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11 de ago. de 2014

Vixe Maria: Testemunha entrega nomes do governo Roseana envolvidos em esquema de doleiro, agora no Jornal Nacional da Globo

O Jornal Nacional mostrou hoje (11/ago) um esquema milionário de propina envolvendo altos cargos do governo Roseana Sarney. O jornal teve acesso ao depoimento de Meiri Rosa, contadora do doleiro Alberto Yousseff, preso pela Polícia Federal em São Luís. Por delação premiada, ela citou vários nomes do alto escalão do governo Roseana.
 
Segundo a contadora, o doleiro procurou o governo Roseana para oferecer uma propina de R$ 6 milhões para pagar, antecipadamente, uma dívida com a construtora Constran no valor de R$ 120 milhões.
 
Depois das negociações, segundo o Portal da Transparência do governo do Maranhão, já foram pagos mais de 30 milhões.
Entre os citados no esquema pela contadora, estão a presidente do instituto de previdência do Maranhão, Maria da Graça Marques Cutrim; a procuradora do estado Helena Maria Cavalcanti Hackel e o secretário de Governo João Abreu.
 
Segundo a contadora, se o suborno não fosse pago integralmente, as parcelas seriam suspensas. No dia em que foi preso, Yousseff estava em São Luís trazendo R$ 1,4 milhão com parte do suborno. Segundo a contadora, o funcionário do governo do Maranhão que recebeu o dinheiro achou que “valor era pouco e deveria consultar a Governadora”.

Do Blogue Maranhão da Gente, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de ago. de 2014

Senado aprova requerimento para investigar empresa dos Lobos


 
O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (5/ago), requerimento para investigar um contrato da empresa Hytec – de propriedade do irmão do candidato Edinho Lobão. A investigação será conduzida pelo Tribunal de Contas da União (TCU). 

A construtora, em consórcio com a Trimec, foi contratada para realizar obras da Copa do Mundo no estado do Mato Grosso.
Os contratos são alvo de inquérito do Ministério Público Federal. Ainda este ano, a promotora Denise Nunes Rocha Müller Slhessarenko determinou a conversão do Procedimento Administrativo nº 1.20.000.000638/2013-25 em Inquérito Civil Público, para apurar supostas irregularidades em contratos firmados entre a Construtora Trimec/Consórcio Trimec-Hytec e o Estado do Mato Grosso.


Os objetos dos contratos são a execução de obras públicas, e existe a denúncia de que seriam superfaturados. Um dos primeiros contratos que devem ser investigados é o de manutenção de rodovias. Nos anos de 2012 e 2013 o governo celebrou duas prorrogações de contratos no valor de R$ 52 milhões para serviços de manutenção e conservação da malha viária de rodovias estaduais.
 

No ano passado,a revista Veja publicou a reportagem “A passagem de Lobão pelo Ministério das Minas e Energia fez um grande bem para a família dele”. Leia abaixo a nota da Veja:

“O VOO DA GRANDE FAMÍLIA
O monomotor de prefixo PR-LOB desembarcou um dia desses em Cuiabá, Mato Grosso, trazendo a bordo o senador Lobão Filho, do PMDB do Maranhão, e seu irmão, Luciano Lobão, dono da empreiteira Hytec.


O avião é a última aquisição da família, cujo patriarca é o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. [O senador é suplente do pai, em exercício enquanto este permanecer no governo. 


A construtora, o principal negócio do clã, multiplicou seu faturamento nos últimos anos. Desde 2011, é responsável por obras de saneamento do PAC no interior do Maranhão.

No fim de 2012, ganhou um contrato de 23 milhões de reais para obras da Copa do Mundo em Mato Grosso, estado que também é comandado pelo PMDB. Somente em 2012, a empresa recebeu mais de 100 milhões de reais do governo federal.
A passagem de Lobão pelo ministério fez bem a ele e a seus lobinhos.”

8 de jun. de 2014

O gene da ditadura inoculado num candidato a governador


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A ditadura fazia a gente tremer. A censura sufocava a inteligência. Notícias de torturas, desaparecimentos, mortes circundavam as redações sem que fossem noticiadas. A poesia, quase toda poesia, era proibida. Nos DOI-CODIs da vida, intelectuais e artistas do país berravam de dor sob o terror dos “paus-de-arara” e choques elétricos da polícia política. Era terrível não poder dizer nada. Mais terrível que ser proibido, hoje, de dizer notícias de corrupção.

Mas alguns jornalistas estavam a serviço desse regime de terror. A gente sabia. Não bebiam com a gente. Vigiavam. Catavam nos textos os sintomas da “subversão” e davam conhecimento deles à polícia política e aos agentes nos porões do regime militar. Como disse o poeta Afonso Romano de Santanna “Desaparecia-se, desaparecia-se muito naqueles dias”…

No “Diário de Brasília”, um jornalista chamado Edison Lobão exercia sua atividade profissional. Sobre esse tempo e esse jornalista escreveu Jânio de Freitas: “Como repórter e cronista político do Diário de Brasília prestou serviços diários aos chefões da Ditadura. Seus textos eram como recados saídos do Planalto, de serviços militares ou de informações e armações de políticos governistas contra opositores.
Seu ar soturno caia-lhe muito bem. E assim também quando deu continuidade em lugar mais apropriado – o partido da Ditadura, a Arena, ao papel que escolhera na vida. Sem imaginar a contribuição que a democracia de Lula e do PMDB lhe ofertaria”.

E considerou o ministro Edison Lobão, em tempos recentes, que aquela terrível fase de torturas e genocídios nem pode ser chamada de ditadura. Que ditadura mesmo foi o governo Getúlio Vargas.

É provável que em toda a história da imprensa mundial, desde os primórdios da Galáxia de Gutemberg, nunca uma única pessoa tenha processado tantos jornalistas em tão curto espaço de tempo. E isso significa que Edinho Lobão, talvez por direito de herança, inoculou pelo menos um dos genes da ditadura militar – O gene da censura. E talvez devesse a Justiça atentar para isso, posto que é inaudito, singular, inusitado que alguém tente, pela via do sacrifício econômico, calar tantos profissionais de imprensa de uma só vez.

E aqui estou me lembrando de como era o medo naquele tempo. O medo nos cursos de Comunicação, o medo nos cursos de Direito, o medo nos grêmios estudantis, o medo na OAB, o medo nas redações, o medo de falar, de ouvir, de opinar, escrever, de se organizar, de ser preso, ser torturado, de apanhar.

A censura no Brasil Colônia fazia lista de livros que não deviam ser lidos. Edinho Lobão está montando uma lista de jornalistas que não devem escrever.
Estás ressuscitando o medo, Edinho Lobão. E a História mostra que esse é o teu mais inalienável Direito de Herança.

Enviado por Eri Santos Castro.
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2 de jun. de 2014

Márcio Jardim: "Amigos não são mercadorias em prateleiras para serem comprados"

De Márcio Jardim: "Nós temos amigos. Com bilhões o grupo Sarney-Lobão tentará comprar pessoas e não vai conseguir. Pois, amigos não são mercadorias em prateleiras para serem comprados. Quem se vende e compra são bandidos travestidos de empresários e políticos. Depois de 49 anos, esse tempo está passando." Jardim é pré-candidato a deputado federal, em pronunciamento em Barra do Corda, neste último sábado.

18 de mai. de 2014

Época diz que Lobão está envolvido no esquema de desvio de dinheiro dos carteiros

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Reportagem de “Época”, já disponível no site da revista, aponta envolvimento do ministro Edison Lobão (Minas e Energia) no esquema de corrupção que quase levou o fundo de pensão dos carteiros, o Postalis, à ruína. As perdas superam a monta de R$ 7 bilhões.

Segundo a revista, Edison Lobão indicou para dirigir o dinheiro da aposentadoria dos carteiros um ex-sócio do filho Márcio Lobão, o engenheiro Alexej Predtechensky, conhecido como Russo. Lobão também indicou o administrador Adílson Costa para o segundo cargo mais importante do Postalis: a diretoria financeira.

Amigo de Lobão, Russo tinha no currículo a quebra da construtora Encol, nos anos 1990. Quando diretor da Encol, fora acusado de irregularidades na gestão. Russo também foi sócio de Márcio Lobão numa concessionária que vendia BMWs. A empresa faliu e o filho de Lobão perdeu a bandeira da montadora alemã.

A gestão de Russo/Adílson no fundo dos carteiros resultou em péssimos números. Dono de um patrimônio de R$ 7 bilhões, o Postalis vem acumulando perdas significativas. Entre 2011 e 2012, o deficit chegou a R$ 985 milhões. No ano passado, o fundo somou R$ 936 milhões negativos e, em 2014, as contas no vermelho já somam mais de R$ 500 milhões, com uma projeção para encerrar o ano acima de R$ 1 bilhão.

A situação do Postalis é tão grave que a Superintendência Nacional de Previdência Complementar, a Previc, responsável por fiscalizar os fundos de pensão, avalia uma intervenção no fundo. Os auditores da Previc estão cansados de notificar e autuar os diretores por irregularidades. Houve, ao menos, 14 autuações nos últimos anos.
Os mandatos de Russo e Adílson se encerraram em 2012. Eles foram substituídos por novos apadrinhados de Lobão. E o Postalis segue afundando rumo ao pré-sal.

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De acordo com Época, os indicados por Lobão fizeram “roleta-russa com o dinheiro do Postalis. Investia em produtos financeiros complexos e arriscados, por meio de um instrumento conhecido como “nota estruturada”. Ao fazer as operações desviava dinheiro para contas secretas de empresas com sede em paraísos fiscais. Por baixo, os investigadores estimam que US$ 24 milhões foram cobrados indevidamente do Postalis”.

Entre as empresas que recebiam dinheiro desviado do fundo de pensão dos carteiros, estava a Spectra Trust, empresa sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal. 
Segundo a Justiça americana, a conta pertencia a Predtechensky, o Russo, então presidente do Postalis. Em novembro de 2007, US$ 1,5 milhão foi transferido à Spectra. Os investigadores ainda tentam descobrir o total depositado na conta da empresa.

OUTRO LADO
O ministro Lobão afirma, por meio de nota, que conhece Russo há anos. Russo diz o mesmo. Mas Lobão, ao contrário de Russo, acrescenta: “A relação é de amizade”. Lobão, contudo, não admite sequer ter indicado Russo ou os atuais diretores do Postalis. “As nomeações no Postalis são feitas por um Conselho que atua vinculado a outro Ministério (o da Previdência)”, diz.

Márcio Lobão, ex-sócio de Russo, diz que se mudou de Brasília para o Rio em 2000 e que, desde então, não mantém contato com ele: “Nunca mais tive qualquer vínculo comercial, social ou empresarial com o senhor Alexej”.

O suplente de senador Edinho Lobão (PMDB) afirma não manter qualquer tipo de relacionamento com o ex-presidente do Postalis, Alexej Predtechensky. “Não converso com esse indivíduo”, diz. “Graças a Deus (não tenho relacionamento comercial com ele). Se tivesse recebido algum valor dele, estaria pensando em me suicidar.”

Aparentemente, a origem da raiva é a antiga sociedade entre Alexej e Márcio, irmão do senador, na concessionária BMW em Brasília. “Meu irmão, muito jovem, perdeu o negócio da vida dele por causa da gestão desse indivíduo. A BMW tomou a concessionária dele.”

Entre os péssimos negócios feitos pelos indicados de Lobão, a dupla vendeu a sede do Postalis, em Brasília, por menos do que ela valia. Agora, o fundo dos carteiros paga R$ 139 mil de aluguel para ficar no mesmo lugar.

Leia a reportagem completa aqui.
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de ago. de 2013

Palavra ‘ética’ é retirada de novo código de conduta dos senadores,rejeitada pelo relator do projeto Edinho Lobão. Êta Maranhão...

Com hábitos e costumes criticados pelas manifestações populares recentes, o Senado discretamente decidiu retirar da proposta do novo regimento interno da Casa a sugestão para que os senadores sejam obrigados a se comprometer a agir com ética "na atividade política" e como cidadãos. O compromisso seria assumido em juramento no ato da posse, mas foi rejeitada pelo relator das mudanças no regimento, senador Lobão Filho (PMDB-MA, foto abaixo).
O senador também excluiu do documento a obrigação para que os parlamentares apresentem, quando empossados, declaração de bens de seus parentes até o segundo grau. A medida evitava os chamados "parentes laranjas" de parlamentares que transferem a nome de familiares parte de seu patrimônio. "Não há como o senador obrigar seus parentes a revelarem os bens que possuem, pois ofenderia o direito à privacidade desses", justificou Lobão Filho.

Por Andreza Matais, Estadão.
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11 de jun. de 2013

Lobão se aproxima de Flávio Dino?

Prefeito recebe visita de cortesia do senador Lobão Filho

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O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, recebeu na tarde desta segunda-feira (10), a visita de cortesia do senador Lobão Filho (PMDB). O encontro ocorreu no Palácio de La Ravardière.

Presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, Lobão Filho pôs seu mandato à disposição do prefeito para ajudar a administração municipal.

“Coloquei-me à disposição como presidente da Comissão de Orçamento do Congresso, no intuito de auxiliar com projetos prioritários da prefeitura. Seria muita falta de patriotismo com o meu estado se eu não pudesse ajudar minha cidade”, disse o senador.

Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de jan. de 2013

Saiu em O Globo: Ação contra senador Lobão Filho não anda há 11 anos

Desde 2002 tramita na Justiça do Maranhão uma ação que tenta cobrar do senador Edison Lobão Filho (PMDB-MA) e mais três pessoas, uma delas mulher do parlamentar, o pagamento de uma dívida calculada, na época, em R$ 5,5 milhões (no processo, não há valores atualizados).

Em 2009, inexplicavelmente, o processo foi arquivado, sem que ninguém assim determinasse. No ano passado, ao descobrir o erro, o banco pediu o desarquivamento, mas, mesmo assim, embora desde agosto de 2011 esteja concluso, o processo continua parado.

O juiz que cuidava do caso, José de Arimatéia Correia Silva, da 5ª Vara Cível de São Luís, foi aposentado compulsoriamente em fevereiro deste ano pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Arimatéia foi acusado de agir com parcialidade em várias ações.

Por Chico de Gois, O Globo.
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11 de mar. de 2012

BOMBA: Custeada por você, Lobão Filho abriga em seu gabinete advogados de TV's, bancos e de empreiteiras


Filho e suplente do ministro Edison Lobão (Minas e Energia), o senador Lobão Filho (PMDB-MA) alberga em seu gabinete outro advogado: Antônio Leonardo Gomes Neto. No Senado ele não trabalha. Trabalha no Sistema Difusora de Comunicação, da família Lobão, no Maranhão.

A equipe de Lobinho inclui também o empresário José Alberto Bezerra de Magalhães, conselheiro da Companhia Energética do Piauí. Procurado, o senador não se pronunciou. Existem outros casos dessa anomalia que desafia a lei da física 'onde um corpo não pode ocupar dois espaços, num mesmo determinado tempo'

Com Josias de Souza.
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