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1 de dez. de 2016

UNICEF certifica municípios com Selo UNICEF em São Luís (MA)

Evento no próximo dia 2 contará com a presença do governador do Estado

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) realizará,no dia 2 de dezembro, em São Luís (MA), a cerimônia de premiação de 42municípios reconhecidos por promover avanços em indicadores sociais no Estado.

A premiação será a última das nove cerimônias estaduais de certificação dos municípios que chegaram até a etapa final na 2ª edição do Selo UNICEF Município Aprovado na Amazônia.

Em 2013, 611 cidades da Amazônia Legal aceitaram o convite para participar da segunda edição.
Amanhã, 191 municípios da região terão recebido o Selo UNICEF por fortalecerem as políticas públicas para melhorar a vida de crianças e adolescentes.

O evento contará com as presenças do governador Flávio Dino; do representante do UNICEF no Brasil, Gary Stahl e da coordenadora do UNICEF em São Luis, Eliana Almeida;  prefeitos, secretários estaduais e municipais, conselheiros de direitos e adolescentes.

Serviço:
O quê: Cerimônia de entrega do Selo UNICEF a municípios do Estado
Data:02 de dezembro, sexta-feira
Local:Auditório do Palácio Henrique de La-Rocque - Av.Jerônimo de Albuquerque, s/n, Calhau
Horário: Das 14h30 às 16h30


Sobre o Selo UNICEF:O Selo UNICEF Município Aprovado é uma certificação internacional concedida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) que reconhece avanços reais e positivos na vida de crianças e adolescentes, valorizando o esforço de municípios em ampliar e melhorar políticas públicas que promovam, protejam e realizem direitos de crianças e de adolescentes. Na primeira edição do Selo, ocorrida entre 2009 e 2012, cerca de 550 municípios aderiram à iniciativa.
Em 2013, 611 municípios da Amazônia aceitaram o convite para participar da segunda edição. Este resultado foi conseguido graças a uma forte articulação e apoio dos governos estaduais e parceiros privados e da sociedade civil. Nos últimos quatro anos, os municípios desenvolveram dezenas de atividades de mobilização. Ao todo, 294 municípios realizaram o 1º e o 2º Fórum Comunitário, etapas obrigatórias da iniciativa, além de outras atividades de participação social e de gestão.
Por Michelle Franco.
Enviado por Eri castro.
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28 de jan. de 2015

UNICEF, Observatório de Favelas e Secretaria de Direitos Humanos divulgam Índice de Homicídios na Adolescência (IHA) na próxima quarta-feira, 28

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Observatório de Favelas e o Laboratório de Análise da Violência, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (LAV-Uerj) divulgarão hoje, 28, os novos dados do Índice de Homicídios na Adolescência (IHA). O estudo, em sua quinta edição, permite estimar o risco de adolescentes, com idade entre 12 e 18 anos, perderem a vida por causa de assassinatos.
                 O índice projeta numericamente o risco de adolescentes que hoje têm 15 anos de não conseguirem completar 19 anos em função de serem assassinados. O estudo, voltado para cidades com mais de 100 mil habitantes, também aponta fatores que podem influenciar o risco de morte, como raça e gênero, idade e o meio com o qual o homicídio é cometido (em geral armas de fogo).
                O IHA mais recente, com dados relativos a 2009 e 2010, apontou a Bahia como sendo o Estado com maior risco de morte aos adolescentes, com índice de 6,76 para cada mil adolescentes. O Pará apareceu em 6º lugar, com índice 3,92 (o maior na região Norte).  
                Em 2010, o estudo avaliou 283 municípios do Brasil com mais de 100 mil habitantes. O município de Itabuna, na Bahia, liderou o ranking de homicídios contra adolescentes entre as cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes, com 10,59 mortes para cada grupo de mil adolescentes. Em seguida, aparecem os municípios de Maceió (AL), com 10,15, e Serra (ES), com 8,92.
                No Maranhão, os municípios nos municípios com mais de 100 mil habitantes, apresentaram os seguintes índices de homicídio em 2010, entre as cidades com maior risco para o desenvolvimento e vida dos adolescentes.
Açailândia: 1,91
Bacabal: 1,00
Caxias: 0,72
 Codó: 0,42
Imperatriz: 1,42
Paço do Lumiar: 1,98
São José de Ribamar : 1,49
São Luís: 2,19
Timon: 1,44
O município de São Luís apresentou o pior índice do Estado.

O Índice de Homicídios na Adolescência (IHA)
                Além de ser um amplo alerta sobre a violência letal contra adolescentes, o IHA também pretende ser um instrumento para contribuir com o monitoramento e avaliação de políticas públicas, tanto municipais quanto estaduais e federais, para enfrentar o problema.
                Hoje, os homicídios representam 45,2% das causas de morte dos adolescentes brasileiros, enquanto que, para a população em geral, o número de mortes corresponde a 5,1%. Segundo o último levantamento do IBGE (2010), aproximadamente 13% da população brasileira é composta por adolescentes com idade entre 12 e 18 anos.
                Desenvolvido pela SDH,  o UNICEF e o Observatório de Favelas, em parceria com o LAV-Uerj, o IHA está inserido no contexto do Programa de Redução da Violência Letal Contra Adolescentes e Jovens (PRVL).
                O índice expressa, para um universo de mil pessoas, o número de adolescentes que, tendo chegado à idade de 12 anos, não alcançará os 19 anos porque será vítima de homicídio. Por outro lado, estima o número de homicídios que se pode esperar ao longo de sete anos (entre os 12 e os 18 anos) se as condições não mudarem.
                Ao analisar a evolução do índice desde a sua criação, nota-se que o valor do IHA para o Brasil em 2005 foi de 2,75 mortes para cada grupo de mil adolescentes. Houve redução nos valores do índice até 2007 e estabilidade em 2008 e 2009. Já em 2010 o IHA aumentou significativamente, alcançando o patamar mais elevado da série (2,98).
Por Rafaela Guterres.
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de jan. de 2015

Municípios da região metropolitana de São Luís apresentam taxa de mortalidade infantil menor que a média Maranhense segundo IBGE


O Brasil, segundo os dados preliminares das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, conseguiu reduzir a taxa de mortalidade infantil na passagem de 2012 para 2013 os dados foram divulgadas em dezembro de 2014 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A taxa de mortalidade infantil, até 1 ano de idade, ficou em 15 para cada mil nascidos vivos em 2013. Em 2012, essa proporção era de 15,7 óbitos de menores de um ano para cada mil nascidos vivos.
O Maranhão ainda é líder em mortalidade infantil no Brasil, com uma taxa, no ano de 2013, de 24,7 bebês a cada mil nascidos vivos. O menor resultado foi de Santa Catarina, 10,1 bebês por mil nascidos vivos.
Todavia a região metropolitana de São Luís apresenta índices menores que a média do Maranhão e alguns menores até do que a média nacional, com os seguintes dados consolidados de 2011:
São Jose de Ribamar: 12,2 a cada mil nascidos vivos
Raposa: 14,9 a cada mil nascidos vivos
Paço do Lumiar: 17,1 a cada mil nascidos vivos
Alcântara: 8,6 a cada mil nascidos vivos
Bacabeira: 16,7 a cada mil nascidos vivos
Rosário: 14,5 a cada mil nascidos vivos
Santa Rita: 11,7 a cada mil nascidos vivos
São Luís: 16,3 a cada mil nascidos vivos

Os dados utilizados pela Secretarias Municipais de Saúde são os catalogados no Datasus, que é a plataforma do Ministério da Saúde. A última atualização consolidada do sistema traz números nacionais, por município, de 2011. O IBGE destaca que países como o Japão, a mortalidade infantil é de apenas 2 óbitos por mil nascidos vivos.
 Segundo Eliana Almeida, coordenadora do Escritório do Unicef no Maranhão este índice é um indicador de desenvolvimento:
"A mortalidade infantil é considerada um  indicador de como um país, estado ou município esta garantindo o direito de suas crianças. A taxa de mortalidade infantil é também utilizada para a nação projetar a expectativa de vida da sua população. Assim, um município, um estado, uma nação para demonstrar que está no caminho do desenvolvimento positive, necessariamente, precisa investir na infância e na redução da mortalidade infantil, através  da implementação de políticas públicas e  programas que assegure, umpré-natal universalizantes e de qualidade, onde as gestantes consigam fazer no mínimo 7 consultas gratuitas, conforme orienta a Organização Mundial de Saúde. O UNICEF tem apoiado juntamente com os demais níveis de governo, os municípios na redução da mortalidade infantil através do programa Selo UNICEF Município aprovado, que estimula e  apóia os municípios no processo de planejamento das políticas públicas para a infância, especialmente no que diz respeito à garantia do direito ao acesso à saúde, educação e melhor oferta dos serviços públicos municipais."

MORTALIDADE INFANTIL NO NORDESTE. MELHORES DESEMPENHOS 1980/2013
Estado
Índice 2013
Estado
Índice 1980
Pernambuco
14,9
Piauí
81,0
Ceará
16,6
Bahia
83,1
R.G. do Norte
17,0
Maranhão
86,1
Sergipe
18,9
Sergipe
90,1
Paraíba
19,0
Pernambuco
104,6
Bahia
19,9
R. G. do Norte
111,2
Piauí
21,1
Ceará
111,5
Alagoas
24,0
Alagoas
111,6
Maranhão
24,7
Paraíba
117,1
NORDESTE (média)
19,5
NORDESTE (média)
99,5
BRASIL
15,0
BRASIL
70,0
Fonte: IBGE. Elaboração Agência Prodetec.

Por Michelle Franco
UNICEF Communications Advisor
Selo Unicef Maranhão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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9 de dez. de 2014

Unicef Apresenta dados sobre a Infância e a Juventude do Maranhão e da Amazônia


Na última semana, 4/12, no auditório do Hotel Grand São Luís, em São Luís, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) Apresentou dados relativos a situação da criança e do adolescente na Amazônia incluindo o Estado do Maranhão.

A apresentação do material no Maranhão foi uma avaliação das ações que vem sendo realizadas nos estados da Região Amazônica (maranhão incluso). Os dados foram apresentados para grupos de jornalistas maranhenses, para que conheçam ainda mais a realidades destes estados em números, no que se refere a situação da infância e da adolescência.

Os dados são resultados dos últimos 2 anos (2013 – 2014) dos programas Selo Unicef Município Aprovado, Plataforma dos Centros Urbanos e do Programa Aprender do UNICEF.

Alguns dados importantes apresentados durante o evento:

*Taxa de mortalidade infantil na região Amazônica é superior à média nacional em 24.2 por mil habitantes  (no Brasil é 16/1000); mais de 18% dos adolescentes (15 a 17 anos), ainda estão fora da escola. 

*A fraca presença do Estado em muitas região, tais como fronteiras, municípios isolados e onde atualmente acontecem as grandes obras, estão levando a um aumento considerável da exploração sexual infanto-juvenil;

*Foi a única região em que os indicadores do trabalho infantil apresentaram piora expressiva com mais de 489 mil  crianças e adolescentes com idade entre 5 a 17 anos trabalhando (aumento nos Estados do Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Tocantins).

No Brasil, 3,8 milhões  de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos estão fora da escola no Brasil. Fonte: Censo 2010.

*No Brasil, 8,8  milhões  de alunos do ensino fundamental estão em risco de exclusão por causa do atraso escolar. Fonte: Censo 2010.

No Maranhão, o nível de aprendizado em Português no 5º Ano é de 15%. A média brasileira é de 37%. Apenas 4% dos estudantes maranhenses apresentam aprendizagem adequada no 9º ano em Matemática. A média brasileira é de 12%. Fonte: Prova Brasil 2011. INEP. 

Taxa de Distorção Idade-Série, no Ensino Fundamental de 8 ou 9 anos, em 2010 é de 30,5% no Maranhão e de 23,6% no Brasil. No Ensino Médio essa taxa alcança  48,3% no Maranhão, enquanto o Brasil possui 34,5%.   Fonte: Mec/Inep/Deed

Espera-se que a cobertura sistemática desses dados permita a elaboração de políticas públicas específicas para a infância e juventude a fim de respeitarmos ainda mais os direitos deste importante grupo social.


Por Michelle Franco- UNICEF Communications Advisor.
Enviado por Eri Santos Cstro.
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2 de dez. de 2011

Situação de adolescentes no Brasil é inaceitável, diz Unicef

A pesquisa sobre a Situação da Adolescência Brasileira 2011, do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef), mostrou que 3,7 milhões - ou 17,6% - dos jovens entre 12 e 17 anos do Brasil vivem na extrema pobreza, ou seja, com até um quarto de salário mínimo per capita. Além desse grupo, mais 7,9 milhões de jovens - ou 38% - vivem em residências em que a renda familiar per capita é inferior a meio salário mínimo. A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira (30) pela Unicef, os dados são referentes aos anos de 2004 e 2009. Segundo o coordenador de programas da Unicef para os esta... mais » 
Jorge Antonio Carvalho em Conversa de Feira -
Editado por Eri Santos Castro.
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