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1 de ago. de 2011

APROVADO PACOTE DE ARROCH FISCAL NOS EUA: EM PLENA RECESSÃO, OBAMA SANCIONA O ESTADO MÍNIMO

Não há nada nesse acordo que se oponha aos nossos princípios. Essa é uma vitória da causa do Estado mínimo” (John Boehner, republicano, presidente da Câmara norte-americana, em mensagem à extrema direita do Tea Party, pouco antes da arovação folgada do pacote na Câmara, onde os republicanos são maioria. O texto aprovado eleva imediatamente em US$ 900 bi o teto da dívida pública dos EUA. Mas faz de Obama um simulacro de presidente democrata, engessado por cortes que podem chegar a US$ 3 trilhões, com efeitos devastadores para a recuperação da economia e a vida dos pobres, sem contrapartida de taxação sobre os ricos. O acordo é tão leonino que Nancy Pelosi, líder democrata na Câmara, pouco antes de iniciar a votação ainda hesitava em declarar seu apoio ao texto, o que aconeceu no último momento. O economista Paul Krugman declarou que se fosse membro da bancada democrata votaria 'NÃO')
 
Da Carta Maior.
Enviado por Eri Santos Castro.
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31 de jul. de 2011

A MATEMÁTICA QUE ENCORAJA E AO MESMO TEMPO APAVORA.


Os democratas de Obama  tem 53 cadeiras no Senado norte-americano composto de 100 representantes do povo. Portanto, tem maioria: 50 votos  mais 3 .Pela Constituição, trata-se de  uma maioria insuficiente para aprovar projetos  de envergadura, como a elevação do endividamento fiscal que magnetiza as atenções do mundo e  requer o apoio de 60 senadores  para ser implementada. Obama precisa atrair mais sete votos republicanos para fechar a conta. O número, modesto, ao mesmo tempo em que encoraja a aposta num desfecho bem sucedido, desconcerta  pela fragilidade que escancara. O  Presidente da maior potencia capitalista da terra se arrasta de concessão em concessão rumo à autodissolução ideológica para atrair o irrisório apoio de sete  republicanos. Pior ainda, enfrenta dificuldades nas derradeiras horas que lhe restam no calendário: 43 dos 47 congressistas republicanos afirmaram em carta aberta, neste sábado, que não apoiarão o pleito de Obama. É assustador.
(Carta Maior; Domingo, 31/07/ 2011) http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm
Enviado por Eri Santos Castro.
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26 de jul. de 2011

Entenda o que se passa nos EUA

OBAMA RIFOU A SAÚDE; A DIREITA ACHOU POUCO 

Premido pelo tempo, Obama ofereceu o impensável aos republicanos, conforme relata o economista Paul Krugman.Para chegar a um acordo capaz de elevar o teto da dívida pública do país, o democrata se dispôs a reduzir a cobertura do Medicare, o SUS dos EUA, e fazê-lo da forma mais vil, elevando a idade de acesso dos velhinhos ao programa, para algo acima dos 60 anos atuais. Além disso, ofertou dificuldades na filtragem de consultas e tratamentos com seleção rigorosa de requisições. O clássico, 'morrer na fila'. Os republicanos acharam pouco. Deixaram Obama com o duplo desgaste: sem acordo e sem credibilidade juntos a milhões que o elegeram para universalizar a saúde pública destruída pelo cânone neoliberal. Ortodoxia econômica e extrema direita politica nesse campo, e nos outros também, preconizam o cada um por si e o Estado para os ricos.No discurso de ontem à noite, Obama disse que a tentação de passar por cima do Congresso e sancionar um aumento unilateral da dívida pública sem onerar os pobres era grande. "Mas não é assim que o sistema funciona", explicou com resignação cool. Imagine se Franklin Roosevelt se comportasse do mesmo modo? Felizmente, sua resposta foi oposta. Diante dos impasses financeiros da recessão dos anos 30, o democrata que acumulou quatro mandatos, alterou radicalmente o sistema financeiro, regulou os bancos, impôs limites ao grande capital,  fomentou a organização sindical e criou dezenas de políticas de apoio aos desempregados e aos mais pobres. Entre elas um massivo antecessor do Fome Zero, o Food stamps.
 
Da Carta Maior.
Enviado por Eri Santos Castro.
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