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12 de fev. de 2016

Unidos de Fátima faz homenagem a Jackson Lago: "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"

A ESCOLA DE SAMBA UNIDOS DE FÁTIMA, NÃO OBSTANTE ÀS SUAS ENORMES DIFICULDADES DE COLOCAR A AGREMIAÇÃO  NA AVENIDA, FEZ UMA BELA  HOMENAGEM AO DR JACKSON LAGO, NO CARNAVAL DO MARANHÃO, DE 2016. 

COMO DIRIA O POETA PORTUGUÊS FERNANDO PESSOA: " TUDO VALE A PENA QUANDO A ALMA NÃO É PEQUENA." 

NA FOTO ABAIXO MARCO ANTÔNIO (advogado) e SUA ESPOSA JAQUELINE, MOACIR FEITOSA ( ex- secretário de Educação de São Luís), WEBSON MADEIRA( Dirigente da Apruma e profº da UFMA), ERI CASTRO ( Publicitário), PAULO MADEIRA ( Juiz de Direito), LUDMILA LAGO (filha do saudoso Jackson) e SEU C MARIDO JULIO NORONHA (ex- secretário de Indústria e Comércio do gov Jackson).

10 de nov. de 2015

O maior benfeitor de Pinheiro, Pe Risso, pede socorro urgente!

Vários políticos já prometeram ajuda ao Padre Risso, e a exceção do governador Dr. Jackson Lago, não houve ajuda significativa para a continuação do funcionamento de suas escolas, são mais de 3 mil alunos beneficiados só pelas escolas do ensino infantil!
Eu gostaria de saber quem de fato vai resolver o problema, um verdadeiro boicote ao trabalho desse homem, feito sabemos por quem; talvez o governador Flavio Dino (PC do B) se sensibilize, para isso contamos com o nosso vizinho arariense secretario de esporte do estado Marcio Jardim, ja que os políticos de mandato de Pinheiro ate agora nada fizeram.
Ah, o colégio Pinheirense esta para fechar, estão esperando o que?

20 de abr. de 2015

Diante de grandes e 'detestáveis' transformações, grupo Sarney utiliza-se de erros isolados para blasfemar e sangrar o governo Flávio. Assim foi no governo Jackson

DÁ O QUE PENSAR: "Quem quiser saber o que haverá de acontecer deverá considerar o que já aconteceu." (Maquiavel).
“Tudo aquilo que foi no passado e é no presente será ainda no futuro; mas os nomes e as aparências das coisas mudam de tal maneira que quem não tem bom olho não as reconhece.” (Francesco Guicciardini, historiador italiano, amigo de Maquiavel).

Aproveitando erros isolados, diante de grandes e 'detestáveis' transformações, Grupo Sarney/Murad/Lobão bate forte no governo Flávio Dino, assim como fez durante o governo Jackson Lago. Mas...


11 de abr. de 2015

Jerry Abrantes acende mais uma chama do trabalhismo junto às constelações

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Faleceu, aos 50 anos, na madrugada deste sábado (11), o secretário municipal de Desporto e Lazer, Jerry Gonçalves Abrantes. Ele estava internado no Hospital São Domingos desde sexta-feira (10).
O secretário foi levado ao levado ao hospital na manhã de sexta, onde foi diagnosticado com hepatite. O quadro piorou e, por volta de 2h da manhã, foi confirmado o óbito.
Jerry Abrantes foi secretário de Transporte de São Luís e secretário adjunto de Comunicação durante o governo de Jackson Lago (PDT). Ele havia assumido a Secretaria Desporto e Lazer de Sao Luís, em janeiro, deste ano.
O velório está realizado na sede do Partido Democrático Trabalhista (PDT), na Rua dos Afogados, no Centro.
Nota do Jornal Pessoal: Deus está no controle de absolutamente tudo. Conheci Jerry no movimento estudantil da UEMA, quando eu era vice-presidente-norte da UNE-União Nacional dos Estudantes, há quase 30 anos atrás. Tivemos juntos em várias jornadas. Amigo leal e sincero.  O nosso Deus confortará teus familiares e amigos! Adeus companheiro.
Com blogue Zica Fonseca, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de abr. de 2015

É hoje (06), às 18h, abertura da Exposição Fotográfica "JACKSON LAGO 80 ANOS- A VIDA É COMBATE"

Exposição Fotográfica "Jackson Lago 80 Anos - A Vida é 

Combate"

Abertura: 6 de abril de 2015, as 18h30


Período: 6 a 19 de abril de 2015


Local: Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Praia 


Grande, São Luís-MA) — em Centro de Criatividade Odylo 

Costa Filho.

5 de abr. de 2015

PELOS 80 ANOS DE JACKSON LAGO

Por Raimundo Palhano.
Jackson Lago presta homenagem ao Pe.Risso da nossa querida cidade de Pinheiro, com a atenção do Pastor Porto.

Entre os dias 6 a 19 de abril, o Centro de Criatividade Odyllo Costa, filho, abrigará a exposição fotográfica comemorativa dos 80 anos do governador Jackson Lago, que aconteceria em 1º de novembro do ano passado. Mais uma oportuna iniciativa do Instituto que leva o seu nome, dirigido pela delicadeza da grande dama Clay, e de um vasto número de parentes e admiradores do saudoso patrono.

A memória maranhense é inelástica. Não costuma homenagear a quem merece. Aqui só é quem pode e quem tem. Placas e pergaminhos em geral, só servem para quem os concede e para quem os recebe.

O passado e os seus feitos são desprezados ou esquecidos tranquilamente, indo para a vala comum de sangues e honras derramadas, soterrando-se uma das culturas mais genuínas deste país.

É visível o predomínio de uma incapacidade crescente de entendimento, discernimento e senciência a respeito do passado, presente e futuro do Maranhão.

Digo isso com muita dor no peito, ao render esta pequena homenagem a um dos maiores líderes políticos de todos os tempos no Maranhão, o governador Jackson Lago, a propósito do significado do que foram seus 80 anos, não concretizados em vida.

Não podemos nos calar e omitir diante do destino trapaceiro que nos impõe esse fado.

Embora afirmasse sempre que o povo é maior e que em seu governo haveria de chegar a vez do povo, Jackson foi um dos melhores da raça timbira e o maior dos nossos homens públicos na contemporaneidade, justamente porque, diferentemente daqueles que o antecederam, reunia pelo menos três grandes virtudes capitais: capacidades de entender, de discernir e de se sensibilizar.

A ofensiva contra o seu governo começou pela ação infame dos adversários históricos que, desde o primeiro momento, partiram para destruir a sua reputação pessoal e, via de consequência, apagar da memória a nova pedagogia de governar o Maranhão que estava nascendo e as conquistas que certamente viriam muito cedo.

Impressiona o “esquecimento voluntário” a respeito do legado de seu governo que, em pouco mais de dois anos de atividades, conseguiu gestar dezenas de iniciativas que ajudariam a mudar radicalmente a realidade estadual, tanto em termos políticos e econômicos, como no modo de organizar e estruturar o poder governamental, na direção de uma nova promissão.

O “nada fez” que se ouve de tantos extraviados, ofende não só a luta renhida de um bravo, como o suor de tantos que se doaram.

Há um silêncio “respeitoso” demais para com uma obra 
inacabada que muito poderia inspirar as novas gerações que querem ser governantes deste Estado. Uma obra que clama por respeito, certamente, mas que precisa ser colocada do avesso, como continua sendo o desejo profundo dos tantos que colaboraram para sua construção.

Jackson foi o maior não ter sido um prefeito notável para São Luís ou um governador visceralmente disposto a ousar e, com o poder popular, construir as bases da libertação da sociedade maranhense.

Foi o maior sobretudo pelo seu passado de lutas, de ideário e por seus imperativos éticos. Foi por sua força moral, por sua capacidade de entender o Maranhão e seus desafios, de discernir sobre o que é mais relevante na existência humana e na construção política e, principalmente, por sua inigualável sensibilidade como ser humano e como sujeito histórico consciente.

Jackson, por mais que tenham tentado e mesmo conseguido sepultá-lo vivo, não passou por essa vida como um carreirista da política, ou como um equivocado colecionador de ossos: ele ajudou a escrever a história política recente do Maranhão com um atributo raríssimo: o compromisso com princípios humanitários no modo de fazer política profissional.

A virtude do entendimento esteve presente o tempo todo em seu governo e na sua maneira de governar. Desde cedo sabia que para ascender ao cargo de governador teria que compor um governo pentecostal, ou seja, que falasse por várias línguas.

Conhecia muito bem a arquitetura do poder político do Maranhão, seus apetites e interesses não declarados. A engenharia política que teceu precisava atender às exigências dos que controlavam o trono, mas foi capaz também de promover o ecumenismo de vontades, abrindo as portas dos Leões para segmentos do poder popular que, em tempo algum, imaginariam transpor aquelas sólidas paredes e assumir posições de comando e de liderança.

A capacidade de discernir lhe era transbordante. Decorria de um traço pessoal como militante e como dirigente, que era o fato de ter atingido um estágio de entendimento próprio sobre o Maranhão e os seus dilemas e desafios, obtidos pelos anos a fio de exercício de uma cidadania política ativa, por força de vínculos orgânicos sólidos com uma plêiade de líderes políticos libertários nacionais e do terceiro mundo.

Guardo com muito orgulho a imagem despojada do governador, segurando cuidadosamente sua prancheta de anotações, deslizando como um pássaro de primeiro voo, entre grupos de trabalho no Baixo Parnaíba e em tantos outros territórios, captando os sentimentos do povo esquecido do interior do Maranhão, recolhendo com todo o zelo a matéria prima que iria servir aos seus projetos para tirar o torrão maranhense do descaminho e da escuridão centenária.

A privilegiada capacidade de discernir fez com que Jackson ficasse imune à maldição do poder, aquela que acometeu Juanito, pobre coitado, que perdeu o prumo e o rumo com um simples carguinho.

Como poucos, tinha total clareza que o poder pelo poder é a maior das ilusões. O cargo não passava de uma chance única de continuar servindo aos seus compromissos pessoais e coletivos e uma oportunidade de ouro para tornar possível um sonho.

Soube discernir, como bem poucos, e sentiu intensamente na pele e na alma, que ser o chefe dos Leões também impunha limites. Além de perceber que o lugar do poder estava acima das estruturas governamentais, aqui e em qualquer lugar, sabia de sobra que apenas o poder do trono não garante tudo que se quer.

Tinha claro que mudar as coisas fazendo do mesmo jeito que outros fizeram era impossível de acontecer, ou, no máximo, uma enorme ingenuidade política; e, de outro, por mais que houvesse coerência entre o que se queria e o que se fazia, a mudança sempre dependeria das cabeças e dos costumes que predominassem na sociedade.

A capacidade de senciência foi talvez o maior dos seus trunfos. Os problemas recorrentes, a refrega política e a racionalidade administrativa levam o governante à frieza dos números e dos cálculos estratégicos, retirando-lhe a sensibilidade, o que Lago tinha muito, a despeito do ar sempre solene. A educação esmerada, a polidez dos gestos e atitudes, a atenção com os outros, sempre iguais, davam-lhe um carisma invejável.

Graças a esse dom incomum, o seu governo criou uma mística mobilizadora, que se espalhou em várias áreas da administração, atraindo o que de melhor existia na cultura, na arte e na inteligência local e de muitas partes do interior do Estado.

Houve um fervilhar de ideias. Poder planejador, regionalização do desenvolvimento, descentralização do orçamento e finanças, cultura popular, cooperação internacional, turismo sustentável, bacias hidrográficas, infovias, desprovincianização e tantos outros projetos inovadores nascem ao mesmo tempo.

O mais notável de tudo isso todavia foi a possibilidade única que o governo de Jackson abriu para que gerações se encontrassem para construir com ele, e sob sua inspiração, um ministério para traçar os sonhos do futuro explodindo de paixão.

Vida longa, Governador.

9 de ago. de 2014

Vereadores e Igor Lago inauguram plenário com o nome do governador Jackson Lago

‪#‎IgorLago2345‬
Estive em Bacurituba nesta noite para prestigiar homenagem ao meu pai. Os vereadores desta cidade de 6.000 habitantes deram o seu nome ao plenário da Câmara.
Muito bonito o ato sob a presidência da vereadora Osana.

30 de jul. de 2014

Igor Lago- 2345 depois de visitar 16 cidades, intensifica campanha em Imperatriz para deputado federal

Imperatriz - Depois do trabalho, nesta noite, participei de uma reunião no bairro Bacuri com a candidata a dep. estadual Mara La Roque. Num bairro sem serviço de saneamento básico lembrei aos seus moradores que o Brasil só destinou 0,10% do PIB nos últimos 20 anos para essa área. O resultado está ali. Lembrei também da questão da saúde e da educação. Não se fala mais do Programa Médico da Família e, apesar de ter virado moda falar em educação pública integral, pouco ou nada se tem feito a respeito. É o começo de uma candidatura que homenageia a história de um lutador social e tenta colocar a boa política, a do debate e da prática comprometida com o coletivo, o bem comum.

23 de jun. de 2014

Há 10 anos o Brasil dava adeus a Leonel Brizola

Eri Castro compartilhou a foto de Lindberg Farias.

Há 10 anos, o Brasil perdeu uma das mais importantes lideranças políticas de sua história, o ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola. Para aqueles da minha geração que defendem o interesse dos trabalhadores e a radicalidade democrática, Brizola sempre foi uma grande referência. Para mim, em especial, ele sempre foi um exemplo. A coragem de Brizola na defesa da democracia, com a Rede da Legalidade, é um dos episódios que considero referência para a minha formação política.

E por que para mim esse momento é um exemplo? Porque na vida pública é preciso ter coragem em momentos cruciais. É claro que buscar o consenso e tentar criar condições para evitar enfrentamentos é elemento fundamental na política, mas nem sempre isso é possível. E nesses momentos duros, Brizola foi um dos maiores. Ele nunca capitulou. Sempre manteve-se firme nos seus propósitos e seguiu em frente.

Além dessa sua característica especial, todos que falarem sobre Brizola também terão de falar de como a educação era uma obsessão para ele. O velho Briza sabia que a transformação de um povo e de um país só acontece se ele tiver plenas condições de escolher o seu rumo e seu destino. E quanto mais acesso a conhecimento, formação e informação ele tiver, mais preparado para isso será.

Queria deixar minha homenagem a essa grande homem público e a toda a sua família.

Viva Brizola!
Brizola vive!

4 de jun. de 2014

Confirmado: PDT não irá se aliar com quem defenestrou o líder Jackson Lago, apesar dos uivos do lobo e vacilos de alguns dirigentes pedetistas

Lobão Filho oferece vaga de vice ao PDT e suplência de senador ao PT http://glo.bo/1nagYXz
 
Candidato ao governo do Maranhão pelo PMDB, o senador Lobão Filho avança nas negociações para compor a sua chapa. Lobão Filho acertou que o deputado Gastão Vieira, também do PMDB,...
epoca.globo.com

5 de jan. de 2014

Sobre Pinheiro, a serpente de 7 cabeças e as mortes de Sarney

A grande batalha, entretanto, não será travada em campo aberto e visível. É 

muito mais complexo. Hidra, na mitologia grega, é uma serpente de sete (7)


cabeças que renascia assim que cortadas. A rigor, na civilização maranhense, 


ela representa a família Sarney e seus asseclas. E o rabo dessa serpente fica 


em Pinheiro, pois as excrescências piores da política maranhense coexistem 


naqueles campos verdes-cinzas.



Quantas vezes Sarney morreu? - Várias. Vou lembrar de seis (6) mortes 


recentes: quando teve de fugir do Maranhão pra ser candidato a senador pelo


Amapá; quando da sucessão de Cafeteira, em 1990, que ele queria impor a 

candidatura do seu filho Zequinha Sarney; quando foi demonizado por

Collor, nas eleições presidenciais de 1990; quando o PSDB defenestrou a sua 


filha Roseana Sarney, no famoso caso LUNOS, da Polícia Federal; quando


Alexandra Tavares desalojou toda a sua família do Palácio dos Leões e 

quando da derrota de Roseana Sarney para Jackson Lago, nas eleições de 

2006. Portanto, é um mito a sua a sua 'imbatibilidade'. Ele, a rigor, é um 

equilibrista na política. Uma espécie de um 'camaleão no espelho.'


Em 2014, não adianta apenas ganhar às eleições de governador com Flávio 


Dino e pra senador com Roberto Rocha. Temos que mudar a atual composição


da Assembleia e Câmara Federal. E em 2016 eleger prefeitos e vereadores 


comprometidos com esse grande movimento de renovação da política 


maranhense, algo que o saudoso Jackson Lago não percebeu e quando teve a


oportunidade de eleger prefeitos e vereadores desse movimento da 


renovação não apoiou e não ajudou. Exemplo a eleição que Drº Leo Castro 


participou como candidato a prefeito de Pinheiro, em 2008.



Se Jackson Lago ajudasse a eleger uns 20 prefeitos e maiorias nas 20 


Câmaras Municipais, o resultado das eleições pra governador, em 2010, seria 


outro. Ele voltaria nos braços do povo, algo que não ocorreu. 



Portanto, para derrotar definitivamente o grupo Sarney e seus asseclas 

açulados precisamos não apenas eleger Flávio pra governador e Roberto pra 

senador. Precisamos eleger deputados estaduais e federais e completar a 

grande batalha em 2016 derrotando os ciborgues da família Sarney nas 

eleições de prefeitos e vereadores em todo o Maranhão, inclusive minha terra 

natal PINHEIRO.


Afinal, a escaramuça está próxima e há no horizonte uma nuvem baixa e

escura, que prenuncia chuva. Água para uma política seca de ética, 

honestidade e ideias pra transformar. Eis minha epifania de hoje.