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5 de jan. de 2015

O prefeito Edivaldo agora conta com a parceria do Governo do Estado, que antes era só perseguição

Flávio preocupado com a situação da mobilidade urbana de São Luís. O prefeito Edivaldo agora conta com a parceria do Governo do Estado, que antes era só perseguição.

O prefeito Edivaldo e o governador Flávio Dino deram início às primeiras tratativas para a celebração de parcerias institucionais que visem à mudança para melhoria da qualidade de vida da população. Na manhã desta segunda-feira (5), Edivaldo esteve com o governador, no Palácio dos Leões, para a primeira reunião de trabalho que traçou intervenções de mobilidade urbana em São Luís, com início previsto para este mês. Dentre as primeiras medidas estão obras de pavimentação, intervenções de trânsito e construção de avenidas interbairros.

O prefeito Edivaldo entregou ao governador um conjunto de projetos na área de infraestrutura desenhados pela Prefeitura para São Luís. O chefe do executivo municipal saiu entusiasmado da reunião e destacou que este é o primeiro de uma série de encontros que ocorrerão daqui para frente entre Prefeitura e Governo do Estado.

“Demos o primeiro passo para a parceria tão sonhada pela população, prefeito e governador caminhando juntos em prol da nossa querida São Luís. Hoje conversamos sobre mobilidade urbana e pavimentação com diversas ações conjuntas nessas áreas. Em específico, nós tratamos sobre as intervenções de trânsito que devem ocorrer ao longo desse primeiro semestre e também sobre asfaltamento das vias de nossa cidade”, Edivaldo. 

Ao enfatizar a urgência na implementação desse pacote de medidas em benefício de São Luís como forma de impactar positivamente a vida do cidadão ludovicense, o governador avaliou a parceria como profícua e ressaltou que este começo de relacionamento institucional com a Prefeitura ocasionará uma série de avanços. 

“A cidade de São Luís tem um governador amigo, presente e que se preocupa com suas demandas. A população já começará, dentro de pouco tempo, a presenciar o resultado desse novo momento. Hoje eu e o prefeito Edivaldo discutimos a temática da mobilidade urbana, um problema que atinge todos os cidadãos maranhenses que trabalham e moram na região metropolitana de São Luís. Por isso mesmo, a preocupação é termos projetos conjuntos que permitam a ação em parceria e permanente entre o Governo do Estado e a Prefeitura”, assinalou o governador Flávio Dino. 

O encontro delineou as primeiras medidas a serem tomadas no âmbito da fase de gestação da parceria. A Prefeitura vai executar as obras por intermédio da sua própria usina de asfalto e suas equipes e o governo estadual entrará com parte dos recursos. “Nós formataremos o convênio e já em janeiro iniciaremos esse trabalho”, garantiu o secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, Antônio Araújo. Na próxima quinta-feira (8), o prefeito Edivaldo deve anunciar as ruas que receberão obras de requalificação asfáltica em São Luís.

 INTERVENÇÕES E INTERBAIRROS
Neste primeiro momento de formalização de uma parceria institucional concreta e inédita entre os dois entes federativos, o prefeito Edivaldo e o governador Flávio Dino determinaram, em caráter imediato, prioridade para intervenções de trânsito nas Avenidas Guajajaras e dos Holandeses. “Nós definimos também intervenções no trânsito abrangendo os grandes corredores com foco principal agora para a Avenida Guajajaras envolvendo inclusive a Forquilha e também a Avenida dos Holandeses. 

São dois focos principais de atuação para que, até o fim do ano, a gente tenha mais fluidez no trânsito nessas duas vias”, assinalou Dino.

De acordo com o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Canindé Barros, serão implantadas alterações na geometria do trânsito das duas vias. “Decidimos pelas duas avenidas mais problemáticas que nós temos, a Guajajaras, no trecho que vai do retorno da Forquilha até a saída da cidade, e também a Holandeses, que tem um problema seriíssimo a partir do trecho do quartel da Polícia Militar. 

Nesses pontos, vamos retirar todas as rotatórias, e, a partir disso, criaremos cruzamentos semafóricos e retornos de quadra. Com certeza, essas medidas proporcionarão uma fluidez bastante significativa”, explicou Canindé Barros.
Até o final de janeiro, a Prefeitura de São Luís deve apresentar os projetos e o planejamento das vias interbairros. 

O objetivo dessas avenidas interbairros é criar mais opções de tráfego e melhorar a fluidez no trânsito a fim de que a população possa se deslocar rapidamente a diversos pontos de São Luís. Também foi designada uma equipe técnica para apresentar soluções acerca de transporte sobre trilhos. A concepção de projetos de modo conjunto com os municípios da região metropolitana gera um cenário favorável para o desenvolvimento dos quatro municípios da Grande Ilha.
Para o secretário de Estado de Infraestrutura, Clayton Noleto, a reunião foi uma agenda produtiva e de integração. 

“Temos um conjunto de ideias que estão sendo aprofundadas e nós queremos dar uma resposta de imediato para que os ludovicenses já percebam muito claramente a evidenciação da relação entre governo do estado e Prefeitura de São Luís, trabalhando de maneira integrada e harmônica em um propósito que haja resultado de governo eficiente, que funcione”, ressaltou Noleto.

Participaram ainda da reunião os secretários municipais José Cursino (Planejamento), Lula Fylho (Governo), Batista Matos (Comunicação) e os secretários de Estado Marcelo Tavares (Casa Civil), Márcio Jerry (Assuntos Políticos e Relações Institucionais) e José Artur Cabral Marques (Agência Estadual de Mobilidade Urbana).

12 de set. de 2012

A desistência de Tadeu beneficiaria a candidatura de Castelo


Tadeu pode, mas não deve desistir da sua candidatura a prefeito de São Luís. Uma possível desistência não benificiaria a candidatura de Edvaldo Holanda Jr e sim a de Castelo, pois a maioria dos seus eleitores são da mesma faixa.

11 de jun. de 2012

Igor Lago: Edson Vidigal e Moacir Feitosas são nomes do PDT para prefeito de São Luís

O pré-candidato a prefeito de São Luis, ministro Edson Vidigal, que obteve 120.063 votos para senador em São Luis, nas últimas eleições, sendo o segundo mais votado candidato dentre os de oposição ao sarneyísmo, está na luta por um PDT democrático, leal aos seus princípios e ideais. Em seu blog parabeniza o companheiro Moacir Feitosa, por mais um mandato no Conselho Nacional de Educação.
 
Moacir Feitosa, economista, professor da UFMA, obteve 16.008 votos para deputado federal em São Luis em 2010. Foi o primeiro do PDT, bem longe dos atuais primeiro e segundo suplentes, que tiveram uma campanha muito mais rica e apoiada pelo PDT nacional(diga-se Lupi e Manoel Dias) e obtiveram 9.392 e 5.474 votos, respectivamente.
 
Moacir Feitosa era o presidente do Diretório Municipal de São Luis até novembro. Queríamos a prorrogação deste Diretório, ao igual que a da Comissão Estadual. Infelizmente, o projeto de controle cartorial do Lupi e do Manoel Dias atropelou todo um trabalho e desejo da maioria de nosso partido. 
 
A turma escolhida pelo canetaço do Lupi e do Manoel Dias já se desentendeu em São Luis. Desfizeram a primeira comissão provisória e fizeram a pior da história do partido em nossa cidade. Este segmento dividiu-se em um grupo que quer apoiar o atual prefeito Castelo e em outro que quer a candidatura Edvaldo Holanda Junior, esta sem nenhuma identidade política. Edson Vidigal e Moacir Feitosa são dois grandes nomes de nosso partido que merecem todo o nosso apoio na luta pela candidatura própria em São Luis.
Enviado por Eri Santos Castro.
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27 de mai. de 2012

ESCUTEC: 70% reprovam administração João Castelo

Rejeição ao prefeito é também a maior entre todos os pré-candidatos
 

Se, de um lado, revela considerável crescimento do prefeito João Castelo (PSDB) no quesito intenção de votos – apenas ele e a deputada estadual Eliziane Gama (PPS) cresceram fora da margem de erro -, de outro, a pesquisa Escutec contratada pelo PDT e divulgada sábado com exclusividade por este blog (reveja) mostra alto índioce de rejeição e de desaprovação da gestão tucana.
Quando perguntados sobre o conceito que têm do trabalho que vem sendo realizado pelo prefeito, nada menos que 69,9% dos 856 entrevistados responderam que acham a administração municipal ruim ou péssima.
Apenas 29,8% a consideram boa ou ótima.
 

Quando apresentados a uma lista de pré-candidatos e perguntados sobre “em quem você NÃO votaria?”, 47,5% dos entrevistados cita o prefeito João Castelo (PSDB) – em segundo, bem atrás, está Tadeu Palácio (PP), com 11,3%.
Por ter sido contratada pelo PDT – hoje comandado por Weverton Rocha, cujo pré-candidato é o deputado federal Edivaldo Holanda Jr. -, alguns aliados de Castelo preferem desconsiderar os números.
Mas são os que valem enquanto não se divulgam novos levantamentos.

Do blogue do Gilberto Leda.
Enviado por Eri Santos Castro.
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13 de set. de 2011

Flávio Dino lidera em São Luís e pode vencer no primeiro turno

Pesquisa realizada pelo Instituto Amostragem nos dias 2, 3 e 4 de setembro, em São Luís, no Maranhão, mostra um amplo favoritismo do pré-candidato do PCdoB, Flávio Dino. Nos vários cenários testados ele lidera com folga — inclusive na simulação de segundo turno.


No primeiro cenário, com 10 candidaturas, ele lidera com 40,33%, seguido do atual prefeito João Castelo(PSDB) com 17,5%. Edvaldo Holanda Júnior (PTC) fica em terceiro lugar com 9,67%; Bira do Pindaré (PT) em quarto, com 7,5%. Na sequência estão Tadeu Palácio (sem partido), com 6,83%; Eliziane Gama(PPS), tem 4,33%; Max Barros(DEM), pontuou 3,67%; Roberto Rocha(PSB), 2%; Marcos Silva(PSTU), 1,5%; e Haroldo Sabóia(Psol), com 0,83%. Dos entrevistados na pesquisa 2% não opinaram ou não souberam responder e 3,83% disseram que votariam nulo.

Já no cenário mais enxuto, com os partidos de oposição coligados, Flávio Dino tem 54%, contra 20% de João Castelo e 6,17% de Max Barros, candidato da governadora Roseana Sarney. Marcos Silva aparece com 3,83% e Haroldo Sabóia a 2,5%.

Flávio Dino lidera também com 44% no cenário de uma disputa envolvendo o nome dele; de João Castelo, 21,33%; do deputado Edvaldo Holanda Júnior(PTC), 12,17%; Max Barros, 5,5%; Marcos Silva(PSTU), 4,67%;e Haroldo Sabóia(Psol), 2,5%.

Nos cenários em que Flávio Dino é retirado da lista de candidatos, João Castelo lidera em todos com diferença média de 11,62% em relação ao segundo colocado.

Na hipótese de um segundo turno disputado entre Flávio Dino e João Castelo, o comunista fica com 64,5% e o tucano 24,83%.

Espontânea

O instituto apurou que na pesquisa espontânea — aquela em que o entrevistado opina sem o estímulo de uma cartela com os nomes dos candidatos — Flávio Dino lidera com 18,67%; Castelo aparece em segundo com 13,33%; Tadeu Palácio com 2,67%; e Max Barros com 1,83%. Os demais pré-candidatos aparecem com menos de 1% na espontânea.

Rejeição

Já no quesito rejeição dos pré-candidatos, o líder disparado é o prefeito João Castelo, com 48,83% dos eleitores entrevistados. O ex-prefeito Tadeu Palácio fica em segundo com 25,33%. Os nomes com menor rejeição são os de Edvaldo Holanda Júnior, 9,17%, e Flávio Dino, 10,33%.


Da redação do Portal Vermelho.
Editado por Eri Santos Castro.
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11 de set. de 2011

Castelo está chamando Flávio Dino para as urnas

O enigma Flávio Dino

No cenário de 2012 um personagem parece fora de enquadramento, deslocado do campo visual, postado à margem do tabuleiro político em sentido longitudinal. Como uma espécie de talismã que assiste em silêncio ao deslocamento das peças, aguardando, quem sabe, o momento oportuno para entrar em cena. Para alguns é carta fora da sucessão municipal. Para outros o distanciamento é só aparente. Parte do próprio jogo.
Desde que as urnas de 2008 ungiram Castelo prefeito de São Luís, dando-lhe um destacado segundo lugar, com mais de 30% dos votos válidos, Flávio Dino fechou-se em copas sobre as questões que envolvem a capital. Salvo raríssimas exceções, evitou palpitar sobre o governo tucano, preferindo ajustar as suas lentes e os seus interesses para um território mais amplo, há quase meio século dominado por uma dinastia.
Na disputa por esse feudo, amargou nova derrota eleitoral em 2010, mas novamente saiu do pleito com ar de vitorioso. Chegou à frente do lendário Jackson Lago, obtendo quase um terço dos votos válidos em primeiro turno. A empolgação queimou-lhe o sangue, rompeu os diques da humildade, que já eram frágeis. Ao final da contenda, declarou-se herdeiro do espólio da oposição, ícone da nova resistência.
Resgato esses fatos para calçar a análise que pretendo fazer sobre os movimentos de Flávio Dino na direção de 2012. Desde que o mundo é mundo o homem se lançou numa trajetória de disputa por espaço político, procurando sempre avançar sobre o território de seus adversários, numa luta às vezes sangrenta que resultou em cidades destruídas, impérios usurpados, populações dizimadas. Tudo em nome do poder.
O poder é como o canto da sereia. Toca os ouvidos, encanta a alma. Uma vez preso em suas armadilhas, refém para sempre. Difícil abrir mão dele. José Sarney que o diga. Subiu ao pedestal em 1965, ao ser coroado governador do Maranhão. Já ultrapassou a casa dos 80 anos, mas continua firme, dando as cartas na política do Estado, soprando ao pé da orelha de presidentes da República. Tem inscrição garantida na História.
A ascensão de Flávio Dino é de dar inveja. Seis anos atrás era apenas um bem-sucedido juiz federal. Nas eleições de 2006 elegeu-se deputado federal com larga margem de votos. Exerceu o mandato com brilhantismo. Compôs o alto clero da Câmara dos Deputados. Após 2008, tornou-se talvez a liderança mais luminosa de São Luís e a viga-mestra da oposição no Estado, responsável pela oxigenação das forças que se contrapõem ao grupo Sarney.
É com essas credenciais que ele observa o processo da sucessão de Castelo. Participar de eleições é fundamental para ampliar espaços e consolidar posições. Até o cidadão mais distraído sabe que o alvo de Flávio Dino é o Palácio dos Leões. Assim como é quase consenso que esse vôo sugere um pouso estratégico na Prefeitura de São Luís.
Ao lado de Castelo, Dino é protagonista de 2012, talvez o nome mais temido da sucessão, inclusive e principalmente pelo próprio prefeito. Em artigo neste JP, o classifiquei como uma espécie de sombra da gestão tucana, que poderia crescer e ganhar solidez ou minguar e até desaparecer do espectro da capital, dependendo do desempenho da administração municipal. Disse também que as condições de Castelo eram tão boas que ele podia se dar ao luxo de escolher o tipo de adversário com o qual disputar a reeleição.
Parece que se decidiu pelo mais perigoso. Com suas trapalhadas e erros estratégicos sucessivos, Castelo está chamando Flávio Dino para as urnas. A tese do quanto pior melhor se aplica à perfeição nesta disputa. Ainda que não torça para isso, Dino sabe que as suas chances em 2012 são inversamente proporcionais ao êxito tucano no comando municipal. Quanto mais Castelo fizer bobagem e cair no descrédito da população, mais o comunista se fortalece e ganha terreno nessa disputa. Porque ele é a referência do eleitor, o anti Castelo.
Muita coisa conspira a favor de uma candidatura de esquerda, mas afirmar, categoricamente, que Flávio Dino vai para o confronto é temerário, porque a estrutura do jogo político está em permanente mutação. No entanto, poderia dizer que hoje ele tem mais motivos para entrar em 2012 do que para ficar de fora. Entrando e ganhando, assume a condição de pólo na sucessão de Roseana Sarney. Não entrando, deixa o horizonte de 2014 nublado.
A eleição para o governo do Estado ainda é um cenário distante e complicado para Flávio Dino. Nada garante que o grupo Sarney chegará exaurido em 2014. Ao contrário, a tendência é de fortalecimento. Dino poderá ter pela frente um experiente e perigoso Edson Lobão ou um ascendente Luis Fernando, embalado numa visão política moderna, discurso atraente e gestões progressistas no comando do município de São José de Ribamar. Tudo isso sem falar na força quase mitológica da máquina estadual.
Para Flávio Dino, ganhar a prefeitura da capital é dar musculatura ao projeto de 2014.  Muitos podem dizer que essa é uma hipótese arriscada, porque projetaria o cheiro de estelionato e daria munição aos adversários para acusá-lo de prefeito-tampão. O mesmo aconteceu com José Serra em São Paulo. A pressão foi tão forte que ele se obrigou a assinar um documento em cartório, se comprometendo a governar a cidade por quatro anos. Apenas um ano e meio depois, mandou o documento para o lixo, foi para a disputa e tornou-se governador.
Nesse contexto a escolha do companheiro de chapa ganha relevo, porque pode funcionar como um amortecedor. Nada impede, por exemplo, que o PC do B se alie ao PSB, formando uma dobradinha entre Flávio Dino e Roberto Rocha, ambos com visão política e propostas de governo convergentes. Assim, na hipótese de vitória e no momento oportuno, Dino poderia passar o bastão a Rocha, sem comprometer o projeto de São Luís.
Enfim, nesta fase de inclusão das peças no tabuleiro político e de movimento dos partidos a caminho das coligações, as análises se dão num campo puramente especulativo. Mas independente de tempo e de circunstância, uma verdade emerge desse processo límpida, incontestável para Flávio Dino.  Ausentar-se de 2012, quando o eleitor reclama a sua presença e o enxerga como tábua de salvação é incorrer no grave pecado da omissão. Além de abrir um espaço perigoso para que um terceiro nome cresça nessa disputa e embole de vez o horizonte de 2014. E Flávio Dino, como se sabe, pode ser muita coisa, menos burro.
Por Nonato Reis, no seu blogue. Veja aqui! 
Editado por Eri Santos Castro.
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10 de ago. de 2011

Cândido Lima abre o jogo

Cândido Lima: defende resgate histórico do PDT
O dirigente estadual do PDT, Cândido Lima, procurou o blog e abriu o jogo em relação à disputa interna existente atualmente no seio do partido.
Antes que os seus críticos se apressem para desqualificá-lo, Cândido Lima é membro da Comissão Provisória do PDT, ex-secretário geral, coordenador geral da campanha de Jackson Lago em 2006 e 2010, e foi secretário-adjunto da Casa Civil no governo do ex-líder trabalhista, falecido em abril deste ano. Ou seja, Lima tem sim autoridade para falar sobre os questões do seu partido, inclusive sobre a polêmica da entrada do deputado Edivaldo Holanda Júnior (PDT)  no PDT para disputar a eleição de prefeito de São Luis.
Vejamos, então, os principais pontos da conversa que Cândido Lima teve com o blog:
CONCEPÇÃO DE PARTIDO
O PDT tem tradição histórica em debater as ações partidárias com as suas bases, a militância e os movimentos. Não existe essa cultura no nosso partido de filiar alguém, com mandato ou não, apenas para disputar uma eleição. Não temos nada contra a filiação do deputado Edivaldo Holanda Júnior, mas não podemos concordar que essa filiação seja discutida apenas tendo em vista uma disputa eleitoral e ainda mais com apenas meia dúzia de gente, lá em Brasília. O que queremos é resgatar a nossa cultura de debate interno e fortalecer o partido política e ideologicamente.
CONHECIMENTO DO PDT
O deputado federal Edivaldo Holanda Júnior não conhece o PDT e o seu hábito de discutir coletivamente os seu projetos. Imagine se essa filiação se efetivar, como é que o deputado dirigirá o partido se ele não tem conhecimento da dinâmica do PDT? Ou ele toparia vir para o partido sem ter o comando partidário em São Luis? Ora, se Edivaldo Júnior entrar no partido para ser candidato irá querer ter poder de mando, mas a sua forma de construção partidária não combina com a do PDT.
INTERESSES
O que as pessoas não sabem é que existem os mais diversos interesses nessa filiação do deputado Holanda Júnior. Primeiro há o interesse do presidente Carlos Lupi, que perdeu o controle do partido no Rio para o companheiro Vivaldo Barbosa, e enfrenta dificuldades nacionalmente. Depois há o interesse do suplente de deputado Weverton Rocha, que deseja assumir a vaga de qualquer jeito. Há também o claro interesse em isolar, ou melhor, de afastar o companheiro Igor Lago da vida partidária, pois quem defende a filiação de Júnior no PDT sabe que é incompatível a presença do deputado e do filho do governador Jackson Lago no PDT. Na verdade, querem impedir de vez que Igor assuma o espólio político do seu pai.
OPOSIÇÃO AO GRUPO SARNEY
Um dos pontos importantes que defendemos é a postura de oposição frontal à oligarquia Sarney. Essa postura será decisiva na escolha dos nossos candidatos a prefeito, no ano que vem. Mas tem gente que prefere inventar candidaturas palatáveis ao grupo Sarney, que não enfrentam de frente essa questão.
ELEIÇÕES 2012
O PDT irá discutir todos os cenários possíveis, desde candidatura própria, passando por uma aliança com candidatura de outro partido, e até mesmo o apoio à reeleição do prefeito João Castelo. Mas essa discussão será no melhor estilo do PDT, ou seja, ouvindo as bases do partido, os filiados e os movimentos. O que não queremos é que decisões tão importantes como o projeto de 2012 seja tomadas apenas por uns poucos iluminados em gabinetes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Do blogue de Robert Lobato, aqui! 
Enviado por Eri Santos Castro.
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5 de ago. de 2011

Dirigente do PDT sobre possível ingresso de Edivaldo Júnior na legenda: “o PDT não tem em São Luís esse costume de trazer alguém para ser candidato”

A possível ida do deputado federal Edivaldo Holanda Júnior para o PDT, conforme ventilam alguns setores da imprensa, a cada dia fica mais distante. Um dos obstáculos para a articulação, que teria Júnior como candidato a prefeito de São Luís pela sigla, é a resistência de alguns dirigentes pedetistas, entre eles o médico Igor Lago, filho do ex-governador Jackson Lago, e o secretário-geral da legenda no Estado Cândido Lima.
Em entrevista concedida à jornalista Kássia Brito, publicada na edição desta quinta-feira (4) de O Imparcial, Cândido Lima praticamente descartou tal possibilidade.
“É um grande nome (referindo-se a Holanda Júnior), mas o PDT não tem, em São Luís, principalmente, esse costume de trazer alguém para ser candidato”, disse Lima, dando a entender que caso se concretize a filiação de Edivaldo Júnior no PDT, este seria apenas mais uma opção entre o leque de nomes que a legenda analisaria para concorrer à sucessão municipal de 2012, caso decida lançar candidato próprio na capital.
Mais adiante, Cândido continua: “Os candidatos de São Luís são pessoas históricas do partido, pessoas que já conhecem sua história, compreendem o funcionamento do partido. Isso seria uma experiência nova e o nacional ainda não teve nenhuma discussão sobre isso com o estadual”, pontuou o secretário-geral do PDT. Apesar das declarações, existem, no entanto conversas do ministro do Trabalho e Emprego e presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, com Edivaldo Júnior no sentido de trazer o jovem parlamentar para a agremiação.
Em entrevista exclusiva concedida ao blog no dia 18 do mês passado (reveja aqui), antes das especulações na imprensa do provável ingresso de Edivaldo Júnior no PDT, Lupi já havia dado a senha do jogo. “O processo político é muito dinâmico. Em agosto teremos novidades, como a entrada de um novo nome no partido. De antemão antecipo que será um nome que vai trazer a unidade e com chances de disputar as eleições com competitividade”, revelou o ministro.
Continuando, ao final da conversa com o Imparcial, Cândido deixa transparecer a repórter que caso o PDT opte por candidatura própria, a opção seria pelo nome de Igor Lago. “…Acreditamos que nesse processo de reorganização o nome do Igor vai fluir naturalmente como candidato, aí não seria o Igor se lançando, mas o partido, a partir de sua base”, disse Lima.

Do blogue do Jonh Cutrim, confira aqui. 
Enviado por Eri Santos Castro.
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2 de dez. de 2010

Socorro! Socorro! O prefeito surtou


Como diria o humorista Macaco Simão, Buemba! Buemba! Buemba! O prefeito surtou de vez!
Diz a boca miúda que ele estaria enfrentando problemas de saúde no campo da Esclerose Múltipla. Não creio. É mais provável que ele esteja acometido de “Esperticite Aguda”.
Durante entrevista ontem, a alguns jornalistas, convidados a dedo, o prefeito de São Luís, João Castelo, desafiou a governadora Roseana Sarney a entregar o estádio Castelão para ela descobrir o que ele fará, em pouquíssimo tempo, com o emblemático estádio construído e inaugurado pelo próprio em 1982.
Disse que vai deixá-lo um brinco em tempo recorde. Não que seja sensato duvidar da capacidade do prefeito de construir, pois, ele provou isso no passado, e até tem conseguido alguma coisa na sua atual gestão.
Mas, está longe, muito longe mesmo do que ele conseguiu fazer nos bons tempos, quando sua filha, a deputada Gardeninha Castelo não passava de uma menina tão inocente quanto um anjo Serafim – aliás, dizem por aí que Castelo só foi o governador que foi porque Gadeninha era uma menininha naquela época.
A cada jogo que acontece no estádio Nhozinho Santos, a reclamação só aumenta com a falta de investimento nas estruturas oferecidas, sobretudo com relação á iluminação.
Pelo jeito a penumbra que atormenta os jogadores que atuam no Nhozinho Santos á noite invadiu os miolos do prefeito.
Como é que ele vai fazer isso tudo no Castelão se nem os problemas básicos do Nhozinho Santos tem conseguido resolver?
Agora, lascou mesmo. João Castelo já não ouve muito bem – precisa de um aparelho para “assuntar”. E, agora, ainda está com problema de visão?
Não, não, não. Até onde sei, ele enxerga as cosas muito bem. O problema deve ser mesmo o tal da “Esperticite Aguda”, causado pelo medo do há de vir.
O que acontece é que ele viu, e de olhos bem abertos, o desempenho nas urnas do jovem Edivaldo Holanda Júnior e a força eleitoral, indiscutível, do deputado duas caras, Flávio Dino. Uma ameaça concreta aos planos de reeleição da prefeita Gardeninha (ops!), do prefeito João Castelo.
Para isso, tem que se utilizar da “Esperticite Aguda” e do falatório de bonzão para melhorar suas chances de continuar na “mamatinha”. “Ainda bem que nóis sofre, mas nóis goza!”.

Do blogue do Matias Marinho, aqui
Enviado por Eri Santos Castro.