão do PR”, publicada pela revista Veja na edição que circula nesse fim de semana, o Ministério dos Transportes informa o que segue:

O Ministro de Estado dos Transportes, Alfredo Nascimento, rechaça, com veemência, qualquer ilação ou relato de que tenha autorizado, endossado ou sido conivente com a prática de quaisquer ato político-partidário envolvendo ações e projetos do Ministério dos Transportes. A preocupação e o cuidado com a correta administração do bem público é uma das marcas da sua vida pública e, especialmente, de suas gestões à frente da Pasta.

Diante da relevância do relato publicado pela revista e da ausência de provas, Nascimento decidiu instaurar uma sindicância interna para apurar rápida e rigorosamente o suposto envolvimento de dirigentes da Pasta e seus órgãos vinculados nos fatos mencionados pela revista. Além de mobilizar os órgãos de assessoramento jurídico e controle interno do Ministério dos Transportes, o ministro decidiu pedir a participação da Controladoria-Geral da União (CGU). As providências administrativas para o início do procedimento apuratório serão formalizadas a partir da próxima segunda-feira, 04/07.

Para garantir o pleno andamento da apuração e a efetiva comprovação dos fatos imputados aos dirigentes do órgão, os servidores citados pela reportagem serão afastados de seus cargos, em caráter preventivo e até a conclusão das investigações. Alfredo Nascimento já comunicou sua decisão à Presidência da República. O desligamento temporário dos servidores Mauro Barbosa da Silva, Chefe de Gabinete do Ministro; Luís Tito Bonvini, Assessor do Gabinete do Ministro; Luís Antônio Pagot, Diretor-Geral do DNIT; e José Francisco das Neves, Diretor-Presidente da Valec; será formalizado a partir da próxima segunda-feira, 04/07, pela Casa Civil da Presidência.

No que diz respeito ao monitoramento da execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o ministro dos Transportes informa ter tomado – a partir de janeiro, quando reassumiu a Pasta – as providências desejáveis ao aperfeiçoamento gerencial do programa, com vistas a reduzir custos de obras e da contratação de projetos. Tal preocupação atende não apenas a necessidade de efetivo controle sobre os dispêndios do Ministério, mas também a determinação de acompanhar as diretrizes orçamentárias do governo como um todo. Característica de sua passagem pelo governo federal em gestões anteriores e, obedecendo à sua postura como homem público, Alfredo Nascimento atua em permanente alinhamento à orientação emanada pela Presidenta da República.

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes. "


Por Iara Lemos, do G1, em Brasília.
Enviado por Eri Santos Castro.
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