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1 de set. de 2014

Flávio Dino recebe apoio de ministro da presidenta Dilma, do deputado Edson Araújo e de pescadores e lança compromisso

 Pula-pula: Deputado Edson Araújo declara apoiou a Flávio Dino, diante do ministro do Trabalho do governo Dilma



O candidato Flávio Dino recebeu neste domingo o apoio de entidades e colônias de pescadores de todo o Maranhão. O coro que a plateia fez durante encontro com o candidato não deixou dúvidas: “Vamos votar em Flávio Dino, o governador do pescador”. No mesmo evento, ele também recebeu o apoio do deputado estadual Edson Araújo, candidato à reeleição.
Cerca de 300 mil maranhenses trabalham hoje na pesca. Apesar do grande número e da importância econômica que representam, os trabalhadores reclamam do descaso com a categoria.
Os pescadores lotaram o auditório do Hotel Rio Poty, em São Luís, para apoiar Flávio, que foi aplaudido diversas vezes. Representantes de 150 cidades compareceram.
O candidato firmou um compromisso com os trabalhadores: “Meu secretário de Estado da Pesca vai ser definido depois de conversas com as entidades e colônias dos pescadores. Vai ser um companheiro de vocês”. Flávio ressaltou a importância de ter no cargo alguém que conheça a realidade dos pescadores.
Flávio também afirmou que, se eleito, voltará a conversar com os trabalhadores da pesca para definir as prioridades.
Valorização da pesca
O evento foi organizado pelo deputado estadual Edson Araújo, cuja trajetória sempre esteve ligada aos pescadores. “Hoje o governo não dá valor à pesca. Com Flávio sabemos que as condições de vida vão melhorar. Não só para os pescadores, mas também para os filhos dos pescadores, com educação e outros serviços de qualidade.”
O candidato a deputado federal Julião Amin também esteve presente e ressaltou as políticas públicas que Flávio vai criar para melhorar o Estado. Ele também pediu que a população vote em Roberto Rocha para ter um senador em Brasília que defenda os trabalhadores e os pescadores.
O ministro do Trabalho, Manoel Dias, também compareceu ao encontro e declarou forte apoio a Flávio Dino. Ele contou que andou pelo Maranhão e viu muita animação e vontade do povo de votar em Flávio. “Vamos manter a perseverança contra qualquer tipo de manobra para termos uma vitória contundente e espetacular”, disse o ministro.
Flávio agradeceu a presença de todos e ressaltou a importância de votar em candidatos comprometidos com os pescadores e os trabalhadores em geral.

16 de set. de 2013

Apuração liga mulher de ministro a verba irregular, isso já está demais

TCE de Santa Catarina constatou despesa ‘ilegítima’ em convênio firmado com recurso do Trabalho

O Tribunal de Contas de Santa Catarina pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar denúncias que ligam a mulher e o chefe de gabinete do ministro do Trabalho, Manoel Dias, a irregularidades em convênios firmados no Estado e abastecidos por dinheiro da própria pasta, informam os repórteres Fábio Fabrini e Andreza Matais. Santa Catarina é a base eleitoral de Dias. Relatórios do órgão apontam suposto dano ao erário e favorecimento de três entidades, uma delas ligada ao PDT, partido do ministro, em parcerias de R$ 2,1 milhões, firmadas nas gestões de Dalva Maria de Luca Dias, como secretária estadual de Assistência Social, e de Rodrigo Minotto, então coordenador do Sistema Nacional do Emprego (SINE) no Estado. A investigação foi solicitada no mesmo dia em que a Polícia Federal prendeu três funcionários do ministério acusados de desviar recursos. Dalva Dias nega irregularidades e diz que “não há no Brasil um gestor público que não tenha processo”.
 


Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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10 de set. de 2013

PDT em chamas: Fraude no Ministério do Trabalho provocou rombo de R$ 400 milhões

  • Em menos de dois anos o Ministério do Trabalho é alvo da terceira investigação por desvio de recursos públicos. Um assessor do ministro está foragido, um deputado federal encrencado e o secretário executivo, segundo na hierarquia do ministério, é suspeito de envolvimento.

16 de ago. de 2013

Maranhão de novo: Dilma que trazer engenheiros para cá

Dilma quer trazer engenheiros estrangeiros para o Brasil. Governo afirma que tem dinheiro para investir em obras no interior do País, mas alega não há profissionais nas áreas mais carentes para fazer os projetos. Maranhão, Piauí e Roraima são estados com menos profissionais. Veja mais emhttp://bit.ly/14BuHyz

10 de mai. de 2012

Ministro Brizola Neto vem para o enterro de Neiva Moreira

O ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, vem para o enterro do ex-deputado Neiva Moreira, que faleceu na madrugada desta quinta-feira (10). De acordo com informações, o ministro, que há pouco tempo integrou a equipe de Dilma Rousseff, desembarca na capital maranhense por volta das 15h.

Brizola vai direto do aerporto se encontrar com a governadora Roseana Sarney e o vice-governador Washington Luís, no Palácio dos Leões. Após o encontro, ele com o vice-governador vão para o enterro, que acontecerá no Cemitério do Gavião, Madre Deus, às 16h.

Brizola é neto de Leonel Brizola, que junto com Neiva Moreira e Jackson Lago fundaram o PDT.

Há poucos dias o vice-governador Washington Luís, no exercício do governo, visitou neiva no Hospital UDI, onde estava internado. Na oportunidade, Washington declarou que Neiva Moreira era um dos melhores maranhenses da história.

Com O Imparcial.
Enviado por Eri Santos Castro.
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4 de mai. de 2012

Igor Lago saúda novo ministro do Trabalho


Muito bom o discurso do novo Ministro do Trabalho, deputado federal Carlos Daudt Brizola Neto.
Desejo a ele muita coragem, altivez e uma gestão voltada para atender os verdadeiros anseios do povo brasileiro.
Que tenha condições de fazer uma auditoria em todas as ações de sua pasta e averigue, cuidadosamente, convênio por convênio, principalmente esses cursos dados por ONGs; que participe das discussões sobre a queda dos juros, a taxa de câmbio e outras questiúnculas monetárias para que evite a desindustrialização brasileira; que discuta as necessidades atuais das relações de trabalho sem que isto afete os interesses sagrados dos trabalhadores brasileiros, para que não nos tornemos uma nova China ou Índia, no que se refere a questões trabalhistas de informalidade; que defenda o salário mínimo e os outros salários do funcionalismo público federal e estadual, tão aviltado, também, quanto aquele; que discuta e otimize os impostos às empresas e, assim, torne o estado mais eficiente e menos atrativo aos que o saqueiam e patrimonializam; que se acerque de pessoas competentes e éticas; enfim, que honre o seu sobrenome que tanto orgulha aqueles que lutaram e lutam por um Brasil menos desigual e mais justo, por um Brasil livre do analfabetismo, do subemprego ou desemprego, da exploração de nossas riquezas de forma insustentável,...

1 de mai. de 2012

1º de maio, trabalhismo prestigiado com nomeação de Brizola Neto

VAMOS TODOS À PRAÇA MARIA ARAGÃO. ATO PÚBLICO CONTRA A MISÉRIA DO MARANHÃO. VÁRIAS ATRAÇÕES (TRIBO DE JAH E FAUZI BAYDOUN... E VÁRIOS SORTEIOS, INCLUINDO UM CARRO E UMA MOTO ZERRO KM).

Brizola Neto assume Ministério do Trabalho e carrega em seu sobrenome o simbolismo histórico do trabalhismo brasileiro, não se pode esperar menos do que a coerência de sua filiação trabalhista até hoje confirmada
A presidenta Dilma Roussef confirmou o nome de Brizola Neto para o Ministério do Trabalho, deputado federal pelo PDT/RJ, neto de Leonel Brizola.
Brizola Neto é um nome de destaque na luta pelo trabalhismo e pela defesa dos interesses nacionais, sua atuação no parlamento revela sua postura militante pelos direitos do trabalhador e do povo brasileiro, como integrantes de uma nação, em busca de força popular e da soberania plena que conduza ao desenvolvimento com justiça social.

Na véspera do 1º maio, dia mundial do trabalhador, a presidenta reconduz um trabalhista, de sobrenome histórico e ligado aos legados dos governos João Goulart e Getúlio Vargas.
Brizola Neto tem sido fiel politicamente aos interesses populares na coalizão que sustentou Lula e  sustenta o governo de Dilma no Congresso.

O mundo passa por difíceis e dramáticas crises econômicas e sociais, principalmente na Europa.  Trabalhadores destes países sofrem o ataque covarde do capital contra direitos consagrados, em nome de políticas recessivas que inibem a oferta de emprego, ampliam vertiginosamente o desemprego e fazem a massa salarial recuar para níveis insuportáveis.

Na Espanha cerca de 25% da população economicamente ativa está desempregada, os governos destes países em crise vociferam seus projetos nos parlamentos para amansar o monstro do caos econômico.
A América Latina resiste a esta cantilena neoliberal tardia, rejeita a receita oferecida, justamente, pelos que criaram a crise que agora prometem combater.

O governo Dilma, com a nomeação de Brizola Neto, diz aos trabalhadores brasileiros que a defesa dos direitos trabalhistas e a manutenção da política de geração de emprego e renda  permanece prestigiada e forte como um marco de nacionalidade e soberania.  O país, desta maneira, acena aos organismos internacionais que não aceita imposições do mercado, que levou a lona o bem estar social de povos como os da Grécia, Espanha, Itália, Portugal e Irlanda, golpeados abaixo da linha da cintura pela ganância desenfreada de corporações, aliadas as fraudes arranjadas junto às consultorias de mercados e a ausência de regulamentação por parte do Estado.

Brizola Neto traz consigo o sobrenome que nos remete ao trabalhismo brasileiro, desta forma, não há o que esperar além do que um ministro do trabalho que defenda o trabalhador da vontade insaciável e irracional daqueles que acumulam riquezas sonegando direitos e bem estar social aqueles que detêm a força de trabalho e contribuem, decisivamente, para o crescimento econômico e social do Brasil.

11 de abr. de 2012

O imbróglio pedetista e o Ministério do Trabalho e Emprego

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) continua tendo como ministro interino o Sr. Paulo Pinto, carioca, ligado ao ex-ministro Carlos Lupi que, no dia 04 de dezembro (já se passaram 4 meses!), viu-se obrigado a entregar a sua carta de demissão à presidente Dilma Roussef por suspeita de corrupção (denúncias de esquema de propina de seus assessores, convênios suspeitos com ONGs apontados pela própria CGU, viagem em jato, etc). Apesar de todo o esforço próprio e de seu entorno, o ex-ministro não conseguiu manter-se no cargo. Lembram das bravatas? - Só saio à bala! - Dilma, eu te amo!
 
Contudo, apesar de sua demissão, o interino exerce o MTE como se fora o seu antecessor. A rigor, nada mudou. Faz-nos lembrar do dito irônico, quando da invasão napoleônica a Portugal, e o general Junot instalou seu quartel-general em Abrantes, cidade próxima a Lisboa: “Está tudo como dantes no quartel d´Abrantes”.
Devemos tirar o chapéu, pois o mesmo já conseguiu manter o MTE sob a sua velha direção por um quadrimestre. A continuar assim, completará 5,6,7,....meses.
 
No dia 30 de janeiro, durante a reunião do Diretório Nacional do PDT, em Brasília, alguém levantou a questão do MTE (creio que foi um companheiro do Rio de Janeiro), queria que fosse discutida por todos os presentes. Entretanto, o ex-ministro tomou a palavra para argumentar contra a discussão naquele momento, já que a presidente, até então, ainda não havia chamado os designados membros de um recém-formado conselho para tratar do assunto. Segundo o mesmo, não se podia discutir algo que ainda não tinha sido colocado para o partido.
 
Aquela postura revelava o modus operandi de uma dupla que assenhoreou-se do partido e decide tudo a quatro paredes de uma sala que não tem sequer o retrato de nenhum dos nossos grandes líderes. Nada do velho Getúlio, do gigante Jango, do gênio Darcy e do guerreiro Brizola. Só a dele, e grande! De certa forma, isto nos conforta na medida em que os mesmos não são testemunhas das decisões antidemocráticas e antitrabalhistas desses senhores.
 
Logo após esse encontro, saíram as primeiras notícias a respeito desse assunto, o próprio Lupi disse haver sugerido cinco nomes do PDT para a sua substituição que, depois, diminuiu para três nomes (Manoel Dias - o eterno secretário geral, e os deputados federais Brizola Neto e Vieira da Cunha) e, agora, bem, todos sabemos, trabalha por um nome, isto é, o do secretário geral vitalício. Mas, sinceramente, começo a desconfiar com os meus surrados botões se isto tudo não passa de um grande engodo lupista.
 
Vejamos: Anunciou-se a preferência da presidente pelos dois últimos nomes. Nada se concretizou. Não houve nenhuma nomeação. Sorrateiramente, o Lupi faz espalhar a tese de que o Dias reúne todo o partido, etc. Isto, em plena situação constrangedora pela qual passara o governo no Congresso. Estabelece-se o impasse, o imbróglio que, numa conjunção de fatores pessoais e de conjuntura, constrói-se uma zona de conforto, isto é, decide-se não decidir, os velhos “deixa para resolver depois”, “amanhã”, “semana que vem”, “depois da viagem”, etc.
Isto está incomodando os setores mais consequentes, porque começam a perceber que esta situação favorece aos atuais donos do partido. Se der Manoel Dias, ótimo para eles; Se continuar assim, também. O interino olha, escuta, fala e age como se fora eles.
 
Tudo isto é lamentável. A rigor, o nosso partido não deveria estar passando por esse constrangimento desnecessário. Fôssemos o Partido original e autêntico de nossos fundadores, o Lupi não teria condições nem cara de voltar à presidência! Muito menos sugerir à presidente o seu substituto ou, como parece ser o caso, chantagear a primeira mandatária da Nação. Da forma em que saiu do MTE, pediria licença, afastamento ou renunciasse até as coisas ficarem devidamente esclarecidas, o que ainda não estão, diga-se de passagem!
Ao contrário, começou a despachar como se nada lhe ocorrera, para piorar a imagem de nosso desfigurado partido.
 
Já manifestei a minha opinião a respeito desse tema. Volto aqui para expressar essas opiniões que me são cobradas pelos companheiros e companheiras do Maranhão.
O PDT com ou sem ministro precisa desatrelar-se do MTE. É vital para o partido reencontrar-se, refletir e repensar o seu papel como partido histórico trabalhista, nacionalista e popular. E, se houver a nomeação de um futuro ministro do PDT, que se inspire no Jango, que ficou apenas 8 meses e saiu por defender os já conquistados interesses dos trabalhadores (reajuste do salário mínimo, decretos a favor da previdência, reconhecimentos trabalhistas, etc) e preservar o segundo governo Vargas das crises políticas que acabaram levando-o ao suicídio.
 
O PDT precisa refundar-se!
Saudações Trabalhistas!
Por Igor Lago.
Envido por Eri Santos Castro.
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19 de mar. de 2012

Exclusivo: Brizola Neto admite que poderá ser ministro e PDT lança nota negando que não o vetará

Como todos puderam ler nos jornais, estes foram dias de grandes especulações e, como é natural da política, algumas intrigas em torno de uma possível indicação do Deputado Brizola Neto para o Ministério do Trabalho.

Embora, como sempre, o blog tivesse toda liberdade de seguir normalmente, considerei que tudo o que porventura se pudesse dizer aqui acabasse por ser utilizado, como se de autoria dele fosse, para alimentar algum tipo de incompreensão.

Ou que, para que isso não acontecesse, perdêssemos aqui a sinceridade com que procuramos nos expressar.

Ou que ficasse tratando de temas “estratosféricos”, fingindo ignorar a luta política.
Ambas as atitudes não seriam corretas e não honrariam a tradição que construímos ao longo destes anos.

Ouvi do deputado, com a sinceridade de um diálogo entre pessoas que se conhecem há mais de 15 anos, que não há qualquer decisão tomada e que o importante é que as decisões sejam livremente tomadas por quem tem a legitimidade para decidir: a Presidenta Dilma Rousseff.

Hoje, depois que a direção do PDT e seus líderes no Senado e na Câmara divulgaram nota negando os rumores de que poderiam estar ocorrendo vetos aos nomes indicados – além do próprio Brizola Neto, o deputado Vieira da Cunha e o secretário-geral do partido, Manoel Dias – achei que o clima se desanuviou ao ponto de permitir esta explicações aos leitores.

Há a hora do silêncio necessário e  de parar por instantes, para seguir fazendo, desta ou de outra forma, aquilo que sempre tentamos fazer : defender o desenvolvimento, a independência e os direitos do povo brasileiro.

Por Brizola Neto.
Enviado por Eri Santos Castro.
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BRIZOLA NETO DEVERÁ SER O NOVO MINISTRO DO TRABALHO

BRIZOLA NETO DEVERÁ SER O NOVO MINISTRO DO TRABALHO
Na tentativa de conter a insatisfação do PDT, a presidente Dilma Rousseff deve nomear o deputado Brizola Neto para o Ministério do Trabalho, relata Vera Rosa DO ESTADÃO DE HOJE.

5 de mar. de 2012

Ministério do Trabalho sai do controle do PDT

No Congresso o nome do deputado Hugo Leal tem apoio da base aliada. Apesar de ser de um partido pequeno, o PSC, ele tem bom trânsito em diversas legendas, como o PMDB, o PP e o PT. “Todo mundo na Câmara quer o Hugo Leal”, conta um governista.

Palacianos e congressistas também avaliam que o PDT tem uma representação desproporcional no governo em relação a outros partidos aliados. A bancada pededista é formada por 26 deputados. Juntos PSC e PTB somam 40 deputados. O PTB apoia também o nome do Hugo Leal. "O PDT não dá mais", diz um deputado petista.

Com Congresso em Foco.
Enviado por Eri Santos Castro.
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5 de dez. de 2011

Lupi cai: quem acreditou no que ele acredita

Saiu em O Globo
Cai o sétimo ministro de Dilma
Após um mês de desgaste, Lupi, o sexto atingido por denúncias de corrupção, entrega o cargo
Desgastado por denúncias de corrupção no Ministério do Trabalho, o ministro Carlos Lupi se antecipou a presidente Dilma - que, pressionada pela Comissão de Ética da Presidência, anunciaria hoje a saída do pedetista da pasta - e entregou ontem o cargo. Ele resistiu por apenas 28 dias, após afirmar que só sairia "abatido a bala". O secretário-executivo Paulo Roberto Pinto assumiu o ministério, pelo menos até a reforma prometida para janeiro. No entanto, não é certa a permanência do PDT no comando da pasta, e Dilma já pensa em fundir a Previdência e o Trabalho e entregá-los ao PMDB. Em nota, Lupi atribuiu sua saída a "perseguição política e pessoal da mídia". E reclamou do que chamou de condenação sumária da Comissão de Ética.

Presidente pede que Pimentel se explique

O ministro Fernando Pimentel disse que a consultoria que lhe rendeu R$ 2 milhões não tem nada de ilegal.



Saiu na Folha
Lupi é sexto ministro de Dilma a cair sob suspeita
Pedetista, que pediu demissão do Trabalho após falar com presidente, se diz vítima de perseguição
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), pediu demissão do cargo após se reunir ontem com a presidente Dilma Rousseff. Para o Planalto, as suspeitas de irregularidades tornaram insustentável sua permanência.

No cargo desde 2007, no governo Lula, Lupi é o sexto ministro de Dilma a cair por suspeita de irregularidades. 


Melchiades Filho

Não há garantia de que a reforma terá o tamanho e o impacto especulados.


Saiu no Estadão
Carlos Lupi pede demissão e PT já disputa o ministério
O pedetista é o sexto ministro a cair sob acusação de corrupção em menos de um ano de governo
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pediu demissão ontem, depois de se encontrar com a presidente Dilma Rousseff. Envolvido em uma série de denúncias, Lupi perdeu o apoio do PDT, entrou em rota de colisão com o PT e não conseguiu explicar à Comissão de Ética os casos de cobrança de propina na pasta. Na sexta-feira, a presidente, em viagem à Venezuela, avisou que decidiria o caso "na segunda". Para se antecipar ao gesto presidencial, Lupi retornou ontem à tarde a Brasília e apresentou sua carta de demissão. Ele é o sexto ministro a cair sob acusação de corrupção em menos de um ano de governo. O PT já negocia nos bastidores para retomar o domínio da pasta. (Págs. 1 e Nacional A4)

Reforma ministerial

A presidente Dilma Rousseff planeja mexer em 9 dos 38 ministérios no início de 2012.



Saiu no Correio Braziliense
Caso Lupi - Demissão por justa causa
Na sexta-feira, a presidente Dilma Rousseff prometeu que iria resolver a situação do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, tão logo chegasse da Venezuela. Ontem, no início da noite, cumpriu o que disse e aceitou a carta de demissão dele. A causa foi justa: o pedetista não conseguiu explicar os convênios com organizações não governamentais nem o aparelhamento partidário do ministério. O secretário executivo, Paulo Pinto, assume interinamente.


Saiu no Valor Econômico
Lupi deixa o Ministério do Trabalho
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pediu demissão, na noite de ontem. Lupi é o sétimo ministro a deixar o cargo antes de o governo Dilma completar um ano. A pasta será ocupada interinamente pelo secretário-executivo, Paulo Roberto Pinto. Presidente licenciado do PDT, Lupi convocou uma reunião hoje para a comissão executiva do partido discutir se abre mão de cargos no governo e mantém o apoio a Dilma.

Lupi ocupava a pasta do Trabalho desde março de 2007, no governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e continuou no posto com Dilma, por indicação do PDT. Mas, nas últimas semanas, uma série de denúncias de irregularidades que teria cometido tornou sua posição insustentável.



 Saiu no Estado de Minas
 Lupi pede para sair
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, sob forte pressão, renunciou ao cargo em carta entregue ontem à presidente Dilma Rousseff. Alegou perseguição política é da mídia. Entre as denúncias contra ele estão a de que havia um esquema de cobrança de propinas de ONGs contratadas para capacitar trabalhadores e de que teria viajado em avião alugado por empresário de uma das organizações não governamentais. A pasta será ocupada, interinamente, por Paulo Roberto Santos Pinto, que respondia pela Secretaria Executiva do ministério.

Saiu no Jornal do Comércio
Lupi, finalmente, resolve sair do governo
Envolvido em denúncias de corrupção, ministro do Trabalho resistiu, fez piada, expôs a presidente Dilma e ontem decidiu deixar o cargo.

Saiu no Zero Hora
Lupi pede para sair após um mês de agonia política
Ministro do Trabalho é o sétimo a cair no governo Dilma, seis deles sob denúncias de corrupção.

 Editado por Eri Santos Castro.
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1 de dez. de 2011

Por unanimidade Comissão de Ética da Presidência quer saída de Lupi

Conforme o jornal O Globo, após analisar as explicações do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, sobre a série de denúncias de irregularidades em sua pasta, os sete conselheiros da Comissão de Ética Pública da Presidência tomaram ontem uma decisão unânime e inédita: recomendar à presidenta Dilma Rousseff que o exonere do cargo.

Editado por Eri Santos Castro.
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9 de nov. de 2011

Lupi: "Duvido que Dilma me tire. Nem na reforma"

Direção do PDT apoia ministro, mas pedetistas pedem inquérito na PF

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e o comando do PDT decidiram desafiar a presidente Dilma e ameaçaram deixar o governo se perderem o comando da pasta. Após se reunir com a Executiva e parlamentares do partido, Lupi disse que ficará no cargo, mesmo após a reforma ministerial, prevista para janeiro. "Duvido que a Dilma me tire! Para desconforto de vocês (jornalistas), vão ter que me ver aqui no ano que vem, em 2013, em 2014. Pela relação que tenho com a Dilma, não saio nem na reforma", afirmou. Os líderes do PDT na Câmara, Giovanni Queiroz (PA), e no Senado, Acir Gurgacz (RO), disseram que, se Lupi cair, o partido deixará a base aliada. Já os deputados pedetistas Miro Teixeira (RJ) e Reguffe (DF) e o senador Pedro Taques (MT) pediram à PF abertura de inquérito para apurar as denúncias. 


Saiu em O Globo.
Editado por Eri Santos Castro.
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8 de nov. de 2011

Órgão da Presidência e colegas de partido cobram explicações sobre acusações

Comissão de ética e PDT fragilizam ministro Lupi

A permanência de Carlos Lupi à frente do Ministério do Trabalho tornou-se ainda mais ameaçada ontem, após a decisão da Comissão de Ética da Presidência de lhe pedir explicações sobre o descontrole na fiscalização de convênios com ONGs. A cobrança por esclarecimentos cresceu no próprio partido do ministro. Pressionado, Lupi, que é presidente licenciado do PDT, marcou para hoje reunião com parlamentares e a Executiva da legenda. "O PDT tem história, de vitórias e de derrotas e até brigas, mas nunca esteve sob suspeita de envolvimento em prática de corrupção", afirmou Miro Teixeira, um dos deputados pedetistas que deverão entrar hoje no Ministério Público com pedido de investigação. Lupi não obteve demonstração de apoio do governo e, numa audiência privada conseguida à última hora, tentou se explicar à presidente Dilma Rousseff. Após a reunião, disse que é "osso duro de roer" e defendeu cadeia para corruptos. 


Saiu em O Globo.
Editado por Eri Santos Castro.
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7 de nov. de 2011

A insustentável fortaleza de Lupi

Saiu em O Globo
TCU identifica 500 contratos sem fiscalização no Trabalho
Para auditores, situação no ministério é crítica. Lupi diz que não joga toalha

Um relatório aprovado pelo plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) em 19 de outubro diz que "a situação é crítica" no Ministério do Trabalho: mais de 500 relatórios de prestação de contas apresentados por ONGs e outras entidades que receberam verbas públicas estão engavetados no ministério, sem fiscalização. Metade deles corre o risco de completar cinco anos no fundo dos armários. "Reiteradas auditorias apontaram irregularidades. Esta Corte não pode ser tolerante com a situação", critica o ministro Weder de Oliveira, do TCU. A falta de fiscalização facilita o trabalho dos fraudadores. Como o Globo revelou ontem, só em Sergipe a Policia Federal abriu 20 inquéritos para apurar desvios de verbas cometidos por ONGs. O ministro Carlos Lupi negou envolvimento com as irregularidades e disse que vai lutar para não ter o mesmo destino de outros cinco ministros exonerados após denúncias de irregularidades. "Vou nesta luta até o fim. Morro, mas não jogo a toalha", disse. Mas até parlamentares do PDT cobram investigações.


Saiu na Folha
Governo diz ter alertado Lupi sobre denúncias
O Planalto alertou há três meses o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), sobre denúncias de fraude em convênios com ONGs, afirma o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

Após o alerta, foi afastado o chefe de gabinete da pasta. Lupi diz não ter feito acordo com ONGs em 2011.


 Saiu no Estadão
Após denúncias de propina, oposição pede saída de Lupi

Editado por Eri Santos Castro.
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"Tá vendo aquele edifício, moço?"

O marido de Marta Ana não teve a chance de dizer que ajudou a levantar o novo prédio do TSE, em Brasília. José Alves morreu ao cair de uma plataforma de sete metros de altura. Só, a mãe se angustia para criar os três filhos. Assim como José, em média sete brasileiros saem para trabalhar e não voltam. Morrem em acidentes no serviço. 

Por Ana D'Angelo, no Correio Braziliense.
Editado por Eri Santos Castro.
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10 de ago. de 2011

Lupi diz que agirá 'com toda força' para evitar desvios no Ministério do Trabalho

O PRÓXIMO?
Não é bem isso que se comenta em Brasília. Há sérias irregularidades no Ministério do Trabalho, principalmente nos convênios do pró-jovem. No caso do Maranhão, vários blogueiros já noticiaram  e há farta documentação não divulgada. Vamos aguardar.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse hoje (10) que qualquer denúncia de irregularidade na sua pasta será investigada. Ele destacou que agirá “com toda força” para evitar desvios.
“O Ministério do Trabalho está tranquilo, porque eu sou o faxineiro e, na minha casa, quem cuida da limpeza sou eu. Tenho muita tranquilidade em dizer que pode ter erros, pode. Todo mundo que trabalha erra. Vamos agir com toda a força em tudo que pudermos fazer para evitar irregularidades.”

A matéria é assinada por Roberta Lopes, Repórter da Agência Brasil.
Enviado por Eri Santos Castro.
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28 de jul. de 2011

Bomba. bomba, bomba

Entidades são investigadas por desviu de recursos do Ministério do Trabalho. O MA está no meio.


A Polícia Federal (PF) pediu e a Justiça Federal determinou a quebra do sigilo bancário de três das quatro entidades financiadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e investigadas pela PF — num inquérito que corre sob segredo de Justiça — por suposto desvio do dinheiro repassado.
 

Os contratos são milionários: as quatro organizações de Sergipe, supostamente de fachada, já receberam R$ 11,5 milhões desde o início de 2009 para capacitar trabalhadores de Aracaju, Belém, Belo Horizonte e São Luís. O sigilo bancário das contas de três organizações foi quebrado para a PF mapear a movimentação do dinheiro repassado pelo MTE.O caso do Maranhão é estarrecedor.

Os repasses não teriam sido aplicados na capacitação profissional. Constatados os desfalques, a PF de Sergipe abriu inquérito sigiloso para investigar a responsabilidade do ministério, dos diretores das entidades e o destino do dinheiro.

O Ministério Público quer saber a relação das entidades com o PDT, do ministro Carlos Lupi. O delegado responsável pelo inquérito, Nilton Cézar Ribeiro, confirmou, por meio da assessoria de imprensa da superintendência da PF em Sergipe, que já recebeu os documentos provenientes da quebra de sigilo bancário. Os papéis foram remetidos ao Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília.


O instituto é ligado à PF e fará a perícia da movimentação financeira das entidades investigadas. A quarta organização também deve ter o sigilo bancário quebrado, conforme solicitação já feita pela PF à Justiça Federal em Sergipe. Para este caso, ainda não foi concedida autorização judicial.


As duas entidades investigadas pela PF e que receberam o maior montante do MTE são a Associação para Organização e Administração de Eventos, Educação e Capacitação (Capacitar) e a União Multidisciplinar de Capacitação e Pesquisa (Unicapes). A primeira assinou quatro convênios com o MTE, no valor de R$ 6,6 milhões. Já foram repassados R$ 4,5 milhões. A Capacitar é uma das seis organizações rés num processo na Justiça Federal do DF por suposto favorecimento por parte do MTE — a União também é ré no processo.


É esta ação que deve resultar na intimação do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e de mais quatro servidores do ministério para depor na 4ª Vara Federal, como o Correio mostrou ontem. O Ministério Público Federal no DF quer saber a relação das entidades com o PDT, com o ministro e com servidores da pasta. Lupi é presidente licenciado do PDT.

A Unicapes não é uma das seis rés do processo, mas uma das quatro investigadas pela PF. A quebra do sigilo bancário permitirá saber o que foi feito com os R$ 3,8 milhões liberados pelo ministério, de um total de R$ 4,5 milhões previstos em dois convênios. Ao abrir o inquérito para investigar os repasses do MTE às entidades de Aracaju, a PF levou em conta informações de uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU). Essa auditoria mostrava que a Capacitar usou irregularmente todo o dinheiro de um convênio e fez saques bancários que não foram informados na prestação de contas, um deles de R$ 500 mil.


Além disso, o MTE não levou em conta na seleção da entidade o tempo de funcionamento e a experiência que a organização tem na oferta de cursos, conforme a CGU. Um documento a que o Correio teve acesso comprova que o MTE ignorou a inexperiência da Capacitar, atestada pela própria entidade.



Saiu no Correio Braziliense.
Enviado por Eri Santos Castro.
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13 de jun. de 2011

Bomba, bomba, bomba

Projovem no Maranhão: nota zero
Dinheiro não falta ao programa de governo que qualifica jovens para o mercado de trabalho. Mas, com turmas fantasmas  o programa não alcança seus objetivos no Maranhão. O nosso Jornal Pessoal está realizando um minucioso relatório sobre essa situação, aguarde divulgação am breve.

No ano passado, foram repassados R$ 895 milhões a prefeituras e ONGs em todo o Brasil.  No Maranhão foram mais de R$ 50 milhões.





Enviado por Patícia Aguiar.
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