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6 de mai. de 2012
24 de abr. de 2011
Até 'O Globo' na agenda anti-ditadura militar.
Agenda revela a rede de terror do Riocentro
Caderneta de telefones de sargento listava envolvidos com tortura e espionagem
Caderneta de telefones de sargento listava envolvidos com tortura e espionagem
Trinta anos depois do atentado no Riocentro, a agenda do sargento Guilherme Pereira do Rosário - um dos autores do ataque, morto na explosão - revela detalhes sobre a rede de terror envolvida no episódio. A agenda jamais foi usada nas investigações, embora tenha sido anexada ao segundo inquérito do caso. Agora obtida pelo GLOBO, a caderneta traz nomes reais e telefones de militares e civis envolvidos com tortura e espionagem, conforme relatam Chico Otávio e Alessandra Duarte. Quatro deles eram ligados ao "Grupo Secreto", organização paramilitar que desencadeou atentados para deter a abertura política. Há também personagens da cúpula da polícia fluminense e do setor encarregado de investigar atentados como o do Riocentro.
Enviado por Eri Santos Castro.
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5 de dez. de 2010
Máfia dos combustíveis recebida por senador Lobinho
Vai entender: o caro ligado a Lobinho é Alan Kardec do PCdoB-MA, da ANP.
Gravações da Polícia Civil do Rio revelam que o empresário Ricardo Magro, suspeito de chefiar uma quadrilha de sonegadores de tributos na área de combustíveis, foi recebido, no ano passado, pelo então senador Edison Lobão Filho (PMDB-MA), em Brasília.O encontro foi agendado por um assessor da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Depois disso, decisões tomadas por dirigentes da ANP, indicados pelo então ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, pai do senador conhecido como Lobinho, favoreceram as empresas do grupo Magro, todas envolvidas em sonegação.
As gravações foram produzidas pela Operação Alquila, investigação iniciada no ano passado pela Delegacia de Polícia Fazendária do Rio sobre fraudes para burlar o recolhimento do ICMS praticadas por distribuidoras que gravitam em torno da Refinaria de Manguinhos.
Fiscais da Secretaria Estadual de Fazenda estimam um prejuízo anual de R$ 162 milhões com as fraudes.
Como a polícia constatou o envolvimento de um "deputado federal ou senador da República", de um "ministro de Estado e de seu filho", além de funcionários da ANP no esquema (os nomes não foram identificados), a juíza Maria Elisa Lubanco, da 20 Vara Criminal, decidiu remeter o inquérito para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Leia mais em Suspeito de chefiar máfia dos combustíveis foi recebido por senador e filho de ministro
Por Chico Otavio e Maiá Menezes, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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