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20 de dez. de 2015

Invenção de estudante brasileiro substitui antibiótico por luz


Ao invés de antibióticos que agridem o estômago, luzes capaz de trata infecções. Essa foi a ideia desenvolvida pelo estudante pernambucano Caio Guimarães, que durante um estágio no Wellman Center, laboratório de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), desenvolveu a tecnologia capaz de tratar infecções através da irradiação de luz nos tecidos humanos.

Em uma frequência que mata até mesmo as bactérias mais resistentes, os equipamentos são capazes de eliminar a infecção em cerca de uma hora. Bem mais eficiente que os antibióticos que existem no mercado farmacêutico, o mecanismo já foi testado em uma pesquisa patrocinada pelo exército norte-americano para eliminar uma bactéria encontrada em ferimentos de soldados que foram ao Iraque.

Como uma lanterna portátil, o equipamento conta com lâmpadas de led calibradas para irradiar uma frequência exata de luz, que é visível a olho humano e não tem efeitos colaterais. Uma microagulha guiar a luz da fonte para dentro dos tecidos humanos, atingindo até mesmo áreas mais profundas. Em fevereiro de 2015, o trabalho será apresentado no Photonics West, em São Francisco, na Califórnia.

Sugestão de pauta: Dr Leonaldson Castro.
Enviado por Eri Santos Castro.
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10 de nov. de 2015

Edital apoia publicação de artigos científicos e tecnológicos


As inscrições para o Programa de Apoio à Publicação de Artigos, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico no Maranhão (Fapema) vão até sexta-feira (13).

A Fapema, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), vai investir R$100.000,00 na divulgação de artigos científicos e tecnológicos ou de inovação produzidos por pesquisadores de instituições de Ensino, Pesquisa ou Desenvolvimento sediadas no Estado.

O Edital nº013/2015, de fluxo contínuo, está em sua segunda rodada de seleções.  As inscrições são online, por meio do www.fapema.br/patronage, onde deverá ser preenchido o Formulário de Solicitação ARTIGO.

A versão impressa e as cópias de documentos só devem ser entreguem no protocolo da instituição pelos candidatos aprovados nesse primeiro momento. A divulgação dos resultados está prevista para 14 de dezembro.

De acordo com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Bira do Pindaré, serão contempladas propostas de até R$ 8.000, o que contempla taxas de publicação ou veiculação eletrônica, e de serviços de terceiros, com tradução e revisão. “A prioridade é para textos inéditos, que contribuam para o avanço social, cultural e econômico do Maranhão”, informou.

O Programa é voltado para pessoas que residem no Maranhão. Para concorrer, é necessário ser um dos autores do artigo e estar cadastrado na Plataforma Patronage, da Fapema. Depois de aprovadas, as propostas devem ser executadas em até três meses. Entre os critérios de seleção está a adequação ao orçamento previsto e a qualificação do pretendente.

Por Juliana Carvalho.
Enviado por Eri Santos Castro.
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26 de mai. de 2015

Cientista da NASA diz que podemos estar em uma Matrix criada por aliens

Rich Terrile poderia ser apenas mais um maluco com uma teoria a respeito do universo em que vivemos. Se esse fosse o caso, ele viraria notícia em sites de humor ou curiosidades, mas nada além. O problema é que o sujeito é diretor do Centro de Computação Evolucionária e Design Automativo no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Ou seja, ele pode saber do que está falando.
Qual é a teoria? Segundo Rich, vivemos em uma simulação controlada por uma espécie de "programador", em uma espécie de Matrix. Porém, nada de agentes ou Neo: o responsável pelo controle seria do futuro. A explicação é que a Lei de Moore, que cita a evolução no processamento de máquinas (ele dobra a cada dois anos) permite que isso seja teoricamente possível em algum momento.
O tal simulador seria capaz de criar a nossa realidade e simular o curso da humanidade por vários motivos, desde pura diversão até recriar momentos da História. O poder é tanto que ele seria capaz de controlar todas as bilhões de pessoas que vivem no mundo e fazer com que todas sintam, ajam e nunca desconfiem que estão sob controle. Por mais maluco que isso pareça, filósofos e outros cientistas, como Nick Bostrom, chefe do Oxford University Future of Humanity Institute, começaram a encarar esse conceito como algo possível.
Pegando a pílula azul
Em entrevista ao site VICE, Terrile afirma que nossa consciência é algo "mágico" e bem arquitetado demais para não ser fruto de uma simulação por computador. Segundo ele, a consciência pode ser passada para uma máquina em até trinta anos utilizando engenharia reversa em nosso cérebro ou evoluindo os circuitos a ponto de chegarem em nossa velocidade de sinapses.
"O mundo natural se comporta exatamente da mesma forma que o ambiente de Grand Theft Auto IV", viaja o cientista, afirmando que já estamos avançados em termos de simulação no sentido de fazer com que enxerguemos somente "o que precisamos ver quando precisamos ver". Ele ainda acredita em uma partícula fundamental e indivisível que é capaz tanto de gerar o universo de verdade quanto o simulado, criando um paralelo matemático que possibilita uma Matrix equivalente e realista.
"Eu encontro grande inspiração nisso [a teoria] e vou contar o porquê: ela me diz que estamos à beira de construir um universo simulado e que ele pode se tornar algo vivo dentro de uma simulação. (...) E nossas simulações podem criar simulações. O que acho intrigante é que, se existe um criador para nosso mundo no futuro e ele será nós, isso também significa que há um criador para o nosso mundo e ele também é composto por nós. Isso significa que somos tanto Deus quanto servos de Deus e que fizemos tudo. O que acho inspirador é que, mesmo em uma simulação com muitas ordens de magnitude até níveis de simulação, algo no caminho escapou da "sopa primordial" para virar a gente e isso resultou nas simulações que nos fizeram. E acho que isso é muito legal", conclui.
FONTE(S)
IMAGENS

8 de abr. de 2013

O discurso pós-econômico:EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.

José Roberto de Toledo
Discurso pós-econômico

Pesquisa mostra o que mais preocupa no Brasil: drogas e criminalidade. O candidato que mostrar serviço na área terá discurso pós-econômico.


Mas, o candidato do futuro tem que mirá em EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.

4 de fev. de 2013

'O poder deriva de quem domina tecnologias', diz Assange em entrevista

Início do conteúdo

'É bom que os governos tenham medo das pessoas'

Há sete meses refugiado na Embaixada do Equador em Londres, ativista fala ao 'Estado' sobre internet e liberdade de expressão


A internet se transformou no maior instrumento de vigilância já criado e a liberdade que ela representa está ameaçada. A avaliação é de Julian Assange, criador do WikiLeaks, que há sete meses vive na Embaixada do Equador em Londres - Quito lhe concedeu asilo, mas os britânicos não lhe deram salvo-conduto para que vá ao aeroporto e deixe o país. Assange seria extraditado para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. O australiano recebeu a reportagem do Estado para falar sobre seu livro Cypherpunks, Liberdade e o Futuro da Internet, que está sendo lançado no Brasil pela Boitempo Editorial. A seguir, os principais trechos da conversa.
A web está numa encruzilhada?
Tecnologia produz poder, a ponto de a história da civilização humana ser a história do desenvolvimento de diferentes armas de diferentes tipos. Por exemplo, quando rifles eram as armas dominantes ou navios de guerra ou bombas atômicas. Desde 1945, a relação entre as superpotências era definida por quem tinha acesso a armas atômicas. Hoje, a internet redefiniu as relações de força antes definidas pelas armas. Todas as sociedades que têm qualquer desenvolvimento tecnológico, que são as sociedades influentes, se fundiram com a internet. Portanto, não há uma separação entre sociedade, indivíduos, Estados e internet. A internet é hoje o alicerce da sociedade e conecta os Estados além das fronteiras. Conhecimento é poder. Outras coisas também são poder, mas ela deu muito poder a pessoas que antes não tinham. Agindo contra essa força está a vigilância em massa criada por parte do Estado.
De que forma ocorre essa
vigilância?
A comunicação entre indivíduos ocorre pela internet. Sistemas de telefone estão na internet, bancos e transações usam a internet. Colocamos nossos pensamentos mais íntimos na internet, detalhes, como o diálogos entre marido e mulher e até nossa posição geográfica. Enfim, tudo é exposto na internet. Isso significa que grupos envolvidos na vigilância em massa realizam uma apropriação enorme de conhecimento. Esse é o maior roubo da história. A tecnologia está sendo desenvolvida para essa vigilância em massa e vendida por empresas de países como a França, que vendeu um sistema de vigilância para o regime de Muamar Kadafi. Na África do Sul, há um sistema desenhado para gravar de forma permanente todas as ligações que entram e saem do país e as estocam por apenas US$ 10 milhões ao ano. Está ficando barato. A população mundial dobra a cada 20 anos. O custo de vigilância está caindo pela metade a cada 18 meses.
Muitos acreditam que a Primavera Árabe só ocorreu graças à internet. O que o sr. acha?
Há uma série de histórias de um longo trabalho de ativistas, sindicatos e até clubes de futebol que tiveram um papel importante na Tunísia e no Egito, os Ultras. O ativismo pan-arábico é algo novo e potencializado pela web. Diferentes ativistas em diferentes países se conectaram pela web, trocando dados, identificando quem era bom e quem era mau. O movimento dos Ultras veio da Itália para clubes da Tunísia e Egito pela internet. O WikiLeaks jogou muita informação que foi atacada pelos regimes na Tunísia e no Egito. Mas houve também informações disseminadas por esses países e, mais importante ainda, disseminadas para fora desses países, a tal ponto que ficou difícil para EUA e Europa defenderem seus aliados.
O sr. aponta para o poder de Facebook e Google. Como esses sites são usados contra civis?
O Google sabe o que você estava pensando. E sabe o que você pensou no passado, porque quando você quer saber algum detalhe, busca no Google. Sites que têm Google Adds, ou seja, todos os sites, registram sua visita. O Google sabe todos os sites que você visitou, tudo o que você buscou. Ele te conhece melhor que você. Você sabe o que você buscou há dois dias? Não. Mas o Google sabe. Alguém pode dizer: o Google só quer vender publicidade. Mas, na realidade, todas as agências de inteligência dos EUA têm acesso ao material do Google. Eles acessaram isso em nosso caso.
Como fizeram isso?
Usaram cartas da agência de segurança nacional e mandados para buscar os dados de e-mail das pessoas envolvidas em nossa organização. Isso saiu do Google, da conta do Twitter, onde pessoas entraram para acompanhar nossa conta. No caso do Facebook, é algo impressionante. As pessoas estão fazendo bilhões de horas de trabalho gratuito para a CIA. Colocando na rede seus amigos, suas relações com eles, seus parentes, relatando o que estão fazendo, dizendo que viram aquela pessoa naquela festa, outra naquela loja. É um incrível instrumento de controle. Países como a Islândia têm uma penetração no Facebook de 88%. Mesmo que você não esteja no Facebook, seu irmão está e está relatando sobre você.
Como o sr. explica o fato de pessoas de diferentes culturas e religiões estarem dispostas a revelar suas vidas na web?
Você pode dizer: bom, estou fazendo isso de forma voluntária e é mais importante estabelecer conexões sociais do que se preocupar com o aparato de um Estado totalitário. Mas isso não é verdade. Pessoas querem compartilhar algo com meus amigos e amigos de meus amigos, mas não com meus amigos e com a CIA. As pessoas estão sendo enganadas.
Mas a censura na China, no Irã e em Cuba não mostra que a web é mais ameaçadora para esses regimes que para os civis?
Pessoas censuram por um motivo. Porque têm medo ou querem ter mais poder. Normalmente, eles querem manter o poder. O Irã censura porque teme que iranianos sejam influenciados por material de fora do país. E quem publica isso? Bom, alguns são dissidentes genuínos, mas também há empresas de fachada, criadas por israelenses e americanos. Denunciamos essas empresas no WikiLeaks. Mas acho que é saudável que governos tenham medo das pessoas. É ótimo que a China esteja com medo do que sua população pense. A China baniu o WikiLeaks em 2007. Pelo que sabemos, foi o primeiro país a bani-lo. Temos travado uma guerra para superar o firewall chinês.
Qual sua avaliação sobre o argumento de que os documentos divulgados pelo WikiLeaks foram obtidos de forma ilegal?
Generais não definem a lei. Ou ao menos não deveriam. Se falamos da situação americana, foi perfeitamente legal.
A obtenção dos documentos?
Sim, a forma com que foram obtidos. Militares americanos não têm direito de acobertar crimes. Não podem usar a confidencialidade de documentos para manter um crime sigiloso. Às vezes, a polícia tem de manter algo secreto. Uma investigação sobre a máfia deve ser mantida em sigilo. Outras organizações, como editores e jornais, têm a responsabilidade perante o público de publicar informação que o ajude a entender o mundo.
Como vê o comportamento dos governos latino-americanos diante da internet e da imprensa?
É bem variado e há vários problemas. Comparado com o restante do mundo, a região está bem.
O presidente (do Equador) Rafael Correa ataca muito a imprensa. O que o sr. acha disso?
Deveria atacar mais. A primeira responsabilidade da imprensa é a precisão e a verdade. O grande problema na América Latina é a concentração na mídia. Há seis famílias que controlam 70% da imprensa no Brasil, mas o problema é muito pior em vários países. Na Suécia, 60% da imprensa é controlada por uma editora. Na Austrália, 60% da imprensa escrita é controlada por (Rupert) Murdoch. Portanto, quando falamos em liberdade de expressão, temos de incluir a liberdade de distribuição, uma das coisas mais importantes que a internet nos deu.
O sr. é herói ou criminoso?
Sou apenas um cara. Todos vivemos só uma vez. Todos temos responsabilidade de viver de acordo com nossos princípios. Tento fazer isso. Não preciso me definir. Na verdade, quando as pessoas se definem, na maioria das vezes, estão mentindo.
Por que o sr. não volta à Suécia (onde é acusado de crime sexual)?
Seria extraditado para os EUA. Os EUA têm processo contra mim e o WikiLeaks. O governo diz em seus documentos internos que a investigação é de tamanho e natureza sem precedentes. É algo sério que envolve mais de uma dúzia de agências.
O sr. disse que publicará cerca de um milhão de documentos em 2013. Algo sobre o Brasil?
Sim. Publicaremos muito sobre o Brasil neste ano.

 JAMIL CHADE , ENVIADO ESPECIAL / LONDRES - O Estado de S.Paulo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de mar. de 2012

Parece mentira, mas não é: Headset comunica-se com sua mente


A NeuroSky acaba de lançar um headset que faz bem mais que fornecer fones e voz ao usuário – o MindWave permite comunicação direta com seu próprio cérebro!

Ele comunica-se com PC ou Mac via conexão USB wireless, e funciona assim: o headset possui bio-sensores integrados que lhe permitem “ler” seu estado mental e comunicar-se com o seu cérebro diretamente. Isto pode ser utilizado em toda uma gama de aplicações.

Games que “sabem” automaticamente o quanto você esta divertindo-se e o quanto esta atento, filmes que “descobrem” qual o final que você estaria pensando ser o melhor desfecho para a história (este sistema é chamado “Cloud Smart TV”)… ou até mesmo, enquanto o usa dirigindo, avisá-lo de que você esta ficando cansado e tendo seus reflexos prejudicados. Parece incrível – e na verdade é mesmo.

E não só para isso serve o MindWave – a NeuroSky esta envolvida em vários programas de pesquisa sobre condições mentais como o TDAH e o Alzheimer, por exemplo. Estas pesquisas visam descobrir a melhor maneira para se “conversar” diretamente com o cérebro, ensinando-o a exercitar-se melhor e até a curar-se.

Todos sempre disseram o quanto seriamos super-humanos se conseguíssemos destrancar todas as portas de nossa mente. Agora imagine que isto pode estar mais próximo do que imagina!

O MindWave ainda é capaz somente de auxiliar nestas áreas, mas isto já é um ótimo primeiro passo.
Ele pode ser encontrado por uma média de $99 dólares, e já vem com 10 aplicações inclusas. É, as chaves da mente agora tem preço – e ele não é tão absurdo.

Saiu no Blogs POP.
Enviad por eri Santos Castro.
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25 de jan. de 2012

Audiências filmadas dão celeridades à justiça , em SC


Saiu no Valor Econômico
Audiências agora são filmadas
Na Justiça de Santa Catarina praticamente não existe mais papel. Há equipamentos de filmagem em todas as varas do Estado e as sessões, depois que passaram a ser gravadas, são mais curtas. Para o juiz João Alexandre Dobrowolski, do grupo de trabalho do processo eletrônico do TJ-SC, a principal vantagem do sistema é o ganho de produtividade. Por que o TJ não implanta essa ferramenta aqui no Maranhão.


8 de jan. de 2012

Cidades onde nasce a tecnologia

CIDADADE CRIATIVA
Especial: o Brasil que inova

O Estado inicia hoje uma série de reportagens sobre os polos tecnológicos do Brasil. Cidades como São José dos Campos (SP) veem surgir empresas de alta tecnologia ao redor de universidades.


Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de abr. de 2011

Fábrica de iPad inicia guerra fiscal

O investimento de US$ 12 bilhões que a Foxconn, maior exportadora da China, fará numa fábrica de iPads no Brasil abriu uma disputa entre prefeituras, que estão oferecendo pacotes de isenções.

Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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15 de abr. de 2011

Com anos de atraso, Brasil começa a produzir chips

O início da produção do primeiro chip brasileiro está marcado, finalmente, para 2012, algo que pelos planos originais deveria ter ocorrido em agosto de 2007. O fabricante será o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), como parte de um projeto que completa dez anos desde a doação dos primeiros equipamentos pela Motorola. Nesse período, recebeu investimentos de R$ 500 milhões. A instituição havia sido constituída como associação civil sem fins lucrativos e em 2008 foi transformada em estatal para receber um fluxo estável de recursos, mas continuou sofrendo com sucessivos atrasos no cronograma.

Contratado em agosto de 2010 e conhecedor dos meandros da administração pública, o físico Cylon Gonçalves da Silva impôs uma nova dinâmica ao trabalho da estatal e adotou uma visão estratégica mais aberta à interação com o mercado.

Com Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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11 de abr. de 2011

Planalto altera a regra de plano de banda larga

Operadoras terão de oferecer conexões mais velozes pelos mesmos R$ 35

A presidente Dilma Rousseff determinou mudança no Plano Nacional de Banda Larga, informam Valdo Cruz e Julio Wiziacik. Pelos mesmos R$ 35, as teles terão agora de oferecer conexões de 1 Mbps (megabit/segundo) em vez dos atuais 600 kbps (kilobits/segundo).
 

Dilma exigiu que o Ministério das Comunicações faça a alteração, dizendo que o plano original do país está defasado. Na Coréia do Sul, as velocidades vão de 1 a 2 Gbps (gigabits/segundo) – 20 vezes mais que nos Estados Unidos e até 2.000 vezes mais do que no Brasil.
As teles começarão a negociar com o governo nesta semana. A alteração deve atrasar em, ao menos, três meses o início do programa, marcado para o fim de abril.
 

A presidente afirmou que as operadoras terão de investir, em vez de ficar pedindo dinheiro ao governo.
 

Em contrapartida à nova regra, o governo trabalhará pela aprovação do projeto que prevê abertura do mercado de TV a cabo para teles. Com isso, elas poderão adquirir o controle de empresas de TV e vender “combos” (TV paga, telefone e banda larga). 

Com a Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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24 de jan. de 2011

Via internet, onda de inovação vem para sacudir TV

Por ora, a boa e velha televisão vai muito bem. Mas vem aí uma onda de inovação, puxada pela internet, que promete sacudir o barco.

Simpáticas caixinhas querem trazer a internet para o centro da sala e tomar o lugar de redes de TV e empresas a cabo. 


Saiu na Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de nov. de 2010

Novas redes de energia devem atrair R$ 22 bilhões

O Brasil está prestes a combater a defasagem tecnológica no setor de energia e a investir na implantação de redes inteligentes ("smart grids"). A Agência Internacional de Energia estima que a modernização nos 90 países que a adotam exigirá investimentos de US$ 13 trilhões em todo o mundo nos próximos 20 anos.
No Brasil, a implantação, ainda em fase de regulamentação pelo governo, abre para as empresas de tecnologia um potencial de negócios de pelo menos R$ 22,4 bilhões, segundo cálculos da consultoria Accenture, que estima um gasto de cerca de US$ 200 (R$ 344) por medidor eletrônico. Esse seria o valor necessário para substituir 65 milhões de medidores em uso e implantar sensores ao longo das redes de distribuição, conectados a um sistema integrado de tráfego de dados e de energia. 


Do Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.

4 de nov. de 2010

Começa a era da holografia em tempo real

Americanos desenvolveram uma forma de produzir hologramas praticamente em tempo real, a chamada holografia 4D. A técnica permitirá ver a projeção tridimensional da pessoa com que se fala ao telefone.

De O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.

25 de set. de 2010

1 dispositivo que conta as histórias nas fotos dos seus álbuns de família

Já passeou pelos álbuns de foto da sua família e se perguntou qual seria a história daquele momento eternizado? Muito melhor ver as fotos acompanhados do avô ou da avó para contar mais sobre a história 'por trás' da foto, não? Para ajudar nisso, inventaram o Photo Album Story Teller - com ele, você etiqueta as fotos e associa a uma gravação que conta mais sobre aquela determinada foto. Assim, quando seus filhos ou netos estiverem folheando o mesmo álbum, poderao 'tocar' a história associada à imagem em questao. Um jeito fácil e high-tech de passar adiante as histórias da família :- ) A dica é do Coolest Gadgets.

1 dispositivo que conta as histórias nas fotos dos seus álbuns de família


11 de jan. de 2010

O custo do défict tecnológico brasileiro

Excelente o artigo "O custo do défict tecnológico em eletrônica"...

Excelente o artigo "O custo do défict tecnológico em eletrônica", dos engenheiros André Korottchenko de Oliveira e Luiz A. Meirelles, publicado hoje no Valor. É um texto, inclusive, para ser lido e incorporado ao programa de governo do PT, o da candidata do partido e dos aliados da base, ministra Dilma Rousseff.

Oliveira e Meirelles resumem bem a situação tecnológica brasileira. Eles apontam que o país importa pouca tecnologia - "nos últimos dez anos, remetemos ao exterior apenas US$ 13 bilhões na rubrica de tecnologia não incorporada em máquinas ou componentes, com uma média de 1.600 contratos averbados/ano". Acentuamk, ainda, que desde 1997, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) "tem averbado em média apenas três contratos por ano envolvendo patentes em eletrônica, menos que 1/9 do total de 28 contratos averbados para tecnologias patenteadas".

"A insignificante importação de tecnologia mais avançada em eletrônica indica que o Brasil - concluem os engenheiros - ainda está dependente tecnologicamente, ao invés de expressar uma capacidade de assimilação, criação e consequente autonomia tecnológica. Há lacunas graves na cadeia de produção de componentes eletrônicos no Brasil".

Essa situação tem que mudar urgentemente. Para isso, dentre outros aspectos, Oliveira e Meirelles apontam como fundamental "uma política de expansão da capacitação tecnológica brasileira em eletrônica, na qual um aumento da importação de tecnologia, se bem orientado como foi nos países asiáticos que hoje são grandes exportadores nesse setor, será apenas parte de um investimento positivo para reverter o atual déficit tecnológico em eletrônica em direção a nossa soberania tecnológica nacional".

Não deixem de ler a íntegra do artigo no portal do Valor.

Do Blogue do Zé Dirceu.
Enviado por Eri Santos Castro.

14 de out. de 2009

Livro digital já tem data para dominar

Em 2018, o livro digital deverá desbancar a tradicional versão em papel. Essa é uma das principais conclusões de pesquisa feita pelos organizadores da Feira do Livro de Frankfurt, a maior do mundo, que começa hoje. Outro foco de discussão é a escolha da China como país convidado, por causa da repressão à liberdade de expressão naquele país.

Do Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.

12 de set. de 2009

Que tal uma bike elétrica?


E agora uma bike elétrica dobrável que vc pendura no ombro
O preço é um pouco salgado - a YikeBike foi lançada na feira Eurobike deste ano e custa mais de USD 4 mil, mas oferece uma revoluçao urbana - elétrica, acaba com o problema de chegar suado no trabalho, e dobrável, resolve a questao do estacionamento veja foto abaixo. A dica é do LikeCool.

Enviado por Eri Santos Castro.

11 de jun. de 2009

Cidades Criaticas



Transporte ecologicamente correto



Por que a indústria não produz essas máquinas corredoras como alternatica de transporte ecologicamente correto? Eles podem chegar a uma velocidade de até 100 km por hora.