Empresário 'atropela' moto; dois jovens morrem na hora
Dois jovens que estavam numa moto morreram, na madrugada de hoje (cerca de 2h30), depois que a moto que ocupavam foi colhida por uma caminhonete Pajero preta (placa NMV 3708), na Avenida dos Holandeses, em São Luís (Calhau, perto do Shopping do Automóvel).

As vítimas fatais foram identificadas como Mairon José Silva Torres, de 19 anos – jogador de futebol do Sampaio Corrêa – e Ednaldo da Silva Filho, 22. Eles estavam numa moto preta CG Honda (placa HPV 0679). Ambos moravam na Rua das Letras, na Vila Vicente Fialho. A moto, que era conduzida por Ednaldo, foi atingida por trás pela caminhonete, que vinha em alta velocidade, e os jovens foram atirados a mais de 100 metros de distância.
Levado para o Plantão da Beira-Mar, Demócrito da Silva e Silva – que estava com sua carteira de habilitação vencida desde 21 de março do ano passado – foi indiciado pelo delegado Gilmar Santos por homicídio culposo (sem intenção de matar). O delegado arbitrou uma fiança de R$ 10.800, que o empresário pagou, sendo a seguir liberado.
POR JULLY CAMILO, do Jornal Pequueno.
Foto: G. Ferreira
A Pajero envolvida no acidente teve sua frente destruída
Segundo a polícia, o motorista da caminhonete – o empresário do ramo de vinhos Demócrito da Silva e Silva, de 43 anos – apresentava sintomas de embriaguez. Ele tentou fugir, mas foi perseguido por uma viatura da Polícia Militar e preso.As vítimas fatais foram identificadas como Mairon José Silva Torres, de 19 anos – jogador de futebol do Sampaio Corrêa – e Ednaldo da Silva Filho, 22. Eles estavam numa moto preta CG Honda (placa HPV 0679). Ambos moravam na Rua das Letras, na Vila Vicente Fialho. A moto, que era conduzida por Ednaldo, foi atingida por trás pela caminhonete, que vinha em alta velocidade, e os jovens foram atirados a mais de 100 metros de distância.
Levado para o Plantão da Beira-Mar, Demócrito da Silva e Silva – que estava com sua carteira de habilitação vencida desde 21 de março do ano passado – foi indiciado pelo delegado Gilmar Santos por homicídio culposo (sem intenção de matar). O delegado arbitrou uma fiança de R$ 10.800, que o empresário pagou, sendo a seguir liberado.
POR JULLY CAMILO, do Jornal Pequueno.
Enviado por Patrícia Aguiar.
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