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29 de set. de 2014
18 de ago. de 2014
A diferença entre uma pessoa do povo e um 'imortal' ou o "Maranhão de Todas as Famílias" de Márcio Jerry e o "Maranhão de Meio Dúzia de Magnatas" de Joaquim Haickel
Por Márcio Jerry
Nem é preciso gastar muitas palavras para
contrapor o fadigoso texto do imortal Joaquim Nagib Haickel sobre
debates, entrevistas e Flávio Dino. Até porque há excesso de palavras
para apenas uma intenção: tentar desqualificar com argumentos falsos o
candidato oposicionista Flávio Dino.
(Antes, cedo à confissão do que há pouco
tratei com meus botões: – quanto esforço deve fazer o intelectual de
bons modos Joaquim para defender o candidato que, na falta de outro, o
grupo dele improvisou para a disputa eleitoral deste ano. Claro, Joaquim
não é cínico, sabe do Edinho todos os defeitos. Mas se esmera, e nesse
mister quanto esforço faz !, em defesa da elite decadente com a qual
afinal coabita e que agora precisa daquele que até outro dia era só uma
espécie de fanfarrão aturado por ser filho do Edson Lobão.)
Deixando por aqui os botões, o que diz
Joaquim? Que Flávio Dino teria fugido de entrevistas e debates; que
Flávio Dino é autoritário e arrogante; que Flávio Dino perfila no mundo
ideológico ao lado de Fidel, Chávez e Cristina. Ah, e que Flávio Dino
teria receio de enfrentar jornalistas, etc.
Ah, Joaquim, até o papagaio evocado por
teu candidato sabe que não é isso. Tu mesmo, quantas vezes não
sublinhaste a reconhecida capacidade do advogado, professor, ex juiz
federal que chegou à Secretaria Geral do CNJ; do deputado federal tantas
vezes homenageado pela imprensa e por seus pares; do homem de “muitos e
acentuados atributos positivos”? Sabes do Flávio Dino as virtudes e o
preparo para governar o nosso Maranhão.
Flávio Dino é de uma geração de lutadores
pela democracia em todos os espaços de atuação, desde a adolescência.
Mostrou ao longo da trajetória grande capacidade para o debate, para a
sustentação competente de posicionamentos, até por dever de ofício. Não,
Joaquim, não é por recear entrevistas e debates que Flávio Dino não foi
à Rádio Mirante AM e à TV Difusora. Aliás, Flávio Dino somente nesta
semana irá a dois debates e concederá várias entrevistas.
No caso da TV Difusora, apresentamos
propostas claríssimas para que o debate pudesse transcorrer com
normalidade e não num ambiente hostil e sem regramento. Por que não
aceitaram, por exemplo, mediador do SBT nacional e presença da OAB?
Confissão de que armavam algo ?
A Rádio Mirante AM preparou um clima que
em todos os aspectos fugiu do que seria uma entrevista. Aqui, concordo
contigo na referência ao ringue, afinal foi o que a Rádio Mirante
preparou. Jornalistas que a todo instante atacam o candidato, muitas
vezes desonestamente porque ataques assentados em mentiras, calúnias,
farsas, vão a um programa para em coro e a todo instante criar um
ambiente de confronto, atropelando respostas, fazendo de cada pergunta
um enunciado elaborado pelo comitê de campanha do adversário. Ah,
Joaquim, assim não dá.
Somos radicalmente democráticos, com as
consequências práticas que daí derivam e dão conteúdo. Inclusive, no
respeito às divergências, no debate sempre respeitoso.
Quanto à “retaliações…Bem isso é tão
patético que creio ter sido um “caco” colocado por alguma mente estúpida
ao teu texto. Tu jamais cometeria aquela barbaridade ética de
malandramente traficar no texto uma tão grave desconfiança acusatória.
Tão grave quanto desprovida de sentido.
*Márcio Jerry, Presidente do PCdoB Maranhão, integra a Coordenação de Campanha Flávio Dino
11 de ago. de 2014
Babilônia em chamas: Coordenador da campanha, Joaquim Haickel adimite retirar apoio a Edinho Lobão
Só
falta a polícia apresentar alguém ligado a Flávio Dino como suspeito de ter
divulgado os fakes sobre a morte de seu filho, já que o governo que apóia Edinho
detém o poder de polícia no Maranhão.
Por JM
Cunha Santos
![]() |
| Deputado Joaquim Haickel |
O
uso da morte do filho de Flávio Dino como arma suja de uma campanha política
indecente está ganhando repercussão internacional, conforme o blog foi
informado ainda há pouco e, numa tentativa de justificar o injustificável, o
próprio coordenador da campanha de Edinho Lobão, Joaquim Haickel, disse ao blog
do Jhon Cutrim que se for verdade, Edinho perderá o seu apoio, o que só indica
que depois dessa ação vil, nojenta, imoral e criminosa estão preparando alguma
desculpa esfarrapada ou atrás de algum bode expiatório.
Não
justifica. Não é a primeira vez que pessoas ligadas a esse grupo político usam
a morte do garoto Marcelo na tentativa de desestabilizar emocionalmente o pai,
provavelmente na tentativa de que cometa alguma asneira que prejudique sua
candidatura. Joaquim Haickel chega a sugerir que deve ser alguém sem ligação
nem com Edinho Lobão, nem com Flávio Dino querendo ver o mar pegar fogo para
comer peixe assado.
O
comportamento das lideranças políticas em torno da candidatura de Edinho Lobão,
no entanto, indicam o contrário. O senador João Alberto chegou a chamar o
candidato da oposição de Satanás publicamente e o próprio Edinho ofereceu
dinheiro num programa da Rádio Mirante para quem denunciasse Flávio Dino. É a
campanha mais baixa levada ao ar por um governo neste país e, embora a
governadora Roseana Sarney possa não ter culpa nenhuma por esse fato, comete um
grave crime de omissão ao permitir que o nome de seu governo seja usado de uma forma
que agride a decência política, a decência social e, principalmente, a decência
humana.
Não
venham com desculpas esfarrapadas. Um corpo só se move na direção que a cabeça
quer.
Na
carta encaminhada a Jhon Cutrim diz Joaquim Haickel: “Se Lobão Filho fez isso
ou consentiu que alguém fizesse em seu nome, ele terá perdido totalmente a
moral para se candidatar ao governo do nosso Estado. Se ele fez isso, terá
perdido o meu apoio. Mas se ficar provado que foi uma armação de alguém para
prejudicar a imagem de Lobão Filho, para prejudicar sua campanha, se ficar
provado que isso é coisa de alguém ligado a Flávio Dino, será ele que perderá a
moral nessa campanha”
Depois
dessa e diante da onda de indignação que varre o país inteiro, só falta a
polícia apresentar alguém ligado a Flávio Dino como suspeito do crime, já que o
governo que apóia Edinho detém o poder de polícia no Maranhão.
Não
tem armação nenhuma. Como diz John Cutrim, “os fakes na internet que
sordidamente fazem referência à morte trágica do filho de Flávio, Marcelo,
ocorrida em 2012, vítima de erro médico no Hospital Santa Lúcia, em Brasília,
são os mesmos utilizados para fazer campanha e espalhar mensagens sobre o
candidato Edinho Lobão com a hastag PrafrenteMaranhão.
O problema é que já desceram tanto no nível de decência que não esperavam que, nesse caso, a indignação do povo maranhense chegasse ao ponto que chegou e só agora estão vendo que não tem mais por onde se sujar.
5 de mar. de 2014
Babilônia em Chamas: Joaquim Haickel quando admite que tudo pode acontecer, vislumbra a impossibilidade da derrota das oposições nas eleições de 2014
Por Joaquim Haickel
Expliquei a ele o mesmo que passo a explicar a você que me lê agora: Tenho feito um esforço hercúleo para me abster de publicar os textos que tenho produzido. E olha que eles são muitos e atualíssimos. Sou daqueles que adora dizer o que pensa, pois acredito que a melhor maneira de se aprender e de se crescer é conversando, e meus textos, para mim, servem para isso. Tenho pensado e escrito compulsivamente, mas os tenho “encofado”, alguns até deletei, pois seus conteúdos eram explosivos demais. A verdade é muito explosiva.
Minhas opiniões são quase sempre polêmicas e controversas, podem, em um momento político delicado como esse, parecer manobra, jogo. Algum desavisado ou maldoso mesmo, pode imaginar que eu seja um desses bonecos de ventríloquo, coisa que não sou de forma alguma, quem me conhece sabe disso. Se isso acontecesse iria ficar muito chateado, por isso prometi a mim mesmo que não falaria nada a esse respeito.
Decidi que só falaria alguma coisa quando e se me perguntassem, e ainda assim dependendo de quem perguntasse, até porque eu iria apenas repetir o que já disse diversas vezes antes, pois tudo isso que está acontecendo no cenário político de nosso Estado já foi comentado por mim em pelo menos meia dúzia de artigos publicados aqui mesmo. Tá tudo lá, tim- tim por tim-tim!
Você não pode imaginar a vontade que me dá de não cumprir a promessa que fiz a mim mesmo e começar a desfolhar o rosário de nossa Senhora das Boas Causas, ou a novena de Santo Expedito, o santo das causas difíceis. Meu catolicismo pode ser pouco, mas meu instinto e minha parca experiência me dizem que em boca fechada não entra mosquito, que as pessoas que estão aí, envolvidas nos acontecimentos, são todas mais experientes e sábias que eu, todas elas são bem mais poderosas, suas decisões ou indecisões são capazes de sacramentar o presente e estabelecer o futuro, como já fizeram com o passado.
Um dia, depois que tudo isso acabar, quem sabe eu tenha disposição de colocar os pingos nos “is”. Bom, mas depois que tudo tiver acontecido, de tudo acabado vão dizer que eu sou profeta de passado, que falar é fácil. Deixa pra lá…
Cada dia que se passa em minha vida, minha compreensão sobre a política, o entendimento que eu tenho dela, com uma observação mais imparcial, fica cristalina. Vejo coisas que o fato de ter estado totalmente imerso dentro da política por tanto tempo, talvez fosse complicado de reconhecer e de entender. Não que eu esteja totalmente fora dela, ninguém nunca está, mas hoje me coloco em uma posição muito mais confortável, em uma situação privilegiada pela independência que sempre cultivei e que agora me deixa livre até para não ter que opinar, mesmo estando morrendo de vontade. Antes não me controlaria.
Sendo assim prefiro falar sobre o jogo da final do primeiro turno do campeonato maranhense de futebol. Duelo de gigantes travado entre Sampaio e Moto em tarde inspirada. O melhor jogo de futebol que vi nos últimos anos. Uma verdadeira pintura, um espetáculo maravilhoso de se ver. Senti orgulho de ser maranhense, de nós termos aquele belo futebol.
Repito: Tudo pode acontecer.
8 de fev. de 2014
Senador Sarney faz reunião no Renascença para montar estratégia para ter maioria na Câmara Federal
Zé Sarney perdeu o prumo e aprumo político. Não é que "Bandalha" reuniu-se com os "espoca urnas", Fabiano Vieira da Silva e Joaquim Haickel no PMDB para discutir a conjuntura política do Maranhão.
"Bandalha" foi ouvir Fabiano Vieira da Silva/Joaquim Haickel sobre a possível futura composição da bancada maranhense na Câmara Federal. "Mãe Nagiba" jogou os búzios para o desagrado de Sarney.
Segundo "Mãe Nagiba" o Chapão governista faz 8 deputados federais. Seriam 15 brigando por oito vagas. As duas "Chapinhas" governistas fariam 2 deputados. O Chapão da oposição fica com 8 deputados:
Chapão governista: 13 brigando por 8
PMDB- Gastão Vieira, Pedro Vai de Novo(Novais), Sétimo Waquim, João Marcelo e Alberto Filho;
PV- Sarney Filho e Vitor Mendes;
PTB- Pedro Fernandes;
PRB- Kleber Verde;
PR- Davi Filho;
PT- Zé Carlos, Márcio Jardim e Rodrigo Comerciário.
Chapinha 1- 3 brigando por uma.
PEN- André Fufuca;
PRP- Severino Sales, Márcio Coutinho;
Chapinha 2: 3 brigando por uma.
PT do B- Lourival Mendes;
PSC- Costa Ferreira;
PSDC- Aluísio Mendes, Josué Pinheiro;
PMN- Ildon Marques
Chapão da Oposição- 10 brigando por 7 vagas
PSB- José Reinaldo;
PC do B- Rubens Jr;
PSDB- Castelo, Pinto, Brandão;
PDT-Weverton Rocha;
SDD- Simplício Araújo/Dutra.
PP- Igor Lago e Pastor Porto.
PP- Igor Lago e Pastor Porto.
De oferenda uva/ameixa/maçã e castanha.
| . Com o Blogue César Bello, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de mai. de 2013
Joaquim Haickel admite confusão generalizada no grupo Sarney e diz que é impossível ganhar a eleição para governador sem o PT
Para não dizer que não falei dos espinhos
Por Joaquim Haickel (texto publicado na edição de hoje do EMA), via Jorge Aragão.
Já que ninguém quer se reunir para conversar sobre o que pode, e o que de uma forma ou de outra vai acontecer nos próximos meses na política maranhense, só resta a mim que sou como diz minha querida mãe Teté, “impertinente”, tentar suscitar aqui mais uma vez essa conversa, assim, um tanto que na marra, como já o fiz antes e em pouco eco resultou.
Nunca antes na história desse grupo político, o futuro dependeu de tantos eventos intrincados, complicados e delicados. É bem verdade que uma grande quantidade de sorte, aliada a um imenso volume de poder, exercido por quadros competentes e motivados, fazia com que as situações difíceis fossem facilmente solucionadas ou pelo menos atenuadas.
Agora as coisas parecem estar um pouco diferente, e não era pra menos. O tempo passa, as estruturas se desgastam, o elã enfraquece, laços se afrouxam, pessoas naturalmente se distanciam… É assim na vida, de um modo geral, nas famílias, nos casamentos, porque seria diferente na política?
Pois bem, no que diz respeito à próxima eleição para governador, tudo leva a crer que o candidato do grupo Sarney seja mesmo o secretário de infraestrutura Luis Fernando Silva.
Estabelecido isso, resta saber se a governadora Roseana completará a chapa majoritária sendo candidata ao Senado. Tendo uma eleição garantida seria tolice não concorrer.
Em seu lugar deveria assumir o vice, mas tudo indica que ele deverá ser nomeado para o Tribunal de Contas do Estado em vaga que se abrirá no final deste ano.
O cargo de governador, interinamente, por 30 dias, passará então às mãos do presidente da Assembleia Legislativa. Nesse prazo o primeiro vice-presidente da ALM, tendo assumido a presidência, convoca eleição indireta para escolha daquele que for governar o nosso Estado até 31 de dezembro de 2014.
Lógico seria o ocupante interino do governo, o presidente da ALM, deputado Arnaldo Melo, ser eleito governador substituto.
Essa é uma coisa que ainda pode acontecer, porém o que deve ser observado é que o que está em jogo aqui é muito mais que nove meses de mandato de governador. O que está em jogo é a continuidade da hegemonia política desse imenso grupo, que de tão grande e diverso, muitas vezes parece ser vários e não um.
Esse gigantismo causa distorções curiosas, como, por exemplo, o fato de algumas diferenças internas serem bem maiores que as eventuais discordâncias com outros grupos políticos.
Mas voltemos ao que mais interessa!
Será que alguém pode fazer mais pela eleição de Luis Fernando que o próprio Luis Fernando? A resposta é fácil! Não. É lógico que não. Logo quem deve ser eleito para completar o mandato de governador quando da renúncia de Roseana é o próprio candidato, no caso, Luis Fernando.
Agora vem um pequeno problema para o qual pouca gente está atentando.
Acontece que se isso ocorrer dentro dos prazos normais, Arnaldo Melo será extremamente prejudicado, pois será atingido pela lei eleitoral no que diz respeito ao prazo vedado de desincompatibilização para concorrer a cargo eletivo.
Quem estiver no exercício de Governo do Estado de 12 de abril de 2014 em diante, só poderá concorrer no pleito daquele ano aos cargos de governador
ou de presidente da Republica.
Para alguns pode parecer uma situação insolúvel, mas há uma forma simples de resolver esse imbróglio. Basta que tudo isso, todos os atos citados acima, da renúncia da governadora, passando pela eleição do governador interino até a posse do governador substituto, aconteça antes de 12 de abril de 2014.
Visto assim parece estar tudo certo. Como diria Garrincha, só precisamos “combinar com os russos”.
Há, no entanto, um problema ainda maior e mais grave. O PT!!! A aliança do PMDB com o PT é primordial para nossa vitória eleitoral.
O PT fará eleições internas no final de 2013. Os vencedores dessa eleição decidem com quem o partido marchará em 2014.
Se o vice-governador Washington Oliveira aceitar o cargo no TCE, a derrota do grupo do qual faz parte será quase certa. Consequência direta disso é a dissolução de nossa aliança.
Há quem pense que sendo governador, substituindo Roseana, Washington se fortaleceria, venceria as eleições internas do PT e no caso de fazer uma boa administração, com apoio do governo federal, acabaria trazendo Lula e Dilma para o palanque de Luis Fernando. Seeráááá???!!!
No frigir dos ovos uma coisa deixa gente como eu extremamente incomodada.
É que ninguém fala sobre esses assuntos. Não se conversa, não se discute, não se pensa… Na hora H muitas coisas saem erradas por falta dessa prática que há muito não se cultiva nesse grupo.
Existe gente com grande poder de decisão em nosso grupo que não sabe como funciona as intrincadas engrenagens desse sistema.
Que mal há em conversar, trocar ideias, discutir pontos de vista, se abrir para outros pensamentos, ouvir outras opiniões, arejar os cérebros…
Falar de flores é fácil. Quero é ver o bom para falar de espinhos. Ter coragem para pegá-los nas mãos mesmo correndo o risco de se ferir, ou melhor, mesmo sabendo que vai se ferir. Mas que seja! Para alguma coisa deve valer ser assim.
Como disse Vandré: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.
PS: Lembrando que existem algumas coisas que não se deve e outras que não se pode dizer em um artigo de jornal.
Enviado por Eri Santos Castro.
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