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10 de mai. de 2013

Bolsa para universitários índios e quilombolas será de R$ 900


Apesar de ainda não saber quantos alunos se enquadram no programa, o governo federal lançou nesta quinta-feira, 9, uma bolsa de auxílio de R$ 400 para estudantes de universidades e institutos federais que tenham renda média familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa e façam cursos com média de 5 horas diárias de aula. Para indígenas e quilombolas, o valor é maior: R$ 900.

O Programa Nacional de Bolsa Permanência tem o objetivo, segundo o governo, de garantir que os alunos com dificuldades financeiras não deixem de concluir o ensino superior. "Em algumas áreas, como o mercado de trabalho está muito aquecido, os alunos acabam abandonando a faculdade para ir trabalhar mais cedo, o que não interessa ao Brasil", afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Por Lais Alegretti, Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de jan. de 2013

Inscrições para bolsas do Prouni estão abertas

Os estudantes que querem se candidatar a uma das 144.639 bolsas de estudo da primeira edição deste ano do Programa Universidade para Todos (Prouni) já podem se inscrever pela internet. Serão oferecidas 99.223 bolsas integrais e 45.416 parciais (50% da mensalidade) em faculdades particulares. As inscrições terminam na segunda-feira (21).
A primeira divulgação dos resultados será no dia 24 deste mês e a segunda, no dia 8 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado em nenhuma das etapas poderá aderir a uma lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro.

Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo IG.
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9 de dez. de 2012

Bomba:Doze faculdades do Maranhão são reprovadas pelo MEC

Segundo o MEC o Instituto Florence é a pior faculdade do Maranhão
Das 2.136 instituições de ensino superior no Brasil, 577 não fizeram a lição de casa e reprovaram no Índice Geral de Cursos, um dos indicadores de qualidade do ensino superior no país. Deste total, 12 faculdades maranhenses estão incluídas na lista.

O Instituto Florence, Faculdade Santa Terezinha, Faculdade São Luís (Estácio de Sá), Faculdade do Estado do Maranhão, Pitágoras de São Luís e mais sete instituições no interior do estado obtiveram conceito abaixo de 2, considerado insuficiente pelo Ministério da Educação. O conceito varia de 0 a 5.

Os indicadores de qualidade do ensino superior levam em conta o Índice Geral de Cursos (IGC), além do Conceito Preliminar de Curso (CPC). O cálculo do IGC inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que avaliam os programas de pós-graduação das instituições.

Na próxima semana, o MEC deve anunciar medidas para “punir” estas instituições. Uma das medidas possíveis é a proibição de estas faculdades realizarem novos vestibulares até que mostrem soluções para melhorar os índices de avaliação.

Do site do MEC.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Confira as notas das IES que funcionam no Maranhão:
IES
SiglaIGC Contínuo (IGC faixa)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO UFMA 2,96 (3)
UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DOM BOSCO UNDB 2,51 (3)
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO IFMA 2,50 (3)
FACULDADE SANTA FÉ CESSF 2,35 (3)
FACULDADE DO MARANHÃO FACAM-MA 2,24 (3)
FACULDADE DE BALSAS UNIBALSAS 2,22 (3)
UNIVERSIDADE DO CEUMA – UNICEUMA UNICEUMA 2,18 (3)
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR MÚLTIPLO IESM 2,16 (3)
FACULDADE ATENAS MARANHENSE FAMA 2,13 (3)
FACULDADE DO BAIXO PARNAÍBA FAP 2,10 (3)
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO UEMA 2,08 (3)
INSTITUTO DE ESTUDOS SUPERIORES DO MARANHÃO (Unisulma) IESMA 2,07 (3)
INSTITUTO D
E ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO
IESMA 2,07 (3)
FACULDADE DE IMPERATRIZ FACIMP 1,92 (2)
FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS FACSÃOLUÍS 1,92 (2)
FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST 1,91 (2)
FACULDADE DE EDUCAÇÃO SÃO FRANCISCO FAESF 1,85 (2)
FACULDADE ATENAS MARANHENSE DE IMPERATRIZ FAMA 1,84 (2)
FACULDADE DE EDUCAÇÃO SANTA TEREZINHA FEST 1,73 (2)
FACULDADE DO ESTADO DO MARANHÃO FACEM 1,71 (2)
FACULDADE PITÁGORAS DE SÃO LUIZ 1,62
INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO SUPERIOR IFES 1,41 (2)
FACULDADE MARANHENSE SÃO JOSÉ DOS COCAIS FSJ 1,34 (2)
FACULDADE DO VALE DO ITAPECURÚ FAI 1,21 (2)
FACULDADE EVANGÉLICA DO MEIO NORTE FAEME 1,20 (2)

6 de jul. de 2011

Dá-lhe Haddad

Eri Santos Castro

5 de jul. de 2011

81 faculdades não aprovam ninguém no Exame da OAB

No último ano, em 13% das 610 faculdades brasileiras nem sequer um aluno conseguiu nota para obter o registro profissional. Entidade pedirá que o Ministério da Educação fiscalize essas instituições.

Saiu no Correio Braziliense.
Enviado por Eri Santos Castro. 
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31 de mai. de 2011

Haddad: ' Não permitirei uso político da Educação por ninguém'

O ministro da educação, Fernando Haddad, participou nesta terça-feira de uma audiência pública com parlamentares da Comissão de Educação do Senado. Depois de cerca de quatro horas de perguntas, respostas e até bate-boca, o ministro mandou recado para a oposição e disse que educação não é assunto para servir de disputa entre partidos.

Ao vivo agora no You Tube.
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de mai. de 2011

POLÊMICA OU IGNORÂNCIA?

'Leitura obrigatória'

DISCUSSÃO SOBRE LIVRO DIDÁTICO SÓ REVELA 

IGNORÂNCIA DA GRANDE IMPRENSA


Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.

Jornalistas desinformados abrem um livro didático, leem metade de meia páginae saem falando coisas que depõem sempre muito mais contra eles mesmos doque eles mesmos pensam (se é que pensam nisso, prepotentementeconvencidos que são, quase todos, de que detêm o absoluto poder da informação).

Polêmica? Por que polêmica, meus senhores e minhas senhoras? Já faz mais de quinze anos que os livros didáticos de língua portuguesa disponíveis no mercado e avaliados e aprovados pelo Ministério da Educação abordam o tema da variação linguística e do seu tratamento em sala de aula. Não é coisa de
petista, fiquem tranquilas senhoras comentaristas políticas da televisão brasileira e seus colegas explanadores do óbvio.

Já no governo FHC, sob a gestão do ministro Paulo Renato, os livros didáticos de português avaliados pelo MEC começavam a abordar os fenômenos da
variação linguística, o caráter inevitavelmente heterogêneo de qualquer língua viva falada no mundo, a mudança irreprimível que transformou, tem
transformado, transforma e transformará qualquer idioma usado por uma comunidade humana. Somente com uma abordagem assim as alunas e os alunos provenientes das chamadas “classes populares” poderão se reconhecer no material didático e não se sentir alvo de zombaria e preconceito. E, é claro,
com a chegada ao magistério de docentes provenientes cada vez mais dessas mesmas “classes populares”, esses mesmos profissionais entenderão que seu modo de falar, e o de seus aprendizes, não é feio, nem errado, nem tosco, é apenas uma língua diferente daquela – devidamente fossilizada e conservada
em formol – que a tradição normativa tenta preservar a ferro e fogo, principalmente nos últimos tempos, com a chegada aos novos meios de comunicação de pseudoespecialistas que, amparados em tecnologias inovadoras, tentam vender um peixe gramatiqueiro para lá de podre.

Enquanto não se reconhecer a especificidade do português brasileiro dentro doconjunto de línguas derivadas do português quinhentista transplantados para as colônias, enquanto não se reconhecer que o português brasileiro é uma língua em si, com gramática própria, diferente da do português europeu, teremos de conviver com essas situações no mínimo patéticas.

A principal característica dos discursos marcadamente ideologizados (sejam eles da direita ou da esquerda) é a impossibilidade de ver as coisas em perspectiva contínua, em redes complexas de elementos que se cruzam e entrecruzam, em ciclos constantes.

Nesses discursos só existe o preto e o branco, o masculino e o feminino, o mocinho e o bandido, o certo e o errado e por aí vai.

Darwin nunca disse em nenhum lugar de seus escritos que “o homem vem do macaco”. Ele disse, sim, que humanos e demais primatas deviam ter se originado de um ancestral comum. Mas essa visão mais sofisticada não interessava ao fundamentalismo religioso que precisava de um lema distorcido
como “o homem vem do macaco” para empreender sua campanha obscurantista, que permanece em voga até hoje (inclusive no discurso da candidata azul disfarçada de verde à presidência da República no ano passado).

Da mesma forma, nenhum linguista sério, brasileiro ou estrangeiro, jamais disse ou escreveu que os estudantes usuários de variedades linguísticas maisdistantes das normas urbanas de prestígio deveriam permanecer ali, fechados em sua comunidade, em sua cultura e em sua língua. O que esses profissionais vêm tentando fazer as pessoas entenderem é que defender uma coisa nãosignifica automaticamente combater a outra. Defender o respeito à variedade linguística dos estudantes não significa que não cabe à escola introduzi-los aomundo da cultura letrada e aos discursos que ela aciona. Cabe à escola ensinar aos alunos o que eles não sabem!
Parece óbvio, mas é preciso repetir isso a todo momento.

Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assiti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três
gatos pingados).

O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em quea defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?

Marcos Bagno da Universidade de Brasília 
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de mai. de 2011

Conselho quer incentivo para colégios fixarem carga de matéria

O Conselho Nacional de Educação aprovou novas diretrizes para o ensino médio que incentivam as escolas a decidir a carga horária das disciplinas obrigatórias.

Nos cursos noturnos, 20% das aulas poderão ser à distância. As medidas precisam ser aprovadas pelo Ministério da Educação para entrar em vigor.


Enviado por Eri Santos Castro.
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29 de nov. de 2010

Na banha de porco Haddad é cozinhado

Estão cozinhando, em banha de porco, o ministro da Educação. Essa operação tem como objetivo impedí-lo de continuar no Ministério. É puro fogo amigo. É a CNB em ação. Ferando Haddad é ligado ao governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Depois do Enem, todos os dias são plantadas notas contra Haddad na imprensa.

Caos na educação

Estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria comparando o Brasil a outros onze países, como os demais Bric, África do Sul, México, Colômbia e Chile, traduz em números a difícil situação da educação no país.
O Brasil ficou em nono lugar no quesito qualidade do ensino. É o último colocado no desempenho dos estudantes em matemática, o penúltimo em ciências e o nono em leitura. A educação, área considerada estratégica para elevar a competitividade do país, será um dos temas debatidos no encontro nacional da indústria nesta semana, em São Paulo.

Por Lauro Jardim
Enviado por Eri Santos Castro.

8 de nov. de 2010