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5 de set. de 2013

Problema para Sarney


nicolau dino
Nicolau Dino: Irmão de comunista muito próximo a futuro PGR.
Nove entre dez integrantes do Ministério Público dão coma certa pelo menos uma decisão de Rodrigo Janot quando assumir a Procuradoria-geral da República: a ascensão do procurador Nicolau Dino, irmão de Flávio Dino, principal opositor da família Sarney.
Muito ligado ao futuro PGR, Nicolau Dino hoje é diretor-geral da Escola de Magistratura do Ministério Público e está participado ativamente das reuniões que Janot vem fazendo com seus quadros de confiança.
A tendência é que Dino ocupe a cadeira de secretário-geral do Ministério Público ou de secretário-geral do Conselho Nacional do MP. Se José Sarney souber disso, corre o risco de ignorar as ordens médicas e correr para o Plenário ainda esta semana, quando o nome de Janot deverá ser apreciado.
Radar Online – com edição do Blogue Marrapá.
Enviado por Eri Santos Castro.
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14 de fev. de 2012

Tio de Marcelo diz à polícia que houve demora para atendimento no hospital


O delegado-chefe da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), Anderson Espíndola, disse durante em entrevista coletiva concedida à imprensa na tarde desta terça-feira (14/02) que quem registrou a ocorrência contra o Hospital Santa Lúcia foi o tio de Marcelo, o procurador da República, Nicolau Dino. Ele acompanhava a mãe do menino, Deane Costa, no hospital nesta manhã. Nicolau contou aos policiais que o sobrinho foi internado na noite de segunda-feira no Hospital Santa Lúcia, mas apresentava quadro de melhora na madrugada. Por volta de 5h30, Marcelo recebeu uma dose da medicação solucortef. Segundo os familiares, esse remédio já havia sido usado no menino em outras crises. Aproximadamente meia hora depois, o paciente teria começado a passar mal.

Nicolau Dino disse que um médico foi chamado, mas houve demora no atendimento. Uma outra medicação chegou a ser ministrada, mas Marcelo não resistiu e morreu às 6h. Os médicos teriam tentado reanimá-lo, sem sucesso. Deane acompanhava o filho. O hospital foi ouvido informalmente pela polícia e negou qualquer erro ou negligência no atendimento.

Espíndola, agora, precisa esclarecer alguns aspectos para tentar apurar o que levou à morte do menino. "Temos de saber se a primeira medicação contribuiu para a morte, se a dose ministrada estava correta e investigar se realmente houve demora no socorro", disse o delegado. A polícia deve esperar alguns dias para ouvir a família e saber se Marcelo fazia o acompanhamento da asma com outro médico, que poderá contribuir com o histórico clínico do jovem. Exames e prontuários antigos de Marcelo já foram requisitados ao Santa Lúcia.

O Ministério Público já encaminhou o prontuário e os medicamentos usados no paciente ao IML para serem periciados.
 
Saiu no Correio Braziliense.
Enviado por Eri Santos Castro.
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