A presidente Dilma Rousseff tem sido aconselhada a indicar imediatamente um nome para ministro do Supremo Tribunal
Federal na vaga aberta com a aposentadoria de Joaquim Barbosa. Dentro
do PT há uma avaliação pragmática de que seria mais seguro indicar o
nome agora, antes da eleição em outubro.
Isso porque, num cenário de derrota, Dilma perderia a legitimidade de uma indicação posterior, que nesse caso precisaria ser negociada com o seu sucessor.
O grande problema para a indicação neste momento é o recesso do Senado durante o período eleitoral. Dilma teria que negociar antes a garantia de que o nome seria referendado pelos senadores. No Palácio do Planalto, fala-se que Dilma gostaria muito de indicar para o STF o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo. Mas, não necessariamente, para esta vaga.
Cardozo é visto como um nome de consenso dentro do governo. Mas há o reconhecimento de que ele teria mais condições de ter o nome aprovado no Senado fora do período eleitoral.
Isso porque, num cenário de derrota, Dilma perderia a legitimidade de uma indicação posterior, que nesse caso precisaria ser negociada com o seu sucessor.
O grande problema para a indicação neste momento é o recesso do Senado durante o período eleitoral. Dilma teria que negociar antes a garantia de que o nome seria referendado pelos senadores. No Palácio do Planalto, fala-se que Dilma gostaria muito de indicar para o STF o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo. Mas, não necessariamente, para esta vaga.
Cardozo é visto como um nome de consenso dentro do governo. Mas há o reconhecimento de que ele teria mais condições de ter o nome aprovado no Senado fora do período eleitoral.
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