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16 de jul. de 2016

Alô Jefferson, alô Jerry: Segurança e evidências por Marcos Rolim

Nota do Jornal Pessoal: Sugiro aos secretários de Segurança Jeffersor Portela e de Articulação Política e Comunicação Márcio Jerry que organizem um seminário sobre segurança e o Maranhão: a urgência dos mínimos, a inclusão social e a diminuição da criminalidade. É sempre salutar o exercício do pensamento. 
O artigo abaixo é do *Marcos Rolim.

O Brasil se ressente muito de pesquisas na área da Segurança Pública. Outro dia, em meio ao anúncio de investimentos, destacada autoridade afirmou que o governo irá comprar viaturas para a diminuição do tempo de resposta da polícia.
Em Pindorama, investimentos em segurança se concentram na compra de viaturas e armamentos e na contratação de policiais. No caso das viaturas, a aquisição origina cerimônias de entrega e discursos. Fica-se com a impressão de que “algo está sendo feito”. A pergunta é: patrulhamento aleatório com viaturas funciona? Em um estudo de 1990, com mais de seis mil horas de observações em cruzamentos com altas taxas de criminalidade, (“The General Deterrent Effects of Increased Police Patrol in Hot Spots of Crime”) Sherman e Weisburd mostraram que a frequência dos carros de patrulha passando pelos locais era de um veículo a cada 23 horas. Pesquisas em todo o mundo apontam que a circulação aleatória de viaturas policiais não produz resultados quanto à redução do crime ou do medo. E a rapidez da resposta? Devemos investir em carros velozes? Desde a década de 70, com o estudo da Polícia de Kansas City (The Kansas City Preventive Patrol Experiment), sabe-se que as chamadas à polícia costumam ocorrem muito depois das ocorrências e que as possibilidades de prisão em flagrante caem 10 pontos percentuais a cada minuto depois do fato. Por isso, Bayley e Skolnick, em seu clássico “Nova Polícia: inovações nas polícias de seis cidades norte-americanas”, afirmam que, exceção feita aos crimes em andamento, não faz sentido se exigir que a Polícia chegue ao local mais rapidamente. O detalhe é que chamadas sobre crimes em andamento são raríssimas. O que pode fazer muita diferença é a fixação das viaturas em áreas definidas, sem conexão com o 190, em um projeto consistente de apoio ao policiamento comunitário, acompanhada pela mudança na qualidade do atendimento. Sobre isso, entretanto, nenhuma palavra. Não surpreende que, muitas vezes, a cena do crime seja desfeita e que testemunhas importantes se percam. Resultados do tipo seguirão sendo colhidos mais rapidamente com mais carros.

Os novos investimentos em segurança irão permitir o reforço do Instituto Geral de Perícias (IGP), o que é um acerto. Mais peritos e mais tecnologia para as investigações significa menos impunidade. O governo poderia aproveitar o embalo e investir na alimentação do banco nacional de dados de DNA, já que o RS tem um dos piores desempenhos do Brasil no setor. Anuncia-se, também, a construção de “pavilhões” no Central. Seria oportuno apresentar o projeto aos demais Poderes, às entidades e às universidades para receber contribuições sobre a execução penal pretendida e sobre as plantas arquitetônicas correspondentes. Se não por outro motivo, para que recursos públicos não sejam, mais uma vez, direcionados para a construção das tradicionais arapucas de concreto que fazem a alegria das empreiteiras e, alguns meses depois, das facções criminais.

A política em curso na segurança do RS segue, incrivelmente, tendo como indicador principal o número de prisões. A meta é prender mais, o que é um não conceito. Já há algumas décadas, sabe-se que há prisões que impactam positivamente a segurança e há prisões disfuncionais, cujo único efeito é o de ampliar o crime e a violência. Assim, por exemplo, quando matadores são presos, a tendência é de queda nas taxas de homicídio; mas quando a polícia prende jovens na periferia com pequenas quantidades de drogas, nada se altera quanto ao tráfico, porque essa mão de obra é reposta instantaneamente. Essa prisão, entretanto, organizará os sujeitos nas facções prisionais por conta da forma como as penas são executadas, o que significa contratar violência futura. No RS, o primeiro tipo de prisão segue sendo improvável, mas o segundo é mesmo uma de nossas especialidades. Agora, teremos mais dinheiro para insistir neste caminho.  Pangloss, o personagem de Cândido, de Voltaire, ficaria muito satisfeito. O que falta para “cair a ficha”? O terremoto de Lisboa? 


*Marcos Rolim, foi deputado federal pelo PT-RS e é profundo estudioso de Segurança Pública.
Enviado por Eri Santos Castro.
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14 de mar. de 2016

PMMA inicia aulas para 120 alunos da Escolinha de Música



O secretário de Segurança Jefferson Portela, o coordenador do projeto Cel Carlos Augusto e o juiz Fernando Mendonça

A Polícia Militar do Maranhão (PMMA) apresentou, na última sexta-feira (11), no auditório do Palácio Henrique de La Roque, em São Luís, 120 alunos da primeira turma da Escolinha ‘Dó, Ré, Mi’, da Banda de Música da Corporação.

O projeto social é coordenado pelo coronel Carlos Augusto Castro Lopes, que tem o objetivo de promover inclusão social por meio da música a jovens de 10 a 16 anos de idade, de comunidades residentes carentes. Participam dessa primeira turma crianças dos bairros Jaracaty, Buriti do Sítio Santa Eulália e Alto da Conceição, além de dependentes de policiais militares.

A solenidade foi presidida pelo Secretário de Estado de Segurança, delegado Jefferson Portela e contou com as presenças dos coronéis José Frederico Pereira e Jorge Luongo, comandante-geral e subcomandante da PMMA, além de diversas autoridades civis e militares, de representantes do poder judiciário, eclesiástico e familiares dos alunos.

Para Jefferson Portela o projeto da escolinha de música marca o início de uma nova história na vida de jovens que foram selecionados para aprender a teoria e prática musical. “Aqui estamos diante de um projeto que com certeza o Governo do Estado ampliará para outras cidades do Maranhão. A música é uma ferramenta poderosa para formar cidadãos e capacitá-los para uma profissão construída com dedicação e estudo”, destacou o secretário de Segurança.

O coordenador do projeto, coronel Carlos Augusto, ressaltou que a PMMA se sente honrada em apresentar a sociedade maranhense um dos seus projetos mais valiosos que educa criança para um futuro melhor. “Aqui nasce uma semente de um projeto pioneiro e que enche de orgulho a PMMA. A música é um dos melhores caminhos para esses jovens na formação da educação, caráter e personalidade”, frisou o coronel.

O coronel Pereira, comandante-geral da PMMA, garantiu que não medirá esforços para que o projeto seja assistido da melhor forma possível e possa abranger o maior número de crianças em situação de vulnerabilidade.

Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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26 de jan. de 2016

Novo presídio de Pinheiro está 95% concluído e terá 306 novas vagas

Obras em ritmo avançado na unidade de Pinheiro, que abrirá 306 novas vagas para o sistema prisional do estado.


O Governo do Maranhão segue atendendo ao Termo de Compromisso firmado com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Essa semana, depois de autorizar a transferência de presos para a nova Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz (UPRI 2), o secretário de Estado de Administração Penitenciária, Murilo Andrade de Oliveira, visitou as obras de construção do novo presídio de Pinheiro-MA.

Com 95% dos trabalhos já concluídos, a nova UPR de Pinheiro deve ser entregue já no início de fevereiro, com a abertura de 306 novas vagas no sistema penitenciário do estado. “Visitamos a obra, e estamos otimistas em cumprir com mais essa missão dada pelo governador Flávio Dino. Essa semana, abrimos 204 novas vagas em Imperatriz, e as próximas serão em Pinheiro”, disse o titular da Sejap.

Edificado em uma área de 10.000m², o estabelecimento penal da Baixada Maranhense possui 2 blocos, cada um com 20 celas coletivas com capacidade para até 8 presos. A unidade prisional dispõe ainda de 8 celas individuais, 3 para Portadores de Necessidades Especiais (PNE), 8 celas de visita íntima, além de 2 áreas amplas para banho de sol coletivo, 8 solários individuais e mais um para visita intima.

Com investimento de um pouco mais de R$ 14,7 milhões, a nova UPR é totalmente estruturada para garantir um cumprimento de pena digno. “A unidade atende bem aos critérios exigidos na legislação. Possui espaços para a aplicação das assistências a saúde, educação, jurídica; além de ser bastante ampla, arejada e bem iluminada para o funcionamento das oficinas de trabalho”, completou o secretário.

Antiga unidade

Acompanhado do delegado Geral da Polícia Civil do Maranhão, Lawrence Pereira Melo, do secretário adjunto de Segurança Penitenciária, João Francisco Ribeiro Rodrigues e uma equipe de engenheiros, o titular da Sejap visitou também o antigo presídio. Na ocasião, foi feito um levantamento das condições atuais daquela carceragem, desde sua estrutura física até o quantitativo de internos, que é de 72.

A proposta é que, ao finalizar o levantamento dos serviços emergenciais que devem ser feitos naquela unidade, a unidade prisional seja reformada e passe a funcionar como Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) Feminina. A nova UPR de Pinheiro faz parte do cronograma de obras do Governo do Estado que, por meio da Sejap, tem como meta abrir pelo menos 1.804 novas vagas, em 2016.

Jornalista Alan Jorge direto para o Jornal Pessoal Eri Castro.
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23 de set. de 2015

Fim da greve da Polícia Civil: Governo contempla policiais com reajuste e benefícios


Os mais de três mil servidores da Polícia Civil receberam aumento de salários, com ganhos reais que chegam a R$ 1,5 mil – um incremento de 30% a mais na remuneração. O aumento contemplou policiais em carreira inicial, assim como os estágios mais altos. Os valores foram retroativos a junho e pagos no contracheque deste mês.

“O governador Flávio Dino mostrou compromisso com a valorização do policial civil. O governo é sensível às demandas da categoria e reúne esforços para garantir mais qualidade ao trabalho desempenhado”, afirmou o delegado-geral da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA), Augusto Barros.

As remunerações ficaram em R$ 4.900,90, para policiais em início de serviço; e R$ 6.829,71 aos de nível mais alto. O reajuste influiu sobre benefícios como verbas de retribuição por Exercício em Local de Difícil Provimento, auxílio alimentação, adicional noturno (10%) e adicional de insalubridade (30%).

O Governo do Estado concedeu, ainda, abono de permanência, benefício este que só era conquistado por via judicial. Toda a categoria, agora, está contemplada com a Gratificação de Natureza Técnica (GNT), após a concessão do benefício a 1.981 servidores que, até o ano passado, não estavam incluídos.

O pacote de benefícios incluiu promoções aos policiais e o aumento do efetivo com a contratação de mais 68 policiais civis. Somado a essas conquistas para o servidor da Polícia Civil, o Governo do Estado ainda mantém disposição para diálogo sobre a tabela de valores dos subsídios para 2016. As discussões entre Governo e sindicato da categoria caminham para a construção de uma proposta coletiva. Debate este que vem avançando com o encaminhamento de proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA), com margem para reajustes e discussão de valores.

O delegado-geral acrescentou que as demais solicitações vêm sendo estudadas para serem concedidas até o próximo ano. Por isso, ele reitera ser importante manter o debate ampliando o alcance das ações para outras pautas relacionadas e que o Governo conta com a sensibilidade e comprometimento da categoria para retomar aos trabalhos e prosseguir com o diálogo. “O canal de diálogo sempre esteve aberto e assim prossegue para que, o mais breve possível, as atividades sejam normalizadas e a população não seja penalizada”, ponderou Augusto Barros.

Por Sandra Viana.
Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de ago. de 2015

Governo empossa novos superintendentes do Sistema de Segurança Pública

Vice-governador José Carlos Brandão ao lado do secretario de Segurança Jefferson Portela durante cerimônia de posse dos novos Superintendentes da Polícia Civil , e demais autoridades


O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), empossou na manhã desta quinta-feira (20), quatro novos Superintendentes de Polícia Civil. A cerimônia de posse foi realizada na sede da SSP, na Vila Palmeira, em São Luís.

Foram criadas, de acordo com a Lei 10.238/2015, três Superintendências Estaduais da Polícia Civil que irão compor o sistema de Segurança Pública do Estado. Os órgãos recém-criados modernizarão a Polícia Judiciária do Maranhão e darão mais celeridade ao andamento das atividades internas e externas e nas gestões da instituição. Deste modo, promovendo uma integração entre as forças de segurança pública e a comunidade.

Foram empossados, o Delegado Leonardo do Nascimento Diniz, que será o gestor da Superintendência Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção às Pessoas (SHPP); o delegado Tiago Matos Bardal, que será o titular da Superintendência de Repressão ao Narcótico (SENARC); e delegado Manoel Ferreira Almeida Neto, que ficará à frente da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR).

Na ocasião, também tomou posse a delegada Francisca Adriana Ribeiro Amarante Paixão, que substituirá o delegado Leonardo do Nascimento Diniz, na Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC).

Para o delegado-geral, Augusto Barros, a Polícia Civil está passando pelo seu melhor momento dentro do sistema de Segurança Pública com a criação das novas Superintendências. “A Polícia Civil dá um passo mais amplo para a modernização com a criação das Superintendências e este é um momento ímpar para todos nós, que compomos a Polícia Judiciária do Maranhão. O governador Flávio Dino está dando um apoio maciço para que possamos ter uma estrutura decente, e, desse modo, que permita o desenvolvimento do nosso trabalho da melhor maneira possível, promovendo, assim, uma integração entre as forças de segurança e a comunidade”, ressaltou.

Em seu discurso, a delegada Adriana Ribeiro Paixão, que representou todos os Superintendentes empossados, reiterou o seu compromisso com a Polícia Civil e afirmou que não medirá esforços para aprimorar cada vez mais o trabalho da polícia, enquanto estiver à frente da SPCC. “Pedimos o apoio da comunidade, dos conselhos e associações comunitários para que o nosso trabalho seja desenvolvido da melhor maneira possível”, pontuou.

O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, afirmou que a proposta colocada para o sistema de Segurança Pública no início da gestão do governador Flávio Dino, está sendo concretizada “No governo atual contamos agora com sete Superintendências e estamos com mais projetos de criação de órgão, no intuito de descentralizar a Segurança Pública. Desse modo, atendemos com mais qualidade as necessidades da população”, frisou.

Durante a sua fala, o vice-governador Carlos Brandão destacou que uma das primeiras atitudes do governador Flávio Dino foi a de buscar a melhoria do sistema público de segurança do Maranhão. Ele também lembrou que, nesse sentido, as três principais linhas de ação estão sendo: aumento do número de policias, modernização dos equipamentos e da estrutura física da segurança estadual, além da valorização do trabalho com o aumento de salários e reconhecimento de garantias.

“Com a recomposição salarial de policiais e bombeiros militares, policiais civis, e agentes penitenciários, o impacto nos cofres públicos é de meio bilhão de reais, previsto para os próximos quatro anos. O reflexo dessas medidas de Flávio Dino é a melhoria no serviço público, valorização das carreiras e também das condições de trabalho”, analisou.

Além do vice-governador, Carlos Brandão, prestigiaram a solenidade, o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela; o delegado-geral da Polícia Civil, Augusto Barros; a defensora Pública do Estado, Mariana Albano de Almeida; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marco Antônio Alves; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Célio Roberto Pinto; o presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil, Delegado Marconi Chaves; o corregedor-geral da SSP, Fernando Moura; representando o Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Mário Macieira, Erivelton Lago; demais autoridades policiais e representantes das forças armadas e da comunidade.

Por Aline Cristina e Thaíssa Rabêlo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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5 de jun. de 2015

Polícia Militar realiza Operação Catracae monta barreiras nas principais avenidas da Grande São Luís durante o feriado


Seguindo determinação do comandante geral da Policia Militar do Maranhão (PMMA), coronel Marco Antônio Alves da Silva, o Comando do Policiamento Especializado (CPE), realizou operações nas principais Avenidas e áreas adjacentes da Região Metropolitana de São Luís. A operação começou no final da tarde desta quinta-feira (4) e se estendeu por toda a noite, com o objetivo de diminuir a violência, evitar assaltos a coletivos, tirar de circulação armas de fogo, drogas e prender assaltantes e traficantes.

O CPE é comandado pelo coronel José Frederico Gomes Pereira, que distribuiu as equipes do choque, Rotam, Epmont e Força Tática, para que realizassem abordagens a coletivos, veículos de pequeno porte e a pedestres por meio de barreiras formadas nos principais corredores da capital.

Durante a noite foram feitas incursões nos bairros com alto índice de violência.

Operação Catraca

Durante a coletiva de imprensa, realizada na manhã desta quinta-feira (4), o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marco Antônio Alves lembraram o assalto a ônibus que aconteceu no final da tarde da última quarta-feira e que acabou com a morte de duas pessoas, após a reação de um passageiro do coletivo.

Para evitar que situações como está voltem a acontecer, a Polícia Militar do está reforçando a Operação Catraca, que consiste em rondas nos coletivos em busca de pessoas e atitudes suspeitas. Outra ação preventiva é a análise individual de autores de crimes que cometem assaltos a ônibus.


“A operação Catraca visa combater a criminalidade dentro dos coletivos e evitar que a população sofra algum tipo de violência. Estamos intensificando esta operação com todo o comando reforçado para atuar nos coletivos", afirmou o coronel Alves.

Por Vanessa Moreira.
Enviado por Eri Santos Castro.
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3 de jun. de 2015

Cézar Bombeiro: A manipulação de dados errados para a avaliar a Segurança é desinformação ou canalhice?


No ano de 2014 foram 1014 homicidios. No mês de dezembro 2014 foram 104 homicidios. Esses são os dados verdadeiros, não manipule informações erradas.
A manipulação de dados errados e falsos por Saddam, num grupo do PT. Veja: "Esses números divulgados pelo governo é apenas estratégia pra falsear sobre a diminuição dos homicídios."
"Ora, se durante TODO O ANO DE 2014 foram 373 e em APENAS 5 MESES de 2015 foram 343, quando chegar no final do ano esse quantitativo vai, no mínimo, ter dobrado."
"É uma vergonha os resultados da atual política de segurança pública e contenção de crimes."
"Como disse o secretário de segurança sobre a "AR-15 começar a cantar", ele precisa saber que hoje ela tem "cantado" mas é contra a honrosa polícia militar e contra a indefesa população." ISSO É DESINFORMACÃO OU CANALHICE?

Cézar Bombeiro mata a cobra e mostra o pau...

27 de mar. de 2015

Cutrim quer auditoria no Sistema Guardião. Será se ainda há esculta sem autorização judicial?

raimundo-cutrim
Diante das constantes suspeitas de uso político do Guardião, o deputado estadual Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Estado, solicitou, em discurso na Assembleia Legislativa, uma auditoria no equipamento de escutas telefônicas utilizado pelo Governo do Maranhão.
O Guardião é um software capaz de grampear simultaneamente conversas telefônicas de 300 celulares e 48 telefones fixos.
Para o parlamentar, o equipamento, muito provavelmente, deve guardar na memória todos os telefones que foram interceptados e o acesso a tais dados pode revelar se houve ou não uso político do mesmo, principalmente durante a campanha eleitoral passada.
O que fizeram com o Cutrim?
O deputado do PCdoB também cobrou a reabertura do processo que apurou o assassinato de Décio Sá, ocorrido em abril de 2012, em um bar na Avenida Litorânea.
O inquérito vai completar três anos no mês que vem e ainda levanta dúvidas sobre os verdadeiros mandantes do crime. Arrolado nas investigações do caso, Cutrim acusa o desafeto Aluízio Mendes, ex-secretario de Roseana Sarney, de forjar depoimentos para incriminá-lo pela execução do jornalista e blogueiro da Mirante.

Com Marrapá-Leandro Miranda, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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12 de mar. de 2015

A mudança na prática 2: Governo faz a primeira reunião do Gabinete de Gestão Integrada na área de Segurança

Nesta quinta-feira (12), o governador Flávio Dino participa da primeira reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), no Salão de Atos, no Palácio dos Leões. A instauração do GGI contribuirá para as ações desenvolvidas pela gestão estadual para a área de segurança pública. O GGI consiste em um fórum deliberativo e executivo formado por representantes dos vários setores ligados à segurança pública.

O quê: Reunião com Gabinete de Gestão Integrada.
Quando: Nesta quinta-feira (12), às 10h30.
Onde: No Salão de Atos, no Palácio dos Leões.

A mudança na prática 1: Estado otimiza recursos e garante segurança nas escolas da rede estadual


O Governo do Estado adotou, no âmbito da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), diversas medidas com intuito de otimizar recursos e corrigir distorções nos serviços de vigilância privada e segurança nas escolas da rede pública estadual. Entre as principais ações está a repactuação dos contratos de vigilância, reduzindo em aproximadamente R$ 1,8 milhões o valor mensal pago às empresas de segurança patrimonial, o que representa um economia de 25% em relação aos gastos anteriores.

Por determinação do governador Flávio Dino, a repactuação dos contratos foi feita com base em levantamento do quantitativo atual dos postos de vigilância e nos relatórios das ocorrências registradas em escolas pela Polícia Militar, através da Ronda Escolar; Unidades Regionais de Educação e as informações das empresas de segurança no ano de 2014.

Outra medida emergencial adotada pela gestão estadual para reforçar a segurança nas escolas foi a expansão da Ronda Escolar, cuja frota foi ampliada de três para oito viaturas, garantindo o atendimento a 160 escolas da região metropolitana de São Luís, beneficiando mais de 110 mil estudantes diariamente, incluindo finais de semana.

O Estado também está realizando processo seletivo para contratação de policiais militares da reserva, o que contribuirá para o reforço do policiamento na região metropolitana, incluindo escolas localizadas em áreas consideradas de risco e/ou de maior patrimônio.

A Superintendência de Recursos Humanos da Seduc também fez levantamento do número de servidores efetivos no cargo de vigia, que porventura estejam em desvio de função, para que sejam redistribuídos nas escolas.

Outras ações estão em fase de implementação como a ampliação das ações do Programa Estadual de Resistência às Drogas (Proerd), desenvolvido pela polícia especializada em educação dentro do espaço escolar para a prevenção e combate às drogas; a elaboração do Projeto ‘De Olho na Escola’, que consiste no vídeomonitoramento com alarmes em 100 escolas com os maiores índices de ocorrências e/ ou de maior patrimônio; e o projeto ‘Pose’ - Procedimentos Operacionais de Segurança na Escola -, voltado para o corpo docente e discente, visando orientações básicas relacionadas a ocorrências no âmbito escolar.

Além disso, a Seduc também pretende qualificar servidores nas áreas de segurança escolar e processos administrativos disciplinares para atuarem em casos relacionados à segurança nas unidades escolares.

28 de out. de 2014

Sergio Tamer e Aldir Dantas mandam recado a Jefferson Portela

Do blog de Aldir Dantas:
"Jeferson Portela vai receber a Secretaria de Segurança Pública praticamente falida e envolvida em uma corrupção exacerbada fruto dos desmandos praticados pelo agente da policia federal Aluísio Mendes, que precisam ser apurados..."

27 de out. de 2014

Flávio Dino anuncia delegado Jefferson Portela como próximo Secretário de Segurança Pública

Jefferson Portela desde longe por um Maranhão decente!

Em entrevista à rádio Educadora AM, Flávio Dino anunciou na manhã desta segunda (27) o próximo secretário de Segurança Pública do Maranhão. O delegado Jefferson Portela comandará a pasta a partir de 1º de janeiro, durante a administração de Flávio Dino à frente do Poder Executivo.

À frente da pasta, Jefferson será responsável pela implantação de políticas para prevenção de crimes, combate ao tráfico e à criminalidade no Maranhão. Em seu programa de Governo, Flávio Dino apresentou como proposta para a área a implantação do programa Pacto pela Vida – com a articulação de políticas de Estado entre todos os poderes para reduzir os índices de criminalidade no estado.

3 de set. de 2014

Vixe Maria: Delegados do MA cruzam os braços

Se a segurança está assim, imagine sem delegado. Isso no melhor governo de Roseana Sarney.

Os 388 delegados do Maranhão decidiram paralizar as suas atividade por 48 horas, a partir de hoje (3). Eles reivindicam uma nova estrutura da Polícia Civil maranhense. Caso a governadora Roseana Sarney não os atenda, a categoria pode entrar em greve por tempo indeterminado, assinala o presidente da Adepol (Associação dos Delegados de Polícia Civil do Maranhão) Marconi Lima.

2 de jul. de 2014

O inferno em Pedrinhas vence de novo: Mais dois assassinatos. A omissão do governo Roseana Sarney é vergonhosa

CADEIA

Tenho constantemente chamado a atenção das autoridades para a iminência do registro de mais barbáries no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Para a governadora Roseana Sarney, o que vier a ocorrer sejam mortes ou fugas, a indiferença e a omissão continuarão inalteradas. Para os demais segmentos dos poderes constituídos, quer sejam públicos ou da sociedade civil organizada não difere em nada do executivo estadual. 

A banalização da vida também já foi incorporada até mesmo pela Pastoral Carcerária do Maranhão, se ainda existe, e é independente, e tem a profissão de fé de defender os direitos humanos e a dignidade da pessoa, dentro dos cárceres,deve estar totalmente submissa e comprometida

Até há pouco tempo, mesmo com a indiferença do Governo do Estado, de promotores públicos e juízes das varas das execuções criminais e do invisível Comitê de Gestão Integrada, a Seccional do Maranhão da Ordem dos Advogados do Brasil e a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos conseguiam ecoar as suas palavras de justiça, mas parece que calaram e nem sussurros se vê mais.

Do Blogue Aldir Dantas, confira aqui!
Pauta: Cézar Bombeiro.
Enviado por Eri Santos Castro. 
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22 de mai. de 2014

ONTEM, 21, SENADO APROVOU O PORTE DE ARMA DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS

ONTEM, 21, SENADO APROVOU O PORTE DE ARMA DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS
Como funciona o processo de análise de sanção ou veto de projeto de lei?
São enviados à sanção ou ao veto presidencial apenas os projetos de lei e os projetos de lei complementar, depois de aprovados tanto na Câmara dos Deputados, quanto no Senado Federal.
O prazo para a análise presidencial é de até quinze dias úteis (art. 66, § 1º, da Constituição), contados a partir do recebimento dos autógrafos do projeto, com a redação final da matéria.
Nesse prazo, os ministérios envolvidos com o tema examinam a constitucionalidade do texto e sua adequação ao interesse público. A partir dessas avaliações, a Presidenta da República decide se haverá sanção, veto integral ou veto parcial.
As propostas de emendas à Constituição não são submetidas à análise de sanção ou veto pela Presidência da República, já que são promulgadas pelas próprias Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
VITÓRIA,

24 de abr. de 2014

GOVERNO ROSEANA SARNEY DÁ CALOTE NA TROPA E FAVORECE OS “CACIQUES” DA PMMA, MAS OS “ÍNDIOS” FICAM SEM NADA.



Como sempre tenho dito que: NESSE GOVERNO ACONTECE DE TUDO. Vejam o que fez a senhora Governadora Roseana Sarney para pôr fim à paralisação dos militares do Estado do Maranhão. No dia 4 de abril do ano em curso, o Senador João Alberto, o Deputado Federal Lourival Mendes e o Deputado Estadual Roberto Costa, assinaram o acordo com os militares que em nome da senhora Governadora seria cumprido dentro de 10 dias úteis.

Consta do documento assinado o retorno do Escalonamento Vertical, 40 horas de trabalho semanais, anistia administrativa, dentre outros benefícios acordados. Ocorre que nada disso, até agora, foi cumprido, pois não foi enviada nenhuma mensagem para a Assembleia Legislativa sobre o acordo firmado e, além do mais, alguns policiais que participaram do movimento estão sendo ameaçados de serem punidos e transferidos de suas unidades.

Se o acordo fala que o prazo seria de 10 (dez) dias úteis para ser cumprido e não foi não podemos entender de outra forma senão como UM CALOTE DO GOVERNO ROSEANA SARNEY.

Como se nada tivesse acontecido a Governadora Roseana Sarney, Manda uma Medida Provisória para a Assembleia Legislativa, que vai entrar em vigor este mês, criando 4 (quatro) vagas de coronéis o que vai beneficiar parte dos oficiais. Porém, para o restante da tropa, que participou do movimento ela vira as costas e, da mesma forma que fez em 2011, para se vingar não cumpre o acordo firmado com os militares do Estado. ISSO É ENGANAÇÃO PURA!

Um Estado com Governo sério e que pensasse em Segurança Pública para o seu POVO deveria pelo menos: Fazer a implementação de várias políticas públicas que vão desde a revisão salarial dos profissionais de Segurança Pública, passando pelo aumento do quantitativo das corporações (PM, BM E PC) com qualificação voltada para ser uma POLÍCIA DE ESTADO - mais próxima da Comunidade - E NÃO UMA POLÍCIA DE GOVERNO.

Com a Polícia Preventiva (Polícia Militar) fazendo o seu papel constitucional de prevenir o crime através das mais variadas ações de Polícia nas ruas e a Polícia Repressiva (Polícia Civil) atuando após o cometimento do crime com investigações que traduzissem em condenações pelo Judiciário (diminuindo a Impunidade).

De forma que todos os crimes, por mais insignificantes que sejam, têm que ser apurados. Humanizar o Sistema Penitenciário em que o preso tivesse uma atividade laboral e quando cumprisse sua pena retornasse ao meio social totalmente recuperado. Combater sem trégua as drogas, dentre outras ações. Assim poderíamos falar em seriedade de um Governo.

Para tentar ocultar as mazelas do povo menos informado, o marketing do Governo Roseana Sarney fala de um paraíso no Maranhão: POR ONDE VOCÊ ANDA TEM UM NOVO MARANHÃO. Agora vá tirar a prova dos noves que você vai se deparar com diversos desmandos, tais como: viaturas caindo aos pedaços e Destacamentos Policiais (LOCAL DE TRABALHO DO PM), onde o quintal está cercado com duas pernas de arame. ISSO É VALORIZAÇÃO POLICIAL? O correto seria dizer: POR ONDE VOCÊ ANDA TEM UMA NOVA ENGANAÇÃO NO NOSSO SOFRIDO MARANHÃO.

Finalmente, devemos lembrar que nos últimos dias tivemos a Polícia Militar da Bahia, do Pará, do Rio Grande do Norte que pararam suas atividades e todas foram atendidas nas reivindicações pelos seus Governantes. Mas no Maranhão, como tudo acontece diferente, foi o contrário, a Governadora não cumpriu o acordo firmado. Assim sendo, e não poderia ser diferente, só nos resta o único instrumento legal para lutar pelos nossos direitos, que todas as categorias de trabalhadores fazem uso. A PARALISAÇÃO. AVANTE! AVANTE!

Coronel PM – Francisco Melo

24 de fev. de 2014

Deu na Revista Época: Onde estão os cadáveres, Roseana Sarney e Aluísio Mendes?

IMG-20140223-WA0003Os altos índices de violência na Região Metropolitana da Grande São Luís, são ainda maiores que os divulgados pelos órgão subordinados à Secretaria de Segurança Pública do Governo Roseana Sarney(PMDB). 

É o que aponta a revista Época desta semana. Segundo publicação, Promotores de Justiça desconfiados dos números apresentados, inspecionaram os arquivos do Instituto Médico Legal(IML) e descobriram que num espaço de três anos – 2010 a 2013, durante o governo Roseana – o órgão deixou de registrar algo em torno de 400 homicídios, ou seja, 2.860% a mais. Então, sendo assim, de quem foi a ordem para esconder os cadáveres? Roseana Sarney(Governadora)? Ou Aluísio Mendes(Secretário de Segurança)?

Da Época, via Blogue domingos Costa, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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Bonde de Roseana vira piada em Brasília

ALIEDO
Charge de Aliedo – http://aliedo.blogspot.com
As autoridades de Brasília estão estupefatas com a governadora Roseana Sarney (PMDB). Descobriram que ela e a equipe de Segurança do Maranhão estão mais perdidos que a população.
A presidente Dilma soube que a governadora entregou uma lista aleatória de 33 nomes de detentos do chamado Bonde dos 40, para transferência do presídio de Pedrinhas. A lista foi pelo grau de periculosidade, porque Roseana não sabe quem são os líderes da onda de violência.
A priori, o Ministério da Justiça não aceitou a lista enviada, e só começou a transferência após apelos do senador José Sarney e da governadora.
Já houve três transferências, dias 20 de Janeiro, e 12 e 13 de Fevereiro. A indecisão sobre os transferidos é tamanha que alguns detentos foram trocados em cima da hora. Para o Palácio do Planalto, a rebelião não teve líder, e a situação só se acalmou porque Roseana mostrou que qualquer um deles poderia ir para longe de São Luís, sem regalias.
A assessoria do Palácio dos Leões alegou que não poderia falar sobre o assunto.
Da Coluna Esplanada, do jornalista Leandro Mazzini, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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15 de fev. de 2014

Agora...Delegados da Polícia em estado de greve


Os delegados da Polícia Civil do Maranhão decidiram, ontem (14), à noite, declarar estado de greve da categoria.
Na próxima quinta (20) a categoria fará uma paralisação de 24h.
Os delegados reivindicam melhores condições de trabalho. Segundo o delegado Henrique Sousa a adesão ao movimento será de 100% da categoria.

28 de jan. de 2014

NOVO MODELO DE POLÍCIA

No ano passado, o Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 51) que reformula o atual modelo de polícia.
A proposta é avançada e pretende corrigir destacadamente duas distorções: a absurda partição do ciclo de policiamento e a inexistência de carreiras únicas em cada instituição policial.

Explico: em todo o mundo civilizado cada polícia atua desde os serviços de patrulhamento até as tarefas de investigação. Como regra, os patrulheiros atuam uniformizados e os policiais dos departamentos de investigação se dedicam ao esclarecimento de crimes. Estas duas dimensões básicas do trabalho policial conformam o chamado “ciclo de policiamento” e estão presentes em todas as polícias do mundo, menos no Brasil. Aqui, por razões históricas, optamos pela partição do ciclo, atribuindo à Polícia Militar (PM) o patrulhamento e à Polícia Civil (PC) a investigação, razão pela qual não temos duas polícias em cada estado, mas duas metades de polícia. É esta divisão do ciclo a responsável pela persistente hostilidade entre as duas polícias que, como regra, não dividem informações, não compartilham recursos e alimentam infinitas disputas de prerrogativas.  Não satisfeito em criar estas metades de polícia, o modelo vigente ainda produziu um segundo “corte”, desta vez horizontalmente dentro de cada instituição. Nas PCs, o corte se dá entre delegados e não-delegados e na PMs, entre oficiais e não-oficiais. Cada uma destas camadas se organiza a partir de interesses específicos e mecanismos de seleção diferentes e, entre elas, há enormes desigualdades salariais, de poder e prestígio. Como resultado, temos instituições fraturadas, que não oferecem aos policiais uma carreira de verdade; motivo pelo qual as polícias brasileiras nunca completam seus efetivos. Também aqui, nosso modelo é único. Em todo o mundo, há uma só carreira em cada polícia. Assim, nas democracias avançadas, todo o chefe de polícia terá sido patrulheiro, porque todos os policiais iniciam no serviço rotineiro de patrulha. Depois, na medida em que dão mostras de suas capacidades, vão progredindo na carreira.

No Brasil, não temos, ainda, sequer um campo autônomo da segurança pública. Nossas duas metades de polícia se originam de outros dois “campos”: as PMs, do campo da Defesa e as PCs, do campo da Justiça. As primeiras, espelhadas no Exército, foram vocacionadas para a guerra; as segundas, espelhadas no Judiciário, foram vocacionadas para os tribunais; o que faz com que, ainda hoje, muitos policiais se imaginem “guerreiros” ou “juízes”. Também por estes mitos, não avançamos na construção de polícias democráticas e eficientes.

Neste quadro, a PEC 51 desconstitucionaliza o modelo de polícia, permitindo que Estados e Municípios sejam protagonistas na definição das polícias que desejam. Uma boa noticia, em síntese. Talvez o Brasil também tenha acordado para a gravidade do tema e se tenha criado a oportunidade de discutir o cesto ao invés das maçãs.

Por Marcos Rolim.
Enviado por Eri Santos Castro.
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